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Datafolha para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 55%; Haddad, 45%…

G1

O Datafolha divulgou neste sábado (27) o resultado da última pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sexta-feira (26) e no sábado (27) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

O instituto afirma que, um dia antes da eleição, Jair Bolsonaro (PSL), mantém o favoritismo, mas a diferença dele para Fernando Haddad (PT) diminuiu de 18 para 10 pontos percentuais, em nove dias, nos votos válidos.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, com margem de erro de dois pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 55%
  • Fernando Haddad (PT): 45%

No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 56% e Haddad, 44%.

Pesquisa Datafolha - 27-10 - Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - 27-10 - Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha – 27-10 – Votos válidos no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 47%

  • Fernando Haddad (PT): 39%

  • Em branco/nulo/nenhum: 8%

  • Não sabe: 5%

  • No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 48%, Haddad tinha 38%, os brancos e nulos somavam 8% e os eleitores que não sabiam eram 6%.

    Pesquisa Datafolha - 27-10 - Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

    Pesquisa Datafolha – 27-10 – Votos totais no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

    Rejeição

    O Datafolha também levantou a rejeição dos candidatos. O instituto perguntou: “E entre estes candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”:

    Os resultados foram:

    Jair Bolsonaro

    • Votaria com certeza – 46%

    • Talvez votasse – 8%

    • Não votaria de jeito nenhum – 45%

    • Não sabe – 2%

    Fernando Haddad

    • Votaria com certeza – 38%

    • Talvez votasse – 9%

    • Não votaria de jeito nenhum – 52%

    • Não sabe – 2%

    Pesquisa Datafolha - 27-10 - Rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

    Pesquisa Datafolha – 27-10 – Rejeição no segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha para presidente: Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 10%; Marina, 5%…

G1

O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (28) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 9 mil eleitores entre quarta-feira (26) e sexta-feira (28).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 28%

  • Fernando Haddad (PT): 22%

  • Ciro Gomes (PDT): 11%

  • Geraldo Alckmin (PSDB): 10%

  • Marina Silva (Rede): 5%

  • João Amoêdo (Novo): 3%

  • Henrique Meirelles (MDB): 2%

  • Alvaro Dias (Podemos): 2%

  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%

  • Vera Lúcia (PSTU): 1%

  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%

  • João Goulart Filho (PPL): 0%

  • Eymael (DC): 0%

  • Branco/nulos: 10%

  • Não sabe/não respondeu: 5%

Pesquisa Datafolha - Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha – Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto , divulgado na quinta-feira (20):

Bolsonaro ficou estável com 28%;

Haddad subiu de 16% para 22%;

Ciro passou de 13% para 11%;

Alckmin oscilou de 9% para 10%;

Ciro Gomes e Alckmin estão tecnicamente empatados.

Marina passou de 7% para 5%;

Os indecisos se mantiveram em 5% e os brancos ou nulos, de 12% para 10%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses nomes ___________ você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano? E qual mais? “.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

  • Bolsonaro: 46%

  • Haddad: 32%

  • Marina: 28%

  • Alckmin: 24%

  • Ciro: 21%

  • Vera: 18%

  • Cabo Daciolo: 17%

  • Eymael: 17%

  • Boulos: 17%

  • Meirelles: 16%

  • Alvaro Dias: 15%

  • Amoêdo: 14%

  • João Goulart Filho: 14%

  • Rejeita todos: 4%

  • Votaria em qualquer um: 2%

  • Não sabe/não respondeu: 4%

Debate inaugural não produzirá virada de votos…

Josias de Souza

Nenhum dos quatro principais presidenciáveis —Bolsonaro, Marina, Ciro e Alckmin— protagonizou nada parecido com um tropeço no primeiro debate presidencial de 2018. Por isso, é improvável que o evento resulte numa virada de votos. Serviu apenas para consolidar posições. O canibalismo esteve no limite do aceitável. Os contendores se deram conta de que, a essa altura, a plateia quer mais soluções do que sangue.

O debate escancarou uma peculiaridade da atual campanha: todos desejam encarnar a mudança. A temática foi ditada pela rua, de baixo para cima. Incluiu uma agenda tão óbvia quanto urgente —do desemprego à roubalheira, passando pela ruína fiscal e a precariedade dos serviços públicos.

A má notícia é que os oito debatedores inundaram o estúdio da TV Bandeirantes com ideias que não deram água para alcançar a canela —em parte por conta do engessamento das regras, em parte pela aridez das propostas. Seja como for, a esperança que os candidatos foram capazes de inspirar nas três horas e doze minutos em que estiveram no ar cabe numa caixa de fósforos.

A noite produziu duas vítimas: Michel Temer e Lula, ambos ausentes. O primeiro apanhou indefeso. O segundo foi ignorado. Temer não contou nem com a solidariedade do seu ex-ministro Henrique Meirelles. O presidenciável cenográfico do PT teve um consolo.

O condenado mais ilustre da Lava Jato assistiu pelo televisor instalado em sua cela especial à saudação do companheiro Boulos, do PSOL: “Boa noite, presidente Lula. Deveria estar aqui. Mas está preso injustamente em Curitiba, enquanto o Temer está solto lá em Brasília”.

Joaquim Barbosa não tem paciência para ser presidente…

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa foi recentemente lançado como presidenciável do PSB, porém fez uma afirmação polêmica quando disse que precisava se convencer de ser candidato. Se ele não está convencido de ser candidato como poderá convencer o eleitor a votar nele? Essa dúvida deverá fragilizar sua postulação, mas é apenas um dos problemas que cercam a candidatura dele.

De caráter explosivo, Joaquim Barbosa renunciou ao cargo de ministro do STF numa saída até hoje mal explicada. Mas se ele não aguentou ser ministro do STF que são verdadeiros “deuses”, sem nunca serem contrariados, imagine o cargo de presidente que requer jogo de cintura, capacidade de articulação e convencimento dos seus projetos?

Essa conta não é fácil de ser fechada porque no primeiro questionamento da imprensa, de eleitores ou de adversários ele poderá ter respostas altamente grosseiras bem ao estilo peculiar de Ciro Gomes, o que tende a fazer com que ele perca aliados ao longo da campanha presidencial. Uma eventual vitória dele, o fragilizaria para o governo, uma vez que ele não tem a menor cara de que irá negociar com o Congresso, podendo aumentar consideravelmente a crise política que insiste em permanecer no nosso dia a dia.

A sua candidatura tem sido vista em Brasília muito mais por conta de o PSB barganhar com o PT alguns governos estaduais, como a retirada de Marília Arraes em Pernambuco, do que propriamente um projeto de país. É pouco provável que ele venha transformar essa postulação em competitiva porque mesmo atingindo o discurso da ética, Joaquim tem o telhado de vidro de ser explosivo e isso numa eleição de tiro curto é extremamente complicada a sua manutenção no pleito sobretudo com o advento das redes sociais que servem para levantar nomes e destruí-los em questão de tempo. (Por Edmar Lyra)

Fernando Bezerra Coelho é nomeado presidente da comissão provisória do MDB de Pernambuco…

Após a oficialização da dissolução do diretório estadual do MDB por 17 votos a 6, pela executiva nacional do partido, o senador Fernando Bezerra Coelho foi nomeado presidente da comissão provisória do MDB de Pernambuco. 

A dissolução tinha sido autorizada ontem pelo TSE através de uma liminar do ministro Admar Gonzaga e hoje foi efetivada pelo diretório nacional do partido.(Edmar Lyra)

Pré-candidato do PSOL, Boulos ataca Temer e Bolsonaro…

Paula Soprana – O Globo

PSOL lançou oficialmente ontem Guilherme Boulos como pré-candidato à Presidência da República. O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) prometeu, caso seja eleito, convocar um plebiscito para saber se a população quer revogar medidas do presidente Michel Temer, como a reforma trabalhista. Durante seu discurso, rebateu acusações de que sua candidatura é muito próxima a Lula e criticou o também presidenciável Jair Bolsonaro, a quem chamou de “bandido”.

A proposta é semelhante à já feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também acha que a população deve ser consultada sobre medidas de Temer. Na semana passada, a exibição de um vídeo do petista em outro evento de Boulos gerou críticas dentro da sigla, surgida como dissidência do PT. Para uma ala do partido, a candidatura de Boulos não pode virar uma linha auxiliar de Lula nas eleições.

Na conferência eleitoral do PSOL, realizada neste sábado em São Paulo, Boulos teve 71% dos votos dos delegados da sigla. Pré-candidato derrotado, Plínio de Arruda Sampaio Jr., criticou o processo de escolha do partido, disse que vai defender que a sigla tenha um programa de governo que proponha reformas estruturais e pregou a superação do lulismo, “seja o lulismo com Lula, seja o lulismo com Boulos”.

— Boulos teve uma vitória que não leva o partido. Um terço do partido não digere a candidatura Boulos. É um terço formal (a votaçao foi só entre delegados). Mas, no partido real, 45%, 50% do partido não entende e não digere a candidatura. Ela nasce com déficit congênito de credibilidade e de legitimidade na base do partido. Criamos um problemão hoje e se chamada Boulos — disse Plínio Jr.

Continua…

Dono da Riachuelo também quer ser presidente…

Flávio Rocha,dono da Riachuelo, tem viagens marcadas a 12 cidades de vários Estados. O giro começa em uma semana e irá até o início de abril. Em cada parada, ele apresentará seu movimento Brasil 200, que defende agenda liberal.

Embora não admita publicamente, Rocha sonha com uma candidatura presidencial. O empresário já esteve em Natal, Porto Alegre, Recife, Rio e Vitória.

Já o Agora! assinará nesta terça (27) carta de compromisso com a Rede Sustentabilidade da ex-senadora Marina Silva (AC). É o segundo partido com o qual o movimento pela renovação política se associa.

Ao menos cinco integrantes do grupo serão candidatos a deputado federal pela sigla. Marina participará do anúncio do acordo na próxima semana, mas a carta seguirá o modelo da que foi assinada antes com o PPS, com garantias de autonomia para o movimento. (Por Folha – Painel)

Eleições 2018: Luciano Huck discute com FHC retomada de candidatura…

Via Josias de Souza

Movimentando-se na direção da retomada de uma candidatura presidencial que dizia ter abandonado, Luciano Huck deve se encontrar com o presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso. Informado de que a conversa poderia ocorrer já nesta quinta-feira, em São Paulo, um correligionário do presidenciável tucano Geraldo Alckmin reagiu com um palavrão. Classificou de “sabotagem” o estímulo de FHC às pretensões políticas do apresentador da TV Globo.

Há dois dias, em entrevista à Joven Pan, FHC soou explícito: “É bom ter gente como Luciano, porque precisa arejar, botar em perigo a política tradicional, mesmo que seja do meu partido. É preciso que ela seja desafiada por pessoas portadoras de ideias e processos políticos novos para que o próprio partido possa avançar. Está havendo sinal nessa direção.”

O grão-mestre do tucanato como que antecipou a pauta da reunião: “Eu gosto do Huck. Sou amigo dele e da família. Acho que para o Brasil seria bom. Seria bom ter mais opções. Não quer dizer que esteja apoiando. Mas as pessoas que não têm partido para governar têm muita dificuldade. Ele tem boas intenções. Não sei por qual partido viria. Falam que pelo PPS. Mas o PPS não tem estrutura.”

Eleições 2018: Rodrigo Maia articula sua candidatura a presidente da República…

Os que duvidam das pretensões de Rodrigo Maia (DEM-RJ) deveriam prestar mais atenção à movimentação do presidente da Câmara. Ele recebeu, ontem (10), no Rio, os presidentes do PP, Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), ao lado de dois ministros de Michel Temer: Alexandre Baldy (Cidades) e Mendonça Filho (Educação).

Núcleo duro do suporte a Maia, o grupo saiu com a missão de ampliar o leque de siglas dispostas a apoiá-lo na corrida ao Planalto.Os primeiros partidos a serem abordados pela turma de Maia serão o PSC e o PR.

Ainda que a ofensiva não dê frutos agora, aliados do democrata lembram que, a essa altura do campeonato, ele é o único pré-candidato que pode exibir duas siglas, o PP e o Solidariedade, como parceiras.

Folha de S.Paulo – Painel

Recursos serão a saída para garantir Lula na disputa presidencial…

Duas semanas do julgamento em segunda instância no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), ainda é indefinido o quadro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial de 2018. Condenado a 9 anos e meio de prisão pelo juiz Sérgio Moro, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Lula é o único representante da esquerda com ainda alguma chance no cenário atual.

No próximo dia 24, os três desembargadores da 8ª turma do TRF4 vão analisar a condenação dada por Moro ao caso do tríplex do Guarujá. O ex-presidente foi acusado pelo Ministério Público de receber de presente o imóvel de três andares à beira mar por beneficiar a empreiteira OAS em contratos irregulares com a Petrobras. Ele nega as acusações e decidiu recorrer pedindo o cancelamento da sentença dada em primeira instância. Já o Ministério Público entrou com recurso pedindo o aumento da pena.

Se confirmada a condenação em segunda instância, Lula automaticamente cai na Lei da Ficha Limpa, ou seja, fica, por regra, impedido de disputar cargo eletivo por oito anos após decretada a sentença. Mas aí entram os recursos, que podem correr por tempo ainda indeterminado, dando a ele chances de seguir com sua candidatura.

Continua…

DEM quer testar nome de Maia para presidente da República…

O DEM trabalha para lançar o presidente da Câmara dos Deputados Maia (RJ), como candidato à Presidência da República em 2018. A legenda investe no discurso de que ele é o único candidato com capacidade de “reunificar” a política nacional, por ser hoje um dos poucos políticos com trânsito no governo e nos principais partidos da oposição (PT, PC do B e PDT), que o ajudaram para o comando da Casa, além de manter boa relação com o Judiciário

O lançamento da pré-candidatura já tem data para acontecer: 6 de fevereiro, quando está marcada a convenção nacional do DEM. Ao lançar Maia, a estratégia do partido é testar o nome do presidente da Câmara nas pesquisas eleitorais. O parlamentar fluminense tem dito a aliados que só aceita disputar o Palácio do Planalto se atingir pelo menos 10% das intenções de voto. Nos últimos levantamentos, ele ainda patina, com menos de 5%.

“O Rodrigo tem os principais atributos que o legitimam a exercer essa função de candidato do centro: capacidade de diálogo, equilíbrio e serenidade para decisões. Hoje é um presidente respeitado pelo governo e pela oposição mostrando vocação para romper esse clima de intolerância política que agita o País”, diz o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), um dos principais entusiastas da candidatura de Maia. (Fonte: Waldiney Passos)

Ao lançar candidatura, Alckmin se declara exemplo de “trabalho” e “seriedade”…

Por Silvia Amorim / O Globo

Com a crise moral e ética prometendo infernizar a vida de políticos e partidos na próxima eleição, o governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, se antecipa e usará a propaganda estadual do PSDB a partir desta sexta-feira para se apresentar como exemplo de “seriedade” e “trabalho”. As duas palavras são os pilares do novo slogan da campanha publicitária tucana a ser veiculada no estado de São Paulo. “É o PSDB de São Paulo mostrando que com trabalho e seriedade, sempre dá certo” — diz Alckmin em todas as inserções que irão ao ar no rádio e na TV.

NA TELEVISÃO – Serão quatro dias de exibição (1, 4, 6 e 8 de dezembro) dos vídeos, de 30 segundos, nos intervalos comerciais. Neles, Alckmin faz uma prestação de contas do seu governo, mencionando número de hospitais construídos, viaturas policiais entregues e rodovias recuperadas, e deixa uma mensagem de otimismo: “sempre dá certo”. O tucano deixará o governo em abril de 2018 para disputar a eleição presidencial. No próximo dia 9, ele será eleito presidente nacional do PSDB. A propaganda anterior do PSDB, veiculada em outubro no estado, colou em Alckmin a marca de gestor eficiente. Ao destacar que o estado havia enfrentado a crise econômica sem comprometer suas finanças, o governador encerrava o vídeo com o slogan “São Paulo dando exemplo para o Brasil”.

Continua…

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