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Tag Archives: Eleições 2018

Datafolha para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 55%; Haddad, 45%…

G1

O Datafolha divulgou neste sábado (27) o resultado da última pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sexta-feira (26) e no sábado (27) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

O instituto afirma que, um dia antes da eleição, Jair Bolsonaro (PSL), mantém o favoritismo, mas a diferença dele para Fernando Haddad (PT) diminuiu de 18 para 10 pontos percentuais, em nove dias, nos votos válidos.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, com margem de erro de dois pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 55%
  • Fernando Haddad (PT): 45%

No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 56% e Haddad, 44%.

Pesquisa Datafolha - 27-10 - Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - 27-10 - Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha – 27-10 – Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 47%

  • Fernando Haddad (PT): 39%

  • Em branco/nulo/nenhum: 8%

  • Não sabe: 5%

  • No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 48%, Haddad tinha 38%, os brancos e nulos somavam 8% e os eleitores que não sabiam eram 6%.

    Pesquisa Datafolha - 27-10 - Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

    Pesquisa Datafolha – 27-10 – Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

    Rejeição

    O Datafolha também levantou a rejeição dos candidatos. O instituto perguntou: “E entre estes candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”:

    Os resultados foram:

    Jair Bolsonaro

    • Votaria com certeza – 46%

    • Talvez votasse – 8%

    • Não votaria de jeito nenhum – 45%

    • Não sabe – 2%

    Fernando Haddad

    • Votaria com certeza – 38%

    • Talvez votasse – 9%

    • Não votaria de jeito nenhum – 52%

    • Não sabe – 2%

    Pesquisa Datafolha - 27-10 - Rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

    Pesquisa Datafolha – 27-10 – Rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 54%; Haddad, 46%…

G1

O Ibope divulgou neste sábado (27) a última pesquisa do instituto sobre a intenção de voto para o 2º turno da eleição presidencial. Segundo o instituto, Jair Bolsonaro (PSL) venceria se eleição fosse hoje. Mas a distância dele para Fernando Haddad (PT) diminuiu.

Vamos ver agora a pesquisa com os votos válidos, que excluem os brancos, nulos e o percentual de eleitores indecisos. Um candidato é eleito no segundo turno se conseguir cinquenta por cento dos votos válidos mais um voto.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de noventa e cinco por cento, com margem de erro de dois pontos – para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 54%
  • Fernando Haddad (PT): 46%

Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 57% e Haddad, 43% dos votos válidos.

Pesquisa Ibope - 27-10 - Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 27-10 - Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 27-10 – Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 47%
  • Fernando Haddad (PT): 41%
  • Em branco/nulo: 10%
  • Não sabe: 2%

Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 50% e Haddad, 37%.

Pesquisa Ibope - 27-10 - Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 27-10 - Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 27-10 – Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Rejeição

A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para presidente. O Ibope perguntou: “Para cada um dos candidatos a Presidente da República citados, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele”?

Jair Bolsonaro

  • Com certeza votaria nele para presidente – 39%

  • Poderia votar nele para presidente – 10%

  • Não votaria nele de jeito nenhum – 39%

  • Não o conhece o suficiente para opinar – 11%

  • Não sabem ou preferem não opinar – 1%

Fernando Haddad

  • Com certeza votaria nele para presidente – 33%

  • Poderia votar nele para presidente – 12%

  • Não votaria nele de jeito nenhum – 44%

  • Não o conhece o suficiente para opinar – 10%

  • Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Pesquisa Ibope - 27-10 - rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 27-10 - rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 27-10 – rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

  • Entrevistados: 3.010 eleitores

  • Quando a pesquisa foi feita: 26 a 27 de outubro

  • Registro no TSE: BR‐ 02934/2018

  • Nível de confiança: 95%

  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

  • nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

PSB decide apoiar Haddad no segundo turno…

Do G1

A Executiva Nacional do PSB decidiu, hoje, que o partido irá apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno das eleições presidenciais.

A cúpula da legenda também resolveu liberar os diretórios regionais de São Paulo e do Distrito Federal, onde os candidatos do PSB, Márcio França e Rodrigo Rollemberg, respectivamente, disputarão o segundo turno ao governo estadual.

“O PSB acaba de aprovar uma resolução em que define o seu apoio no segundo turno da eleição presidencial ao candidato Fernando Haddad, propondo que se forme uma frente democrática contra uma candidatura que representa o extremo oposto da candidatura das forças democráticas”, afirmou o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.

Ele disse ainda ter “confiança absoluta” na decisão que os diretórios em SP e no DF tomarão. “No estado de São Paulo e no Distrito Federal, os diretórios poderão examinar as suas coligações e decidir o que devem fazer, tendo em consideração que temos confiança absoluta no Márcio França e no Rodrigo Rollemberg em que eles precisam ter a liberdade para conduzir as suas campanhas e conquistar uma vitória nessas duas unidades importantíssimas da federação do nosso país”, declarou.

Questionado se França e Rollemberg poderão apoiar o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, o presidente da sigla disse que confia “plenamente” nos dois e que eles tomarão “a decisão mais correta, que tenha consonância com a história do partido”.

“Nós asseguramos a liberdade e sabemos que eles vão tomar a decisão correta em relação ao seu estado”, afirmou o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.

Durante o primeiro turno, Rollemberg chegou a fazer ato de campanha ao lado de Ciro Gomes, que disputava a Presidência da República pelo PDT.

O PSB também está no segundo turno em Sergipe, com Valadares Filho, e no Amapá, com João Capiberibe. No caso do Amapá, o PSB já está em uma aliança com o PT. O partido já elegeu no primeiro turno Paulo Câmara em Pernambuco, João Azevedo na Paraíba e Renato Casagrande no Espírito Santo.

Siqueira defendeu que Haddad procure “todos os democratas” e “pessoas de bem para que a sua candidatura represente uma frente democrática.

“No momento difícil em que vive o país, com essa polarização, e tendo em vista a necessidade de unidade nacional e das forças democráticas, [propomos] que a candidatura [de Haddad] se transforme em uma candidatura da frente democrática, que agregue personalidades e instituições que defendam a democracia e que o programa não seja apenas de um partido”, disse. 

Títulos de eleitor cancelados podem mudar eleição…

Blog da Folha

Reduto eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT), a região Nordeste foi a que teve o maior número de títulos eleitorais cancelados por falta de cadastramento no sistema de biometria. Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) cancelou 3.368.447 de títulos eleitorais, em 1.248 municípios, sendo 45% (1.515.801 eleitores) nos estados da região. O total de eleitores que não poderão votar no pleito de outubro é semelhante a diferença de votos que determinou o resultado da eleição presidencial de 2014: 3.459.963. O impacto deste cancelamento na eleição gerou debate entre especialistas.

Segundo pesquisa Ibope, divulgada na última segunda-feira, a região concentra eleitorado favorável ao ex-prefeito Fernando Haddad, com 34% das intenções de votos, e ao ex-governador Ciro Gomes (PDT), com 18%. Contudo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) tem 17% das preferências. A ex-senadora Marina Silva (Rede) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) possuem 5%, cada.

A cientista política Priscila Lapa, da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho), avaliou que, como o Nordeste tem um peso decisivo e o cenário eleitoral está acirrado, pode haver interferência no resultado eleitoral. “Pode ter interferência, se for muito apertado, visto que há (na região) inclinação por (Fernando) Haddad”, disse ela. “Se esses 3,3 milhões estivessem diluídos (por outras regiões), mas o fato de estar concentrado (metade numa região) pode interferir”, acrescentou.

O cientista político Guilherme Reis, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), seguiu a mesma linha defendida por Priscila. Segundo o politólogo, apesar de pequena, há, sim, chances de impactar no resultado da eleição. “A unidade do voto não pesa, mas o volume agregado dos votos destes candidatos na região, sim. Numa eleição muito acirrada, provavelmente terá influência, vide a eleição passada”, analisou.

Na última eleição presidencial, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi eleita com 54.501.118 votos contra 51.041.115 obtidos pelo senador Aécio Neves (PSDB). A diferença de sufrágio foi de 3.459.963. Entretanto, não pode-se desprezar o alto índice de abstenções do pleito, que foi de 30.137.479 pessoas.

O cientista político Leon Victor Queiroz, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), por sua vez, ponderou que não é possível aferir o impacto porque não há dados abertos relativos ao quantitativo de títulos de pessoas que já morreram ou daquelas que costumeiramente já não votam e, portanto, não se preocupam em fazer biometria. “Não se sabe quanto eleitores são de Haddad ou de Bolsonaro”, destacou Queiroz.

A parte a questão eleitoral, Reis criticou a postura do Poder Judiciário, que estaria dificultando o exercício do direito dos brasileiros às vésperas da eleição. Segundo ele, o cidadão não pode correr o risco de não conseguir votar. “É uma violação dos direitos fundamentais dos brasileiros”, afirmou.

Já Priscila Lapa frisou que a decisão da Justiça Eleitoral chama a atenção e levanta dúvidas sobre o processo pelo fato de a biometria não funcionar em 100% dos municípios. Entre 2016 e 2018, o cadastro biométrico foi obrigatório para cidadãos de 2.793 municípios. O total de eleitores com biometria soma 87.363.098 de pessoas – 59,31% do eleitorado brasileiro.

A abstenção e o voto nulo nesta eleição…

Diante de muitas pesquisas eleitorais e outros tantos que fazem projeções para as eleições deste ano um fator nunca é colocado como atenuante: o número de eleitores que se abstém de votar e os votos nulos.

Com a profunda crise política e a enxurrada de Operações como Lava Jato que envolveu principais quadros de Brasília o eleitor brasileiro poderá fazer uma eleição de protesto neste pleito. Quero deixar claro aqui que não sou a favor disso e nem tampouco acho democrático.

Tivemos duas eleições recentes que exemplifica bem essa assunto, em junho deste ano aconteceu a Eleição suplementar no Estado do Tocantins, na apuração 23,46% votaram nulo e 2,59% em branco totalizando 26,05% de votantes que decidiram em não decidir. Isso é tão gritante que o segundo colocado nesse pleito, o Vicetinho Alves obteve 24,86% dos votos válidos. Ou seja, os votos brancos e nulos foram maior que o segundo colocado. Ano passado, na eleição sumplentar no Amazonas o número foi de 23,79% de brancos e nulos.

Em Pernambuco, tradicionalmente isso não passa da casa dos 20%, exemplo de 2014, mas o contexto esse ano poderá atingir também na eleição proporcional. Em Carpina por exemplo, segundo pesquisas 40% do eleitorado não tem ainda um candidato a deputado definido e nem sabe se vai votar para esse cargo.

Por fim, nessa reta final de campanha, os candidatos terão que além de driblar seus adversários precisarão convencer o eleitor indeciso e o ‘revoltado’ com o segmento. Uma trabalho duplo que não tinha em outras épocas. (Elielson Lima)

Ibope/CNI: Bolsonaro tem 27%, Haddad, 21%; Ciro, 12%; Alckmin, 8%…

O Globo

Pesquisa Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira mostra o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, na liderança com 27% das intenções de voto. Em segundo lugar, está Fernando Haddad (PT), com 21%; seguido por Ciro Gomes (PDT), com 12%; e Geraldo Alckmin, com 8%. Marina Silva (Rede) tem 6%.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas nos dias 22, 23 e 24 de setembro, em 126 municípios. Na última segunda-feira, o mesmo instituto divulgou uma outra pesquisa, contratada pela TV Globo, em que 2.506 pessoas foram ouvidas entre os dias 22 e 23 de setembro. Houve pouca variação: Bolsonaro oscilou um ponto para baixo, assim como Haddad, enquanto Ciro oscilou um para cima, e Alckmin continuou no mesmo patamar.

Assim como na pesquisa divulgada na segunda-feira, numa simulação de segundo turno Bolsonaro perde para os principais candidatos, menos para Marina Silva. Num eventual cenário contra Haddad, ele fica com 38% contra 42% do petista.

Nesta pesquisa, Marina oscilou de 5% para 6% das intenções de voto, João Amoêdo (Novo) manteve 3%, Álvaro Dias (Podemos) manteve 2%, assim como Henrique Meirelles, e não sabem ou não responderam 7% dos entrevistados. Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC), Cabo Daciolo (Patriota) João Goulart Filho (PPL) não pontuaram.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O novo levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04669/2018.

O Ibope também mediu a taxa de rejeição dos candidatos. Quando perguntados em quem não votaria de jeito nenhum, 44% apontaram Jair Bolsonaro. Fernando Haddad tem 27% de rejeição, o mesmo patamar de Marina Silva. A rejeição dos outros candidatos foi: Alckmin, 19%; Ciro Gomes, 16%; Cabo Daciolo, 11%; Meirelles, 11%; Eymael, 10%; Álvaro Dias, 9%; Guilherme Boulos, 9%; Vera Lúcia, 9%; João Amoêdo, 8% e João Goulart Filho, 7%. Poderiam votar em todos 2% dos entrevistados; e não sabem ou não responderam 7%.

SEGUNDO TURNO

O Ibope ainda fez quatro simulações de segundo turno, todas com a presença de Jair Bolsonaro. O candidato do PSL só venceria numericamente Marina Silva.

Na disputa entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, o petista tem 42% das intenções de voto, contra 38% do candidato do PSL. Dos entrevistados, 16% disseram votar em branco ou nulo nesta hipótese e não sabem ou não responderam 4%.

Na disputa entre Bolsonaro e Marina Silva, o candidato do PSL tem 40%, contra 38% da ex-ministra. Brancos e nulos somariam 19% e 3% não sabem ou não responderam.

Pesquisas se mostram muito discrepantes em Pernambuco …

No intervalo de 17 de setembro, quando foi divulgada a pesquisa Ibope até 25 de setembro, quando tivemos a divulgação da pesquisa Ipespe, foram apenas oito dias e quatro pesquisas de institutos diferentes para governador de Pernambuco, e eles apresentaram uma discrepância muito grande nos cenários para governador, porém foi na disputa de senador que a divergência se mostra muito latente.

Na pesquisa Ibope divulgada dia 17, Paulo Câmara apareceu com 33% das intenções de voto, Armando Monteiro 25%, demais candidatos 7%, brancos, nulos e indecisos 34%. Já no Datafolha Paulo Câmara apareceu com 35%, Armando Monteiro 31%, demais candidatos 9% e apenas 25% de brancos, nulos e indecisos. O Real Time Big Data apontou Paulo Câmara com 34%, Armando Monteiro 30%, demais candidatos 12%, brancos, nulos e indecisos 24%. Por fim, o Ipespe mostrou Paulo Câmara com 36%, Armando Monteiro 26%, demais candidatos 7%, brancos, nulos e indecisos 31%.

A diferença de institutos chega a seis pontos nos números de Armando Monteiro e a três pontos, dentro da margem, nos números de Paulo Câmara. Os demais candidatos possuem uma diferença de até cinco pontos em relação aos números obtidos, e os brancos, nulos e indecisos chegam a atingir dez pontos de diferença entre os institutos que fizeram levantamento durante a semana. Essas discrepâncias acabam confundindo a cabeça do eleitor, que desavisado, não consegue discernir um instituto de outro e acha que os levantamentos são idênticos, o que está longe de ser um caso verdadeiro.

Se na pesquisa para governador há discrepâncias muito significativas, bem acima da margem de erro em alguns institutos, na pesquisa para senador é que a situação se mostra fora de qualquer contexto. No Ibope de 17 de setembro, Jarbas Vasconcelos aparece com 34%, Humberto Costa 31%, Mendonça Filho 22%, Silvio Costa 10%, Bruno Araújo 8%, demais 10%, brancos e nulos primeira vaga 22%, segunda vaga 34%, não sabe/não respondeu 28%. No Datafolha Jarbas aparece com 36%, Mendonça 31%, Humberto 30%, Bruno Araújo 12%, Silvio Costa 11%, demais 16%, brancos e nulos primeira vaga 20%, segunda vaga 28% e não sabe/não respondeu 16%.

No Real Time Big Data, Jarbas Vasconcelos tem 33%, Mendonça Filho 30%, Humberto Costa 26%, Bruno Araújo 14%, Silvio Costa 11%, demais 8%, indecisos primeiro voto 9%, indecisos segundo voto 33%, brancos e nulos atingem 21% segundo voto e 15% primeiro voto. Por fim, o Ipespe mostra Jarbas com 37%, Humberto com 30%, Mendonça 24%, Bruno 10%, Silvio 10%, demais 8%, brancos e nulos primeiro voto 23%, segundo voto 30% e indecisos 27%.

Chama atenção os números de Mendonça, que oscila nove pontos entre a sua melhor sondagem e a sua pior. Também é plausível perceber que Humberto alterna cinco pontos entre a pior e a melhor pesquisa. E fica latente uma discrepância significativa nos brancos para o segundo voto, oscilando de forma bastante contundente os números de cada instituto.

Se as pesquisas para governador impossibilitam cravar com certeza o eleito, a de senador se agrava muito, uma vez que o número de indecisos é muito grande e a tendência é que eles possam se decidir na reta final, podendo acontecer tudo até o dia 7 quando serão definidos os dois senadores eleitos por Pernambuco. (Edmar Lyra)

TSE disponibilizará aplicativo que mostra apuração em tempo real…

O aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014, já tem sua versão para 2018 e a expectativa é que novamente seja um recorde de acessos. Este ano, o aplicativo foi rebatizado para “Resultados 2018”. A ferramenta é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

Há quatro anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a plataforma foi disponibilizada apenas para aparelhos com sistema Android e foi chamada de “Apuração 2014”. O aplicativo foi baixado em 2,7 milhões de dispositivos.

Pesquisa

Pelo aplicativo, os eleitores poderão acompanhar a contagem dos votos em tempo real. É possível pesquisar desde o desempenho de um determinado candidato por meio de consulta nominal até um dado mais nacional.

Na tela da pesquisa, aparecerá, por exemplo, o quantitativo de votos para cada candidato com a indicação dos eleitos ou, no caso da disputa para governador e presidente da República, dos que irão para o segundo turno. Também é possível selecionar os candidatos favoritos e visualizá-los com destaque.

A ferramenta permite que o usuário selecione a abrangência que deseja acompanhar a apuração. Pode ser “Brasil” para a votação de presidente da República e “Estados” para acompanhar a votação para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

O eleitor também poderá conferir o desempenho nas urnas do candidato a presidente em cada estado. Além de visualizar o número de votos, é possível acompanhar o percentual de apuração das seções e ainda compartilhar essas informações nas redes sociais.

Votos zerados

Os resultados são atualizados automaticamente e, ao final da apuração, serão exibidos os eleitos com o quantitativo de votos obtidos e o percentual de votação por candidato. O candidato que aparecer com zero voto pode não ter tido votação, estar indeferido com recurso ou, após a preparação das urnas, ter sido indeferido, ter renunciado ou falecido.

Os votos para candidatos indeferidos com recurso ou cassados com recurso não serão exibidos, conforme a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97, artigo 16-A). O aplicativo não apresenta resultados da votação em trânsito nem da votação no exterior para o cargo de presidente da República.

Em decorrência da diferença de fuso horário, o TSE irá começar a divulgar os resultados da totalização dos votos para presidente da República às 19h (horário de Brasília) no dia 7 de outubro, quando a votação do primeiro turno estiver encerrada em todo o território nacional.

Para os demais cargos, a totalização dos votos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e a remessa das informações ao TSE terá início logo após o encerramento da votação, às 17h, respeitando o horário local. (Agência Brasil)

Pesquisa Ibope em Pernambuco: Paulo, 33%; Armando, 25%…

G1 PE

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (17) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco:

  • Paulo Câmara (PSB): 33%

  • Armando Monteiro (PTB): 25%

  • Julio Lossio (Rede): 2%

  • Maurício Rands (PROS): 2%

  • Ana Patrícia Alves (PCO): 1%

  • Simone Fontana (PSTU): 1%

  • Dani Portela (PSOL): 1%

  • Brancos/nulos: 24%

  • Não sabe/não respondeu: 10%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo “Jornal do Commercio”. É o terceiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito entre os dias 2 e 4 de setembro, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes:

  • Paulo Câmara (PSB): 33%

  • Armando Monteiro (PTB): 24%

  • Julio Lossio (Rede): 3%

  • Maurício Rands (PROS): 2%

  • Ana Patrícia Alves (PCO): 1%

  • Simone Fontana (PSTU): 1%

  • Dani Portela (PSOL): 1%

  • Brancos/nulos: 24%

  • Não sabe/não respondeu: 11%

Sobre a pesquisa desta segunda-feira, 17

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

  • Quem foi ouvido: 1.204 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais

  • Quando a pesquisa foi feita: 14 a 16 de setembro

  • Registro no TRE: PE-02931/2018

  • Registro no TSE: BR‐01251/2018

  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro

  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte, no levantamento feito entre 14 e 16 de setembro:

  • Paulo Câmara (PSB): 18%

  • Armando Monteiro (PTB): 12%

  • Julio Lossio (Rede): 1%

  • Dani Portela (PSOL): 0%

  • Maurício Rands (PROS): 0%

  • Simone Fontana (PSTU): 0%

  • Ana Patrícia Alves (PCO): –

  • Outros: 3%

  • Branco/nulo: 25%

  • Não sabe/não respondeu: 40%

Rejeição

O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices no levantamento feito entre 14 e 16 de setembro:

  • Paulo Câmara (PSB): 30%

  • Armando Monteiro (PTB): 24%

  • Simone Fontana (PSTU): 22%

  • Dani Portela (PSOL): 21%

  • Julio Lossio (Rede): 21%

  • Ana Patrícia Alves (PCO): 20%

  • Maurício Rands (PROS): 18%

  • Poderia votar em todos: 3%

  • Não sabe/não respondeu: 20%

Simulação de segundo turno

  • Paulo Câmara 41% x 37% Armando Monteiro (branco/nulo: 17%; não sabe: 6%)

Eleição deverá ser definida no Recife …

Com um resultado médio de seis pontos de vantagem de Paulo Câmara em relação a Armando Monteiro nas pesquisas divulgadas até agora, a eleição aparenta ser polarizada entre os dois candidatos que se enfrentaram em 2014. Se naquela eleição, o atual governador impôs uma frente de 1,6 milhão de votos sobre Armando, é quase impossível que tal resultado venha a se repetir porque estamos diante de uma eleição curta e que se espera que não haja nenhum acidente como em 2014 que acabou impulsionando Paulo Câmara rumo a vitória.

Em condições normais de temperatura e pressão, Paulo Câmara e Armando Monteiro deverão manter a polarização até o final da disputa, e diferentemente de 2010 na reeleição de Eduardo Campos e em 2014 na vitória do atual governador, quando todos os lados de um município ficaram com o mesmo projeto, hoje isso não se repete, pois há o lado de Paulo e o lado de Armando, com raríssimas exceções que permitem todos os lados num mesmo palanque.

Diante do exposto, a eleição tende a ser taco a taco no Agreste, no Sertão e na Zona da Mata, ficando a capital pernambucana com a incumbência de determinar o vitorioso, uma vez que ela representa 25% dos votos válidos de todo o estado. No pleito passado Paulo Câmara impôs uma vantagem de quase 60% sobre Armando Monteiro, em votos ficou quase 500 mil votos de diferença.

Na eleição deste ano, Paulo Câmara dependerá ainda mais de uma vitória no Recife para poder renovar seu mandato e para isso conta com o bem-avaliado Geraldo Julio na capital. A Armando Monteiro caberá tentar criar no Recife uma onda que possa reverter a vantagem de Paulo Câmara. Os números deixam claro que a tendência é de apenas um turno e o resultado deverá ser sacramentado pelo Recife em outubro.(Edmar Lyra)

Previsões do Blog Ponto de Vista para deputado estadual 2018…

Wellington Ribeiro

O blog Ponto de Vista estreia nesta eleição a lista de previsões acerca da disputa proporcional para deputados.

Amparado em uma consulta minuciosa a presidentes de partidos, prefeitos, deputados, pré-candidatos e lideranças de diversos municípios do estado, apresentarei os principais nomes que possuem chances reais de participarem da nova configuração do Poder Legislativo Estadual a partir de 2019, para tanto, tomei o cuidado de realizar um trabalho imparcial que preza pela busca por um resultado que se aproxime ao máximo a verdade eleitoral que será apresentada após o fechamento das urnas no dia 7 de outubro.

Diferente da eleição de 2014, quando naquela ocasião todas as 8 coligações conseguiram eleger deputados, neste ano a proliferação de chapinhas e chapas únicas foi bem maior, chegando ao total de 12, com a grande maioria delas com possibilidade de conquistar cadeiras.

As listas com os nomes que despontam e estão na briga pelas vagas serão colocadas em ordem alfabética. Então, vamos às projeções.

Coligação Frente Popular de Pernambuco para deputado estadual

(PSB/MDB/PSD) – 32 candidatos

Deve eleger de 12 a 13

Despontam:

1 – Adalto Santos (PSB)

2 – Aglailson Victor (PSB)

3 – Aluísio Lessa (PSB)

4 – Clodoaldo Magalhães (PSB)

5 – Diogo Moraes (PSB)

6 – Francismar Pontes (PSB)

7 – Joaquim Lira (PSD)

8 – Lucas Ramos (PSB)

9 – Rodrigo Novaes (PSD)

10 – Simone Santana (PSB)

Na briga:

Delegada Gleide Ângelo

Isaltino Nascimento

Laura Gomes

Romário Dias

Tony Gel

Waldemar Borges

*O ponto de corte deve ficar entre 43 a 45 mil votos

 

Coligação Pernambuco em 1º lugar – (PP,Solidariedade, PR, PMN) – 74 candidatos

Deve eleger de 15 a 17

Despontam:

1 – Alberto Feitosa

2 – Antônio Moraes

3 – Claudiano Filho

4 – Clóvis Paiva

5 – Fabíola Cabral

6 – Henrique Queiroz Filho

7 – Pr. Cleiton Collins

8 – Rogério Leão

Na briga:

Aline Corrêa

Aline Mariano

Beto Accioly

Cal Vôlia

Cláudia de Lupércio

Cybele Brito

Delegado Lessa

Dr. Valdir

Eduíno Brito

Everaldo Cabral

Galeguinho das encomendas

Jadeval de Lima

João Eudes

Joel da Harpa

Marcoantônio Dourado Filho

Neco

Ni do Badoque

Rebeca Lucena

Ricardo Costa

Roberta Arraes

Romero Albuquerque

Vinícius Labanca

Zé Maurício

*O ponto de corte desta coligação deve ficar em torno de 30 a 34 mil votos

 

PT – 28 candidatos

Deve eleger de 2 a 3

1 – Ducicleide Amorim

2 – Doriel Barros

3 – Tereza Leitão

*Dificilmente outro candidato do partido terá votos o suficiente para desbancar a terceira posição da deputada Tereza Leitão. O ponto de corte deve ficar em torno de 33 mil votos.

 

PC do B – 60 candidatos

Deve eleger de um a dois 

Desponta:

João Paulo

Na briga:

Almir Fernando

Osmar Ricardo

*A conquista da segunda vaga dependerá do desempenho que João Paulo, ex-prefeito do Recife, terá nas urnas. A expectativa é que ele seja um grande puxador de votos

Coligação Pernambuco vai mudar com seus deputados estaduais (PTB/DEM/PSDB/PODEMOS/PRB) – 65 candidatos

Deve eleger de 08 a 10

Despontam:

1 – Álvaro Porto (PTB)

2 – Alessandra Vieira (PSDB)

3 – Antônio Coelho (DEM)

4 – Priscila Krause (DEM)

5 – José Humberto (PTB)

6 – Socorro Pimentel (PTB)

7 – Romero Sales Filho (PTB)

8 – Willian Brígido (PRB)

Na briga:

Andrea Mendonça (DEM)

Augusto César (PTB)

Elias Gomes (PSDB)

Gustavo Gouveia (DEM)

Miguel Ricardo (PTB)

Ramos (PTB)

*O ponto de corte deve ficar em torno de 38 mil a 40 mil votos

Coligação Avança Pernambuco (PV/PRTB/PSL/PHS) – 73 candidatos

Deve eleger de 1 a 2

Desponta:

1 – Marco Aurélio (PRTB)

Na briga:

Coronel Fabrízio Ferraz (PHS)

Edjailson da Carú Forró (PRTB)

Gustavo Caribé (PRTB)

Irmã Iolanda (PRTB)

* O ponto de corte desta coligação deve ficar em torno de 18 mil.

Patriotas – 43 candidatos

Deve eleger 1

Na briga:

Juliana Chaparral

Júnior de Cleto

*O ponto de corte deve ficar em torno de 20 a 25 mil votos.

Coligação O Pernambuco que você (PROS, PDT, Avante) – 66 candidatos

Deve eleger de 2 a 3

1 – João Paulo Costa

2 – Zé Queiroz

Na briga:

Gera do Posto

Jayme Asfora

Manoel Gerônimo

Marcos Leal

Tallys Maia

*O ponto de corte deve ficar entre 18 e 22 mil votos.

Coligação Pernambuco por uma Pátria Livre (PRP/PPL/PTC) – 65 candidatos

Deve eleger um

Desponta:

Paulinho Tomé (PRP)

 *O ponto de corte desta coligação não deve ultrapassar os 30 mil votos. A expectativa era que a primeira-dama de Escada, Edilene Gomes, concorresse pelo PRP, o que poderia ser um contraponto à reeleição do deputado Paulinho Tomé, no entanto ela está tendo a legenda negada para o registro da candidatura.

PPS – 38 candidatos

Deve eleger de 0 a uma vaga

Desponta:

Ricardo Cruz

Na briga:

Carla Falcão

Dra Vera Lopes

Maria do Céu,

Professor Tiago

*O ponto de corte desta chapinha deve ficar em entre 18 e 21 mil votos.

Coligação Juntos por um Pernambuco Melhor para deputado estadual (PSC/ PSDC/PMB) – 63 candidatos

 Deve eleger de 4 a 5 vagas

Despontam:

1 – Guilherme Uchôa Júnior

2 – Manoel Ferreira

Na briga:

Carla Lapa

Clarissa de Tércio

Débora Serafim

Diogo Prado

Izabel Urquisa

Marcos di Bria

Sérgio Leite

Wanderson Florêncio

*O ponto de corte deve ficar entre 25 e 28 mil votos

Coligação A esperança não tem medo (PSOL) – 29 candidatos

 Deve eleger um

Desponta:

Edilson Silva

Na briga:

Áureo Cisneiros

*O ponto de corte deve ficar na faixa dos 35 – 37 mil votos

Coligação Rede – 11 candidatos

Não elege nenhum

Coligação PSTU – 3 candidatos 

Não elege nenhum

Ainda esta semana o Blog Ponto de Vista apresentará as previsões para deputado federal.

Escrito por Wellington Ribeiro – E-mail: blogpontodevistape@mail.com. Whatshap: (81) 99521-6544

Um clássico a vista em Caruaru …

Apesar de serem adversários em Caruaru, José Queiroz e Tony Gel nunca se enfrentaram diretamente pela prefeitura, porém a rivalidade sempre foi muito forte no principal município do interior de Pernambuco. José Queiroz teve quatro passagens pela prefeitura, contra duas de Tony Gel, e eles consolidaram um antagonismo na cidade que poderá se configurar num verdadeiro clássico nas eleições de 2018 com reflexos diretos em 2020.

Com a decisão de Raquel Lyra de lançar dois candidatos de fora, a prefeita lavou as mãos em relação a disputa de 2018 no município, quebrando uma tradição de a prefeitura emplacar pelo menos um deputado da cidade nas eleições maia recentes. A ausência de nomes de Caruaru nas chapas majoritárias obrigou José Queiroz a ser candidato a deputado estadual, cargo que será disputado também por Tony Gel, que tenta a reeleição.

Para o pleito de deputado federal, Wolney Queiroz tentará a reeleição e terá como adversário Tonynho Rodrigues, que foi registrado como candidato pelo Solidariedade. Com os quatro nomes de dois principais grupos de Caruaru e a isenção dos Lyra no pleito, Caruaru terá em 2018 um duelo de titãs para estadual e federal.

A decisão, além de colocar dois grupos muito fortes frente a frente, mexe nos próprios candidatos a estadual de Caruaru, como Laura Gomes e o Delegado Lessa, que passam a ter uma coadjuvância na disputa. E evidentemente a depender do quadro eleitoral, poderemos ter uma reedição em 2020 do embate que estará sendo travado em 2018 com Tony Gel e José Queiroz, Wolney e Tonynho, pois quem sair vitorioso e inteiro da disputa largará com relativa vantagem no pleito de 2020. É indiscutível que o duelo que está se configurando em Caruaru será um capítulo à parte nas eleições deste ano, revigorando dois grupos que acabaram ficando na oposição municipal após a vitória de Raquel Lyra em 2016.

Os votos tendem a ser cada vez mais polarizados no município, com grande destaque para os dois grupos, enquanto os nomes de fora tenderão a receber muito menos votos do que estavam esperando porque a polarização Queiroz x Tony Gel será motivo de uma grande disputa nas eleições deste ano. (Edmar Lyra)

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