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Tag Archives: MDB

Aliado de FBC protocola ação contra aliança do MDB com o PSB em PE…

Orlando Tolentino, filiado ao MDB e aliado de primeira hora do senador Fernando Bezerra Coelho protocolou uma ação contra a aliança do MDB com o PSB em Pernambuco.

“Não se trata de intervenção, mas um pedido de um filiado para que a convenção estadual esteja alinhado com o projeto nacional capitaneado por Henrique Meirelles. E que a candidatura que mais se alinha a esse projeto é a candidatura do senador Armando Monteiro”, afirmou o advogado Bruno Brennand.

O pedido foi subscrito pelo senador Fernando Bezerra Coelho. (Eliselon Lima)

FBC espera reverter decisão judicial…

Fortalecer seu próprio palanque e enfraquecer o adversário simultaneamente é um dos objetivos do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Para tanto, o emedebista insiste na batalha jurídica que trava contra o vice-governador e presidente estadual do MDB, Raul Henry, e o deputado federal, Jarbas Vasconcelos (MDB), pelo comando do partido. A ideia de Bezerra é retomar o controle da legenda para levá-la ao palanque do senador Armando Monteiro Neto (PTB), ao mesmo tempo, que, debilitaria os governistas. Porém, o quadro atual favorece o MDB governista, que já marcou sua convenção para o dia 3 de agosto. 

A estratégia de Fernando Bezerra Coelho leva em consideração a possibilidade de que uma suposta retomada do partido no âmbito jurídico, mesmo depois da realização da convenção estadual e homologação emedebista na chapa governista pode ser revertida. Caso ocorresse uma decisão jurídica favorável à sua ala emedebista, Bezerra reuniria condições jurídicas para realizar uma nova convenção partidária até 5 de agosto – data-limite para realização das convenções. “Isso pode acontecer, mas vai depender da decisão da Justiça, que é quem pode dirimir essa questão”, disse Fernando Bezerra Coelho, que aguarda a decisão favorável do ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski. “Depende do que ele (o ministro) decidir”, avisou. 

Tratativas
Seu ponto de vista é contestado pelos seus rivais, como Jarbas Vasconcelos que aposta no sucesso do seu grupo. “A gente está atento, acompanhando passo-a-passo, eu e Raul (Henry). Acho que o desfecho nos será favorável”, declarou.

O senador ressalta que está alinhado com o projeto da executiva nacional. “Desde o começo, todas as nossas tratativas estão sendo feitas com a executiva nacional”, lembrou. O diretório nacional do MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (RR), mantém a pré-candidatura do ex-ministro Henrique Meirelles à presidência da República, que ainda poderia ceder à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), mas nos últimos dias são os próprios tucanos que não estariam dispostos a aceitar o apoio dos emedebistas. “Estamos tranquilos”, colocou.

Movimentações da semana passada da coligação Pernambuco Vai Mudar, que envolveram o deputado Bruno Araújo (PSDB) e outras possíveis pré-candidaturas ao Senado, segundo Bezerra, já foram “superadas”. Fernando Bezerra Coelho está em Petrolina, sua cidade-natal, até amanhã e deve voltar à capital pernambucana apenas no sábado. (Jairo Lima/Folha de Pernambuco)

Futuro do MDB nas mãos de Celso de Melo…

Raul Henry e Fernando Bezerra Coelho

Em meio à disputa jurídica pelo comando do MDB de Pernambuco, a ação da Executiva nacional da sigla que pede urgência na análise e deferimento do pedido de dissolução do diretório da legenda em Pernambuco cairá no colo do ministro decano Celso de Melo, pelo menos, para os próximos dias. 

Isso porque entre hoje e quarta-feira (17 e 18 de julho) ele responderá pelo plantão da Corte Suprema devido a posse da chefe do STF, ministra Cármen Lúcia, como presidente da República por conta de viagem internacional do presidente Michel Temer. Com isso, caberá a ele a responsabilidade de julgar os casos que tramitam no tribunal neste período.

Não é possível prever se o ministro decano terá ou não uma inclinação mais forte para votar a dissolução do partido. Na semana passada, o presidente estadual do MDB-PE, Raul Henry, adotou a manobra jurídica de adiar as convenções partidárias para retirar a urgência do pedido do MDB Nacional. 

O fato é que a bola continua com STF só que, dessa vez, haverá uma substituição provisória do juiz da partida, podendo mudar ou não os rumos do processo que está parado há meses no Supremo. (Carol Brito / Folha de Pernambuco)

Armando espera por apoio do MDB…

Diário de Pernambuco

O senador Armando Monteiro Neto (PTB) afirmou, ontem, em Petrolina, que ainda espera ter apoio de outros partidos à sua pré-candidatura ao governo do estado.

Em entrevista à imprensa local, ele citou especificamente o MDB, que enfrenta uma disputa jurídica entre o grupo do vice-governador Raul Henry e o de Fernando Bezerra Coelho.

“Tenho muita confiança de que, ao final, o MDB será comando por Fernando Bezerra Coelho. Não porque ele está alinhado conosco. Mas porque, conhecendo um pouco a legislação e conhecendo precedentes, o que se verifica é o seguinte: quando uma decisão de destituir o diretório anterior foi tomada pelo órgão máximo do partido, que é a executiva nacional, a deliberação foi feita por voto da executiva nacional, ou só posso imaginar que essa decisão tem uma legitimidade inquestionável do ponto de vista jurídico”, declarou. 

Indagado se estava preocupado com a aliança entre o PSB e PT no estado, ele disse que não. Frisou estar preparado para uma disputa em qualquer cenário político.

“O que o Pernambuco quer saber é o seguinte: como a gente pode melhorar as condições do estado? Como pode melhorar a saúde e a segurança?

Acho que essas são as questões que vão orientar o debate”, avaliou, lembrando que, nesta semana, houve um assalto cinematográfico de quatro bancos em Surubim, no Agreste do estado, e as pessoas querem saber, por exemplo, o que vai ser feito para combater a violência local.

MDB vem aí atrás dos votos de Lula no Nodeste…

Daniela Lima – Folha de S.Paulo

De olho em uma fatia do eleitorado que tradicionalmente apoia o PT e que registra os maiores índices de rejeição a Michel Temer, o MDB incluiu no Encontro com o Futuro, documento que aponta as diretrizes do partido para a eleição presidencial, um capítulo só com propostas para a região Nordeste.

No texto, a sigla prega que os nordestinos sejam tratados como “prioridade especial”. “Afinal, não estamos tratando de um território, mas de 60 milhões de pessoas, quase um terço dos brasileiros, dos quais metade vive no semiárido.”

O Encontro será lançado pelo partido nesta terça (22). A expectativa é a de que o evento seja usado para catapultar a pré-candidatura de Henrique Meirelles (MDB), ex-ministro da Fazenda, ao Planalto.

O MDB propõe transformar o Nordeste “no grande polo de energia do país”, com ênfase em geração eólica e solar. “Toda a política pública de energia deve estar voltada para transformar o Nordeste no grande polo de energia do país, com todas as consequências econômicas deste fato, em termos de emprego, pagamento de tributos locais e estaduais e desenvolvimento urbano consequente”, diz o documento.

A sigla também prega investimentos para dotar as cidades da costa nordestina com infraestrutura turística “de primeiro mundo” e prevê um programa estatal para desenvolver os potenciais da região com recursos de bancos públicos, como BNDES, Caixa, Banco do Brasil e Banco do Nordeste.

No longo prazo, diz o texto, a meta deve ser atrair investidores e empreendedores internacionais.

O documento fala ainda em aumentar e estabilizar a vazão do São Francisco, para estimular a agricultura irrigada na região. Em outra frente, cita como possibilidade a transposição das águas do rio Tocantins para afluentes da bacia do São Francisco.

“As primeiras estimativas apontam para a sua viabilidade ambiental e econômica. O Nordeste tem de ser o grande polo de agricultura irrigada do país, com milhares de hectares possíveis para irrigação.”

O eleitorado do Nordeste tornou-se um desafio histórico não só para o MDB, mas para candidatos de partidos de centro. Mais do que ao PT, a região tem forte apego ao ex-presidente Lula, ao ponto de 34% dos eleitores se recusarem a escolher um candidato quando o petista não aparece nas cédulas de pesquisa eleitoral, como mostrou o último Datafolha.

Temer enfrenta forte rejeição na região, principal flanco de defecções de caciques do MDB. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) apoia a candidatura de Lula abertamente e é um dos maiores críticos à gestão do presidente.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), costura aliança com o governador Camilo Santana (PT) e a família do presidenciável Ciro Gomes (PDT), que se refere a Temer como chefe de quadrilha.

Romero Jucá rebate Jarbas e o chama de desequilibrado…

Em entrevista exclusiva ao Blog, o presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá, negou que haja manobra da direção nacional da legenda e revelou que conversará com o ministro Ricardo Lewandowski para reverter a situação do partido em Pernambuco. Jucá mostrou-se confiante e muito tranquilo.

“Lewandowski tomou uma decisão sobre premissas falsas. Repassaram uma situação que não é verdadeira. Nós vamos explicar qual a verdade dos fatos”, rebateu o senador.

Sobre a relação com Jarbas, Jucá desabafou: “Tinha uma maior consideração por ele, não tenho mais. Jarbas é uma pessoa sem equilíbrio, raivosa. Distante do Jarbas do passado. Ele evoluiu para menos. A evolução foi negativa”.

O presidente do MDB afirmou que a candidatura de Fernando Bezerra é uma candidatura própria. Jarbas e Raul defendem uma candidatura do PSB. Jucá questionou por que o MDB vai dar horário de TV para um partido que xinga a legenda e que não é aliado. “É muito engraçado. Os caras não querem o MDB, mas querem o tempo e a coligação do partido”, ressaltou.

Romero Jucá ainda negou que o projeto de lei de sua autoria, que atribui ao TSE a responsabilidade de julgar ações sobre disputa intrapartidária, tenha sido por causa da situação em Pernambuco. “O projeto foi elaborado com o apoio do ministro Gilmar Mendes há mais de um ano”. O PL, que também conta com o apoio do Rodrigo Maia, segue para votação na Câmara. (por Magno Martins)

MDB vai ao STF: retomar MDB-PE de Raul e Jarbas…

Do Diario de Pernambuco

A  executiva nacional do MDB entrou com uma ação no STF para tentar reverter a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que no dia 23 de março concedeu liminar suspendendo a dissolução do diretório estadual de Pernambuco. Com isso, o comando da sigla voltou para as mãos do vice-governador Raul Henry (MDB).

Ontem, o advogado Carlos Neves, que  representa a direção local, afirmou que a notificação do STF ainda não chegou ao partido.

“Diante da decisão de Lewandowski, o comando voltou para Raul Henry que foi legitimamente constituído para o cargo. Somos os autores do processo que questiona o conflito de jurisdição e estamos aguardando a notificação para saber o argumento do recurso (do MDB nacional)”, destacou Neves. 

A polêmica no MDB gerou uma série de ações da Justiça local, que foram movidas pelo grupo de Raul Henry e do senador Fernando Bezerra (MDB), que tenta levar o partido para oposição. Na última delas, o MDB local alegou, junto ao STF, conflito de competência do TSE, ponderando que não caberia ao Tribunal Superior Eleitoral decidir por um tema que estava sendo analisado pelo TRE/PE.

A liminar concedida por Lewandowski derrubou a decisão da executiva nacional do MDB que, por 17 votos a 6, deu a FBC o direito de assumir o comando.

Nos bastidores, a opinião dos Bezerra é de que a decisão política da executiva já foi tomada e que essa decisão deverá prevalecer.

A briga de ações na Justiça, portanto, seria apenas para ganhar tempo. Na sigla, FBC aguarda o dia 20, quando o grupo de oposições irá anunciar quem será o candidato do movimento Pernambuco Quer Mudar.

Se o escolhido for o senador Armando Monteiro Filho (PTB), o senador FBC afirma que apoiará o petebista e não disputará a eleição.

Apesar de Raul e Jarbas: Fernando Filho ficará no MDB…

O ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, deverá permanecer no MDB independentemente de quem ficar na presidência do partido em Pernambuco, segundo informações de bastidores. Ele se filiou à sigla na última quarta-feira em uma solenidade comandada pelo presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá (RR).

Fernando Filho, que estava sem partido desde a desfiliação do PSB em outubro do ano passado, deixará o cargo no início de abril para disputar a reeleição para deputado federal. De acordo com comentários de bastidor, a decisão dele de permanecer no MDB, mesmo com a legenda sendo controlada pelo grupo do deputado federal Jarbas Vasconcelos, foi política. A intenção dos Coelho de ficar à frente da sigla em Pernambuco é de fortalecer o projeto de oposição para confrontar com o governador Paulo Câmara (PSB), que irá disputar a reeleição.

O nome do senador Fernando Bezerra Coelho, inclusive, é um dos cotados para concorrer à eleição estadual. No último sábado, por meio de nota, o MDB informou que diante da liminar do ministro Lewandowski, mesmo respeitando a decisão monocrática, iria recorrer para o colegiado do STF reconhecer “a natureza interna desse processo e a validade das decisões democráticas tomadas pela Executiva do MDB para dissolver o diretório regional de Pernambuco”, diz o texto. Ontem, a cúpula do partido ainda não havia encaminhado a representação ao STF. (Do Diaio de Pernambuco – Rosália Rangel)

Jarbas considera dissolução truculenta e se diz preparado pra briga…

“Não faço parte da executiva do partido mas fiz questão de estar ao lado de Raul na reunião de hoje para acompanhar de perto esse ato de truculência e arbitrariedade por parte de Romero Jucá. Isso nunca aconteceu na história do MDB. Esse ato de violência e anti democrático são as marcas da era Jucá a frente da legenda. Vou junto com Raul continuar brigando e lutando. Eles queriam briga e agora vão ter”.

Jarbas Vasconcelos

deputado federal

(Edmar Lyra)

TSE nega pedido do Diretório Nacional MDB…

                                                                                                                                          PE Notícias

O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu, ontem, negar à Executiva Nacional do MDB o prosseguimento da reclamação que o partido havia proposto contra o desembargador Francisco Eduardo Gonçalves Sertório Canto, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). 

Uma determinação de Sertório suspendeu o primeiro processo de dissolução do Diretório Estadual da sigla e, caso a queixa da cúpula emedebista fosse aceita, liminares expedidas pela Justiça comum em favor do grupo do deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) perderiam a validade, abrindo espaço para a tomada do controle do partido pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

Como a estratégia da Nacional não deu certo, nada impede que até o dia 20 de março – data em que está marcada a votação da intervenção – surja uma nova liminar impedindo o andamento do segundo pedido de dissolução da agremiação no Estado.

A reclamação do MDB se baseou nos argumentos utilizados por Sertório para suspender o pedido de intervenção. À época, o desembargador alegou que o partido realizou uma mudança no seu estatuto para garantir que o processo de dissolução de diretórios fossem feitos pela Executiva Nacional e não pelo Conselho Nacional da legenda, como constava anteriormente no texto. 

Continua…

Opinião: MDB, história e oportunismo.

Magno Martins


O presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), anunciou, ontem, que os dirigentes da legenda decidiram rebatizar a sigla com seu nome original: MDB – “Movimento Democrático Brasileiro”. Na prática, o PMDB apenas perderá o “P” de sua sigla, que se refere a “partido”. A troca de nome é parte de um movimento que inclui outras legendas para tentar modernizar os nomes das siglas antes das eleições de 2018.

A iniciativa é efeito do desgaste do meio político nos últimos anos por conta de revelações de esquemas de corrupção, como o investigado pela Operação Lava Jato. A alteração deve ser colocada em votação na convenção nacional da legenda, em 27 de setembro. Segundo Jucá, a mudança de nome já foi comunicada, ontem mesmo, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mesmo antes de a proposta ser analisada em convenção.

“Quero rebater críticas de que o PMDB estaria mudando de nome para se esconder. Não é verdade. Estamos resgatando nossa memória histórica. Queremos realmente ganhar as ruas. Nós vamos ter uma nova programação, bandeiras nacionais”, explicou. O PMDB estudava resgatar o nome desde o fim de 2016. Até então, alguns legendas também optaram por mudar a sigla para se descolar da atual crise política e se aproximar dos eleitores.

Continua…

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