
Federação coloca União Brasil e PP diante de encruzilhada política em Pernambuco
Blog Mário Flávio – A disputa majoritária em Pernambuco caminha para um cenário de forte polarização entre a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos. Mas, nos bastidores, a movimentação de possíveis candidatos ao Senado tem revelado um quadro bem mais complexo do que aparenta. Integrantes da federação formada por Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil) têm mantido diálogo com os dois polos da disputa estadual, mesmo diante da obrigatoriedade legal que une Progressistas e União Brasil por quatro anos, inclusive no período eleitoral. Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina e nome colocado como opção para o Senado, tem circulado em agendas públicas ao lado de João Campos, mas também abriu conversas recentes com a governadora. Já Eduardo da Fonte, que integra a base de Raquel desde o início da gestão, também manteve diálogo reservado com o prefeito da capital. A situação evidencia o grau de indefinição dentro da chamada União Progressista em Pernambuco. Pela regra da federação, os partidos precisam marchar juntos na eleição majoritária — o que, na prática, significa optar por apenas









