Manifestantes pró-Lula marcham em apoio ao registro da candidatura…

Manifestantes favoráveis ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram em uma marcha no Distrito Federal, na tarde de hoje, em apoio ao registro da candidatura do político à Presidência da Leia mais »

Entenda os obstáculos da candidatura de Lula, que será oficializada hoje…

Correio Braziliense Com a esperança de obter uma decisão favorável na Justiça Eleitoral, o Partido dos Trabalhadores (PT) vai solicitar o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Leia mais »

Pesquisa Ipespe/FolhaPE: População acredita na continuidade do PSB…

Folha de Pernambuco Nesse momento de pré-campanha, há uma expectativa de continuidade do governo do PSB. A sondagem do Ipespe/Folha de Pernambuco registrou que 43% dos eleitores acreditam na vitória do governador Paulo Câmara. Nesse mesmo quesito, Leia mais »

Bolsonaro está no segundo turno…

Ele quando decidiu entrar nesse jogo pela disputa presidencial ainda no ano de 2015, tornou-se “uma verdadeira piada” como disse o deputado federal Silvio Costa que hoje é candidato ao senado. Mas Leia mais »

Paulo Câmara lidera pesquisa Ipespe para governador…

Na primeira pesquisa de intenção de votos realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), divulgada em parceria com a Folha de Pernambuco nesta quarta-feira (15), o governador Paulo Câmara (PSB), candidato à reeleição, Leia mais »

Tag Archives: Eleições 2018

Jarbas e Mendonça lideram corrida pelo Senado…

A disputa pelas duas vagas ao Senado Federal apresenta vantagem pra Jarbas Vasconcelos (MDB) e Mendonça Filho (DEM). A foi divulgada nesta quarta-feira (15) pela Folha de Pernambuco em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

No levantamento Jarbas Vasconcelos (MDB) aparece com 23% das intenções de votos, enquanto que Mendonça Filho (DEM) vem logo em segundo com 17% da preferência do eleitorado. Em seguida aparece Humberto Costa (PT) com 15%, Sílvio Costa (Avante) com 6% e Bruno Araújo com 5%. Os demais candidatos ( Adriana Rocha (Rede) , Lídia Brunes (PROS), Pr. Jairinho (Rede), Hélio Cabral (PSTU), Albânia Pires (PSOL) e Eugénia Lima (PSOL), registraram apenas 1%. Nenhum, Branco e Nulo chega a 22%. Não sabe/não respondeu 6%.

O levantamento foi realizado entre os dias 11 e 13 de agosto, por telefone, ouvindo 800 pessoas, definindo cotas de sexo, idade, localidade, instrução e renda. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,45%. Como manda a lei, o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números de protocolo BR-06973/2018 e PE-07336/2018

Debate inaugural não produzirá virada de votos…

Josias de Souza

Nenhum dos quatro principais presidenciáveis —Bolsonaro, Marina, Ciro e Alckmin— protagonizou nada parecido com um tropeço no primeiro debate presidencial de 2018. Por isso, é improvável que o evento resulte numa virada de votos. Serviu apenas para consolidar posições. O canibalismo esteve no limite do aceitável. Os contendores se deram conta de que, a essa altura, a plateia quer mais soluções do que sangue.

O debate escancarou uma peculiaridade da atual campanha: todos desejam encarnar a mudança. A temática foi ditada pela rua, de baixo para cima. Incluiu uma agenda tão óbvia quanto urgente —do desemprego à roubalheira, passando pela ruína fiscal e a precariedade dos serviços públicos.

A má notícia é que os oito debatedores inundaram o estúdio da TV Bandeirantes com ideias que não deram água para alcançar a canela —em parte por conta do engessamento das regras, em parte pela aridez das propostas. Seja como for, a esperança que os candidatos foram capazes de inspirar nas três horas e doze minutos em que estiveram no ar cabe numa caixa de fósforos.

A noite produziu duas vítimas: Michel Temer e Lula, ambos ausentes. O primeiro apanhou indefeso. O segundo foi ignorado. Temer não contou nem com a solidariedade do seu ex-ministro Henrique Meirelles. O presidenciável cenográfico do PT teve um consolo.

O condenado mais ilustre da Lava Jato assistiu pelo televisor instalado em sua cela especial à saudação do companheiro Boulos, do PSOL: “Boa noite, presidente Lula. Deveria estar aqui. Mas está preso injustamente em Curitiba, enquanto o Temer está solto lá em Brasília”.

Jarbas adere à vaquinha virtual em busca de recursos para campanha…

Em atrito com o MDB nacional, que tem a chave do cofre e comanda o fundo eleitoral do partido, o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) foi o primeiro candidato ao Senado da chapa de Paulo Câmara (PSB) a lançar, ontem, a chamada vaquinha virtual, na intenção de arrecadar recursos para a campanha política. O sistema de arrecadação online permitirá que qualquer pessoa contribua com um candidato e será fiscalizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

“As regras das eleições mudaram e tivemos que buscar outros caminhos para nos ajudar. A arrecadação via internet é uma opção. No meu entender, quem entra no site e faz a doação mais do que recurso está depositando confiança”, disse Jarbas. Segundo a assessoria do presidente estadual do MDB, o vice-governador Raul Henry (MDB), não houve novidades sobre a chegada de recursos relativos ao fundo eleitoral para campanha do MDB pernambucano, mas Jarbas prometeu que denunciaria, caso houvesse retaliação do diretório nacional da sigla.

O MDB é comandado no país pelo senador Romero Jucá (RR), aliado do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Jucá recebeu o apoio da executiva nacional para fazer uma intervenção no diretório estadual, quis retirar o comando da legenda de Raul Henry e de Jarbas, mas a decisão continua pendente na Justiça. 

Cada pessoa que participa do financiamento coletivo pode doar até 10% de sua renda bruta, relativa ao ano de 2017, para um candidato. Isentos na declaração de Imposto de Renda, no entanto, só podem fazer doações até o limite de R$ 2,7 mil.

Os valores arrecadados são públicos, bem como o nome dos respectivos doadores. As doações podem ser feitas diariamente com valor máximo de R$ 1.064,00. (Diário de Pernambuco)

Chapinhas ampliarão renovação no legislativo …

Nas eleições de 2014 os dois principais chapões, liderados por Paulo Câmara e Armando Monteiro elegeram juntos 24 deputados federais e 38 deputados estaduais, pela primeira vez tivemos um deputado federal eleito pelas chapinhas, que foi Kaio Maniçoba com menos de 29 mil votos. Para deputado estadual, o destaque foi para o PP que elegeu cinco deputados numa coligação com o PROS, enquanto o PSOL atingiu seu primeiro deputado estadual numa coligação com o PMN.

Como as chapinhas mostraram viabilidade em 2014, elas se proliferaram para 2018. Com doze partidos em sua coligação, Paulo Câmara terá o apoio de quatro chapas para federal, que são PSB, MDB, PSD, PPL e PCdoB no chapão, PP, PR, PMN e Solidariedade numa chapinha, Patriota e PRP em outra e o PT indo sozinho para o jogo, juntas elas podem eleger no máximo dezoito parlamentares e no mínimo treze.

Na oposição liderada por Armando Monteiro prevaleceu a ideia de um chapão entre os principais partidos, PTB, PSDB,  PSC, PRB, DEM, Podemos, PMB e PPS e uma chapinha com PSL, PRTB, PV, PHS e PSDC para federal. É provável que o chapão eleja no máximo 7, no mínimo 5 federais, e a chapinha possa eleger até um parlamentar.  Já a candidatura de Maurício Rands juntou PDT, PROS e Avante, que pode eleger de um a dois federais. Por fim existem as candidaturas da Rede Sustentabilidade, do PSOL e do PSTU, que dificilmente elegerão deputados federais.

Na disputa para deputado estadual os dois chapões devem ficar com no máximo metade das vagas em disputa para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, com destaque para a liderada pelo PP que pode emplacar até dezesseis parlamentares, e a do PSC que poderá atingir até oito deputados estaduais. As chapinhas menores como as do PRTB, a do PCdoB e a do PROS podem emplacar de um a dois deputados cada, e a do PT pode ficar com até três parlamentares. Como existe uma mudança na disputa pelas sobras, agora todos os partidos que não atingirem quociente eleitoral disputam as sobras, outras siglas nanicas podem emplacar deputados.

O fato é que com a colcha de retalhos que ficou as chapas tanto para federal quanto estadual, aumentará muito a chance de haver renovação nas bancadas, pois deveremos ter quantidade recorde de candidatos tanto a federal quanto a estadual com a decisão de lançar várias chapinhas para a disputa. Quem for deputado de mandato é bom abrir o olho porque poderá ter votos para ser eleito e acabar ficando de fora por ter entrado numa chapa ruim de disputa. (Por Edmar Lyra)

Judicialização não é descartada por grupo de Marília Arraes…

Após sair vencedora da disputa interna entre aliancistas e candidatura própria com ampla margem de apoio, a vereadora do Recife, Marília Arraes (PT), trabalha para consolidar a decisão da base petista no Diretório Nacional. Com a vitória de ontem, o grupo avaliou que houve um empate técnico e o jogo estaria zerado para a resolução de hoje. Mas, em caso de vitória, a questão pode ser levada para a Convenção Nacional, amanhã, e, em último caso, à Justiça Eleitoral. A petista estará presente, como convidada, na reunião de hoje, em São Paulo.

A ideia do grupo dela é obter a chancela da Direção Nacional e protocolar o registro de candidatura dela no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas não descarta judicializar o processo, caso seja necessário. O prazo para registro é até 15 de agosto e esta é a data limite para a estratégia da petista. Em último caso, o caminho natural para a Marília é disputar uma vaga à Câmara dos Deputados, que – no primeiro momento – havia resistência por parte da vereadora, mas tornou-se uma solução viável, sem subir no palanque do governador Paulo Câmara (PSB). 

Após o pacto de neutralidade na corrida presidencial firmado entre PT e PSB, uma possível candidatura de Túlio Gadelha (PDT) ao Governo de Pernambuco teria entrado no radar do partido. Nos bastidores, comenta-se que a petista poderia ser dissidente e apoiar a postulação do pedetista ao governo estadual. Marília e Gadelha possuem boa relação, ele, inclusive, era um ferrenho defensor da candidatura dela, mesmo o PDT estando na base de Câmara.

Anteontem, Marília disse que não judicializaria o processo e que tentaria resolver o imbróglio dentro das esferas partidárias. “Até segunda-feira muita coisa pode acontecer”, disse, após saber da decisão da Comissão Executiva Nacional do PT, pró-aliança com o PSB. (Folha de Pernambuco)

Desta semana não passa! Todos saberão quem será quem em 2018…

Entramos na última semana que encerrarão os períodos de pré-campanha no próximo domingo dia 05 com o prazo final para às convenções partidárias. Até agora, apenas um grupo está com a majoritária completa, os demais todos estão dependendo de outros fatores, de outras decisões para chegarem a finalidade completa. O Palanque de Armando Monteiro (PTB) governador, fechou com Bruno Araújo(PSDB) e Mendonça Filho (DEM). No entanto ainda falta a ele a indicação do seu vice que poderá ser Fred Ferreira (PSC).

Na Frente Popular temos a confirmação da candidatura de Paulo Câmara à reeleição pelo PSB e ainda falta fechar a vice que deverá ficar com o PC do B. Segundo o Estadão divulgou no dia de ontem, o governador teria convidado a deputada federal do Partido Comunista, Luciana Santos para a vaga. Para a vaga de senador, caso não aconteça alguma surpresa pelo menos a vaga de Jarbas Vasconcelos (MDB) estaria garantida. A outra, está em aberta com a esperança de Paulo Câmara fechar com o PT e colocar Humberto Costa como candidato a reeleição. Caso a aliança com o PT não vingue, Humberto será candidato na chapa de Marília Arraes. Esta, tem até o momento o nome de Silvio Costa (AVANTE) para senador e essa possibilidade de Humberto (PT). 

Sonda-se para a vice de Marília Arraes o nome do ex-petista e hoje militante do PROS, Maurício Rands. Esse balaio de gatos vai ser resolvido até o próximo domingo, quando encerra o prazo para a realização das convenções partidárias. 

Estamos na reta final da primeira fase da novela eleitoral de 2018. Ainda pesa sobre Armando Monteiro, o fato de ter que escolher um nome para substituir Mendonça Filho caso este venha a ser convidado e aceite ser o vice de Geraldo Alckmin (PSDB). Neste caso, o nome mais cotado para assumir a vaga seria o deputado federal Daniel Coelho (PPS). (Blog Silvinho Silva)

Legendas têm mais sete dias para definir posição no pleito de outubro…

Após mais uma rodada de convenções partidárias, foram homologados seis candidatos a presidente da República: Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), José Maria Eymael (DC), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Vera Lúcia (PSTU).

Desses, Boulos, Eymael e Vera Lúcia saíram das convenções nacionais com as chapas completas. Os outros três ainda não escolheram os candidatos a vice-presidente.

Os partidos têm a até o próximo domingo (5) para realizar convenção nacional e decidir como vão se posicionar na corrida presidencial. Dezesseis partidos, entre eles MDB, PT, PSDB, Rede, DEM e PSB, vão se reunir na próxima semana, entre quarta-feira e domingo. O prazo para pedir registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se encerra dia 15 de agosto.

Alckmin

Cinco legendas – PTB, PSD, SD, PV e DC – realizaram convenções hoje. Desses, somente o DC lançou candidatura própria a presidente. PTB, PSD e SD vão apoiar o tucano Geraldo Alckmin, que ainda não foi confirmado na convenção.

O PV não terá candidato à Presidência, mas recebeu convite do Rede Sustentabilidade para indicar o vice na chapa que deverá ser liderada por Marina Silva. O PSDB se reunirá no próximo sábado (4), em Brasília.

Campanhas

A partir das convenções, os partidos podem adotar medidas práticas para desencadear a campanha eleitoral. Por exemplo, podem assinar contratos para instalação física e virtual dos comitês dos candidatos e dos partidos. Mas o pagamento de despesas só é permitido após a obtenção do CNPJ do candidato e a abertura de conta bancária específica para a movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais.

O CNPJ é solicitado à Secretaria da Receita Federal depois da apresentação das candidaturas à Justiça Eleitoral. Emitido o CNPJ os partidos políticos e os candidatos devem enviar à Justiça Eleitoral, para divulgação na internet, os dados de arrecadação para financiamento da campanha eleitoral, observado o prazo de 72 horas após o recebimento dos recursos. (Agência Brasil)

O quadro eleitoral sem a Copa…

Bruno  Boghossian – Folha de S.Paulo

A eliminação precoce do Brasil na Copa pode até redirecionar alguns holofotes para a eleição presidencial, mas a disputa deste ano só será resolvida nos acréscimos. Fora dos campos, o quadro político continua indefinido, os partidos prolongam suas articulações e os eleitores permanecem indecisos.

Em 2014, cerca de 15% dos brasileiros chegaram à véspera da abertura das urnas sem um candidato escolhido. Isso significa que 21 milhões de votos foram definidos nas 48 horas que antecederam o primeiro turno. Outros 19% se decidiram apenas duas semanas antes de votar.

Tradicionalmente, metade dos eleitores não consegue escolher um candidato de maneira espontânea antes do início da propaganda eleitoral na TV. Este ano, a indefinição deve se prolongar: a legislação mudou e os programas dos presidenciáveis só estrearão em setembro.

Os partidos aproveitam a confusão para adiar a definição de suas alianças e conseguir barganhar bons acordos com os candidatos.

As siglas que formaram um bloco de negociação liderado por DEM e PP, por exemplo, prometiam definir seus rumos após a participação da seleção brasileira na Copa, mas o martelo ainda pode levar de 10 a 15 dias para ser batido. O grupo tende a fechar com Ciro Gomes (PDT), mas Geraldo Alckmin (PSDB) continua de olho em algumas das legendas.

A disputa em ritmo de aquecimento favorece Jair Bolsonaro (PSL). O deputado lidera parte das pesquisas, consolida seu eleitorado e foge da exposição a ataques de rivais. O mesmo vale para o PT, que esconde seu verdadeiro candidato no banco de reservas e insiste no nome de Lula.

A eleição só começará a tomar forma quando os petistas lançarem esse substituto —provavelmente Fernando Haddad— e quando as coligações mostrarem se Bolsonaro e Ciro terão acesso a uma fatia razoável de tempo na propaganda eleitoral.

O cenário deve continuar nebuloso por mais tempo. Os times ainda nem entraram em campo, e o placar só será definido nos minutos finais.

Atraso na indicação do vice é perda de tempo…

Tanto o governador Paulo Câmara como o senador Armando Monteiro já poderiam ter revelado o nome do vice de suas respectivas chapas. Ambos já têm o nome na cabeça e adiar o anúncio para o próximo mês de julho é perda de tempo. O vice do governador sairá de um dos partidos da Frente Popular e o vice de Armando sairá de uma das legendas que integram a frente das oposições. Portanto, qual o motivo para tanto mistério? Por acaso o nome do vice terá o condão de revolucionar a política pernambucana? Se o vice do governador, por exemplo, for o ex-prefeito de Caruaru, José Queiroz, como se admite na Frente Popular, por que não anunciar logo?

Ele já poderia estar se movimentando no Agreste se seu nome tivesse sido anunciado. O mesmo se diga do ex-prefeito de Petrolina, Guilherme Coelho, se for confirmado o vice de Armando. Ele já estaria se mexendo no Sertão se porventura tivesse tido o nome confirmado. Ademais, vice é basicamente um cargo de composição. Se agregar eleitoralmente à chapa da qual fará parte, ótimo. Mas se não agregar também não é problema. Até porque não se vota em vice. Se não atrapalhar o companheiro de chapa, já é um grande negócio. Em relação às vagas de senador são outros quinhentos. O governador espera uma definição do PSB nacional sobre eventual aliança com o PT, para poder definir seus candidatos. E Armando parece indeciso sobre se deve confirmar ou não o nome do deputado André Ferreira para fazer companhia a Mendonça Filho. (Por Inaldo Sampaio)

Paulo Câmara: ‘Não vou decidir vaga de Senado e vice agora’…

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), afirmou, nesta quinta-feira (21), que não vai decidir vaga para o Senado ou para vice agora, mas “no momento certo”. A fala do gestor ocorre após anúncio de rompimento do clã Ferreira, que deve integrar a Frente das Oposições, que terá o senador Armando Monteiro Neto (PTB) na cabeça de chapa. De acordo com Câmara, o PSC, do deputado federal André Ferreira quer antecipar o debate.

“O PSC quer antecipar um debate que a gente não vai fazer agora. Tenho que governar Pernambuco, tenho que fazer a administração correr e não vou decidir vaga de Senado, vaga de vice-governador agora. Vamos decidir no momento certo, conversando, sentando na mesa e não soltando nota”, declarou o governador após a entrega do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, no Palácio do Campo das Princesas.

Questionado sobre o Solidariedade, que faz parte da base governista, mas que estaria insatisfeita com a perda de espaço na gestão, Paulo Câmara afirmou que “tem conversado muito” com a legenda. “Quanto ao Solidariedade, eu desconheço, pelo contrário, a gente tem conversado muito com o Solidariedade e os movimentos todos que nós fazemos são de valorização desse partido que está presente nessas discussões conosco”, avaliou o socialista.

Indagado se pleneja dar mais espaço para os partidos da base no Governo, Paulo Câmara afirmou que “o momento é de conversar”. “De ver o que falta. Tenho muito o que fazer ainda até dezembro e eu tô com a ajuda de quem quer me ajudar. Vários partidos da base têm indicado pessoas que têm nos ajudado a governar Pernambuco. Estou muito satisfeito com essas indicações”, disse. (Folha de Pernambuco)

PSB de Pernambuco reúne vereadores em seminário de formação política em Gravatá…

Com a finalidade de promover a formação política, fortalecer as lideranças parlamentares e a integração entre os vereadores socialistas, o PSB de Pernambuco e a Fundação João Mangabeira irão realizar, nos dias 18 e 19 de junho, no Hotel Canariu’s, em Gravatá, o Seminário de Formação Política – Vereador (a) Presente. No evento, serão apresentados painéis acerca da conjuntura nacional, estadual e ações desenvolvidas e os resultados da gestão do PSB no estado de Pernambuco, além da história de 70 anos do partido. O evento também vai tratar as novas ferramentas de comunicação e trazer exemplos exitosos de projetos elaborados por legisladores do PSB.

Todos os vereadores do PSB em Pernambuco estão sendo convidados para a atividade. As principais lideranças do partido também estarão presentes na atividade. “Nosso objetivo é promover a formação política e técnica dos nossos vereadores, a interação entre os nossos parlamentares municipais para troca de experiências e debater temas a respeito da administração do PSB em Pernambuco e novas formas de comunicação”, destaca o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.

A abertura será feita pelo presidente estadual Sileno Guedes. O dirigente nacional Carlos Siqueira falará em seguida sobre a realidade brasileira e o que o PSB espera do futuro. Às 12h, o governador e vice-presidente nacional Paulo Câmara abordará os desafios e avanços na gestão em Pernambuco.

Na parte da tarde, haverá explanação da vereadora de João Pessoa, Sandra Marrocos, que falará como projetos de lei elaborados por socialistas estão beneficiando a população. Ainda durante a tarde, o coordenador da Escola Miguel Arraes, professor Adriano Sandri, faz uma exposição sobre o Projeto Brasil, documento elaborado pelo PSB e que mostra as diretrizes e princípios para o desenvolvimento nacional. A última palestra do dia 18 será do secretário estadual de Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni, que mostrará como Pernambuco se manteve em desenvolvimento em período de crise nacional.

No dia 19, a especialista em Marketing Natália Marques e o jornalista Marco Bahe abordam a temática da Comunicação e Política. Em seguida, o jornalista Evaldo Costa fala sobre os 70 anos de história do
PSB. Para participar da atividade, é necessário que o vereador realize a inscrição até o próximo dia 15 de junho, no site do partido, preenchendo dados pessoais e informações acerca do mandato no link (http://www.psbpe.org.br/seminario-de-formacao-para-vereadores-do-psb-de-pernambuco/).

Datamétrica: Lula lidera com 59% dos votos em PE…

As intenções de voto espontâneas para presidente sinalizam a força do ex-presidente Lula em Pernambuco. Lula aparece em primeiro lugar, com 41% das intenções de votos, seguido distantemente por Jair Bolsonaro com 9%, Ciro Gomes, com 2%, e os demais com 1% ou menos. Os resultados são da pesquisa Datamétrica, realizada nos dias 8 e 9 de junho.
Nas intenções de voto estimuladas, foram feitos dois exercícios: com Lula e sem Lula. Na simulação com Lula (PT), o ex-presidente aparece com 59%, Jair Bolsonaro (PSL) com 11%, Marina Silva (Rede) com 3%, Ciro Gomes (PDT) com 3%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 2% e o restante com 1% ou menos.

Avaliando os estratos da pesquisa, vê-se que Lula é forte em todos os cortes. Na camada até o ensino fundamental, ele aparece com 68% das intenções. Entre os que têm 60 anos ou mais, ele atinge 74%. 
E, por outro lado, no segmento de menor frequência de intenções de voto, que é de eleitores com até o ensino médio, ainda assim as intenções de voto no ex-presidente são elevadas: 46%. Do ponto de vista da distribuição geográfica, sua força é bem distribuída: 59% das intenções de voto da Região Metropolitana do Recife e 58% dos votos das demais mesorregiões agrupadas.
Na simulação sem a opção de Lula, branco/nulo/ninguém cresce de 16% para 45%.  Marina, dentre os pré-candidatos, é quem mais se beneficia, crescendo de 3% para 15%. Ciro Gomes sobe de 3% para 6%. Os demais crescem 1% ou menos. 
Observada a migração dos votos em Lula na estimulada de primeiro turno, entre o cenário com ele e sem ele, 21% dos que apontaram Lula como opção migraram para Marina Silva e 6% escolheram Ciro Gomes. São os pré-candidatos percebidos hoje como de maior capacidade de substituí-lo. Metade dos eleitores de Lula, exatos 50% dos entrevistados, afirmam que, na falta de opção com Lula, votam branco/nulo/ninguém.

SEGUNDO  TURNO
Nas simulações de segundo turno, os resultados mostram um pré-candidato sem concorrentes, praticamente. Entre o pré-candidato do PT, Lula, e o pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro, Lula aparece com 69% e Bolsonaro com 14%. Na simulação entre Lula e Geraldo Alckmin, o ex-presidente apareceu com 71% o ex-governador de São Paulo com 7%.
O cenário entre Marina Silva e Jair Bolsonaro mostra Marina com 34% e Bolsonaro com 16%. Quando se substitui Bolsonaro por Alckmin nesta simulação, Marina permanece com 34% e Alckmin mostra ainda menos força, 10%. Na possibilidade de Ciro Gomes enfrentar Jair Bolsonaro ou Geraldo Alckmin, os resultados hoje não seriam mais expressivos. No primeiro caso, Ciro Gomes aparece com 22% e Jair Bolsonaro com 16%; entre Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, temos 20% a 12%.
A pesquisa tem margem de erro de 4 pontos percentuais. Foi realizada com 600 pessoas e registrada no TRE-PE sob a numeração PE-02648/2018.

EXPECTATIVA
Hoje, 49% dos pernambucanos acreditam que Lula será eleito presidente nestas eleições, outros 16% acreditam que Bolsonaro vencerá. Os demais pré-candidatos são citados em 1% ou menos dos casos. Esta expectativa de vitória é um indicador curioso. Quando os entrevistados são perguntados se acham que Lula será realmente candidato, 58% disseram que sim e 35% disseram que não. Dos 58% que acreditam na candidatura dele, 67% acham que ele se elegerá. Entre os 35% que acreditam que ele não será candidato, ainda assim, 18% afirmaram que ele será eleito presidente. Dentre esses mesmos 35% que não acreditam na viabilidade da candidatura de Lula, 32% disseram que não sabem quem será eleito presidente.

O eleitor de Lula, ao ser perguntado sobre a intenção de voto para governador, não apresenta até o momento um viés de favorecimento à pré-candidata do PT, Marília Arraes. Na pesquisa publicada ontem pelo Diario, viu-se que Paulo Câmara teria 20%, Marília Arraes 17% e Armando 14%. Demais votos somam 49%. 

Dentre os 59% dos eleitores entrevistados que revelaram intenção de voto a presidente em Lula, os votos para governador se distribuiriam da seguinte forma: 24%, 22% e 16%, para Paulo Câmara, Marília Arraes e Armando Monteiro, respectivamente. Não há, dentre os três, um que seja particularmente preferido do eleitor de Lula neste momento.

“O que parece ser um erro de pesquisa, é na verdade uma contradição real que demonstra que muitos eleitores ainda não internalizaram a possibilidade de Lula não ser candidato. Ele (o eleitor entrevistado) cai em contradição ao reconhecer que é improvável a candidatura do ex-presidente mas, ao mesmo tempo, diz que acredita que ele será eleito”, afirma Analice Amazonas, sócia-diretora da Datamétrica Pesquisa e Consultoria Econômica. (Diário de Pernambuco)

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