Na Oposição, alternativas para 2022 podem ficar quatro anos sem mandato

Renata Bezerra de Melo/Folha de Pernambuco No campo das Oposições em Pernambuco, as movimentações rumo a 2022 vão ganhando contornos mais definidos. Os potenciais candidatos já não se furtam a comentar o tema, mas há um risco latente que gera sombra para quase todas as alternativas desse conjunto: passar quatro anos sem mandato na hipótese de não vencer a disputa no ano que vem. Em outras palavras, os prefeitos Miguel Coelho (Petrolina), Anderson Ferreira (Jaboatão) e Raquel Lyra (Caruaru), alternativas ventiladas para concorrer ao Governo do Estado foram reeleitos em 2020, o que equivale a dizer que, caso optem por renunciar e não saiam vitoriosos no pleito do ano que vem, terão que enfrentar um período de quatro anos sem mandato. Leia-se: pela legislação eleitoral, precisarão renunciar seis meses antes da disputa e, na hipótese de uma derrota, não poderão encabeçar chapa majoritária na corrida de 2024. Ainda que mudem […]