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Felipe Neto se dispõe a pagar os estudos de menina de 10 anos estuprada pelo tio

Diário de Pernambuco

Após auxílio terapêutico oferecido pelo humorista Whindersson Nunes à menina de 10 anos que foi estuprada pelo tio no Espírito Santo, o youtuber Felipe Neto se colocou a disposição para pagar os estudos da criança até o fim da faculdade. “Não consigo parar de pensar na menina. Alguém da família, por favor, entre em contato pelo email da minha bio. Eu me disponho a arcar com todos os custos de educação dela até o fim da faculdade. Num mundo de injustiças e desigualdades, que ela possa receber a melhor arma possível”, escreveu Felipe no Twitter.

Com o intuito de oferecer assistência psicológica, Whindersson Nunes garantiu que arcará com os custos de terapias para a menina até os seus 18 anos. “A terra devia estar em paz com tantos Jesus nas redes sociais, tantos imaculados. Me preocupa o tanto de atrocidades q essa criança vai ouvir no decorrer da vida. Alguém da família entre em contato, quero ajudar com toda assistência piscologica até os 18 anos”, disse o piauiense em post em rede social.

A criança chegou ao Recife nesse domingo (16) para realizar o procedimento de aborto autorizado pela justiça. Manifestantes religiosos se reuniram em frente ao Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam-UPE), no bairro da Encruzilhada, na Zona Norte da cidade, para impedir que o procedimento fosse realizado. A presença provocou confusão na frente da unidade de saúde, sendo necessária a presença policial. Os parlamentares Clarissa Tércio, Joel Harpa, Michelle Collins e Pastor Cleiton Collins também compareceram ao local em protesto ao aborto, defendido por eles como ilegal.

Segundo o artigo 128 do Código Penal, inciso II, “não se pune o aborto praticado por médico se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal”. Ainda assim, o caso foi analisado pela justiça do Espírito Santo, que autorizou o aborto. O procedimento, no entanto, foi negado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), vinculado à Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), porque a criança já estaria com cinco meses de gravidez.

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