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Cresçam e apareçam…

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O alto comando da pré-campanha de Dilma Rousseff à reeleição decidiu ignorar as agressões que Eduardo Campos e Marina Silva derramaram sobre a presidente e o governo, na noite de anteontem. O raciocínio é de que a dupla do PSB-Rede aumentou seus decibéis de crítica por conta de seus baixos índices de aprovação nas pesquisas eleitorais. Afinal, não passam dos 7%. Estão buscando criar uma polêmica com o intuito de chamar a atenção do eleitorado.

Mesmo assim, a reação no governo e no PT foi de indignação. Afinal, o governador de Pernambuco e a ex-ministra do Meio Ambiente trabalharam muitos anos com o ex-presidente Lula. Foram seus ministros e não regatearam elogios, confetes e serpentinas ao companheiro. Separaram-se por motivos diversos: um para candidatar-se ao governo de seu estado, outra para concorrer à presidência da República. Mas não dispõem de condições para dar o dito pelo não dito, imaginando poder passar, agora, a insultos gratuitos. A memória popular existe e está sendo reavivada pelos próprios candidatos.

Campos e Marina, conforme o palácio do Planalto, nem por milagre conseguirão separar Dilma do Lula. Elogiar este e denegrir aquela beira não apenas o ridículo, mas a grosseria. Uma palavra de ordem não escrita corre no comité de pré-campanha da presidente, dirigida aos novos desafetos: “cresçam e apareçam”…Mesmo assim, o programa de propaganda partidária de anteontem parece haver inaugurado outro capítulo na novela sucessória: da baixaria…(Carlos Chagas)

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