Estudo genético identifica predominância da variante gama no Agreste de Pernambuco
17/06/2021
Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial nesta quinta (17)
17/06/2021

Facebook apresenta método para ajudar a detectar imagens manipuladas

(FILES) In this file photo illustration, a smart phone screen displays the logo of Facebook on a Facebook website background, on April 7, 2021, in Arlington, Virginia - Facebook on June 9 said it will give employees the option of sticking with remote work for the long term, even offering to help some interested in moving to other countries. Beginning on June 15, Facebook will let any employee whose job can be done remotely ask to work that way permanently, the internet giant told AFP. (Photo by OLIVIER DOULIERY / AFP)

AFP
Cientistas do Facebook apresentaram ontem (16) um método para facilitar a detecção de “deepfakes”, imagens falsas hiper-realistas, e determinar a sua origem, graças à inteligência artificial.
As deepfakes são um problema na Internet, porque podem ser usadas para manipular ou difamar pessoas, fazendo com que elas pareçam ter dito coisas que não disseram ou fizeram. Essas montagens são baseadas em tecnologias de inteligência artificial.
“Nosso sistema facilitará a detecção de deepfakes e o monitoramento das informações relacionadas”, afirmaram Tal Hassner e Xi Yin, pesquisadores da rede social, que trabalharam nesse tema com a Universidade Estadual do Michigan. Seu método deve fornecer “ferramentas para ajudar na investigação dos incidentes de desinformação coordenada que utilizam deepfakes”, disseram.
Para desenvolver o sistema, eles usaram a técnica conhecida como “engenharia reversa”, que consiste em desconstruir a fabricação de um produto, neste caso, um vídeo ou uma foto. Seu programa de informática identifica imperfeições adicionadas durante a edição e que alteram a “impressão digital” das imagens, que pode ser usada para identificar o modelo de câmera utilizado. Na ciência da computação, essa impressão digital “pode ser usada para identificar o sistema de geração usado na produção do truque”, explicaram os cientistas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.