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Centrais articulam greve geral contra reforma da Previdência…

TQ 9008 SÃO PAULO 11.07.2013 DIA DE LUTA 12:56 CIDADES METROPOLE Manifestantes de várias centrais Sindicais (CUT, Força Sindical) fazem manifestação em diversos pontos da cidade. Porém movimento teve baixa adesão e maior concentração foi na Avenida Paulista (ainda assim baixo número de pessoas).FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

A primeira reunião das seis maiores centrais sindicais do país após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) vai começar com um chamado a greve geral.

O presidente da Força, Miguel Torres, defende a articulação de uma grande paralisação, a ser iniciada assim que o governo apresentar sua proposta de reforma da Previdência, o que deve acontecer no início de fevereiro. Torres diz ver indícios de que as mudanças serão feitas de forma a poupar determinadas categorias, em especial os militares.

“Por enquanto está claro que será uma reforma para manter privilégios e prejudicar os mais pobres. Não tem condições de o trabalhador pagar o pato de novo”, diz Torres.  

O dirigente sindical questiona a distinção que vem sendo aventada aos militares. Os sinais, afirma Torres, são de que os integrantes das Forças Armadas continuarão “se aposentando mais cedo e com salários mais altos”. (Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo)

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