23/07/2014

Confirmada a morte de Ariano Suassuna…

O escritor Ariano Suassuna não resistiu a complicações de um AVC hemorrágico e faleceu, há pouco, aos 87 anos, no Recife. Paraibano, radicado em Pernambuco, o autor de O auto da Compadecida estava internado no Real Hospital Português, no bairro da Ilha do Leite, desde a segunda-feira. Ele sofreu uma parada cardíaca por volta das 17h40. O velório deve ser realizado no Palácio do Campo das Princesas. De lá, o corpo segue em cortejo em carro do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Morada da Paz, onde será enterrado.  A última atividade pública do escritor foi na sexta-feira (18), quando concedeu uma aula-espetáculo no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), no Agreste. Na manhã do sábado (19), tirou fotos com fãs que participavam do evento. (Diário de Pernambuco)
22/07/2014

Ariano está em coma induzido e seu estado é grave…

Boletim médico divulgado, há pouco, pelo Hospital Português, no Recife, revela que é grave o estado de saúde do escritor Ariano Suassuna, que se submeteu a uma cirurgia ontem depois de sofrer um AVC hemorrágico. Ele está internado na UTI Neurológica e em coma induzido. Veja abaixo o boletim: ‘O paciente Ariano Suassuna permanece internado na UTI Neurológica do Real Hospital Português. Está em coma, respirando com ajuda de aparelhos. O quadro clínico é considerado grave, mas estável. Ariano foi submetido, na noite desta última segunda-feira (21/07), a um procedimento cirúrgico com colocação de dois drenos para controlar a pressão intracraniana, provocada por um AVC hemorrágico. Não há previsão de alta da UTI.’ (Magno Martins)
21/05/2014

Ecos do Café Poético com Dimas Santos…

Data: 21/05/2014 Local: Câmara Municipal de João Alfredo – PE Promoção: Prefeitura Municipal de João Alfredo Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes
21/05/2014

Café Poético com Dimas Santos…

20/05/2014

Catullo da Paixão Cearense – A Flor do Maracujá…

A Flor do Maracujá Catullo da Paixão Cearense   Encontrando-me com um sertanejo, Perto de um pé de maracujá, Eu lhe perguntei: Diga-me caro sertanejo, Porque razão nasce branca e roxa, A flor do maracujá? Ah, pois então eu lhi conto, A estória que ouvi contá, A razão pro que nasci branca i roxa, A frô do maracujá. Maracujá já foi branco, Eu posso inté lhe ajurá, Mais branco qui caridadi, Mais brando do que o luá. Quando a frô brotava nele, Lá pros cunfim do sertão, Maracujá parecia, Um ninho de argodão. Mais um dia, há muito tempo, Num meis que inté num mi alembro, Si foi maio, si foi junho, Si foi janeiro ou dezembro. Nosso sinhô Jesus Cristo, Foi condenado a morrê, Numa cruis crucificado, Longe daqui como o quê, Pregaro cristo a martelo, E ao vê tamanha crueza, A natureza inteirinha, Pois-se a chorá di tristeza. […]
13/05/2014

Café poético com Dimas Santos…

18/04/2014

Gabriel Garcia Marquez (+)…

13/04/2014

Ferreira Gullar – Poema Obsceno…

Façam a festa Cantem e dancem Que eu faço o poema duro O poema-murro Sujo Como a miséria brasileira Não se detenham: Façam a festa Bethânia Martinho Clementina Estação Primeira de Mangueira Salgueiro Gente de Vila Isabel de Madureira todos façam a nossa festa enquanto eu soco este pilão este surdo poema que não toca no rádio que o povo não cantará (mas que nasce dele) Não se prestará a análises estruturalistas Não entrará nas antologias oficiais Obsceno Como o salário de um trabalhador aposentado O poema Terá o destino dos que habitam o lado escuro do pais – e espreitam. Ferreira Gullar, em “Toda Poesia”.
23/02/2014

A poesia suave de Jesus…

(Desconheço o autor)