Júlio Cavalcanti confirma em nota que não vai disputar eleição…

Em uma nota divulgada em sua rede social, o Deputado Estadual Júlio Cavalcanti (PTB) confirmou que não irá disputar as eleições deste ano quando iria em busca de um terceiro mandato. Na Leia mais »

Festa da Independência, em João Alfredo…

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A dúvida sobre a candidatura do PROS…

No dia 05 de agosto, às 19 horas, Pernambuco viu nascer uma nova candidatura ao governo de Pernambuco. Após a vereadora recifense a candidata a deputada federal Marília Arraes (PT) ter sua Leia mais »

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Rompimento de canal da transposição pode ter sido criminoso…

Equipes do Ministério da Integração Nacional informaram neste domingo (12) que o rompimento de um canal do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, entre os municípios de Terra Nova e Salgueiro, em Pernambuco, na tarde Leia mais »

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Palácio empurra Solidariedade para a oposição …

Nas eleições de 2016 o governador Paulo Câmara pediu os cargos de PSDB e DEM por conta da disputa pela prefeitura do Recife. Ao exigir os cargos por conta da disputa municipal, Paulo empurrou Mendonça Filho e Bruno Araújo para a oposição no momento em que eles estavam assumindo dois importantes ministérios. Aquele movimento deu corpo a oposição, que estava fragilizada no projeto representado por Armando Monteiro, candidato derrotado em 2014. Aquele fato somou-se a decisão de Paulo Câmara de negar espaço ao senador Fernando Bezerra Coelho no governo, e todos eles estão hoje unidos em torno de Armando.

Na reforma do secretariado, Paulo Câmara, que havia prometido ao Solidariedade que a secretaria de Habitação seria mantida na cota do partido após a saída de Kaio Maniçoba para disputar as eleições, decidiu tomar a pasta do partido para entregar ao MDB, que já estará contemplado na chapa majoritária com Jarbas Vasconcelos.

O Solidariedade comanda a cidade de Olinda através do Professor Lupércio, tem dois deputados federais, Kaio Maniçoba e Augusto Coutinho, um deputado estadual, Alberto Feitosa, e um vereador do Recife, Rodrigo Coutinho. Além de governar o terceiro maior colégio eleitoral do estado, o partido tem, por baixo, 200 mil votos para deputado federal e 100 mil votos para deputado estadual, e poderia ser importante na engenharia da reeleição de Paulo Câmara.

Ao tomar os cargos do partido sob o argumento de que Augusto Coutinho votava em Mendonça Filho para o Senado, um movimento diga-se de passagem, óbvio e natural, devido o grau de proximidade entre os dois, pois são cunhados, o governador Paulo Câmara empurrou para a oposição um grupo de aliados fiéis e disciplinados, que sempre estiveram ao lado dele nestes três anos e meio de governo e que estavam dispostos a cerrar fileiras para a sua reeleição.

O gesto do Palácio pode não ter o mesmo impacto do que houve quando afastou unilateralmente DEM e PSDB em 2016, mas entrega para a oposição um partido que se confirmar a travessia dará a Armando Monteiro mais tempo de televisão, pois ficará entre os seis maiores, e uma tropa que tem votos e sobretudo credibilidade no meio político, por causa de uma secretaria que em nada mudará a vida do grupo de Jarbas, que estará contemplado na majoritária e que poderia muito bem abdicar deste espaço. (Por Edmar Lyra)

Oposição anuncia chapa na próxima semana…

A oposição composta pelos senadores Armando Monteiro Neto e Fernando Bezerra Coelho e pelos deputados federais Mendonça Filho, Bruno Araújo e Fernando Filho, bateu o martelo e anunciará na próxima semana dois nomes da chapa majoritária.

O senador Armando Monteiro, de acordo com uma fonte ouvida pelo blog, será mesmo o candidato a governador, enquanto o ex-ministro Mendonça Filho será anunciado como candidato a senador. O anúncio deverá ocorrer na segunda ou no mais tardar terça-feira. As vagas de vice e de segundo senador ficarão em aberto para aguardar o desfecho da candidatura ou não de Marília Arraes. (Edmar Lyra)

Oposição pode apostar em nomes novos para o governo …

Nas eleições de 2014 o então governador Eduardo Campos optou para a sua sucessão por um nome que na ótica dele envelheceria a candidatura de Armando Monteiro, que era o virtual adversário do PSB naquele pleito, que acabou se consumando como candidato. A opção por Paulo Câmara estava sendo feita na esteira de uma tese defendida por ele próprio de apresentar o novo, mas evidentemente Eduardo estava amparado em pesquisas qualitativas que sinalizavam não só o desejo de continuidade como um nome que representasse uma nova forma de fazer política.

Nas eleições deste ano, o desejo pelo novo fica mais latente, uma vez que a população está saturada dos chamados políticos profissionais. Por este motivo o nome de Marília Arraes vem se constituindo na grande novidade do pleito. Marília é neta de Arraes, prima de Eduardo, petista, lulista e principalmente jovem, o que tem impulsionado seu projeto em todas as camadas sociais.

Com Paulo Câmara que ainda tem uma imagem jovem e Marília Arraes que tem representado a novidade neste pleito, não resta outro caminho para a oposição do que apresentar uma chapa jovem para o pleito. O nome do deputado federal Fernando Filho, que teve uma exitosa passagem pelo ministério de Minas e Energia, para o governo de Pernambuco poderia significar um nome novo em relação a Armando, FBC e o próprio Mendonça Filho, e teria a garantia do empenho do senador Fernando Bezerra Coelho para o projeto oposicionista.

Para contrabalancear a chapa, a oposição poderia indicar o deputado estadual Silvio Costa Filho, que é um nome metropolitano, está no terceiro mandato na Alepe, e assim como Fernando Filho possui uma imagem jovem para vender ao eleitor. Para o Senado, como o cargo requer uma maior experiência, inclusive a idade mínima para a disputa é 35 anos, os nomes de Armando Monteiro e Mendonça Filho surgiriam como o complemento a um projeto jovem que estaria sendo apresentado pela oposição.

Evidentemente que essa chapa correria riscos, mas ainda que saísse derrotada por Paulo Câmara, a oposição estaria forjando dois nomes para pleitos majoritários com chances reais de vitória no pós-PSB. Na eventualidade de uma vitória, o que não estaria completamente descartada, haveria a quebra de um ciclo do PSB e o início de um projeto que poderia dar espaço a nomes como Priscila Krause, Daniel Coelho, Bruno Araújo e outras lideranças políticas que representariam uma renovação na política estadual.

Inferno – Em Brasília muitos parlamentares ficaram perplexos com o inferno astral que o PSDB está enfrentando. Diferentemente do PT que tem lastro social e um líder para apontar um caminho, que é o ex-presidente Lula, as principais lideranças tucanas seguem patinando desde que houve o impeachment de Dilma Rousseff. (Por Edmar Lyra)

Candidatura de Marília Arraes também fragiliza oposição …

Existe um desejo de atores da dita oposição pela candidatura de Marília Arraes no sentido de forçar a existência de um segundo turno acreditando numa repetição de 2006 que levou Eduardo Campos ao Palácio do Campo das Princesas. Ocorre que há uma diferença elementar entre a postulação de Marília e aquele que representar a oposição em relação ao pleito que elegeu Eduardo Campos, porque não há qualquer relação política entre eles e Marília, diferentemente de 2006 quando Eduardo e Humberto estavam no mesmo campo político.

A eventual candidatura de Marília, que em pesquisas internas e externas se configura no grande fato novo da eleição, corre um risco real de polarizar com Paulo Câmara, deixando o nome oposicionista de fora da disputa de um eventual segundo turno, fragilizando um grupo que tem dois senadores, três ex-ministros e deputados federais e estaduais com algum tipo de representatividade.

Na hipótese de Marília Arraes ficar de fora do segundo turno, no calor da disputa envolvendo o PSB, o PT e o candidato do palanque de Temer, é pouco provável que o eleitor de Marília faça a escolha por um nome oposicionista. Essa conta é óbvia e imaginar que será diferente por parte da oposição é no mínimo ingenuidade.

O melhor quadro para a oposição é o de duas candidaturas do mesmo campo político ou uma disputa no mano a mano com o governador Paulo Câmara, porque quem desaprova o governador tende a marchar com um nome oposicionista. Com Marília no jogo, Paulo pode até perder pra ela, mas a oposição sairia mais desmoralizada caso ficasse de fora da segunda etapa. Portanto, a oposição torcer pela candidatura de Marília Arraes significa torcer pelo seu próprio ocaso. (Por Edmar Lyra)

Chapão da oposição para estadual é mais frágil do que em 2014…

Álvaro Porto

Por Edmar Lyra

Nas eleições de 2014 a oposição composta por PTB, PT, PDT, PSC, PRB e PTdoB atingiu 1.118.570 votos totais, elegendo onze deputados estaduais direto e um na sobra, totalizando 12 parlamentares para a Casa Joaquim Nabuco. Naquela ocasião o chapão da Frente Popular emplacou 26 deputados, o PP cinco, e as demais siglas ficaram com as seis vagas restantes.

Passados quatro anos, a situação da Frente Popular tende a reduzir significativamente a quantidade de cadeiras em relação ao pleito passado, porém as vagas diminuirão no chapão e ampliarão nas chapinhas que devem figurar em torno de Paulo Câmara, com destaque para as chapas lideradas por André Ferreira e Eduardo da Fonte, que juntos podem aproximar de 20 deputados eleitos. Mas em nenhum momento a oposição, composta hoje por PTB, PSDB, DEM, PV, PRTB, PRB, Podemos e  Avante sinaliza viabilidade para passar de dez parlamentares para a Alepe.

Nas contas de uma eventual chapão, a situação da oposição mostra-se dificílima, uma vez que não existe nenhum puxador de votos como as chapas do PP que tem Cleiton Collins, do PSC que tem Guilherme Uchoa e Manoel Ferreira e a do PSB que tem Presbítero Adauto. O melhor nome da oposição hoje é Alvaro Porto que poderá passar de 60 mil votos, os demais figuram abaixo desta votação, fragilizando a luta por vagas na disputa.

A oposição tem de mandato que tentarão a reeleição Alvaro Porto, Socorro Pimentel, Julio Cavalcanti, Zé Humberto, Augusto Cesar e Priscila Krause, e como novatos João Paulo Costa, Alessandra Vieira, Gustavo Gouveia, Andrea Mendonça, Miguel Ricardo, Antonio Coelho, Romero Sales e os nomes que serão apresentados por Raquel Lyra e pela Igreja Universal, além de uma cauda e os votos de legenda.

Numa conta preliminar a oposição teria Alvaro Porto (60 mil), Antonio Coelho (55 mil), Socorro Pimentel (50 mil), Romero Sales (50 mil), Alessandra Vieira (45 mil), Priscila Krause (45 mil), Julio Cavalcanti (45 mil), Zé Humberto (45 mil), João Paulo Costa (45 mil), Andrea Mendonça (40 mil), Gustavo Gouveia (40 mil), Miguel Ricardo (35 mil), bem como os nomes de Raquel e da Universal que podem ter um pelo outro 100 mil votos, 50 mil votos de legenda e 100 mil votos de cauda.

Nesta conta a oposição atingiria 800 mil votos totais, num resultado que considerando um quociente eleitoral de 85 mil votos, atingiria nove parlamentares para a Casa Joaquim Nabuco. Este resultado além de ser aquém do atingido pelo chapão liderado por Armando Monteiro em 2014, daria um ponto de corte muito arriscado, uma vez que quem tivesse abaixo de 45 mil votos na oposição correria sério risco de não se eleger. Evidentemente que esta situação pode melhorar nos próximos meses, mas pelo panorama colocado é pouco provável que a oposição suplante as 12 vagas obtidas em 2014 pelo grupo que foi derrotado por Paulo Câmara.

Oposição monta chapa para ganhar as eleições…

Mendonça Filho

Uma chapa que está sendo montada por setores da oposição ao governador Paulo Câmara (PSB) tem amplas chances de sair vitoriosa nas eleições do próximo mês de outubro. Ela é formada de nomes fortes e tradicionais da política pernambucana e tem condições de conseguir um bom tempo no horário da televisão e unir os candidatos dos mais importantes partidos oposicionistas.

O candidato ao Governo do Estado é o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), que já comunicou ao presidente Michel Temer (MDB) sua disposição de deixar o Ministério para concorrer a uma vaga. O candidato a vice-governador seria o deputado estadual André Ferreira (PSC), que exerce uma forte liderança política em vários municípios na Região Metropolitana e no Sertão e na comunidade evangélica. Os candidatos ao Senado Federal seriam o senador Armando Monteiro Neto (PTB) e o deputado federal Bruno Araújo (PSDB), tendo como suplentes o ex-governador João Lyra Neto (PSDB) e o escritor Antônio Campos (Podemos), irmão do ex-governador Eduardo Campos.

A chapa com essa formação engessaria Paulo Câmara, que ficaria obrigada o formalizar a coligação com o PT e prejudicado pelo pequeno espaço no horário do Guia Eleitoral no Guia Eleitoral. Fernando Bezerra segue pra o ministério da integração para turbinar e dá suporte ao grupo, o seu filho Fernandinho será candidato a deputado federal com promessa de ser futuro candidato a prefeitura do Recife em 2020.

Esta decisão está tomada pelo impasse do PMDB.

Blog Revista Total

 

Manifesto da oposição ataca Governo Paulo Câmara…

As lideranças de oposição que participam do ato político Pernambuco quer Mudar, no Paço Alfândega, no bairro do Recife, lançaram um manifesto ontem (11). O documento traz críticas ao Governo do Estado em diversas áreas, que vão desde educação até obras inacabadas.

“É inegável que os Estados foram afetados pela crise. No entanto, Pernambuco apresenta situação econômica e social bem pior, quando comparado com outros Estados, como a Bahia e o Ceará. O pernambucano tem sofrido com a falta de liderança, de ousadia e de capacidade de gestão. A crise política e econômica não poder ser desculpa para a estagnação que se instalou em Pernambuco. Pelo contrário, é na crise que a superação, a criatividade e a capacidade de gestão precisam aparecer”, diz o texto.

No manifesto, os oposicionistas dizem que Pernambuco “é um canteiro de obras inacabadas, com mais de 1.200 empreendimentos paralisados com atrasos no pagamento de fornecedores”. Na questão fiscal, o documento afirma que os números expõem a situação do Estado, com a 6ª pior colocação do País. (Folha de Pernambuco)

2020 e 2022 na conta da oposição para 2018…

A cada dia que se passa a chapa Fernando Bezerra Coelho governador pelo PMDB, Bruno Araújo pelo PSDB e Armando Monteiro pelo PTB para o Senado com Priscila Krause de vice está se tornando mais factível na conta da oposição.

No caso de Priscila Krause na vice, contemplaria Mendonça Filho que seria candidato a deputado federal, mas o DEM ficaria livre para centrar fogo para eleger Andrea Mendonça para a Alepe. Mendonça não pegaria o Senado mas garantiria sua reeleição e emplacaria sua irmã num mandato de deputada estadual.

No caso dos Ferreira, que almejam o Senado, eles mandariam André para deputado federal, Manoel para estadual e ficariam pré-acordados que Anderson Ferreira receberia o apoio irrestrito do grupo para a reeleição em Jaboatão e ficaria encaminhada sua indicação para 2022 quando seria o senador na chapa de reeleição de FBC.

Os dois suplentes de Armando Monteiro e Bruno Araújo seriam ofertados a partidos não contemplados na majoritária. Também estaria acordado que na composição do governo, os partidos que participarem do processo receberão tamanho proporcional ao seu desempenho nas urnas, fato que não ocorre no governo do PSB e que recebe muitas críticas de aliados.

Mendonça Filho também teria outro benefício, o de que junto com Armando Monteiro e Fernando Filho, iriam ser indicados para a Esplanda, caso o atual projeto político do país se mantenha no poder.

Por fim entraria a equação de Recife, onde o próprio Mendonça que sonha acordado com ela, receberia o apoio da Frente liderada por FBC para a disputa em 2020.

Estariam contemplados nesta conta os Ferreira, os Coelho, os Monteiro, os Lyra e os Mendonça. Só falta um detalhe: combinar com o povo!  (Edmar Lyra)

Governo Temer exonera aliados de deputados dissidentes do PSDB e PR…

O governo exonerou aliados de deputados dissidentes da base aliada que ocupavam cargos na administração federal. As demissões até agora envolvem apadrinhados de parlamentares do PSDB e do Centrão, grupo integrado por PP, PSD, PR e PTB, e fazem parte da retaliação do Palácio do Planalto aos que declararam voto a favor do prosseguimento da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.

As exonerações começaram no mesmo dia da votação da denúncia contra Temer no plenário da Câmara, na última quarta-feira, 2. Naquele dia, o governo exonerou Thiago Maranhão Pereira Diniz Serrano do cargo de superintendente regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) da Paraíba. Para o lugar dele, nomeou Bartolomeu Franciscano do Amaral Filho.

Maranhão tinha sido indicado para o cargo pelo deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB). O parlamentar integra o movimento dos “cabeças-pretas”, como ficaram conhecidos integrantes da ala jovem do PSDB que encamparam o movimento a favor do desembarque do partido do governo. Cunha Lima foi um dos 21 deputados do PSDB que votaram a favor da continuidade da denúncia contra Temer, voto que já tinha declarado previamente ao Placar do Estado.

Nesta sexta-feira, 4, o Diário Oficial da União (DOU) traz publicada a exoneração do engenheiro Vissilar Pretto do cargo de superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) de Santa Catarina. A demissão foi uma retaliação ao deputado Jorginho Mello (PR-SC), responsável pela indicação de Pretto. Mello foi um dos nove deputados do PR que votaram pela abertura de investigação contra Temer.(PC)

Grupo de oposição em Taquaritinga oficializa chapa Jânio Arruda e Milton Cícero em convenção histórica…

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Na noite do último sábado (30) aconteceu a convenção da Coligação ‘Muda Taquaritinga do Norte’, composta pelos partidos PSD, DEM, Solidariedade e PTC. O evento aconteceu no Clube Serrano, localizado na sede do município, e homologou as candidaturas de Jânio Arruda (PSD) para prefeito e Milton Cícero (SD) para Vice-prefeito, além de candidatos a vereador pelo grupo de oposição na ‘Dália da Serra’.

Uma verdadeira multidão vestida de Azul lotou as dependências do clube, o movimento era intenso com a chegada de simpatizantes da ala liderada por Jânio Arruda. A rua em frente ao clube também ficou tomada de gente.

A organização do evento surpreendeu o público ao trazer três locutores para apresentar. Emanuel Brito, o popular ‘Chapolin’, Carlos Golveia e André Luís conduziram o evento com brilhantismo, muita animação do início ao fim.

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Continua…

Oposição articula derrubada de Waldir Maranhão da presidência da Câmara…

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Estadão Conteúdo 

A tentativa do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a sessão que aprovou a abertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff – ato do qual o parlamentar recuou no fim da noite desta segunda-feira – levou a oposição e aliados do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a intensificar as articulações para tirar o maranhense do comando da Casa.

“A decisão mostra que colocamos um maluco na presidência da Câmara”, disse o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e aliado de primeira hora de Cunha, antes da revogação ter ocorrido. “É uma decisão de uma pessoa desequilibrada, de um títere, de uma pessoa que está subserviente ao terminal governo do PT”, afirmou o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM).

Continua…

Oposição vaia Dilma durante discurso e comete gafe monumental…

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Correio do Brasil

As vaias à presidente Dilma Rousseff causaram desconforto aos diplomatas brasileiros, no exterior, em países onde uma ocorrência dessa natureza seria algo impensável, como nos EUA, França, Alemanha e Inglaterra. As apupos também receberam críticas de parlamentares que não integram a base aliada, como no caso do deputado Jean Wyllys: “Os aplausos efusivos da maioria à Dilma engoliram a fracassada tentativa da oposição de direita de iniciar uma vaia contra a presidenta”, disse o parlamentar, em sua conta no Twitter.

Em seu discurso, a presidente Dilma Rousseff defendeu, no plenário do Congresso Nacional, a aprovação da proposta que recria a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), no momento em que integrantes mau educados da oposição iniciaram as vaias. Dilma pediu a aprovação da CPMF ao ler a mensagem com as prioridades do Executivo na abertura dos trabalhos legislativos deste ano. Os aplausos, no entanto, dissuadiram os manifestantes.

Continua…

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