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Desaprovação ao governo Paulo Câmara bate recorde e chega a 69,5%

Blog do Jamildo – O levantamento da Paraná Pesquisa também avaliou a aprovação ou desaprovação da gestão Paulo Câmara, neste ano eleitoral. A questão visa saber em que medida o governador será um bom padrinho para o candidato do PSB ou não.
De acordo com os números da pesquisa, a desaprovação à gestão socialista vem crescendo e bateu recorde neste mais novo levantamento. 69,5% dos entrevistados afirmou que desaprova a gestão Paulo Câmara.
O número de entrevistados que aprova somou 25,4%. 5% não sabe ou não opinou.
Na comparação com as duas pesquisas anteriores do mesmo instituto, a situação mostra piora na avaliação. Em março, a desaprovação era de 62,8%. Em maio, chegou a 67,3%, chegando agora ao novo patamar de quase 70%.
Entre os homens, a desaprovação a Paulo Câmara chega a 74,3%. Entre as mulheres, 65,5%.
Por faixa etária, de 25 a 34 anos, a rejeição bate em 76,8%, no seu maior pico. Na melhor situação, na faixa etária de 60 anos ou mais, soma 55,3%.
Por escolaridade, a faixa com ensino médio é que é mais recalitrante em relação ao governo (76,3% de reprovação).
Paulo Câmara longe da campanha de Danilo
A elevada desaprovação de Paulo Câmara pode explicar o fato de que as peças de campanha do socialista Danilo Cabral estejam evitando a exposição da imagem do governador. Também ajuda a explicar a estratégia do candidato de associar o nome ao ex-presidente Lula, que tem boa aprovação no Estado, situação também atestada pela mais recente pesquisa da Paraná.
Com o objetivo de desgastar ainda mais o governo do Estado, a oposição no Estado, em ordem unida, tem tentado jogar a culpa do preço da gasolina e demais derivados no colo do governador, usando o argumento de que Bolsonaro aprovou uma lei para limitar o ICMS dos Estados.
No começo da campanha, em entrevista exclusiva ao blog, o pré-candidato de Bolsonaro ao Estado, já havia antecipado que iria responder à polarização usando a frase “Turma de Paulo Câmara”, em contraposição a “Turma de Bolsonaro”, já usado no passado contra a direita local que se associou a Michel Temer no governo.

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