25/02/2014

Pernambuco lidera com cidades pobres no G100…

Pernambuco é o Estado com o maior número de cidades dentro da lista do g100, na qual estão contemplados os 100 municípios com mais de 80 mil habitantes e as menores rendas per capita do Brasil. Elaborada pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a lista será lançada amanhã (26) e inclui 12 municípios pernambucanos. No Brasil, estima-se que 21,7 milhões de pessoas vivem nas cidades listadas no ranking. Em Pernambuco, as cidades incluídas foram São Lourenço da Mata (10º), Abreu e Lima (14º), Paulista (16º), Olinda (24º), Jaboatão dos Guararapes (39º), Igarassu (62º) e Camaragibe (73º), na Região Metropolitana; Santa Cruz do Capibaribe (18º), Vitória de Santo Antão (20º), na Zona da Mata, Caruaru (63º) e Garanhuns (57º), no Agreste, e Petrolina (87º), no Sertão. Esses municípios são tornam mais dependentes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), cuja arrecadação tributária, que vem principalmente do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) […]
19/02/2014

Brasil é o país que tem uma das contas de luz mais cara do mundo…

Mesmo com o pacote de 2012 para reduzir o custo da eletricidade, o Brasil ainda tem a 11.ª tarifa mais elevada do mundo, mostra levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O valor é 8,8% superior à média de uma lista de 28 países selecionados pela entidade, que mantém uma espécie de “custômetro” da energia, permanentemente atualizado. Antes das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff, o Brasil estava na quarta posição A tributação responde por boa parte do problema. Segundo a entidade, impostos e contribuições federais e estaduais, mais os encargos setoriais, que são taxas específicas cobradas junto com a conta, respondem por 36,6% da tarifa. Questionado, o Ministério de Minas e Energia não respondeu. Existe uma explicação para o aumento do peso tributário nas contas de luz. “O consumidor de energia elétrica não tem para onde correr”, resume o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. […]
14/02/2014

Pernambuco tem maior queda no emprego industrial em 2013…

Pernambuco liderou a queda no emprego industrial ao longo de 2013.  No Estado, o declínio chegou a 6,4%, contra uma redução de 1,1% em nível nacional, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No exercício anterior, o emprego industrial em Pernambuco já havia encolhido 2,7%. A taxa é resultado do baixo crescimento da produção industrial pernambucana, que no ano passado cresceu apenas 0,7%. As maiores quedas no nível de emprego industrial foram registradas junto aos setores de borrachas e plásticos (-21,3%), alimentos e bebidas (-10,5%), têxtil (-10,5%) e papel e gráfica (-7,5%). Pernambuco também teve a maior redução no número de horas pagas, com uma retração de 6,5%, contra 1,3% em nível nacional. A queda no nível do emprego industrial pelo segundo ano consecutivo, vai de encontro aos anos de 2010 e 2011, quando o Estado registrou crescimento significativo dos postos de trabalho no setor, com 6,1% […]
12/02/2014

Famílias da Região Nordeste são as que mais devem no cartão …

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontam que a região Nordeste é a que possui mais famílias com dívidas no cartão de crédito: 81,7% contra 76,4% de média nacional. Carnês e crédito pessoal vêm em seguida com 11,5% e 4,2% da preferência, respectivamente. Falta de educação Para o professor e consultor de economia e finanças, Ângelo Guerreiro Costa, esse quadro é reflexo da desvantagem econômica e da falta de educação financeira da população da região nordeste. Ele alerta que o consumidor deve ter cuidado com os juros dos cartões de crédito, que, com taxas mensais que variam de 13% a 15%, podem chegar, no acumulado do ano, a 200% de juros. Outras opções, como o crédito pessoal e o crédito consignado cobram juros, em média, de 60% e 50% ao ano, respectivamente. “Se eu […]
10/02/2014

Brasileiro terá menos tempo para declarar o IR neste ano…

Em 2014, os brasileiros terão menos tempo para declarar o Imposto de Renda por conta do Carnaval. Como o 1º de março cairá no sábado da folia, a Receita Federal decidiu colocar em segundo plano o início das entregas das declarações para o dia 05 (Quarta-feira de Cinzas) a tarde ou para o dia 06 (quinta-feira) pela manhã. Apesar do “atraso” para o início da entrega o prazo final não foi alterado e segue sendo às 23h59 do dia 30 de abril. Com isso, ao invés de 61 dias os contribuintes terão 56 ou 57 dias para entregar as declarações. (SRF)
25/01/2014

Calor aumenta consumo de energia no país…

O consumo de energia no país bateu dois recordes seguidos nesta semana, na terça (21) e na quarta-feira (22), informa boletim divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).  De acordo com o documento, às 15h21 da terça, o consumo de energia no país atingiu 81.591 MW (megawatts), superando o recorde anterior, registrado no último dia 10 de janeiro, de 79.962. Na quarta (22), às 15h30, a chamada demanda instantânea por energia no Brasil chegou a 82.306 MW, registrando a segunda quebra de recorde em dois dias. No relatório, o ONS aponta que a causa da alta no consumo de energia pelos brasileiros é o calor que atinge principalmente as capitais das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para Porto Alegre e Rio de Janeiro. (G1)  
25/01/2014

BC estima preços estáveis para gasolina, gás e telefonia fixa neste ano…

Os preços da gasolina, do botijão de gás e da telefonia fixa devem ficar estáveis, este ano, enquanto a tarifa residencial de eletricidade deve subir 7,5%, de acordo com estimativas do Banco Central (BC), divulgadas na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A projeção do BC para o conjunto dos preços administrados por contrato e monitorados, em 2014, foi mantida em 4,5%, mesmo valor estimado em novembro. Para 2015, a estimativa é a mesma: 4,5%. No último dia 15, o Copom anunciou aumento da taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 10,5% ao ano, para tentar conter a alta da inflação. Quando o Copom  aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. O BC tem que perseguir uma meta de inflação que […]
22/01/2014

Crescem as vendas de materiais de construção em 2013…

O faturamento com as vendas de materiais de construção no mercado interno cresceu 3% em 2013, na comparação com o ano anterior, segundo levantamento divulgado hoje (21) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O resultado de dezembro, no entanto, apresentou queda de 6,1% em relação ao mesmo período de 2012. Na comparação com novembro, o recuo é ainda maior, com variação negativa de 16,1%. As vendas no ano passado ficaram abaixo da previsão feita pela entidade, que apontava perspectiva de crescimento de 4%. A Abramat esperava uma recuperação do setor no último mês do ano, mas o movimento foi inverso. O resultado ruim de dezembro reverteu a tendência de elevação que era observada desde a metade do primeiro semestre. Para este ano, a estimativa é de um acréscimo de 4,5% nas vendas. De acordo com a associação, essa previsão tem como parâmetros a manutenção e a […]
20/01/2014

Desigualdade Social: 1% da população concentra metade da riqueza mundial …

Metade da riqueza do mundo está nas mãos de apenas 1% da população mundial. Dados divulgados hoje pela ong Oxfam revelam o tamanho da disparidade social no planeta e num processo que ganhou força desde 2008, quando a crise mundial afetou em especial as classes médias. A desigualdade social é considerada como tão profunda hoje que começa a assustar até os organizadores do Fórum Econômico Mundial de Davos, considerados como os arautos do capitalismo. Um informe preparado pela entidade que nesta quarta-feira começa seu encontro na estação de esqui na Suíça revela que as disparidades sociais são riscos reais para a estabilidade internacional. Entre os riscos para o mundo, Davos aponta que a disparidade é o maior deles. Mas é o estudo da Oxfam que traz os dados mais reveladores. 85 fortunas mundiais acumulam a mesma riqueza que 3,5 bilhões de pessoas. Ou seja, metade da humanidade. Na prática, 1% […]