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Mesmo rifada, Marília Arraes já é a grande vencedora de 2018…

Após a vitória de Eduardo Campos em 2006, onde Marília, então estudante da Faculdade de Direito do Recife, teve atuação destacada, ela foi ungida pelo PSB para disputar um mandato de vereadora Leia mais »

Greve pode impactar recuperação econômica…

A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) informou ontem (25) que toda a cadeia produtiva foi afetada pela greve dos caminhoneiros, que entrou hoje (25) no quinto dia de paralisação. O Leia mais »

General descarta choque Forças Armadas e caminhoneiros…

“Até porque a ação não é contra caminhoneiros. É para permitir o trânsito, o direito de ir e vir das pessoas e veículos, principalmente, o abastecimento”, declarou o ministro Tânia Monteiro, O Leia mais »

TSE pode impedir que nome de Lula apareça na urna em outubro…

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir na próxima terça-feira se um réu em ação penal pode se candidatar a presidente da República. O julgamento pode definir a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi Leia mais »

Tag Archives: oposições

Silvio Costa pode ser o antídoto da oposição em outubro…

Pernambuco é um estado com eleitorado lulista, que durante as sete eleições presidenciais deu ao candidato petista vitórias em 1989, 2002, 2006 e 2010, e em 2014 garantiu a Dilma Rousseff uma expressiva vitória no segundo turno depois de ter feito Marina Silva a mais votada no primeiro turno. Pesquisas apontam que o eleitor pernambucano além de ser um dos mais simpáticos a candidatura de Lula em 2018, também é um dos que mais condenam a existência do impeachment de Dilma Rousseff ocorrido em 2016.

Foi baseado em pesquisas qualitativas que o PSB inteligentemente se reaproximou de Lula e do PT. O partido hegemônico em Pernambuco, que venceu as últimas três eleições para o governo, não quis que Marília Arraes surfasse na onda de Miguel Arraes e sobretudo na onda de Lula, e por isso está praticamente sacramentada a aliança entre PT e PSB com grandes chances de Humberto Costa ser indicado ao Senado na chapa de Paulo Câmara.

Num ambiente em que a oposição deverá lançar Armando Monteiro para o governo e Mendonça Filho, ex-ministro de Michel Temer, para o Senado, fica extremamente necessária a indicação de alguém que possa fazer um contraponto a essa reaproximação de PT e PSB e que possa desvencilhar o palanque oposicionista da pecha de palanque de Temer, mesmo diga-se de passagem, Armando Monteiro tendo votado contra o impeachment de Dilma Rousseff e ter sido ministro da ex-presidente afastada.

Não há nome melhor para a segunda vaga de senador na chapa de oposição do que Silvio Costa, que foi defensor até às últimas consequências de Dilma Rousseff, e que já teve a oportunidade de ter sido deputado federal por três mandatos e ascender em Brasília como um dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Silvio teria a legitimidade de neutralizar a tese do PSB de apontar a chapa oposicionista como o palanque dos “golpistas”, mesmo tendo os socialistas parte fundamental na deposição da ex-presidente.

Como há uma necessidade da oposição de aproximar-se do eleitorado pernambucano que é majoritariamente lulista e Silvio Costa preenche todos os requisitos, é pouco provável que a oposição escolha outro nome para esta segunda vaga. O antídoto oposicionista com Armando que foi ministro de Dilma e Silvio como maior defensor da ex-presidente, tem todas as condições de ter eficácia numa eleição em que o impeachment ainda será pauta da disputa. (Por Edmar Lyra)

Oposição poderá eleger apenas cinco federais…

Com dificuldades para formar a chapa majoritária, a oposição em Pernambuco tem mais um problema para se preocupar, que é a formação do chapão proporcional para deputado federal, porque se eventualmente mandar deputados federais para a majoritária, terá a chapa de federal desfalcada e correrá um risco real de ter um resultado tão ruim quanto o obtido em 2010 pela coligação liderada por Jarbas Vasconcelos.

Considerando que Fernando Filho, Mendonça Filho, Bruno Araújo, Betinho Gomes, Daniel Coelho, Adalberto Cavalcanti, Ricardo Teobaldo, Jorge Corte Real, Zeca Cavalcanti, Silvio Costa Filho e Ossesio Silva sejam candidatos a federal e estimando as votações considerando o potencial de cada um, teríamos Fernando Filho com 150 mil votos, Bruno Araújo 120 mil votos, Mendonça Filho 120 mil votos, Ricardo Teobaldo 100 mil votos, Silvio Costa Filho 100 mil votos, Daniel Coelho 100 mil votos, Jorge Corte Real 90 mil votos, Zeca Cavalcanti 90 mil votos, Ossesio Silva 80 mil votos, Adalberto Cavalcanti 50 mil votos, Betinho Gomes 50 mil votos, cauda 100 mil votos e legenda 50 mil votos, a oposição teria 1.200.000 votos.

Mantendo o quociente eleitoral de 2014 que foi de 180 mil votos, a oposição elegeria seis deputados federais na melhor das hipóteses. Seriam seis vagas para onze nomes competitivos, com ponto de corte beirando os 100 mil votos. Então a oposição correria um risco real de ter deputados com 90 mil votos não se elegendo. O que evidencia a grande dificuldade oposicionista para o pleito que se avizinha.

No cenário mais provável que é o de a oposição ter que mandar pelo menos dois nomes para a chapa majoritária, por exemplo Daniel Coelho para a vice de Armando Monteiro e Mendonça Filho para o Senado, a conta oposicionista perderia 220 mil votos na chapa proporcional, ficando 980 mil votos entre nominais e legenda. Neste quadro, a oposição ficaria com apenas 5 vagas, sendo que Zeca e Jorge seriam eleitos, e a partir de Ossesio a situação seria desoladora pois ficariam 9 nomes competitivos para apenas 5 vagas.

O ambiente que está desenhado para a oposição pernambucana, salvo haja um fato novo, é de profunda dificuldade também na chapa proporcional e por isso já existem rumores de que alguns nomes que sinalizavam candidaturas por esta coligação estão refazendo as contas e achando que é melhor ficar em casa e economizar alguns milhões que seriam gastos num projeto eleitoral com chances reais de dar errado. (Por Edmar Lyra)

Oposição bate cabeça porque não construiu projeto para o estado …

No dia 28 de agosto de 2017 em Caruaru, os então ministros Bruno Araújo, Mendonça Filho, Fernando Filho e Raul Jungmann, apareceram juntos com os senadores Fernando Bezerra Coelho e Armando Monteiro, os ex-governadores João Lyra Neto e Joaquim Francisco e uma série de prefeitos, dentre eles a anfitriã do evento Raquel Lyra num evento do Minha Casa Minha Vida.

Foi a primeira aparição pública que delimitaria os campos políticos no estado com vistas as eleições, a partir dali havia a expectativa de que a oposição pudesse se organizar e ampliar suas ações a ponto de antagonizar a disputa com Paulo Câmara. Dias depois o senador Fernando Bezerra Coelho, responsável pelo discurso mais contundente daquele evento contra Paulo Câmara, filiaria-se ao PMDB com o objetivo de conquistar o comando do partido e que teria um prejuízo para a Frente Popular e um lucro para a oposição devido o tempo de televisão do partido.

Em novembro a oposição decidiu realizar um evento no Recife, na Arcádia Paço Alfândega, histórico local de eventos do PSB. Aquele ato ganhou um tom mais político e deu o pontapé numa série de quatro encontros, cuja expectativa era crescer a cada edição. O fato é que o de Petrolina, passando pelo de Caruaru e culminando no de Ipojuca não trouxe nenhum fato novo, senão uma série de eventos cansativos, com discursos críticos ao governo e mais do que isso, sem apresentar qualquer proposta para mudar o panorama que eles estavam criticando.

Esses eventos foram insuficientes para atrair um único partido ou parlamentar que estivessem na base governista de Paulo Câmara. Eles também significaram a evidência clara de que a oposição não se preparou para o embate com um projeto que tivesse começo, meio e fim. Outro fator que prejudica a construção de um palanque vitorioso é a associação direta ao governo Temer, que em Pernambuco se tornou praticamente uma unanimidade negativa.

Sem um projeto que tenha consistência e conteúdo, a oposição segue patinando, tendo apenas Armando Monteiro disposto a disputar novamente o governo, e Mendonça Filho que avalia disputar o Senado, as outras duas vagas seguem em aberto e com os deputados federais e estaduais temerosos a entrar numa aventura majoritária que possa significar a perda de um mandato encaminhado. É evidente que ainda há tempo para a oposição se reinventar e apresentar um projeto viável, mas a cada mês que se encerra o tempo corre contra a oposição e a favor de Paulo Câmara. (Por Edmar Lyra)

Danilo: Oposição está ‘desnorteada’ e ‘batendo cabeça’…

Foto: Mandy Oliver/Folha de Pernambuco

A demora na definição do nome que vai encabeçar a chapa de oposição na eleição deste ano já começa a ser usada pela base aliada do governador Paulo Câmara (PSB) para demonstrar a fragilidade do grupo. Na visão do deputado federal Danilo Cabral (PSB), por exemplo, o bloco oposicionista está “desnorteado” e “batendo cabeça”.

Segundo o socialista, a candidatura de Paulo Câmara à reeleição está posta e, por isso, a chapa governista não passa pelo mesmo problema. “O tempo é nosso aliado. Quem tem pressa é a oposição que, aliás, continua desnorteada. Isso mostra como está a situação do outro lado”, colocou o parlamentar.

Na sua visão, a oposição é quem precisa definir seus nomes. “Até a gora, estão batendo cabeça e se isso está acontecendo é porque eles sabem que a parada é dura. Poucos tem coragem cívica para disputar uma eleição onde se pode sair derrotado. O problema da oposição é esse. Estão escolhendo quem vai perder. E como ninguém quer perder, para não perder o mandato, ficam nessa indefinição”, acrescentou.

Barbosa
De acordo com Danilo Cabral, a candidatura presidencial do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa (PSB), está perto de se consolidar. “Ele é a alternativa que o PSB vai apresentar. E as dissidências internas que o partido tinha estão cada vez mais se dissipando”, disse.

“Beto Albuquerque, que foi candidato a vice de Marina Silva e se colocava como uma candidatura do partido, hoje é um dos maiores defensores da candidatura de Joaquim. No Espírito Santo, o governador Renato Casagrande hoje já defende abertamente a candidatura de Joaquim. O próprio processo em São Paulo teve um diálogo. Márcio França recebeu Joaquim Barbosa também e sabe do potencial que Joaquim apresenta em São Paulo. Ele já é o terceiro lugar no estado”, explicou. (Daniel Leite/Folha de Pernambuco)

As definições da oposição para as eleições…

Por Edmar Lyra

Em conversa com um importante ator da oposição mas que não é Armando Monteiro nem Fernando Bezerra Coelho, recebi a informação de que além da candidatura única a governador, ficou determinado no último sábado que a oposição marchará com um chapão para deputado federal e outro para deputado estadual. Além do mais, apesar do subentendimento que o candidato poderia ser Armando Monteiro, se até o dia 7 de abril Fernando Bezerra Coelho estiver com o MDB, ele ganhará força para ser o candidato das oposições.

O que será levado em conta, mais do que a intenção de votos, será a vontade de quem for o candidato oposicionista de entrar para a disputa. Caso não haja solução sobre o MDB até o dia 20 de abril, prazo estipulado para o lançamento da pré-candidatura, Armando Monteiro será o nome que representará as oposições em outubro. E a partir de então se iniciarão as articulações sobre quem serão os três companheiros de chapa de Armando, um para a vice e dois para o Senado.

O ministro de Minas e Energia Fernando Filho não será vice de Armando porque está estabelecido em Brasília e seu projeto é tentar seguir na esplanada em 2019, portanto irá para a reeleição de deputado federal. Já Mendonça Filho e Bruno Araújo avaliarão a viabilidade eleitoral e as circunstâncias políticas para decidirem se entram para o Senado ou se buscam a reeleição de federal.

A conta da oposição para as chapas proporcionais gira em torno de eleger de nove a dez federais e de doze a treze estaduais nos seus respectivos chapões. E eles acreditam que um deputado estadual precisará de 40 mil votos no máximo para se eleger na chapa, enquanto um federal necessitará de no máximo 80 mil. A oposição entende que se tornará mais atrativa para outros parlamentares, uma vez que na Frente Popular serão necessários pelo menos 45 mil para estadual e 90 mil votos de federal para começar a brigar pelas últimas vagas.

Por fim, lideranças políticas como Sebastião Oliveira e os irmãos Ferreira, poderiam ser atraídos pela oposição para compor a chapa majoritária, fato que não se tem na chapa de Paulo Câmara uma vez que está pacificada a indicação de João Paulo e Jarbas Vasconcelos para duas das três vagas que ainda restam no governo. (Edmar Lyra)

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