CCJ da Câmara aprova fim do foro privilegiado para a maioria dos políticos…

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) proposta de emenda à Constituição que restringe o foro privilegiado na Justiça aos presidentes da República (e o Leia mais »

Polícia Federal prende Anthony e Rosinha Garotinho…

A Polícia Federal de Campos, zona norte do Rio, prendeu nesta quarta-feira, 22, o ex-governador do Estado Anthony Garotinho (PR) e a mulher dele, Rosinha Garotinho. A prisão aconteceu no dia em que a PF realiza uma operação Leia mais »

Raquel Dodge diz ao STF que Rio é ‘terra sem lei’…

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou ontem, 21, com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para  suspender a resolução aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do  Rio de Janeiro (Alerj) Leia mais »

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Por unanimidade, TRF-2 manda prender Jorge Picciani e comparsas…

Por unanimidade, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiram ontem determinar mais uma vez a prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, e Leia mais »

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PP quer presidente da Caixa no Ministério das Cidades…

Dono da quarta maior bancada da Câmara, com 45 deputados, o PP reivindica o Ministério das Cidades e quer indicar para o posto o atual presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Gilberto Occhi. O titular da pasta, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), pediu demissão do posto hoje. O argumento foi o de não ter mais apoio entre os demais tucanos para continuar no posto.

O PP reivindica o comando de Cidades por ser uma das pastas de maior capilaridade política. Integrante do chamado Centrão, grupo do qual também fazem parte PR, PTB e PSD, a legenda encabeça pressão para que Temer faça uma reforma ministerial para diminuir o espaço do PSDB no governo.

Filiado ao PP, Occhi já foi ministro das Cidades durante o segundo mandado da presidente cassada Dilma Rousseff (PT). Ele ficou no cargo entre março de 2014 e abril de 2016, véspera da votação do impeachment da petista na Câmara. De perfil técnico, ele é homem de confiança do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e sua indicação agradaria a bancada da sigla no Congresso Nacional. Como não pretende disputar as eleições de 2018, Occhi não precisaria deixar o ministério em abril. “Estou num projeto de fortalecer a Caixa, mas sou soldado”, afirmou Occhi antes do pedido de demissão de Araújo. (PC)

Fachin abre inquérito contra 12 políticos do PP por corrupção passiva e lavagem de dinheiro…

Por Ricardo Brito

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um novo inquérito contra 12 políticos do PP, entre eles o presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), e o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suposto recebimento indevido de 4,34 milhões de reais em recursos do grupo empresarial Queiroz Galvão.

A decisão de Fachin de abrir essa nova frente de investigação ocorreu no mesmo despacho em que ele determinou a notificação de 12 políticos do partido para responderem, em 15 dias, à denúncia oferecida pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot por organização criminosa, conforme despacho publicado nesta sexta-feira no Diário da Justiça Eletrônico.

A pedido de Janot, o ministro do STF determinou o fim do sigilo dos autos por não considerar que, após o oferecimento da denúncia, não haveria motivos para continuar a ocorrer a “restrição de publicidade” das investigações.

No caso do novo inquérito aberto, Janot pediu a investigação de dois repasses indevidos feitos pela Queiroz Galvão a políticos do PP. O primeiro deles, de 1,6 milhão de reais, a Ciro Nogueira, Aguinaldo Ribeiro, ao líder do partido na Câmara, Arthur Lira (AL), e ao deputado Dudu da Fonte (PE). O outro repasse na mira das apurações, de 2,74 milhões de reais, envolve Aguinaldo Ribeiro, Dudu da Fonte e outros oito políticos do PP, entre eles o ex-senador e atual vice-governador do Rio, Francisco Dornelles, via repasses feitos por intermédio do Diretório da legenda no ano de 2010.

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PP pode deixar Frente Popular…

Tido como um importante apoio para a reeleição do governador Paulo Câmara, o PP que possui um significativo tempo de televisão, estaria em conversas avançadas com a oposição.

O partido, presidido pelo deputado federal Eduardo da Fonte, foi um dos últimos a apoiar a postulação de Paulo em 2014 e há informações que os seis deputados estaduais do partido estão completamente insatisfeitos com o tratamento do Palácio. Dentre eles o “arromba-urna” Cleiton Collins.

Para um político filiado ao partido, a chance de ficar com a reeleição do governador é próxima de zero devido o tratamento dispensado pelo Palácio do Campo das Princesas.

Vale salientar que o PP foi um dos primeiros partidos a apoiar a candidatura de Eduardo Campos em 2006, portanto se confirmada, estaria sendo colocado ponto final de uma parceria de doze anos. (Edmar Lyra)

Dilma e Lula discutem cenário de votação do impeachment após saída do PP…

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A presidente Dilma Rousseff reuniu-se na noite de ontem (12) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o núcleo duro do governo para avaliar o cenário político após o PP, partido até hoje da base aliada, declarar voto favorável ao processo de impeachment por parte da maioria da bancada. O Palácio do Planalto ainda não tem uma interpretação sólida sobre a movimentação do PP, mas avalia que, na conta mais pessimista, perdeu apenas dez votos, e que portanto mais de 200 deputados ainda continuam contrários ao prosseguimento do impeachment.

Até terça-feira (12), o governo previa que 213 parlamentares votariam contra o processo, segundo o ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner. De acordo com o cenário mais otimista que possuía sobre o apoio do PP, o Planalto avalia que perdeu somen

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PP ameaça deixar o governo Paulo Câmara…

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Coluna Folha Política

Se o governador Paulo Câmara não se incomodou com a decisão de seus quatro secretários de reassumirem seus mandatos para votar pelo impeachment, a movimentação gerou insatisfação na base aliada. E, caso as exonerações venham a se concretizar, o PP promete entregar o espaço que ocupa na gestão: o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). A decisão de deixar o governo socialista, caso o deputado federal Fernando Monteiro tenha que deixar a Câmara Federal, foi anunciada, à coluna, pelo presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte.

“Se Fernandinho sair para o secretário voltar, então, o cargo não é da gente. Então, o Ipem já está devolvido, está entregue automaticamente ao governador”, crava o dirigente. Na aliança feita com o Governo do Estado, tem maior peso para o PP o mandato de Fernando do que o espaço do Ipem. Até o momento, segundo o que foi formalizado em nota pelos quatro secretários, André de Paula, Danilo Cabral, Felipe Carreras e Sebastião Oliveira, eles retornam à Câmara Federal e, assim, Fernando Monteiro, na condição de suplente, terá que se afastar, ainda que temporariamente. 

PP desviou R$ 358 milhões da Petrobras, diz Janot…

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o esquema de corrupção sustentado pelo Partido Progressista (PP) na Petrobras, que tinha como principais operadores o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, desviou 357,9 milhões de reais dos cofres da estatal, entre 2006 e 2014. O procurador-geral contabilizou 161 atos de corrupção em 34 contratos, 123 aditivos contratuais e quatro transações extrajudiciais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com o jornal, o balanço da corrupção do PP no petrolão está descrito na denúncia contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR) oferecida ao Supremo Tribunal Federal. Segundo a acusação formal do Ministério Público, doações oficiais à legenda ocultaram propina.

O PP é o primeiro partido a ter seu esquema de corrupção na Petrobras desvelado pela força-tarefa da Lava Jato. A investigação em Curitiba também concentra seus trabalhos na atuação do PT e do PMDB no esquema.

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Datena diz que é candidato a prefeito de SP…

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Apresentador de TV afirma que fechou com o PP para entrar na disputa porque sigla fez ‘proposta honesta, direta e reta’.

Cortejado por três partidos, o jornalista José Luiz Datena disse na noite de ontem (28) ter decidido ser candidato a prefeito de São Paulo pelo PP na eleição de 2016.

O apresentador do programa “Brasil Urgente”, da Band, será cabeça de chapa da sigla e, por enquanto, o acerto é que o deputado Delegado Olim (PP) seja seu vice. Os dois são amigos.

Além de Olim, que assumirá a presidência municipal do PP, o deputado Guilherme Mussi, dirigente estadual da sigla, também acompanhou o acordo. Segundo eles, nenhum documento foi assinado. “Temos mais do que isso, temos a palavra dele”, justificou Olim.

Questionado sobre o que foi preponderante para tomar a decisão, Datena disse à Folha que “não se sentiu usado” pelo PP. “Eles fizeram uma proposta honesta, direta e reta. Eu não me senti usado. Simples assim.” (Folha de S.Paulo – Daniela Lima)

João Alfredo :Progressistas tencionam lançar candidatura própria em 2016…

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Durante entrevista ao radialista Alfredo Neto no Programa “Revista da Manhã”, através da Rádio Jornal Limoeiro, o ex-vereador e presidente do Diretório Municipal do PP, Wilson França, frisou que a tendência do grupo político comandado pelo deputado estadual Zé Maurício (PP) e o seu pai ex-deputado federal/ex-prefeito Severino Cavalcanti (PP), é de apresentar candidatura própria à municipalidade joãoalfredense nas eleições previstas para o próximo ano.

França enfocou que a facção apelidada de “Pé Roxo” tem amplas condições de disputar o pleito e obter êxito. “Afora as adesões que estamos recebendo, temos três vereadores, vários suplentes, além do deputado estadual Zé Maurício que foi majoritário aqui na eleição realizada no ano passado, praticamente sem fazer campanha”, sublinhou o progressista, fazendo questão de dizer que não tem nada pessoal contra lideranças de outros partidos.

“A atual prefeita não está realizando boa administração, inclusive pesquisas efetuadas recentemente confirmam esta posição negativa da gestora, cujo grupo político vem registrando várias defecções. O vice-prefeito Zé Martins, apesar de sua combatividade, tem um grupo político menor que o nosso. Desta forma, nossos correligionários incentivam diariamente a apresentação de uma candidatura no próximo ano”, disse Wilson.

Ultimamente estão sendo publicadas notas na imprensa estadual e nas redes sociais acerca do apoio dos “pés roxos” à pré-candidatura do atual vice-prefeito Zé Martins (PSB), que rompeu politicamente com a prefeita Maria Sebastiana (PTB) desde as eleições de 2014. Os boatos também apontam uma união da prefeita Maria Sebastiana com o grupo do ex-prefeito Severino Cavalcanti. Por esta razão o ex-vereador Wilson França está desmentindo estas possibilidades e reafirmando o desejo de candidatura própria do PP em João Alfredo.

Indagado a respeito de candidatáveis do PP, Wilson França apontou  o deputado estadual Zé Maurício (PP), a ex-deputada estadual Ana Cavalcanti, a universitária Thaís Cavalcanti (filha do falecido ex-prefeito Cavalcanti Júnior) e outras pessoas ligadas à “Nação do Pé Roxo”.

O ex-vereador também descartou a possibilidade de ser candidato a uma cadeira na Casa Arsênio Meira Vasconcelos, preferindo continuar atuando nos bastidores políticos. “Minha vontade hoje é organizar o PP em João Alfredo e coordenar as campanhas, colaborando para o fortalecimento do grupo político liderado pelo ex-prefeito Severino Cavalcanti e o deputado estadual Zé Maurício”, pontuou. 

PP ameaça deixar a base aliada do governo…

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A declaração do ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo ontem (8), na qual afirmou que o partido que “vota com o governo, especialmente nas votações relevantes, terá preferência” na distribuição de cargos do segundo escalão, foi a gota d’água na relação do PP com o Palácio do Planalto. “Não vamos mais aceitar discriminação de ‘Seu Mercadante’ por ter votado em Eduardo Cunha (para presidente da Câmara). Somos a quarta bancada de deputados e não vamos ficar recebendo recado por jornal”, afirmou o líder do partido na Câmara, Eduardo da Fonte (PP).

O pepista disse que bancada se reunirá na próxima terça-feira (12), para decidir se entrega todos os cargos no governo, incluindo o Ministério da Integração Nacional, ocupado por Gilberto Occhi. Estará na pauta também a possibilidade de deixar a base aliada e passar a integrar o bloco de oposição ao governo. “Ou eles (do governo) querem o PP no governo, como partido com o tamanho que o PP tem, ou então a gente entrega tudo e sai do governo”, disse.

Embora Fonte diga que “a preocupação da gente não é cargo”, o gesto pode ser visto como resposta à ameaça de Mercadante de colocar o PP no fim da fila da distribuição de postos no segundo escalão, após o racha da legenda na votação da medida provisória 665, a primeira do ajuste fiscal, aprovada na última quarta (7) pela Câmara. Só 21 votos dos 40 deputados da bancada foram favoráveis à MP – 18 parlamentares votaram contra. Diante do resultado, o Planalto pretende agraciar primeiro na distribuição de cargos, segundo Mercadante, os partidos cuja proporção de votos favoráveis à MP foi mais relevante.

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Lava Jato: alas do PP querem excluir envolvidos…

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O envolvimento da cúpula do PP nos principais esquemas de corrupção investigados pela Polícia Federal – nas Operações Lava Jato e Zelotes – criou no partido uma corrente que defende a saída dos suspeitos dos cargos de comando da legenda. Dos 32 políticos do PP que são alvo de apurações sobre desvios na Petrobras no âmbito da Operação Lava Jato, 26 pertencem à Executiva Nacional. Estão entre eles o presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), e o 1º vice-presidente (licenciado), Mário Negromonte (BA).

Pelo menos quatro diretórios estaduais do PP se rebelaram contra uma decisão tomada pela direção partidária na semana retrasada de adiar em até seis meses o próprio mandato que acaba no próximo dia 15 de abril. Esse grupo é composto pelos diretórios do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Goiás.

O presidente do PP gaúcho, Celso Bernardi, afirma que o partido está “desconfortável” com o envolvimento da cúpula da legenda nos principais esquemas de corrupção e diz ser contra a manutenção da atual direção. Para ele, chegou a hora de separar “o joio do trigo” na sigla.

“O partido está desconfortável com isso e quer novos caminhos e novos nomes para dirigir o partido em nível nacional”, afirmou. “A instituição não pode ser vítima do processo. Temos que lutar dentro do partido para separar o joio do trigo”, disse o dirigente estadual.

A Executiva Nacional do PP vai se reunir na terça-feira da semana que vem para definir a nova data da convenção.

Para o deputado federal Esperidião Amin (PP-SC), a resolução foi decidida por uma instância incompetente e sem amparo legal, uma vez que o estatuto interno do partido não prevê a prorrogação do mandato. “Só pode acontecer se for para coincidir com calendário eleitoral, o que não é o caso”, disse. Segundo o parlamentar, a justificativa que a Executiva Nacional usou para prorrogar o mandato – a investigação de lideranças na Operação Lava Jato – também pode ser usada para se pedir a alteração da diretoria. “É inegável que os pedidos de investigação causaram mal-estar no partido”, afirmou. (Agência Estado)

PP formaliza, enfim, apoio a Paulo Câmara…

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Depois de quase três meses de discussão sobre o seu caminho em Pernambuco, o PP, enfim, definiu como irá marchar no Estado. Como especulado, a legenda ingressará na Frente Popular de Pernambuco, que apresenta a candidatura de Paulo Câmara (PSB) ao governo. O anúncio será feito na próxima sexta-feira (27), no Recife Monte Hotel, sede preferencial dos eventos socialistas.  Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, o presidente da legenda, Eduardo da Fonte, destacou como a escolha se deu.

“Ouvimos os 170 diretórios do PP, os diretórios municipais. Ouvimos as bancadas, a federal e a estadual. Então, decidimos, de forma democrática, ficar com Paulo Câmara para a eleição estadual”, afirmou Eduardo da Fonte, que estava na convenção nacional do partido, em Brasília, onde os progressistas confirmaram apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).

No entanto, o partido segue indefinido sobre a questão do Senado. Eduardo da Fonte antecipou que um membro da executiva do partido se colocou à disposição para disputar a vaga à Casa Alta. E, portanto, o PP ainda discutirá a questão, mas sem fechar as portas para a possibilidade de marchar como petista João Paulo ou com o socialista Fernando Bezerra Coelho.

“Vamos discutir ainda essa questão. Ainda temos tempo, a convenção nossa será no próximo dia 27, mas temos a possibilidade de debater esse ponto até o final do mês”, argumentou Da Fonte, preferindo manter o nome em reserva.

Essa é a primeira vez que o PP divide (ou pelo menos se compromete a dividir) o apoio no âmbito majoritário. Em 2010, muito antes de o falecido deputado Sérgio Guerra indicar a renúncia à tentativa de reeleição ao Senado, os progressistas fizeram um evento para se alinharem com o projeto do tucano. Depois, acabaram marchando com os nomes da Frente Popular, Armando Monteiro Neto (PTB) e Humberto Costa (PT). (Blog da Folha)

Executiva do PP aprova apoio a Dilma, diz presidente do partido…

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Em reunião fechada nesta quarta-feira (25) após encerramento abrupto da convenção nacional do PP, a executiva nacional do partido decidiu apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, segundo informou o presidente do partido, Ciro Nogueira (PP-PI). A sigla não divulgou a quantidade de integrantes da sigla que votaram nem qual foi o placar.

A decisão sobre quem o PP apoiaria nas eleições para presidente cabia, originalmente, à convenção nacional. No entanto, a convenção foi conturbada e não havia consenso entre os membros do partido que discursavam. Depois de quase três horas de debate, a presidência do partido aprovou uma resolução que remetia à Executiva Nacional (um órgão interno do partido com menos votantes que a convenção) a palavra final sobre o apoio nas eleições.

Integrantes do partido que participavam da reunião questionaram a decisão alegando não terem tido tempo para votar. Eles pretendem anular a medida no Tribunal Superior Eleitoral.

De acordo com Ciro Nogueira, a maioria do partido defende a candidatura de Dilma. “Ficou definido o apoio à presidente. Dois diretórios apenas se rebelaram, são 27”, disse após sair da reunião realizada no Senado Federal. “Sempre ouvimos democraticamente a todos. São 27 diretórios e apenas dois se rebelaram de forma inadequada. A maioria quer o apoio à presidente. Já está sacramentado o apoio”, completou.

Resolução polêmica

A resolução que deu à Executiva Nacional o poder de decidir sobre o apoio do PP foi apresentada pela presidência do partido depois de quase três horas de discurso dos correligionários durante a convenção nacional. Depois que Ciro Nogueira declarou aprovada a resolução, foi chamado de “vendido” por militantes que alegam que o presidente não ouviu todos os integrantes do partido. (G1)

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