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PDT vai comandar secretaria de Agricultura e partido fica na base de Paulo Câmara para 2018, diz jornalista…

De acordo com a jornalista e colunista da Folha de Pernambuco, Renata Bezerra de Melo, o martelo foi batido após longo período de conversas e a posse está marcada para a quinta-feira (28), quando o PDT passará a comandar a Secretaria de Agricultura do Estado, hoje na cota do PSB. Já houve, inclusive, reunião de transição na pasta. No início de agosto, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, em entrevista a esta colunista, chegou a registrar que a “intenção” dos pedetistas, para 2018, era lançar José Queiroz candidato a governador.

Em 2014, Queiroz chegou a perder o comando do PDT-PE, ao decidir se manter na aliança com Paulo Câmara, enquanto Lupi interviu no diretório estadual e levou o partido para uma composição com Armando Monteiro Neto. Herdeiro político de José Queiroz e atual presidente do PDT-PE, Wolney Queiroz chegou a fazer campanha para deputado federal sem acesso ao tempo de TV. De lá para cá, o desconforto vinha crescente com a ausência de acenos da gestão Paulo Câmara.

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XVI Festival da Cultura de João Alfredo…

Pressão faz Temer revogar decreto que extinguia reserva…

O presidente Michel Temer decidiu revogar o decreto que extinguiu a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), uma área da floresta entre os Estados do Amapá e do Pará. Segundo auxiliares, a decisão levou em consideração a polêmica em torno do decreto e, diante de novas pressões, o presidente decidiu abrir o tema para o debate. A revogação será publicada nesta terça-feira, 26, no Diário Oficial da União, restabelecendo os limites definidos em 1984.

No dia 14 deste mês, a Comissão de Meio Ambiente da Câmara pediu a revogação definitiva do decreto. “A maneira agressiva que foi feito (o decreto) não só causou constrangimento da sociedade, mas do Parlamento como um todo, atingindo a Câmara e o Senado”, afirmou o presidente da comissão, Ricardo Trípoli (PSDB-SP), na ocasião. 

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Gás de cozinha fica 6,9% mais caro, anuncia Petrobras…

A Petrobras anunciou ontem (25) um reajuste médio de 6,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial vendido em botijões de até 13 quilos (GLP P-13). A estatal divulgou que a decisão, tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp), será aplicada “sobre os preços praticados sem incidência de tributos”. O aumento entra em vigor nesta terça-feira (26).

A própria estatal calculou que, se repassado integralmente ao consumidor, o botijão de gás terá aumento médio de em 2,6%, ou cerca de R$1,55 por botijão, “se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”.

Para o cálculo do aumento, a Petrobras considerou que o mercado de GLP “continuou mostrando-se pressionado por baixos estoques” e que “a proximidade do inverno no hemisfério Norte aumenta a demanda pelo produto”. O reajuste anunciado repassa a variação de preços do mercado internacional apresentada ao longo de agosto conforme política anunciada pela companhia.

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão no país foi R$ 60,14 na semana passada. Em junho, a Petrobras anunciou uma nova política de preços para o o gás vendido em botijões, que tem o nome técnico de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

A política prevê reajustes mensais de acordo com a variação das cotações internacionais e do câmbio. Desde junho, o preço subiu três vezes e caiu uma. A estatal pratica outra política para o GLP envasado em vasilhames maiores do que os de 13 quilos, mais usados por comércio e indústrias.

Por recomendação feita em 2005 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o produto voltado ao consumidor residencial deve ser mais barato. Em agosto, o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, disse que a agência estuda propor o fim da diferença de preços, liberando a estatal para praticar o mesmo valor, independente do tipo de vasilhame. A proposta deve fazer parte de uma revisão na regulamentação das vendas de GLP no país. (Folha de Pernambuco)

Inflação baixa pode causar redução dos juros da Selic e inviabilizar o rentismo…

Por Vicente Nunes / Correio Braziliense

O Banco Central está diante de um bom problema e não será nenhum desgaste para a instituição divulgar uma carta à nação explicando as razões se a inflação deste ano fechar abaixo de 3%, o piso da meta fixada em lei. Essa é a visão do economista Carlos Eduardo de Freitas, que, por duas vezes, foi diretor da instituição. “É melhor explicar que a inflação ficou abaixo do piso da meta do que ter de justificar o porquê de o custo de vida ter estourado o teto da meta”, afirma Freitas.

Na opinião dele, em vez de criticar o BC, o governo deveria aproveitar o momento de mudança estrutural na inflação e nas taxas de juros para reduzir para 3% a meta a ser perseguida pelo BC.

REDUÇÃO GRADUAL – Neste ano e no próximo, o centro da meta de inflação é de 4,5%. Em 2019, foi fixado em 4,25% e, em 2020, em 4%. “É preciso continuar nesse caminho de redução gradual. Uma meta de inflação de 3% é mais do que razoável”, ressalta o economista. Para ele, a meta inflacionária do país está ainda distante da registrada nos países emergentes, de 3%.

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Comissão da Verdade conclui relatório sobre violações de direitos humanos em PE …

Depois de quatro anos e meio de trabalho, a Comissão Estadual da Memória e da Verdade Dom Helder Câmara apresentou, ontem (25), o Relatório Final de pesquisa e investigação de violações dos direitos humanos praticadas contra cidadãos entre os anos de 1946 e 1988. 

A cerimônia de entrega do trabalho, dividido em dois volumes e composto por 70 mil documentos, ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, na área central da capital pernambucana. 

Ao todo, foram colhidos 157 depoimentos de pessoas que sofreram desde o período da ditadura até o ano de 1988. De acordo com a pesquisa, as violações dos direitos humanos cometidas pelo regime militar resultaram em 51 mortes e desaparecidos políticos, lembrados durante o evento.
“Nós fizemos tudo que foi possível fazer. Fomos além do que esperávamos e aquém do que desejaríamos, porque não conseguimos esclarecer tudo. Alguns dos crimes deixaram de ser interpretados pelo decurso do tempo, pela forma como ocorreu a transição da didatura para a democracia e por outras dificuldades”, afirma o advogado Fernando Coelho, integrante da comissão.

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Hoje:

26 de setembro é o 269.º dia do ano no calendário gregoriano (270.º em anos bissextos). Faltam 96 para acabar o ano.

  • 1143 — Guido del Castello é eleito Papa Celestino II.

  • 1633 — Fundação da colônia inglesa de Windsor, o primeiro assentamento do estado americano de Connecticut.

  • 1777 — Britânicos capturam a cidade de Filadélfia, nos EUA.

  • 1907 — Independência da Nova Zelândia.

  • 1909 — Fundação do cinema mais antigo do mundo ainda em funcionamento em 2009, o Kino Pionier 1909 (Cine Pioneiro), por Albert Pitzke, na cidade alemã de Stettin (atualmente Szczecin, na Polónia).

  • 1918 — Primeira Guerra Mundial: o Corpo Montado do Deserto britânico inicia a perseguição das forças otomano-germânicas em retirada da Palestina e Jordânia que culminaria na tomada de Damasco.

  • 1935 — Klaus Barbie ingressa na Sicherheitsdienst.

  • 1945 — Brasil: Fundação do PRP (Partido de Representação Popular).

  • 1969 – Lançamento de Abbey Road, o último álbum gravado pelos Beatles.

  • 1983 — Stanislav Petrov evita início de conflito nuclear com os Estados Unidos.

  • 1993

    • Entra em órbita o PoSAT-1, primeiro satélite português.

    • Alain Prost torna-se tetracampeão mundial de Fórmula 1.

  • 1994 — Início do julgamento do atleta norte-americano O. J. Simpson.

  • 1997 — A cidade italiana de Assis é atingida por dois fortes terremotos.

  • 2005 — Brasil: grandes lideranças petistas abandonam o partido, dentre eles Plínio de Arruda Sampaio, Hélio Bicudo e Chico Alencar.

Reflexão do dia…

Fragmento Bíblico…

Rodrigo Maia diz que decidirá sobre pedidos de impeachment após votar denúncia…

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que vai começar a decidir sobre os pedidos de impeachment protocolados na Casa após a apreciação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. A peça de acusação da Procuradoria-Geral da República será lida nesta segunda-feira, 25, no plenário da Câmara. Para que a ação não prossiga no Supremo Tribunal Federal (STF), Temer precisa do apoio de 172 deputados.

“Depois da segunda denúncia, eu vou começar a decidir pelos (pedidos de) impeachment”, disse Maia, em entrevista gravada na sexta-feira e exibida na madrugada desta segunda-feira no programa Canal Livre, da TV Bandeirantes. “Acho que as duas denúncias são suficientes para tratar desse assunto, os (pedidos de) impeachment serão redundância”, afirmou. Para Maia, a denúncia pode ter sua tramitação finalizada na Câmara em “três, quatro semanas”.

O parlamentar avaliou que o presidente, por um lado, terá mais dificuldade para enfrentar a segunda denúncia por causa da base aliada mais enfraquecida. Na primeira acusação, a Câmara barrou o processo com o apoio de 263 deputados, em agosto. Por outro lado, segundo Maia, Temer poderá se beneficiar dos problemas verificados na delação da JBS. “Talvez uma coisa possa neutralizar a outra”, afirmou Maia. (Fonte: Agência Estado)

Para barrar nova denúncia partidos querem mais cargos…

A chegada da nova denúncia contra Michel Temer à Câmara acirrou disputas por cargos e levou o presidente a se envolver com os casos mais sensíveis. O ex-deputado Valdemar Costa Neto (SP), cacique do PR e condenado no mensalão, disse a Temer que o partido acha pouco o Ministério dos Transportes e quer a Secretaria de Portos também.

Para atendê-lo, o presidente teria que desalojar um apadrinhado do senador Jáder Barbalho (PMDB-PA), coisa que Temer prefere evitar. O governo definiu que cargos do segundo escalão serão negociados diretamente com as bancadas dos partidos. O PP, que estava irrequieto, deu sinais de que ficou saciado com a superintendência do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). (Painel -Folha de S.Paulo)

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