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União Brasil define Luciano Bivar no lugar de Moro na corrida presidencial

Foto: Michel Jesus / Agência Câmara

O deputado federal pernambucano, Luciano Bivar, foi anunciado ontem (14) pelo União Brasil como pré-candidato à Presidência da República nestas eleições. A escolha por Bivar – que encerra o plano do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro de concorrer ao Palácio do Planalto pela legenda -, foi unânime entre a executiva nacional do partido que considera o parlamentar um nome em condições de ampliar o leque de opções do autoproclamado “centro democrático”, formado por União, MDB, PSDB e Cidadania, para a disputa sucessória com uma chapa unificada. A decisão sobre os nomes que vão compor essa chapa só será conhecida em 18 de maio.
Indicado para ser um dos representantes da terceira via eleitoral, o parlamentar já havia sido apontado pelo partido “há alguns meses, uma vez que o União Brasil tem trabalhado incansavelmente na tentativa de construir uma candidatura que ofereça esperança aos brasileiros”. Para assumir a posição de pré-candidato, Luciano Bivar vai se afastar das negociações que estão sendo conduzidas pelas direções partidárias. Esse trabalho ficará com o vice-presidente do partido, Antônio Rueda, o líder da legenda na Câmara, Elmar Nascimento (BA), e o líder do partido no Senado, Davi Alcolumbre (AP).
O consórcio partidário já tem dois nomes oficialmente postos e um extraoficial, que pode voltar à disputa. O MDB lançou a pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MS), que não dá mostras de que pretenda desistir da indicação. No PSDB, o problema é maior: o pré-candidato oficial, o ex-governador de São Paulo João Doria, não tem apoio de todo o partido. Uma ala ainda acredita que o ex-governador gaúcho Eduardo Leite possa compor a chapa até mesmo na condição de candidato a vice.
Em suas redes sociais e em vídeos veiculados pelo partido na televisão, Luciano Bivar aparece defendendo a criação do Imposto Único Federal (IUF). Segundo ele, esta “é a melhor opção para a justiça fiscal e tributária no Brasil”. A plataforma de governo já vem desde a sua primeira tentativa na disputa presidencial em 2006, quando foi candidato pelo PSL, legenda que ele presidiu entre os anos de 1998 e 2018. O parlamentar integrou as Comissões Permanentes de Constituição, Justiça e Cidadania, Finanças e Tributação, Viação e Transportes e as Comissões Especiais de criação do Imposto Único Federal (IUF), da Agência Nacional de Aviação Civil e da Previdência Complementar.

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