Hemodiálise, internação: qual o estado de saúde de Faustão após transplante.

Por splash UOL Notícias – Fausto Silva, 73, permanece internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O apresentador, que passou por um transplante de rim há um mês, ainda aguarda a “adaptação do novo órgão e recuperação da função renal”.

Quadro de saúde
Comunicador vem sendo submetido a sessões de hemodiálise, informou o último boletim médico divulgado pelo hospital, no dia 22 de março. “Está consciente, conversa normalmente e respira sem a ajuda de aparelhos.”

Fausto deu entrada no Albert Einstein em 25 de fevereiro, após agravamento de uma doença renal crônica. Ele foi chamado à unidade após o hospital ter sido acionado pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo e “realizado a avaliação sobre a compatibilidade do órgão doado”.

O Comunicador deixou a UTI no dia 27 de fevereiro. À época, em conversa com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, ele chegou a dar uma previsão de alta, que acabou não se confirmando. “Mais uma semana e estou em casa, liberado. Para quem fez um transplante do coração, o de rim é mais tranquilo.”

Em 15 de março, Faustão fez uma embolização após atraso na recuperação do novo órgão. O método é uma terapia minimamente invasiva em que se insere um pequeno cateter no interior do sistema linfático, o que permite uma oclusão do vaso lesado.

Apresentador enfrenta problemas renais há tempos. Segundo o jornalista Flávio Ricco, que também é amigo do famoso, a necessidade do procedimento era de conhecimento desde a época em que ele passou pelo transplante de coração. “Ele ficou esse período todo em casa, na expectativa para o novo transplante.”

O transplante de rim aconteceu cerca de seis meses após o famoso passar por um transplante de coração. À época, ele foi incluído na lista de espera porque estava com um quadro de insuficiência cardíaca — o que pode provocar alterações renais.

O comunicador recebeu o novo coração no dia 27 de agosto de 2023, em cirurgia realizada sem intercorrências, após a equipe transplantadora do paciente que ocupava o topo da lista recusar o órgão.