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Eduardo da Fonte afirma que o PP pode não permanecer na Frente Popular nas eleições de 2022

Presidente do Progressistas (PP) em Pernambuco, o deputado federal Eduardo da Fonte não descartou a possibilidade da sigla deixar a Frente Popular nas eleições deste ano. Em entrevista ao Blog do Alberes Xavier e à Rede Pernambuco de Rádios, o parlamentar afirmou que os rumos que o PP irá tomar no estado ainda serão definidos.
Após o anúncio da pré-candidatura da deputada Marília Arraes (Solidariedade) ao Governo do Estado, surgiu a chance de Eduardo ser o candidato ao Senado na chapa da ex-petista. O candidato a senador da Frente Popular ainda não foi definido.
Para o presidente, o principal foco do partido deve ser ampliar sua força nas Casas Legislativas. “O intuito do nosso partido é ampliar as bancadas na Assembleia Legislativa (Alepe) e no Congresso Nacional”, falou.
Ao comentar sobre o apoio à pré-candidatura de Danilo Cabral (PSB), Eduardo argumentou que não será uma decisão autoritária. “Deputados chegaram para somar na nossa bancada, para que a gente possa discutir e ver que rumo vamos tomar na eleição do próximo mês de outubro. Eu, particularmente, defendo a permanência do partido na Frente Popular, mas o partido é democrático. Nós temos que ouvir todos os integrantes que fazem parte. Nós conseguimos fazer com que novos integrantes da Assembleia Legislativa (Alepe) chegassem ao nosso partido e mantivemos a nossa força”, completou.
Mesmo defendendo a permanência do PP na Frente Popular, ele não descartou a possibilidade de apoiar outra candidatura e continuou: “eu sou um voto dentro da executiva e dentro das bancadas. Nós somos um partido democrático e tamos que ouvir todos os integrantes (…) agora, temos que zerar o jogo e avaliar qual o caminho que vamos tomar”.
Perguntado se tem o intuito de disputar a vaga de senador, o deputado falou que é o objetivo de todo parlamentar chegar à Casa Alta da política nacional. “Todo parlamentar que chega na Câmara Federal tem o objetivo de chegar ao Senado, mas, isso depende de uma construção ampla, que agregue, que some e que faça com que realmente se reúnam as forças. A gente tem visto várias pessoas colocarem seus nomes para serem para chegar ao Senado Federal no estado de Pernambuco: é legítimo”, disse.
Mesmo apoiando a inclusão de nomes na disputa, ele criticou, sem citar nomes, pessoas que tentam se colocar como pré-candidatos ao Senado sem ter experiência na Câmara. “Temos, primeiro que adquirir experiência na Câmara Federal para poder ser um senador e representar o Estado de Pernambuco de fato. Porque o senador tem que representar todo o Estado de Pernambuco, todos os seguimentos e todas as regiões”, argumentou.

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