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Crédito com garantia de imóvel vira opção para empresário enfrentar crise; contratação exige análise

G1
Com o prolongamento da crise da Covid-19, pequenos empresários vêm recorrendo a empréstimos para manter seus negócios e usando bens próprios como garantia. A promessa é de juros mais baixos e prestações mais suaves no final do mês.
O mais popular deles é o crédito com garantia de imóvel, chamado de home equity. Nessa modalidade, o tomador do empréstimo coloca um imóvel como garantia de pagamento.
Em 2020, o home equity cresceu 61% em relação a 2019, segundo o Banco Central. De 2005 a 2020, a alta foi de 85%.
Antes de decidir pelo crédito, contudo, é preciso cuidado. Isso porque, para contratá-lo, o empresário deve fazer uma alienação fiduciária – e, se deixar de pagar o empréstimo, pode perder o imóvel dado como garantia.
De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), os juros do home equity variam entre 0,7% ao mês mais o IPCA e 1% ao mês mais o IPCA — o que, no ano, gira em torno de 12% ano (já somado o IPCA). Crédito para capital de giro (para pessoa jurídica), por sua vez, tem juros médio de 13% ao ano.
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