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Tag Archives: Temer

Temer diz a senadores que fica na Presidência até o fim do mandato…

O presidente Michel Temer repetiu a senadores do PMDB, durante reunião nesta quarta-feira (24), que só deixará a Presidência quando seu mandato terminar. Ele disse aos senadores que vai ficar até dia 31 de dezembro de 2018.

Em pronunciamento e entrevistas, Temer já havia afirmado que não cogita renunciar.

Na reunião, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), aproveitou para criticar o senador Renan Calheiros, que é líder do PMDB no Senado.

Jucá disse que Renan não o representa nem representa a maioria da bancada. E pediu uma nova reunião para discutir a situação da bancada.

O senador Jader Barbalho (PMDB-PA), por sua vez, fez críticas ao Ministério Público e à delação da JBS, defendendo a criação de uma CPI. (G1)

Aliados e adversários de Temer já discutem nomes para disputar a eleição indireta…

Enquanto o núcleo duro do Palácio do Planalto adota o discurso de que apenas a permanência do presidente Michel Temer pode garantir a governabilidade e aprovar as reformas trabalhista e da Previdência, aliados e adversários do peemedebista já debatem nos bastidores qual o perfil ideal e os nomes mais viáveis para a eventualidade de uma eleição indireta. Existem alguns consensos nos dois lados. O primeiro é que qualquer decisão passará pelas reformas trabalhista e da Previdência. O segundo é que dificilmente um nome de fora da política terá força para construir uma maioria entre os deputados e senadores que formarão um possível colégio eleitoral.

Em caráter reservado, líderes da base governista dizem que a eleição de um presidente-tampão teria a mesma dinâmica de uma disputa pela Mesa Diretora da Câmara. Ou seja: tem mais chance de vencer quem tiver trânsito nas bancadas e condições de oferecer cargos.

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Temer diz que ficou abalado com crise, mas vai até o fim…

Folha de S.Paulo – Gustavo Uribe e Bruno Boghossian

O presidente Michel Temer reconheceu ontem (21) que ficou abalado com a crise política instaurada com a delação premiada de executivos da JBS, mas que resistirá no cargo “até o fim”.

Em discurso durante encontro com ministros e parlamentares, no Palácio da Alvorada, o peemedebista disse que irá comprovar a sua inocência e chamou o empresário Joesley Batista de “rematado delinquente”.

Segundo relatos de presentes, ele lembrou que reagiu mal ao impacto inicial das acusações feitas contra ele, mas que se recuperou após fazer pronunciamentos públicos e apresentar sua defesa jurídica.

Ele pediu aos presentes no encontro que resistam com ele “pelo país e pela ordem jurídica”. E disse nunca ter visto alguém treinar para fazer uma delação premiada.

Os executivos da JBS tiveram uma espécie de aula dada por um procurador e uma delegada antes de Joesley se encontrar com o presidente e gravar a conversa entre ambos.

O peemedebista pediu ainda a senadores e deputados que o Congresso Nacional que não fique paralisado por conta da crise política e que eles coloquem em votação propostas governistas.

“O Poder Legislativo irá atender ao pedido e trabalhar pelo país com normalidade”, disse o líder do governo na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), fizeram uma declaração aberta de apoio a Temer. Prometeram, segundo os presentes, “lealdade e compromisso com o país” e com a pauta legislativa de interesse do governo.

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Temer oferece feijoada a aliados no Alvorada após pronunciamento…

Após fazer um novo pronunciamento, o presidente Michel Temer ofereceu, na tarde de ontem (20), uma feijoada a políticos aliados, no Palácio da Alvorada.

Passaram por lá, entre outros, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), os ministros Mendonça Filho (DEM, Educação) e Antonio Imbassahy (PSDB, Secretaria de Governo), o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PI), e o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

No pronunciamento que fez mais cedo, Temer se defendeu das acusações dos delatores da JBS e voltou a afirmar que não deixará a Presidência. “Digo com toda segurança: o Brasil não sairá dos trilhos. Eu continuarei à frente do governo”. (G1)

Para OAB, presidente cometeu crime de responsabilidade e pode sofrer impeachment…

A comissão especial designada pela diretoria da OAB Nacional para analisar o cometimento de crime de responsabilidade pelo presidente da República concluiu que há indícios suficientes para abertura de processo de impeachment pela Câmara dos Deputados. O relatório foi apresentado em reunião extraordinária do Conselho Pleno da Ordem ontem (20), em Brasília, juntamente com o Colégio de Presidentes de Seccionais. Os 81 conselheiros federais ainda analisarão o parecer.

De acordo com a comissão, Michel Temer teria falhado ao não informar às autoridades competentes a admissão de crime por Joesley Batista e faltado com o decoro exigido do cargo ao se encontrar com o empresário sem registro da agenda e prometido agir em favor de interesses particulares. O parecer da comissão foi lido pelo relator da comissão, Flávio Pansieri, que teve como colegas de colegiado Ary Raghiant Neto, Delosmar Domingos de Mendonça Júnior, Márcia Melaré e Daniel Jacob. 

O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, classificou a atual crise brasileira como sem precedentes sob todos os aspectos. “A velocidade e a seriedade dos fatos impõe que façamos o que sempre prezou esta gestão: colher posição do Conselho Federal da Ordem. Quero registrar que a confiança e o apoio de todos os conselheiros têm sido fundamentais para que possamos vencer os desafios que temos. A responsabilidade que OAB e advocacia tem é muito grande”, afirmou. 

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PSB anuncia oposição ao governo Michel Temer e passa a defender renúncia…

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e o secretário-geral do partido, José Renato Casagrande, informaram neste sábado (20) que a legenda decidiu fazer oposição ao governo e passará a defender a renúncia do presidente Michel Temer. Atualmente, a legenda comanda o Ministério de Minas e Energia. Siqueira e Casagrande deram a informação à imprensa após reunião da Executiva Nacional do partido, em Brasília.

Segundo o presidente e o secretário-geral da legenda, o PSB também passará a defender a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a realização de eleições diretas no caso de vacância do cargo de presidente da República. A decisão do PSB é anunciada em meio à maior crise política enfrentada por Temer desde que ele assumiu a Presidência da República, causada pelas delações dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, e de Ricardo Saud, diretor da J&F.

Em razão do que foi informado pelos delatores, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o presidente, que nega as acusações.

“Nós nunca fomos governo porque, desde o começo, nos negamos a indicar cargos, muito embora tenha o ministro indicado por setores do partido. Mas a decisão de hoje, primeiro, é sugerir ao presidente que, para facilitar a solução para o nosso país, que ele renuncie o mais rápido possível. Segundo, foi referendado meu ato de já ter assinado o impeachment contra o presidente Temer com outros partidos”, declarou Carlos Siqueira.

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Temer pede suspensão de inquérito e questiona áudios…

Em pronunciamento na tarde deste sábado (20), o presidente da República, Michel Temer, disse que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o inquérito aberto contra ele seja suspenso até que seja verificada a autenticidade da gravação feita pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, de uma conversa com o presidente.

“Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos. Incluída no inquérito sem a devida averiguação, levou muitas pessoas ao engano, induzido e trouxe grave crise ao Brasil”, disse o presidente.

Uma perícia contratada pelo jornal Folha de S. Paulo concluiu que a gravação da conversa sofreu mais de 50 edições. Temer classificou a gravação como fraudulenta e manipulada e lembrou que o grupo JBS comprou US$ 1 bilhão antes da divulgação da conversa e faturou com a operação financeira.

A abertura do inquérito, por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, foi autorizada pelo ministro do STF Edson Fachin na quinta-feira (18), a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Quem é Joesley Batista, da JBS, que gravou o presidente Temer…

O empresário Joesley Batista ficou conhecido como o homem que gravou o presidente Michel Temer, colocando o peemedebista na mais grave crise de seu governo. Mas quem é o dono da JBS, a maior processadora de carnes do mundo?

Goiano de 45 anos, Joesley Batista é dono de uma fortuna estimada em 3,1 bilhões de reais, segundo a revista Forbes. Tudo com um açougue aberto em Anápolis, Goiás, em 1953, batizado com as iniciais de José Batista Sobrinho, pai de Joesley. A construção da nova capital Brasília, anos depois, fez com que o comerciante, conhecido como ‘Zé Mineiro’, expandisse seus negócios, aproveitando o ‘boom’ dos candangos que chegavam à região.

Na década de 1980, os negócios começaram a prosperar – mas nada comparado ao que se veria nos anos 2000.

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Temer e Aécio serão investigados por três crimes no Supremo…

O presidente da República, Michel Temer (PMDB), será investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de três crimes: corrupção passiva, obstrução à investigação de organização criminosa e participação em organização criminosa. Os detalhes do pedido de abertura de inquérito feito pela Procuradoria-Geral (PGR) da República e autorizado pelo ministro do STF, Edson Fachin, contra Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB) e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), foram revelados ontem, 19.

A investigação havia sido autorizada pelo ministro Fachin no dia 2 de maio, mas estava sob sigilo até esta quinta-feira, 18. Só ganhou publicidade após a Polícia Federal realizar busca e apreensão em diversos locais para trazer mais elementos à investigação contra Temer, Aécio e Rocha Loures na quinta-feira.

Um quarto crime descrito no pedido de abertura de inquérito é o de corrupção ativa, mas, neste caso, a conduta é atribuída pela PGR apenas a Joesley Batista, pelo pagamento de R$ 2 milhões acertada para Aécio Neves para pessoas de confiança do senador. Joesley, no entanto, não consta como investigado neste inquérito e sim num outro que também foi autorizado por Fachin, em conjunto com o procurador-eleitoral Angelo Goulart Vilela e o advogado Willer Tomaz.

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Para Temer, áudio de conversa com dono da JBS confirma sua inocência…

O presidente Michel Temer ouviu na noite de ontem (18), na companhia de assessores, o áudio gravado pelo empresário Joesley Batista que o implicaria na compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do doleiro Lúcio Funaro, investigados na Operação Lava Jato. O áudio da conversa entre Temer e Joesley foi divulgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) depois que o ministro Edson Fachin retirou parcialmente o sigilo da delação premiada do empresário. Após ouvir o áudio, o entendimento de Temer e sua equipe é de que o conteúdo da conversa não incrimina o presidente.

O áudio tem cerca de 40 minutos. Na conversa, Temer e Batista conversam sobre o cenário político, os avanços na economia e também citam a situação de Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba. O entendimento do governo é que a frase dita por Temer “tem que manter isso, viu?” diz respeito à manutenção do bom relacionamento entre Cunha e Batista, e não a um suposto pagamento de mesada pelo silêncio do ex-deputado. Além disso, Temer minimiza a sua fala no trecho no qual Batista diz que está “segurando dois juízes” que cuidam de casos em que o empresário é processado.

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‘Não renunciarei’, diz Michel Temer em pronunciamento na TV…

Em pronunciamento oficial, o presidente Michel Temer (PMDB) afirmou na tarde desta quinta-feira que não vai renunciar ao cargo em razão do teor da delação premiada de executivos da JBS, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Não renunciarei. Repito. Não renunciarei. Exijo investigação plena e muito rápida para o esclarecimento do povo brasileiro”, disse Temer, procurando demonstrar firmeza e segurança num momento em que crescem as especulações de que ele vai entregar o posto. 

A informação de que o empresário Joesley Batista gravou o presidente dando aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PDMB-RJ), preso e condenado na Operação Lava Jato, mergulhou o governo numa crise sem precedentes.
Maior partido de sustentação do gestão Temer, o PSDB já ameaça abandonar o presidente e entregar os cargos do primeiro escalão. Os congressistas, que deveriam estar discutindo as reformas previdenciária e trabalhista, paralisaram as atividades e a oposição já entrou com dois pedidos de impeachment.

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Marina diz que Temer ‘sabotou a República’ e pede eleições diretas…

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A ex-senadora Marina Silva (Rede) afirmou à reportagem que o presidente Michel Temer “sabotou a República” e não tem mais legitimidade para permanecer no cargo.
Ela defendeu a renúncia de Temer e a realização de eleições diretas para presidente.
“Temer não tem credibilidade, não tem legitimidade e vai para zero de popularidade”, disse Marina, na noite de ontem (17).

“A renúncia é a única coisa que resta ao presidente, se ele não quiser preservar por apenas alguns dias o foro privilegiado”, afirmou.  Marina ressaltou que a sociedade não pode cruzar os braços caso Temer não tome a decisão voluntária de sair. “A renúncia é um ato unilateral. Mas não podemos ficar esperando a consciência dele. Temos que apelar às instituições”, afirmou.A ex-senadora disse que Temer “sabotou a República” ao dar aval ao pagamento de propina a Eduardo Cunha, segundo gravação feita pelo empresário Joesley Batista. Ela disse que a ex-presidente Dilma Rousseff fez o mesmo ao avisar Mônica Moura que ele seria presa, de acordo com a delação da marqueteira.

“PT e PMDB são irmãos siameses. Os dois partidos praticaram os mesmos crimes. Os dois presidentes sabotaram a República”, afirmou.

A ex-senadora disse ver três saídas legais para Temer. “Uma saída é a renúncia. As outras são o impeachment e a cassação no TSE”.

Ela defendeu uma mudança na Constituição para permitir eleições diretas. Para Marina, o Congresso não tem legitimidade para fazer uma eleição indireta, como prevê a regra atual.

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