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Fragmento Bíblico

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Prefeito de Carpina exonera todo secretariado…

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A polêmica envolvendo a exoneração de todos os secretários municipais e cargos comissionados da Prefeitura de Carpina, ocorrida sexta-feira passada, continua sem solução. Até a tarde de ontem, o prefeito Carlos do Moinho (PSB) não tinha expedido qualquer documento oficial nomeando os novos auxiliares, embora tenha falado informalmente com vereadores sobre os possíveis nomes do secretariado.

O presidente da Câmara de Vereadores, Tota Barreto (PSB), não descartou a realização de uma sessão extraordinária, caso o gestor não recomponha a administração. “Se amanhã (hoje) ainda não tivermos os secretários anunciados, a Câmara deverá fazer uma reunião extraordinária para ver que medidas podem ser adotadas do ponto de vista judicial e administrativo”, afirmou.

O vereador de oposição Marcelo Pascoal (SD) se queixou de problemas nos serviços públicos causados pela falta de secretários e funcionários, e disse que o número total de exonerados chega a 1.030 e não 400 como foi anunciado na Imprensa. A reportagem não conseguiu ter acesso à informação oficial de exonerações devido à falta de secretários disponíveis. A reportagem procurou o prefeito, mas não conseguiu encontrá-lo na Prefeitura.

“O que vejo é uma total falta de respeito e de compromisso com a cidade. Os órgãos não estão funcionando por conta da falta de funcionários para administrar os setores. Na segunda-feira, teve um cidadão que foi à Prefeitura para tirar um imposto e não pôde fazer isso por causa da falta de funcionários para fazer a escritura de seu imóvel”, contou Pascoal.

Já o vereador Cláudio do Gesso (PSDB), também integrante da bancada de oposição na Câmara, disse não acreditar que as demissões estejam ligadas diretamente ao fato de a filha do prefeito, Cássia do Moinho (PSB), não ter conseguido se eleger deputada federal. Entretanto, o tucano não poupou críticas ao gestor. “O prefeito já está mal das pernas há um tempo e talvez queira colocar a culpa nos funcionários. A administração é ruim. Ele atrasa os salários do funcionalismo público, nunca paga em dia”, disparou. (Folha de Pernambuco)

No Datafolha e no Ibope, Aécio tem 51%, e Dilma, 49% dos votos válidos…

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Pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas nesta quarta-feira (15) mostram que o candidato do PSDB, Aécio Neves, tem 51%, e a candidata do PT, Dilma Rousseff, 49% dos votos válidos no segundo turno da disputa para a Presidência da República. A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por isso, os dois estão empatados tecnicamente.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Em votos totais, Aécio tem 45% e Dilma, 43%, em ambas as pesquisas, o que configura um empate técnico dentro do limite da margem de erro.

Confira todos os números:

Ibope (veja a pesquisa completa)

VOTOS VÁLIDOS
Aécio – 51%
Dilma – 49%

VOTOS TOTAIS
Aécio Neves (PSDB) – 45%
Dilma Rousseff (PT) – 43%
Branco/nulo – 7%
Não sabe/não respondeu – 5%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 204 municípios entre os dias 12 e 14 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01097/014.

Datafolha (veja a pesquisa completa)

VOTOS VÁLIDOS
Aécio – 51%
Dilma – 49%

VOTOS TOTAIS
Aécio Neves (PSDB) – 45%
Dilma Rousseff (PT) – 43%
Em branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 6%

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014. (G1)

Haja pesquisas…

Hoje:

15 de outubro:

Dia do Professor.

Dia do Educador Ambiental

Dia do Normalista

Dia de Santa Teresa D’avila

Nesta data em:

1582 – Primeiro dia do calendário gregoriano, introduzido pelo Papa Gregório XIII.

 1815 – Napoleão Bonaparte é exilado para a ilha de Santa Helena (território).

 1940 – Lançamento do filme O Grande Ditador, de Charles Chaplin (na imagem).

Nasceram neste dia…

 1844 – Friedrich Nietzsche, filósofo alemão (m. 1900).

 1908 – John Kenneth Galbraith, economista estado-unidense (m. 2006).

 1915 – Antônio Houaiss, escritor, filólogo, lexicógrafo e ensaísta brasileiro (m. 1999).

Morreram neste dia…

 1389 – Papa Urbano VI (n. 1318).

 1917 – Mata Hari, dançarina neerlandesa executada por espionagem (n. 1876).

 2000 – Konrad Bloch, bioquímico alemão (n. 1912).

Professor = Profissão: Guerreiro…

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Sócrates dizia que “O verdadeiro mestre não ensina, desperta em seus discípulos o espírito do conhecimento”. Parabenizamos a todo professor nesta data tão importante. Dia de comemoração, sim, mas também de reflexão sobre o nosso papel quanto educador, quanto cidadão dentro de uma sociedade em constante mutação. Sociedade está que vive um processo tecnológico enorme, mas que sofre com problemas tão elementares, como falta de água, energia, saneamento, trabalho, alimento em sua mesa.

Qual o nosso papel como educador dentro de uma sociedade tão desigual? Será que estamos contribuindo para formamos cidadãos conscientes, críticos, conhecedor dos seus direitos e deveres ou formando cidadãos subservientes, apáticos e medrosos?

Paulo Freire disse “Educar é um ato político, ou você educa para transformar a sociedade para melhor, ou você educa para manter um sistema opressor aumentando assim esse abismo enorme entre as classes sociais”.

Comemoremos com muita alegria nosso dia, embora temos consciência do quanto é árduo nossa labuta do dia-a-dia em sala de aula, às vezes em situações não muito favoráveis, às vezes com condições precárias, sem a valorização merecida, mas tendo consciência do nosso papel, sabendo que a educação é a mola mestre de qualquer nação.

Um forte abraço a todos os profissionais da educação em nossa querida MOSSORÓ, em todo o mundo e que Deus nos ilumine, nos oriente e nos fortaleça para que possamos dar o melhor de nós para nossos educandos.

Parabéns!

Aécio tem 51%, e Dilma, 49% dos votos válidos, aponta Datafolha…

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (15) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

– Aécio Neves (PSDB): 51%
– Dilma Rousseff (PT): 49%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

De acordo com o Datafolha, “o segundo turno da disputa pela Presidência da República continua empatado após a retomada das propagandas no rádio e na TV”.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

– Aécio Neves (PSDB): 45%
– Dilma Rousseff (PT): 43%
– Em branco/nulo/nenhum: 6%
– Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 9, Aécio tinha 46% e Dilma, 44%.

Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Aécio
42% – votariam com certeza
18% – talvez votassem
38% – não votariam de jeito nenhum
2% – não sabem

Dilma
42% – votariam com certeza
15% – talvez votassem
42% – não votariam de jeito nenhum
1% – não sabe

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país). (G1)

‘Aécio não era nossa candidatura ideal. Nunca foi’, diz governador eleito de PE …

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Entrevista POR JÚNIA GAMA E SIMONE IGLESIAS

A presença de Renata Campos e dos seus filhos foi determinante para torná-lo conhecido e elegê-lo?

Havia uma confusão de quem era o candidato de Eduardo. Muita gente acreditava que era o meu adversário (senador Armando Monteiro). O acidente (em que morreu Campos) acelerou muito esse processo. A curiosidade veio antes do tempo, as pessoas queriam saber quem Eduardo tinha escolhido. E o fato de a família estar comigo nos atos, os filhos principalmente, é óbvio que ajudou.

Um dos primeiros atos de Aécio Neves no segundo turno foi ir a Recife se encontrar com Renata. Que papel ela terá na campanha dele?

Estamos fazendo a campanha dele com uma limitação de tempo muito grande. Aécio teve uma votação muito pequena em Pernambuco no primeiro turno, mas já colocamos à disposição dele nossa coordenação de campanha, e a militância está animada para apoiá-lo. Ele vai crescer e vai ganhar em Pernambuco com o apoio dessa militância. Não vamos fazer grandes eventos, não dá nem tempo. Vamos para as ruas das grandes cidades fazer alguns eventos, e a presença de Renata vai ficar restrita ao que já foi, o encontro de sábado. Não sei se ela vai gravar. Ela não participou de nenhum ato de rua meu pelas condições da família, do bebê.

Eduardo Campos era próximo de Lula, e o mesmo ocorria entre Lula e Miguel Arraes. Como avalia o rompimento e o apoio do PSB ao PSDB?

O rompimento já existia. Tanto que desde setembro do ano passado, o PSB decidiu sair do governo Dilma e apresentar a candidatura de Eduardo. Aécio é consequência do que a gente viu durante a campanha, do balanço do governo Dilma, de, como Eduardo gostava de dizer, uma presidente que vai entregar o país pior do que encontrou. Vemos em Aécio a possibilidade de melhorar o país. Não é nossa candidatura ideal, nunca foi. A candidatura ideal era a de Eduardo com Marina (Silva), depois a de Marina com Beto (Albuquerque). Mas foi uma decisão pensada, e, em Pernambuco, foi quase unânime a aceitação e o caminho a se trilhar com Aécio.

O senhor sofreu ameaças de que, se eleito, cessariam os recursos federais para Pernambuco. Que relação pretende ter com Dilma, se ela for reeleita?

Primeiro, acredito na eleição de Aécio. Pernambuco sempre teve protagonismo na gestão e na captação de recursos por conta dos projetos que apresentou ao governo federal e pela capacidade de executá-los bem e prestar contas com transparência. Pernambuco se destacou por sua forma de fazer gestão, e isso vai continuar no meu governo. Espero que o próximo presidente tenha uma visão republicana e continue ajudando Pernambuco como o presidente Lula ajudou.

O ministro Gilberto Carvalho afirmou que Pernambuco não seria o que é, se Lula não tivesse ajudado Eduardo com os repasses que fez.

Todos os pernambucanos são muito gratos à ajuda que o presidente Lula deu, mas sabemos também do nosso papel, porque outros estados foram muito ajudados também, mas não tiveram a mesma competência que nós. Fazer gestão foi o grande diferencial desse processo. Tivemos, ao longo de oito anos, 23% dos recursos vindos do governo federal. Agradecemos os 23%, mas muita coisa foi feita com nosso esforço.

O senhor assume com alguma preocupação sobre a Refinaria Abreu e Lima, investigada por superfaturamento e tema da delação premiada de Paulo Roberto Costa?

Não. A única preocupação que temos é com a desmobilização das pessoas que trabalham na refinaria, e que ela funcione.

Quem poderá ser o sucessor de Campos em termos de liderança política?

A gente tem o governador, o prefeito de Recife (Geraldo Júlio), o senador Fernando Bezerra e um conjunto de deputados. Eduardo tinha uma liderança natural, que já vinha de muito tempo, e esse vácuo, com muito trabalho, a gente vai tentar preencher. Temos um conjunto de quadros que vão ajudar o PSB de Pernambuco a voltar a ter uma voz nacional, como era Eduardo. É difícil. Eduardo é um líder que o Brasil vai demorar para ter nessa mesma qualidade.

Como está a relação com o PT em Pernambuco? Eles podem participar do seu governo?

Tivemos uma relação boa com o PT até 2012, quando Geraldo Júlio saiu candidato a prefeito. Fui colega de secretariado de Humberto Costa, que é a maior liderança do PT no nosso estado, então sempre conversamos. Eles estão na oposição agora, mas eu estou sempre aberto ao diálogo. Pernambuco decidiu que eles são oposição, e, nesse primeiro momento da montagem do governo, a gente vai trabalhar com quem esteve com a gente nesse período.

Como vê as acusações que Roberto Amaral fez contra os demais integrantes do partido, de negociar cargos em troca do apoio a Aécio?

Houve, por parte do ex-presidente Amaral, uma total falta de comprometimento com a maioria do partido, que entendia que o caminho era o apoio a Aécio, e um conjunto de declarações infelizes que não correspondem à verdade. Não houve por parte de Pernambuco nenhuma pressão, não há nenhuma negociação de cargos. É uma falta de respeito à família Campos pelo caminho que ela trilhou nesse segundo turno. Ao dizer que o partido traiu Eduardo Campos, na verdade, é um desrespeito à família Campos, que já declarou claramente qual é sua posição, de maneira muito transparente e pensada.

Amaral acusa o PSB pernambucano de quebrar o acordo para adiar a eleição da nova Executiva para depois do primeiro turno, em troca de mantê-lo na presidência.

Quem quebrou o acordo foi Amaral, ao não acatar a vontade da maioria do partido de apoiar Aécio. Isso inviabilizou a sua permanência no comando do PSB.

O senhor acha que Amaral fica sem condições de permanecer no partido?

De jeito nenhum. O Amaral é um quadro que tem todo nosso respeito. Ele vai continuar a contribuir com o partido da forma que ele entender que deve contribuir.

Como fica a relação entre Carlos Siqueira e Marina Silva, que tiveram desavenças após a morte de Eduardo?

Eles conversaram, e Siqueira colocou que aquelas discussões tinham sido superadas, e que ele, como presidente do partido, estava à disposição para discutir. Ela também se mostrou muito receptiva.

Como seria a participação do PSB em eventual governo Aécio?

Cabe primeiro ele ganhar, e depois cabe ao partido ver a melhor forma de ajudá-lo a governar o país. De minha parte, vou cuidar de Pernambuco.

As pessoas comentam que o senhor lembra fisicamente Eduardo Campos…

Na campanha falavam isso. Mas eu não acho não, viu? É óbvio que, em plena campanha, o pessoal dizer “você é muito parecido com ele”, a gente entende como uma demonstração de apoio. O gestual pode ser. Eu convivo com Eduardo há 20 anos. (O Globo)

Hoje é o Dia do Professor…

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Arquivo Fotográfico

1970jsd (2) - CópiaGrupo de cooperativistas e sindicalistas na zona rural de João Alfredo, em 1970.

imagesLocal FruitsAgricultores joãoalfredenses em 1970. 

Dilma e Aécio se atacam no primeiro debate do 2º turno na televisão…

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Os ataques entre os candidatos marcaram o primeiro debate presidencial do segundo turno entre Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), na noite desta terça-feira (14), na TV Bandeirantes. O G1 acompanhou em tempo real (leia aqui).

Por mais de uma vez, Aécio acusou Dilma de mentir. Afirmou que ela é “desinformada” e “leviana”. Dilma disse que o adversário beneficiou um parente na construção de um aeroporto regional e apontou “nepotismo” do tucano.

Logo no primeiro bloco, Dilma responsabilizou o governo de Aécio em Minas pelo “desvio” de R$ 7,6 bilhões na saúde. De acordo com a petista, o valor está descrito na página do Tribunal de Contas de Minas Gerais na internet. Aécio rebateu, dizendo que teve todas as contas aprovadas pela Corte. “A senhora está desinformada. Todas as nossas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas”, afirmou Aécio.

O candidato tucano também disse ser atacado constantemente por Dilma durante a campanha e perguntou se ela não se arrepende dos “ataques tão violentos e tão crueis” aos adversários.

“Quem faz ataques é o senhor. Vocês distorcem. Dizem que foram os pais do Bolsa Família […]. Nos bancos públicos, seu candidato a ministro da Fazenda diz que temos que mudar e no final diz que não sabe o que vai fazer com bancos públicos”, declarou Dilma. “A senhora deturpa aqui palavras do Arminio Fraga. O que vamos dar aos bancos públicos é transparência”, rebateu Aécio.

No segundo bloco, Aécio perguntou a Dilma sobre inflação. Ele disse que o governo perdeu o controle da inflação, que, segundo o tucano, cresceu durante o governo dela. “Como é que querem que eu acredite que, com o mesmo cozinheiro, vocês vão entregar a mesma receita?”, indagou a presidente, em referência ao economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso, antecipado por Aécio como futuro ministro da Fazenda caso ele ganhe a eleição. Dilma afirmou ter certeza de que, até o fim do ano, a inflação estará em 6,5%, dentro da meta.

Aécio se disse “impressionado” com a “obsessão” de Dilma por Fraga. “Felizmente já tenho um nome que sinaliza para a previsibilidade na nossa economia”, declarou. “Para quem a previsibilidade? Previsibilidade para ter a maior taxa de desempregados, em 2002? Previsibilidade com desemprego?”, questionou a candidata.

Aécio respondeu dizendo que Dilma insiste em olhar pelo retrovisor. “Seu governo chega ao final de forma melancólica”, afirmou o tucano, para quem a rival “falta com a verdade”.

Os dois também se confrontaram em relação ao tema corrupção, levantado por Aécio, que fez referência ao escândalo da Petrobras.

“É fundamental que saibamos tudo sobre esse processo da Operação Lava Jato”, afirmou a candidata. Ela disse que o governo aprovou leis para aprofundar as investigações sobre corrupção. Aécio questionou Dilma sobre a demissão do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal e disse que ele recebeu elogios ao deixar a empresa.

Dilma pediu explicações a Aécio sobre o aeroporto no município de Claudio (MG), construído em um terreno que pertenceu a um tio do candidato. Aécio disse que queria falar nos olhos da candidata e afirmou: “A senhora está sendo leviana, leviana.” Segundo ele, a obra foi feita em uma área desapropriada e disse que, até hoje, o tio reclama do valor estipulado para a indenização. “O Ministério Público Federal disse que a obra é correta”, argumentou.

A petista apontou prática de nepotimo do rival e afirmou que Aécio emprega irmão, tia, tio e três primos no governo de Minas Gerais. “No governo federal, não tem um parente meu”, declarou.

O tucano replicou, afirmando que a adversária mente. “A sua propaganda é só mentira. Não pode ser esse vale-tudo. Eleve o nível do debate”, declarou Aécio, que afirmou que o atual governo virou um “mar de lama”.

Cuba também foi motivo de confronto entre os candidatos. Aécio criticou o financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de um porto em Cuba. “Por que a sernhora não tira o caráter secreto desse financiamento?”, indagou. Dilma respondeu dizendo que o financiamento não foi para Cuba, mas para empresas brasileiras que atuam nas obras do porto.

A petista afirmou que a fala do adversário adentrava “o perigoso terreno da lenda” depois de Aécio afirmar que o programa Bolsa Família teve origem em ações do governo Fernando Henrique Cardoso.

Para o tucano, os “pais” do programa são FHC e a ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Segundo Aécio, o “DNA” do Bolsa Família está nos governos do PSDB. “Isso é fabulação”, contestou Dilma. Noutro bloco, a candidata afirmou: “O senhor está inventando uma história que não existe. O Bolsa Família não tem nenhum parentesco com os programas dos governos tucanos”

Sobre creches, o candidato do PSDB afirmou que a rival não cumpriu promessa de construir 6 mil unidades. “Essa história das creches está muito mal contada. O senhor não entende dessa questão”, disse a petista. Segundo ela, as creches são feitas em parcerias com os municípios, que recebem recursos federais para isso. “Nenhum dos governos tucanos fez creches em número suficiente para as crianças brasileiras. Acho estarrecedor o senhor vir falar sobre esse tema”, disse.

Dilma afirmou que Aécio não pode argumentar com pesquisas para dizer que está à frente na campanha eleitoral – antes o tucano tinha feito referências a pesquisas recentes. “O senhor perdeu a eleição [no primeiro turno]”, disse. “Todas as eleições que eu disputei em Minas eu ganhei”, declarou Aécio.

Ao indagar o adversário sobre emprego, a candidata à reeleição disse que conseguiu preservar postos de trabalho enquanto o desemprego aumentava em outros países. “Candidata, a senhora volta com o discurso do medo. A grande verdade é que os empregos estão indo embora porque país que não cresce não gera emprego”, argumentou Aécio.

Considerações finais
Aécio Neves foi o primeiro a fazer as considerações finais, no último bloco. O tucano disse que os últimos dias foram de muita emoção. Ele disse que honra Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, candidato a presidente que morreu em agosto, e a Marina Silva, que o substituiu e terminou o primeiro turno em terceiro lugar. “Me preparei para dar aos brasileiros um governo honrado e eficiente”, afirmou.

Dilma afirmou que os brasileiros devem se perguntar quem tem “mais capacidade e experiência” para garantir avanços e quem tem “compromisso verdadeiro” com os trabalhadores. A presidente destacou a importância da educação, da garantia de segurança pública e de mais especialidades médicas no Sistema Único de Saúde (SUS). “Peço humildemente o seu voto”, concluiu. (G1)

Reflexão do dia

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