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Proclamação da República…

InfoEscola A Proclamação da República Brasileira aconteceu no dia 15 de novembro de 1889. Resultado de um levante político-militar que deu inicio à República Federativa Presidencialista. Fica marcada a figura de Marechal Deodoro da Fonseca como Leia mais »

Tag Archives: Política

A tradição familiar na política de Pernambuco…

Apoiar parentes para cargos eletivos é uma das mais arraigadas tradições da política brasileira e em Pernambuco não é diferente. Para citar alguns exemplos, o deputado federal Sílvio Costa é candidato a senador e tem um filho candidato a deputado federal (Silvinho) e outro (João Paulo) a deputado estadual. É o que ocorre também com o deputado federal Mendonça Filho, que é candidato a senador e lançou o filho, Vinicius, para a Câmara Federal e a irmã, Andrea, para a Assembleia Legislativa. Já o senador Fernando Bezerra tem um filho candidato a deputado federal (Fernandinho) e outro a deputado estadual (Antonio). O prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, apoia a mulher, Socorro, atual deputada, à reeleição, e seu antecessor, Alexandre Arraes, também apoia a mulher, Roberta, igualmente deputada, a um novo mandato. O prefeito de Olinda, Professor Lupércio, lançou a mulher, Cláudia, para deputada estadual, o que também ocorreu com o de Santa Cruz do Capibaribe, Édson Vieira, que lançou a mulher, Alessandra, para esse mesmo cargo. O prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, apoia o pai, Manoel, para deputado estadual e o irmão, André, para deputado federal. E o prefeito de Vitória, Aglailson Júnior, lançou a candidatura do filho, Aglailson Victor, para deputado estadual e o prefeito do Cabo, Lula Cabral, a candidatura da filha, Fabíola. Já a prefeita de Pesqueira, Maria José, apoia o marido, deputado João Eudes, à reeleição, ao passo que o deputado estadual Odacy Amorim lançou-se candidato a federal e apresentou a mulher, Dulcicleide, como candidata a estadual.  (Inaldo Sampaio)

Cumaru: “grupo alternativo” oficializa apoio a Ricardo Teobaldo…

Na caminhada política em busca da reeleição, o deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos) assegurou o apoio de representantes da oposição no município de Cumaru, no Agreste. Intitulado de “Grupo Alternativo”, os integrantes promoveram um encontro para oficializar o apoio a candidatura de Teobaldo. Estão no palanque do deputado os vereadores Gilvan da Malhadinha, Dr. Ricardo e Fernando Deinha, os ex-vereadores Canizio Gonçalves e Gustavo Pereira, além dos suplentes Nado de Pilões e Carol da Saúde.

“Fiquei extremamente feliz com o importante apoio recebido pelos vereadores, ex-vereadores e suplentes. Mais uma vez reafirmei meu compromisso com Cumaru, município sempre presente na minha trajetória política”, declarou Ricardo, que faz dobradinha no município com o candidato a deputado estadual Henrique Filho (PR). (Blog do Agreste/ Imagem | Assessoria Ricardo Teobaldo | Divulgação)

A contribuição de Tiririca…

Depois de sete anos, Tiririca fez seu primeiro e último discurso como deputado. Foi o que ele disse ao subir à tribuna da Câmara e anunciar que vai deixar a política.

O palhaço não parecia fazer graça. Em tom de desabafo, ele reclamou da “mecânica louca” do Congresso e se declarou decepcionado com a experiência em Brasília.

“Estou saindo triste pra caramba, muito chateado com a política e o nosso Parlamento”, disse. “É uma vergonha muito grande”, reforçou.

Craque na comunicação popular, o comediante engatou uma crítica à boa vida dos colegas. “A gente tem toda essa mordomia, sem falar na carteirada que muitos de vocês dão…”

Ele ensaiou continuar, mas puxou o freio de mão. “Jamais vou falar mal de vocês em qualquer canto que eu chegar”, disse. Os poucos deputados presentes respiraram aliviados.

Em 2010, Tiririca causou sensação ao aparecer fantasiado no horário eleitoral. “O que é que faz um deputado federal? Eu não sei, mas vote em mim, que eu te conto”, prometeu.

As palhaçadas lhe renderam 1,3 milhão de votos e garantiram mais três vagas para a sua coligação. Uma delas ficou com Valdemar Costa Neto, que o convenceu a se candidatar.

O poderoso chefão do PR já havia renunciado para não ser cassado no escândalo do mensalão. Depois seria condenado a sete anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

Tiririca fez barulho na campanha, mas foi um deputado discreto, que só se destacou por não faltar às sessões. Em dois mandatos, conseguiu aprovar apenas um projeto, que beneficiou sua categoria ao incluir espetáculos de circo na Lei Rouanet.

Apesar do discurso moralista, o palhaço imitou velhas práticas dos colegas. No mês passado, a revista “Veja” revelou que ele usou verba da Câmara para viajar e fazer show no interior de Minas Gerais.

Se cumprir a última promessa, o deputado deixará ao menos uma contribuição à política: uma reeleição a menos em 2018.(Magno Martins)

Nova pesquisa Datafolha revela o peso da religião nas eleições de 2018…

Pesquisa Datafolha, divulgada ontem (23), na Folha de S. Paulo revela o peso da religião nos votos dos pré-candidatos à Presidência da República em 2018. A pesquisa foi realizada entre 27 e 28 de setembro com 2.772 entrevistados em 194 cidades. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

Segundo a pesquisa, os votos de católicos (52% da população) e de evangélicos (32%) impulsionariam o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) na corrida presidencial, mas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como primeira opção do público geral e entre eleitores das duas religiões.

No quadro geral, Lula tem entre 35% e 36% das intenções de voto nos cenários nos quais seu nome é testado, liderando a pesquisa. Nos cenários com Lula, Bolsonaro teria entre 21% e 22% das intenções de votos evangélicos, e Marina, com 17% das intenções em ambos os cenários. Já entre os católicos, o petista ampliaria a margem. Lula teria 40% das intenções de votos, enquanto Bolsonaro teria entre 13% e 14% das intenções e Marina, de 11% a 12%.

Se Lula não for candidato, a ex-senadora tem ainda mais força com o público evangélico, são 27% das intenções de voto, contra 23% no público geral. Nesse cenário, Bolsonaro viria em segundo, com 23%das intenções do público evangélico e 18%, do geral. Entre os católicos, Marina aparece com 21% e Bolsonaro, 16%.

Com informações do Diário de Pernambuco

Marina: partidos fazem negócios em vez de política…

 FOTO JOSE PATRICIO/ESTADÃO

A ministra, ex-senadora, candidata derrotada em duas eleições presidenciais (2010 e 2014) e provável concorrente ao cargo na sucessão de 2018, Marina Silva (Rede) afirmou que “os partidos não estão mais fazendo política, a maioria deles está fazendo negócios”. Ela foi entrevistada pelo jornalista Roberto D’Ávila, em programa exibido recentemente, pelo canal por assinatura GloboNews.

A ex-ministra do Meio Ambiente defendeu candidaturas avulsas para concorrer com os partidos. “Os partidos não estão mais fazendo política, a maioria dele está fazendo negócios. É preciso criar uma concorrência idônea para os partidos. Vários países têm candidaturas independentes.

Não é a pessoa, é uma lista endossada por um percentual de cidadãos, uma plataforma que precisa ser registrada na Justiça Eleitoral, e com isso você conseguiria recrutar pessoas da sociedade. Esse monopólio fez muito mal à política, e agora os partidos estão se tornando autarquias, com o megafundo partidário que estão querendo e com toda a concentração de poder.” (PC)

TSE lança campanha nas redes sociais para acabar com mitos eleitorais…

Com o objetivo de esclarecer questões sobre o processo de votação, opções de voto e o resultado de uma eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou, ontem (18), em suas redes sociais, a campanha Mitos Eleitorais. O primeiro tema a ser abordado na fanpage, no Facebook e no perfil do tribunal no Twitter será “Votar nulo anula uma eleição?”.

A ideia da campanha, que será veiculada este mês e em julho, é desmistificar alguns temas e esclarecer o eleitor brasileiro. Para isso, foram criados nove vídeos de curta duração, animados, com infográficos para as redes sociais.

Os demais temas da campanha são “Voto em branco vai para quem está ganhando?”, “Voto em branco é igual a voto nulo?”, “É eleito sempre o candidato que possui mais votos?”, “Quem não votou na última eleição não pode votar na próxima?”, “Depois da eleição é possível saber em quem o eleitor votou?”, “Quem é convocado para ser mesário, será convocado sempre?”, “Ninguém pode ser preso no dia da eleição?” e “O eleitor pode votar usando a camiseta do seu partido?”. No Twitter do tribunal, o eleitor também pode participar de um jogo para testar seus conhecimentos. (Agência Brasil)

Envolvimento na política “é uma obrigação para um cristão”, diz Papa Francisco…

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“Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão”, falou o Papa Francisco, ao responder a perguntas colocadas por algumas das nove mil crianças e jovens de escolas e movimentos Jesuítas com quem se encontrou no Vaticano.

Os cristãos não podem “fazer de Pilatos, lavar as mãos»: «Devemos implicar-nos na política, porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, visto que procura o bem comum”, frisou Francisco.

“Os leigos cristãos devem trabalhar na política. Dir-me-ão: não é fácil. Mas também não o é tornar-se padre. A política é demasiado suja, mas é suja porque os cristãos não se implicaram com o espírito evangélico. É fácil atirar culpas… mas eu, que faço? Trabalhar para o bem comum é dever de cristão”, apontou.

Continua…

Alianças, filiações, acordos e nomes na pauta da política do Limoeiro…

Prefeitura-de-Limoeiro-PE

Na caminhada para as eleições municipais do próximo ano, os líderes partidários e os futuros candidatos se mobilizam para organizar os grupos políticos. Reuniões, ligações, acordos e promessas fazem parte da rotina. Em Limoeiro, o clima ainda é considerado tranquilo em relação a outros municípios da região. Mas nem por isso, o assunto fica ocultado. As siglas estão na montagem das diretorias para atender aos prazos determinados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pela situação, o prefeito Thiago Cavalcanti (PROS) caminha para ser candidato ao cargo de prefeito, possivelmente pelo PTB, mas sempre que perguntando, ele é formal e objetivo ao afirmar que vai reunir o grupo e o nome será escolhido pela maioria. Nos bastidores políticos, a maior dúvida é apontar o vice para majoritária. O nome do vereador Zé de Nena (PROS), que deve seguir para o PSDB vem sendo citado, mas ninguém confirma, nem mesmo o vereador. Outra opção para o cargo de vice vista com simpatia por alguns do grupo seria um nome longe da política, a exemplo de um comerciante. Dizem que tem um nome guardado a “sete chaves” e que poderá ser a grande surpresa.

No outro lado, a oposição também trabalha na organização. Mas a falta de união é sempre lembrada pelos próprios integrantes. Alguém vai ter que ceder. Eis o “x” da questão. Muitos oposicionistas não escondem o pensamento de que se dividir a oposição ficará ainda mais difícil chegar ao comando da prefeitura. Um desses é o ex-vereador Joãozinho (PSB). Pré-candidato declarado, o socialista falou e reafirmou na Rádio Jornal Limoeiro, que dividir a oposição é assinar atestado de “burrice”. O vereador Zé Nilton (Solidariedade) também confirmou o nome como pré-candidato à prefeito.

Zé aderiu como slogan “Zé do Povo” e pelo discurso deve mesmo seguir com o projeto. O padrinho político dele, deputado estadual Henrique Queiroz (PR), revelou na Rádio Jornal que Zé Nilton pode ceder se outros também cederem em alguns pontos. O ex-deputado Assis Pedrosa continua com o trabalho de denúncias e oposição, tendo o nome lembrado nos debates políticos. No quadro das oposições, uma dúvida ainda incomoda alguns eleitores: o governador Paulo Câmara (PSB) vai apoiar mesmo o candidato da oposição? Isso em virtude das eleições 2012, quando o então governador Eduardo Campos (falecido) ficou neutro entre Joãozinho e Ricardo Teobaldo (PTB), candidatos ao cargo de prefeito naquela ocasião. (Blog do Agreste)

Fogo Cruzado – Inaldo Sampaio…

Direto ao assunto

Aécio deverá ser o líder da oposição…

Confirmando-se, amanhã, a vitória de Dilma para o segundo mandato, o Brasil terá a partir de segunda um novo líder na oposição: Aécio Neves. Ele e Eduardo Campos, como bem notou em seu livro de memórias o ex-ministro Fernando Lyra, eram os dois melhores políticos brasileiros da geração pós 64. O mineiro com 54 anos e o pernambucano com 49. Ambos foram formados pelos avôs, Tancredo Neves e Miguel Arraes, respectivamente, para abraçar a carreira política. Passaram pela Câmara Federal e pelo governo dos seus estados, sendo que Aécio foi também presidente da Casa e Eduardo ministro de estado. Os dois se prepararam, cada um a seu modo, para disputar a Presidência da República em 2014. Mas o destino foi cruel com Eduardo, não permitindo que ele se apresentasse ao país como a “terceira via” do 1º turno. Aécio chegou ao 2º com Dilma Rousseff e mesmo que perca, amanhã, está talhado para comandar a oposição.

Aécio Neves e Eduardo Campos foram preparados pelos avôs, Tancredo Neves e Miguel Arraes, respectivamente, para abraçar a carreira política

Então, pra que mudar?
Se Aécio perder a eleição, parte da culpa será debitada na conta dos seus marqueteiros, que o transformaram num político agressivo e intolerante sem de fato ele ser. Além disso, botaram na cabeça do tucano que ele deveria dizer aos eleitores que manteria todos os programas sociais do atual governo – Bolsa Família, Mais Médicos, Prouni, Pronatec, Luz para todos, etc. “Ora”, perguntou-se o eleitor comum, “se é para manter tudo que está aí, é melhor votar na Dilma”.


Massa – A campanha pró Aécio feita em Pernambuco pela Frente Popular, com a massificação do número “45”, ajudará por tabela a campanha de Daniel Coelho (PSDB) para prefeito do Recife daqui a dois anos. Em 2016 começará tudo de novo. O prefeito Geraldo Júlio (PSB) vai ter que trabalhar duro para dizer aos eleitores que o seu número não é mais “45”, e sim o “40”.

Elite – Ainda que Aécio ganhe a eleição, o PSDB terá que fazer um trabalho de marketing para livrar-se da pecha de “partido de elite”, que só teria inserção em Minas, São Paulo e Paraná.

Debate – Humberto Costa foi convidado pelo PT para acompanhar Dilma no debate da Globo e o governador eleito, Paulo Câmara, convidado pelo PSB para acompanhar Aécio Neves.

Ofensa – Quando se for escrever a história desta campanha, os tucanos Alberto Goldman (SP) e Marconi Perillo (GO) serão citados por terem chamado o ex-presidente Lula (PT) de “canalha”.

Tucana 1 – Como diz o ex-ministro José Dirceu (foto), a “Veja” é tucana e se assume como tal. Antecipou para ontem a sua edição que sairia hoje só para dizer que Lula e Dilma sabiam do escândalo da Petrobras, como forma de desgastar a presidente e ajudar Aécio Neves (PSDB).

Tucana 2 – Por falar em “Veja”, depois que a “delação premiada” de Paulo Roberto Costa for de conhecimento público, nunca mais a revista dirá, como sustentou nos últimos 2 anos, que o mensalão “foi o maior escândalo político da história do Brasil”. Perto do da Petrobrás é pinto.

Carimbo – O pernambucano Geraldo Brindeiro já está aposentado no DF como procurador da República. Mas não consegue livrar-se do carimbo de “engavetador geral” por não ter feito nenhuma denúncia grave, contra ninguém, nos dois governos de FHC, quando foi o Procurador Geral, Marco Maciel o vice-presidente da República e Everardo Maciel o secretário da Receita. O carimbo pegou.

Vitória – Dilma deve bater Aécio, amanhã, em todos os estados do Nordeste, repetindo a façanha de 2010 quando derrotou Serra (PSDB) na região por mais de 10 milhões de votos. De quebra, o PT manteve o governo da Bahia (Rui Costa), reconquistou o do Piauí (Wellington Dias) e está a um passo de conquistar também, pela primeira vez, o do Ceará com o deputado Camilo Santana. (Folha de Pernambuco)

Política em família…

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Em uma rápida olhada no registro de candidaturas hospedado no site do TRE, é possível encontrar, no mínimo, 12 candidatos que possuem algum tipo de vínculo familiar, com sobrenomes que já figuram no mundo político há muitos anos. Muitos deles consagrados. Entre os que concorrem ao cargo de deputado estadual e federal, a ligação “pai e filho” é a que mais aparece. Seja pelo desejo de seguir os mesmos passos de seus pais, ou para manter o “curral” eleitoral da família, estes candidatos figuram com potenciais chances de eleição.

A vereadora de Recife e candidata a deputada estadual Priscila Krause (DEM) é filha do ex-governador de Pernambuco e ex-prefeito de Recife, Gustavo Krause. Sobre a influência de seu pai na escolha pela vida pública, Priscila afirma que não foi determinante: “Foi fundamental, isto sim; mas não foi fator determinante. Até porque eu tenho cinco irmãos e apenas eu enveredei por este caminho”.

Outro exemplo da ligação pai e filho nas eleições deste ano é o de Fernando Bezerra Coelho (PSB), candidato ao senado pela Frente Popular por Pernambuco e que tem dois de seus filhos como candidatos: o já deputado federal Fernando Filho (PSB) e Miguel Coelho (PSB), que concorre ao cargo de estadual.

Fernando Filho diz que o currículo do pai foi importante para a eleição de seu primeiro mandato, mas que só o sobrenome não garante a pernamnência na política: “Fui eleito em 2006 com mais de 117 mil votos e em 2010 fui reeleito com mais de 166 mil. Se eu não mostrasse meu trabalho, o eleitor não voataria em mim outra vez, mesmo com a infuência política de meu pai”. A família Coelho tem ainda outro membro disputando um cargo no pleito deste ano, o vice-prefeito de Petrolina, Guilherme Coelho (PSDB), filho de Osvaldo Coelho e primo de FBC. 

O casal Cleiton e Michele Collins, ambos do PP, figuram como outro tipo de ligação político-familiar. O pastor Cleiton é candidato a estadual e sua esposa foi uma das vereadoras mais votadas nas eleições municipais de 2012. De acordo com Cleiton, a união na vida pública não atrapalha na vida conjugal: “Nosso envolvimento na política não atrapalha porque defendemos a mesma ideologia, lutamos pela mesma causa”.

O nome de Michele aparece como candidata ao mesmo cargo que o marido disputa, mas Cleiton nega que isto tenha sido uma estratégia para beneficiar o partido nas eleições proporcionais: “O que aconteceu ali foi um erro de registro, a missionária Michele é vereadora e não será candidata a deputada este ano”, afirma.

Nem sempre a herança política trazida com o sobrenome garante vitória em campanhas. Exemplos disto são os candidatos Jarbas Filho (PMDB), filho do senador e ex-governador de Pernambuco Jarbas e Vasconcelos (PMDB), Izabel e Flávio Urquiza (PMDB), filhos da ex-prefeita de Olinda Jacilda Urquiza (PMDB), que não conseguiram se eleger em 2012, mesmo com o empenho dos pais em suas campanhas. (Jamildo)

Esta complicada política brasileira…

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Coligações dão à política a aparência de suruba…

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Dilma adora Cabral; que apoia Pezão; que é rival de Lindbergh; que se uniu a Romário; que é companheiro de Campos; que esculhamba Dilma; que polariza com Aécio; que é tucano como Alckmin; que abriu o palanque para Campos; que é unha e cutícula com Lula; que pega em lanças por Dilma; que deseja que Aécio e Campos se danem.

Convém retirar as crianças da sala. Como sucede em todo ano eleitoral, os partidos se excitam com a proximidade do prazo final das coligações. A suruba vai até o dia 30 de junho. Nessa fase, o noticiário político só devia ser exibido na tevê de madrugada. Revistas e jornais deviam ser enviados à banca ou à casa do assinante num saco de plástico escuro, com um aviso na capa: proibido para menores de 80 anos.

Vive-se uma daquelas fases pornográficas em que ninguém é inimigo de ninguém. Vivo, Tim Maia gritaria: ‘Vale tudo’. Convencionou-se dizer que o eleitor brasileiro não sabe votar. Se for verdade, ele jamais vai aprender num ambiente em que o oportunismo almoça com a conveniência, o marketing janta com o tempo de TV e o interesse público vai para a cama com a desfaçatez. (Josias de Souza)

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