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PSB usará slogan “com coragem para mudar”…

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Com o slogan de campanha “Coragem para mudar”, o PSB lançará, no próximo sábado, a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República. Com a presença de aproximadamente 1,2 mil militantes em Brasília, Campos e sua vice, a ex-senadora Marina Silva, farão discursos com um enfoque: a mudança. “Os discursos terão o tom da mudança, de um partido de oposição que quer mudar (o País)”, destacou o coordenador da campanha, Carlos Siqueira.

A palavra de ordem, segundo o coordenador, é assumir um discurso forte de oposição ao governo Dilma Rousseff (PT), ressaltando que as mudanças dos últimos anos foram insuficientes para o País continuar crescendo. “Será um tom claramente oposicionista”, reforçou Siqueira.

No entanto, Campos evitará em seu discurso o confronto pessoal, principalmente com o ex-aliado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Tem que dizer o que foi feito (nos últimos anos) e o que ainda pode ser feito. Isso é mais forte do que falar em pessoas”, afirmou o coordenador. A cúpula da campanha se reuniu ontem na Capital federal para fazer os últimos acertos da convenção. Em dia de jogo da Seleção Brasileira, ficou acertado que o evento de lançamento será curto, com discursos apenas dos representantes dos partidos aliados, do candidato e de sua vice.

Além do slogan, será apresentado um filme sobre a trajetória da candidatura e o jingle oficial da campanha que, segundo os pessebistas, é de fácil memorização. “É um jingle que tem boa pegada, é fácil de cantar”, resumiu Siqueira. Hoje, Eduardo Campos terá uma reunião com a cúpula do seu partido para acertar os detalhes da convenção partidária, em Brasília.

Em sua página no Facebook, o presidenciável voltou a criticar a previsão de crescimento para o País. O socialista disparou que o Governo Federal “permanece sem tomar medidas eficientes” para enfrentar o desaquecimento econômico. “Quanto mais o governo demorar a agir, mais difícil será o ano de 2015 para todos os brasileiros”, avaliou.

Em uma outra postagem, Eduardo Campos relacionou o fraco desempenho da economia à situação do setor da construção civil. Segundo o socialista, a área vem dando sinais de alerta o que “reflete a instabilidade da economia brasileira e agrava o baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País”. (Folha de Pernambuco, com Agência Estado)

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