11/07/2021

Anvisa alerta para casos de doenças após vacinação contra a Covid-19

Agência Brasil A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou comunicado alertando para casos registrados em outros países de inflamações no músculo cardíaco e no tecido que envolve o coração em pessoas que foram imunizadas com vacinas contra a Covid-19 que usam RNA mensageiro, como a da Pfizer/BioNTech. Os episódios foram identificados por autoridades sanitárias dos Estados Unidos. O principal órgão do setor naquele país (FDA, na sigla em inglês) apontou o risco dessas duas doenças (chamadas de miocardite e pericardite), sobretudo entre as pessoas que receberam as duas doses. Em seu comunicado, a Anvisa destaca que ainda não houve registro de situações como essa no Brasil e que os riscos desse tipo de ocorrência é baixo, sendo superado pelos benefícios da imunização com essas vacinas no combate à covid-19. A agência mantém a recomendação de uso da Pfizer/BioNTech, a única vacina autorizada até o momento que emprega a tecnologia […]
09/07/2021

Anvisa autoriza nova fábrica a produzir vacina da Pfizer para o Brasil

Blog Mário Flávio A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a possibilidade de produção de vacinas contra a covid-19 em uma fábrica da empresa Hospira, no estado de Kansas, nos Estados Unidos. A medida é necessária para que o imunizante seja usado no Brasil. A unidade poderá ser utilizada na fabricação de doses da vacina desenvolvida pelo consórcio da Pfizer e da BioNTech, que já recebeu autorização para uso no Brasil e que teve contrato de aquisição de 200 milhões de doses neste ano com o Ministério da Saúde. A autorização reconheceu o que a agência chama de “boas práticas de fabricação” da planta produtiva. Este é uma das exigências para que uma fábrica possa ser incluída no registro de um imunizante e possa ser utilizada no seu processo produtivo. Com isso, o consórcio Pfizer/BioNTech pode ampliar a capacidade de fabricação de doses, o que abre espaço para acelerar a […]
05/06/2021

Anvisa aprova, com ressalvas, importação da Covaxin e da Sputnik V

Correio Braziliense A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na noite de ontem (4), a importação das vacinas Covaxin, da Índia, e da Sputinik V, da Rússia. Quatro diretores, de cinco, votaram a favor da importação excepcional e temporária dos imunizantes para fins de distribuição e uso no Brasil. Os países produtores terão que atender as condições estabelecidas pela área técnica do órgão. As duas vacinas devem ser utilizadas apenas entre adultos de 18 a 60 anos, fornecer bulas em português, terem os lotes importados aprovados por laboratórios certificados. Além disso, é preciso implantar um programa de monitoramento de eventos adversos. “Destaco que fica autorizada a importação excepcional e temporária do seguinte quantitativo, correspondente a doses para imunização de 1% da população nacional, dentro do cronograma enviado pelo Ministério da Saúde: 4 milhões de doses”, disse Alex Machado Campos, diretor da agência. Com a aprovação dos […]
21/03/2018

Anvisa proíbe alisantes de cabelo por causa de substância cancerígena…

A Anvisa suspendeu a venda de quatro alisantes de cabelo porque foram detectados níveis de formol acima dos permitidos. Foram eles: todos os lotes do Maxxdonna Profissional Matutinha Máscara 02 Redutora de Volume, todos os lotes do 2 Step Ingel Maxx Premium Forever Liss Professional, lote 054 do Forever Liss Botox e lote 5444 da Bio Amazônica – Argila Terapia. Com a decisão, os produtos não devem ser distribuídos, divulgados, comercializados e nem utilizados. Segundo as análises de formaldeído feitas pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco, os produtos apresentaram concentração maior do que 0,2% de formol, que é a quantidade permitida pela lei. Nesta quantidade ele atua como conservante, e não alisante.  Classificado como substância carcinogênica (que pode causar câncer), o formol é tóxico, em contato com a pele pode causar queimaduras e, se inalado, pode levar a irritação nas vias aéreas, diminuição da frequência respiratória e pneumonia. […]
15/01/2018

Anvisa, STF e Congresso podem mudar regulamentação do fumo no País…

A forma de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco poderá ser regulamentada este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A questão já passou por consulta pública e será analisada na primeira reunião da diretoria colegiada da agência, marcada para a próxima terça-feira (16), em Brasília. Entidades que defendem as políticas de controle do tabagismo argumentam que a exposição nos locais de venda é usada pela indústria como propaganda, proibida atualmente no Brasil pela Lei Antifumo. A tendência é que haja restrição na forma como os comerciantes deixam os maços ou carteiras de cigarro e outros produtos fumígenos expostos em vitrines ou locais que atraiam os consumidores. Cigarros com aditivos no STF A discussão sobre outras medidas de controle do uso do tabaco também deve se destacar na agenda do Judiciário e do Legislativo em 2018. Logo após o recesso, em fevereiro, o plenário […]
03/01/2018

Anvisa proíbe comercialização de marca de leite condensado…

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de um lote do leite condensado da marca Fazendeira, fabricado pela empresa de alimentos à base de leite Baduy e Cia Ltda, de Ituiutaba (MG). A Anvisa informa que o lote de número 0681M1, com validade até 17/1/2018, foi interditado após a publicação do laudo produzido pelo Laboratório Central Noel Nutels, do Rio de Janeiro, que registrou a presença da bactéria Estafilococos coagulase positiva acima dos padrões permitidos pela legislação. A interdição preventiva, imposta em setembro, foi convertida agora em proibição pois a empresa não apresentou qualquer contraprova à agência dentro do prazo de 90 dias. A Baduy não só não poderá mais comercializar o produto como também é responsável por recolher todo o estoque existente no mercado. De acordo com a Anvisa, a bactéria estafilococo é um tipo comum, mas que em excesso pode provocar dor de barriga, vômitos e […]
13/12/2017

Anvisa libera oferta do serviço de vacinação em farmácias de todo o país…

Farmácias e drogarias de todo o país vão poder ofertar o serviço de vacinação a clientes. A possibilidade foi garantida em resolução aprovada ontem (12) pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O serviço já era regulamentado em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. Com a decisão, que será publicada no Diário Oficial nos próximos dias, ela será estendida às demais unidades da federação. A resolução também estabelece exigências para estabelecimentos de saúde que vão ofertar o serviço. Esses devem estar inscritos no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), disponibilizar o calendário nacional de vacinação e os tipos de medicamentos disponíveis aos clientes. Em cada local é obrigatória a designação de um responsável técnico e a contratação de profissionais habilitados para aplicar vacinas, com a realização de capacitações constantes. As instalações precisam ser adequadas e seguir parâmetros estabelecidos nas […]
27/06/2017

Anvisa determina a suspensão de 13 lotes do anticoncepcional Gynera…

Uma determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspende a comercialização de 13 lotes do anticoncepcional Gynera. A farmacêutica Bayer, fabricante do medicamento, comunicou o recolhimento voluntário dos produtos. O motivo do recolhimento foram os resultados insatisfatórios em testes de estabilidade, que determinaram um “risco à saúde de classe III”, que significa um alto risco. O Gynera é um contraceptivo oral composto por dois hormônios, um estrogênio (etinilestradiol) e um progestógeno (gestodeno). Com informações do G1
17/06/2017

Anvisa determina suspensão de uso e distribuição de vacina contra rotavírus…

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da distribuição e do uso de 16 lotes da vacina Rotarix, imunizante oral utilizado para a proteção contra diarreia e vômito causados pela infecção por rotavírus humano. A decisão foi publicada hoje (16) no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com a agência foi identificada desvio de qualidade na vacina em decorrência da “perda de integridade das bisnagas, durante o processo de fabricação, que resultou no vazamento das bisnagas contendo a vacina”. As vacinas, fabricadas pela empresa GlaxoSmithkline, na Bélgica, são distribuídas no país pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos. Além da suspensão, a Anvisa também determinou o recolhimento dos lotes com data de validade vigente que ainda estiverem disponíveis no mercado. Continua…