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Tag Archives: Lula

Datamétrica: Lula lidera com 59% dos votos em PE…

As intenções de voto espontâneas para presidente sinalizam a força do ex-presidente Lula em Pernambuco. Lula aparece em primeiro lugar, com 41% das intenções de votos, seguido distantemente por Jair Bolsonaro com 9%, Ciro Gomes, com 2%, e os demais com 1% ou menos. Os resultados são da pesquisa Datamétrica, realizada nos dias 8 e 9 de junho.
Nas intenções de voto estimuladas, foram feitos dois exercícios: com Lula e sem Lula. Na simulação com Lula (PT), o ex-presidente aparece com 59%, Jair Bolsonaro (PSL) com 11%, Marina Silva (Rede) com 3%, Ciro Gomes (PDT) com 3%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 2% e o restante com 1% ou menos.

Avaliando os estratos da pesquisa, vê-se que Lula é forte em todos os cortes. Na camada até o ensino fundamental, ele aparece com 68% das intenções. Entre os que têm 60 anos ou mais, ele atinge 74%. 
E, por outro lado, no segmento de menor frequência de intenções de voto, que é de eleitores com até o ensino médio, ainda assim as intenções de voto no ex-presidente são elevadas: 46%. Do ponto de vista da distribuição geográfica, sua força é bem distribuída: 59% das intenções de voto da Região Metropolitana do Recife e 58% dos votos das demais mesorregiões agrupadas.
Na simulação sem a opção de Lula, branco/nulo/ninguém cresce de 16% para 45%.  Marina, dentre os pré-candidatos, é quem mais se beneficia, crescendo de 3% para 15%. Ciro Gomes sobe de 3% para 6%. Os demais crescem 1% ou menos. 
Observada a migração dos votos em Lula na estimulada de primeiro turno, entre o cenário com ele e sem ele, 21% dos que apontaram Lula como opção migraram para Marina Silva e 6% escolheram Ciro Gomes. São os pré-candidatos percebidos hoje como de maior capacidade de substituí-lo. Metade dos eleitores de Lula, exatos 50% dos entrevistados, afirmam que, na falta de opção com Lula, votam branco/nulo/ninguém.

SEGUNDO  TURNO
Nas simulações de segundo turno, os resultados mostram um pré-candidato sem concorrentes, praticamente. Entre o pré-candidato do PT, Lula, e o pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro, Lula aparece com 69% e Bolsonaro com 14%. Na simulação entre Lula e Geraldo Alckmin, o ex-presidente apareceu com 71% o ex-governador de São Paulo com 7%.
O cenário entre Marina Silva e Jair Bolsonaro mostra Marina com 34% e Bolsonaro com 16%. Quando se substitui Bolsonaro por Alckmin nesta simulação, Marina permanece com 34% e Alckmin mostra ainda menos força, 10%. Na possibilidade de Ciro Gomes enfrentar Jair Bolsonaro ou Geraldo Alckmin, os resultados hoje não seriam mais expressivos. No primeiro caso, Ciro Gomes aparece com 22% e Jair Bolsonaro com 16%; entre Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, temos 20% a 12%.
A pesquisa tem margem de erro de 4 pontos percentuais. Foi realizada com 600 pessoas e registrada no TRE-PE sob a numeração PE-02648/2018.

EXPECTATIVA
Hoje, 49% dos pernambucanos acreditam que Lula será eleito presidente nestas eleições, outros 16% acreditam que Bolsonaro vencerá. Os demais pré-candidatos são citados em 1% ou menos dos casos. Esta expectativa de vitória é um indicador curioso. Quando os entrevistados são perguntados se acham que Lula será realmente candidato, 58% disseram que sim e 35% disseram que não. Dos 58% que acreditam na candidatura dele, 67% acham que ele se elegerá. Entre os 35% que acreditam que ele não será candidato, ainda assim, 18% afirmaram que ele será eleito presidente. Dentre esses mesmos 35% que não acreditam na viabilidade da candidatura de Lula, 32% disseram que não sabem quem será eleito presidente.

O eleitor de Lula, ao ser perguntado sobre a intenção de voto para governador, não apresenta até o momento um viés de favorecimento à pré-candidata do PT, Marília Arraes. Na pesquisa publicada ontem pelo Diario, viu-se que Paulo Câmara teria 20%, Marília Arraes 17% e Armando 14%. Demais votos somam 49%. 

Dentre os 59% dos eleitores entrevistados que revelaram intenção de voto a presidente em Lula, os votos para governador se distribuiriam da seguinte forma: 24%, 22% e 16%, para Paulo Câmara, Marília Arraes e Armando Monteiro, respectivamente. Não há, dentre os três, um que seja particularmente preferido do eleitor de Lula neste momento.

“O que parece ser um erro de pesquisa, é na verdade uma contradição real que demonstra que muitos eleitores ainda não internalizaram a possibilidade de Lula não ser candidato. Ele (o eleitor entrevistado) cai em contradição ao reconhecer que é improvável a candidatura do ex-presidente mas, ao mesmo tempo, diz que acredita que ele será eleito”, afirma Analice Amazonas, sócia-diretora da Datamétrica Pesquisa e Consultoria Econômica. (Diário de Pernambuco)

Sem Lula no 2º turno, Marina venceria Ciro, Alckmin e Bolsonaro, mostra Datafolha…

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Pesquisa Datafolha sobre as intenções de voto na corrida presidencial de outubro, divulgada na madrugada deste domingo (10), revela que, nas simulações para um eventual segundo turno sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), considerando a margem de erro da pesquisa de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, aparece em situação de empate técnico, com 36% dos votos, contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) (34%). Lula está preso em Curitiba desde abril.

Mesma situação de empate aparece contra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), quadro em que o pedetista tem 32% e o tucano, 31%. Ciro venceria, com 38%, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que teria 19%. A única simulação em que Ciro ficaria atrás no segundo turno é contra Marina Silva (Rede), que teria 41%, ante 29% do ex-ministro. Marina aparece na frente também com 42% ante Bolsonaro (32%) e contra Alckmin (27%).

Nas simulações de primeiro turno, sem Lula na corrida presidencial, Bolsonaro (PSL) está à frente dos concorrentes, com 19%, seguido de Marina que oscila entre 14% e 15%. Ciro oscila entre 10% e 11%, Alckmin tem 7% e Alvaro Dias (Podemos), 4%. Já Bolsonaro, no segundo turno, aparece empatado com Alckmin, ambos com 33%. Contra Haddad (27%) venceria o pleito, com 36%. Alckmin (36%) venceria a eleição somente se o adversário no segundo turno fosse Haddad (20%). Nas simulações com Lula, o petista venceria a eleição em qualquer cenário. Segundo a pesquisa, o ex-presidente seria eleito com 49% tanto na disputa contra Bolsonaro, que teria 32%, quanto contra o ex-governador Alckmin, com 27%. Se a oponente fosse Marina, Lula teria 46% ante 31% da ex-ministra. Votos em branco, nulos ou ‘nenhum’ representam, respectivamente nos cenários acima, 22%, 21% e 17%.

A mais recente pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 6 (quarta-feira) e 7 (quinta-feira) deste mês, teve como base 2.824 entrevistas em 174 municípios em todos os Estados do País, mais Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob número BR-05110/2018. (Agência Estado / Diário de Pernambuco)

Lula 30%, Bolsonaro, 17%, Marina, 10%, diz Datafolha…

G1

Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste domingo (10) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018. Foram feitas 2.824 entrevistas entre 6 e 7 de junho, em 174 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja os resultados dos 4 cenários pesquisados no 1º turno:

Cenário 1 (Se Lula for candidato)

·                   Lula (PT): 30%

·                   Jair Bolsonaro (PSL): 17%

·                   Marina Silva (Rede): 10%

·                   Geraldo Alckmin (PSDB): 6%

·                   Ciro Gomes (PDT): 6%

·                   Alvaro Dias (Podemos): 4%

·                   Manuela D’Ávila (PC do B): oscila entre 1% e 2%

·                   Rodrigo Maia (DEM): oscila entre 1% e 2%

·                   Aldo Rebelo (SDD): oscila entre 0% e 1%

·                   Fernando Collor de Mello (PTC): oscila entre 0% e 1%

·                   Flávio Rocha (PRB): oscila entre 0% e 1%

·                   Guilherme Afif Domingos (PSD): oscila entre 0% e 1%

·                   Guilherme Boulos (PSOL): oscila entre 0% e 1%

·                   Henrique Meirelles (MDB): oscila entre 0% e 1%

·                   João Amoêdo (Novo): oscila entre 0% e 1%

·                   João Goulart Filho (PPL): oscila entre 0% e 1%

·                   Josué Alencar (PR): oscila entre 0% e 1%

·                   Levy Fidelix (PRTB): oscila entre 0% e 1%

·                   Paulo Rabello de Castro (PSC): não alcança 1% em nenhum cenário

·                   Sem candidato: 21%

Cenário 2 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula)

·                   Jair Bolsonaro (PSL): 19%

·                   Marina Silva (Rede): 15%

·                   Ciro Gomes (PDT): 10%

·                   Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

·                   Alvaro Dias (Podemos): 4%

·                   Fernando Haddad (PT): 1%

·                   Sem candidato: 33%

Cenário 3 (Se o PT lançar Jaques Wagner no lugar de Lula)

·                   Jair Bolsonaro (PSL): 19%

·                   Marina Silva (Rede): 14%

·                   Ciro Gomes (PDT): 10%

·                   Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

·                   Alvaro Dias (Podemos): 4%

·                   Jaques Wagner (PT): 1%

·                   Sem candidato: 33%

Cenário 4 (Se o PT ficar fora da eleição):

·                   Jair Bolsonaro (PSL): 19%

·                   Marina Silva (Rede): 15%

·                   Ciro Gomes (PDT): 11%

·                   Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

·                   Alvaro Dias (Podemos): 4%

·                   Sem candidato: 34%

Cenários pesquisados para o 2º turno:

Cenário 1 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):

·                   Lula (PT): 49%

·                   Jair Bolsonaro (PSL): 32%

·                   Branco/nulo: 17%

·                   Não sabe: 1%

Cenário 2 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):

·                   Lula (PT): 49%

·                   Alckmin (PSDB): 27%

·                   Em branco/Nulo: 22%

·                   Não sabe: 1%

Cenário 3 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):

·                   Lula (PT): 46%

·                   Marina (Rede): 31%

·                   Em branco/Nulo: 21%

·                   Não sabe: 1%

Cenário 4 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):

·                   Alckmin (PSDB): 36%

·                   Haddad (PT): 20%

·                   Em branco/Nulo: 40%

·                   Não sabe: 4%

Cenário 5 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):

·                   Bolsonaro (PSL): 36%

·                   Haddad (PT): 27%

·                   Em branco/Nulo: 34%

·                   Não sabe: 3%

Cenário 6 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):

·                   Ciro (PDT): 38%

·                   Haddad (PT): 19%

·                   Em branco/Nulo: 38%

·                   Não sabe: 4%

Cenário 7 (Sem Lula)

·                   Ciro (PDT): 32%

·                   Alckmin (PSDBB): 31%

·                   Em branco/Nulo: 34%

·                   Não sabe: 3%

Cenário 8 (Sem Lula)

·                   Marina (Rede): 42%

·                   Alckmin (PSDB): 27%

·                   Em branco/Nulo: 29%

·                   Não sabe: 2%

Cenário 9 (Sem Lula)

·                   Alckmin (PSDB): 33%

·                   Bolsonaro (PSL): 33%

·                   Em branco/Nulo: 32%

·                   Não sabe: 3%

Cenário 10 (sem Lula)

·                   Marina (Rede): 42%

·                   Bolsonaro (PSL): 32%

·                   Em branco/Nulo: 24%

·                   Não sabe: 2%

Cenário 11 (sem Lula)

·                   Ciro (PDT): 36%

·                   Bolsonaro (PSL): 34%

·                   Em branco/Nulo: 28%

·                   Não sabe: 3%

Cenário 12 (sem Lula)

·                   Marina (Rede): 41%

·                   Ciro (PDT): 29%

·                   Em branco/Nulo: 28%

·                   Não sabe: 2%

Influência

·                   30% dizem que votariam em candidato indicado por Lula.

·                   17% dizem que ‘talvez’ votariam em candidato indicado por Lula

·                   51% dizem que rejeitariam em candidato indicado por Lula

·                   65% dizem que rejeitariam candidato indicado por Fernando Henrique Cardoso

·                   92% dizem que rejeitariam candidato indicado por Michel Temer

Cármen Lúcia descartou mais uma vez a candidatura de Lula….

Entrevistada pela Veja, ela disse:

“O direito brasileiro não permite que haja, pela Lei da Ficha Limpa, o registro válido daquele que tenha sido condenado a partir de um órgão colegiado. Juridicamente, é isso que se tem no Brasil.”

Em encontro com Silvio, Lula prega diálogo sobre a crise…

O deputado federal Silvio Costa (Avante) visitou, na tarde de hoje, o ex-presidente Lula, preso há quase dois meses. O parlamentar, que foi à carceragem acompanhado por oito deputados, relatou, em entrevista ao Blog da Folha, que o petista continuará lutando para viabilizar sua candidatura presidencial e que está muito preocupado com a crise atual, gerada pela greve dos caminhoneiros.

De acordo com Silvio Costa, Lula pediu serenidade da base de oposição no Congresso. O grupo, que passou cerca de duas horas com o ex-presidente, pediu orientações sobre a condução da crise. “Ele está preocupado, pois acha que talvez esta seja a maior crise que o país já passou. Então defendeu o diálogo com todos os setores da sociedade. Lembrou que os governos do PT sempre tiveram esta marca, sempre conversaram com todas as classes”, disse.

Segundo o congressista, o petista fez questão de frisar que “o problema do governo Temer é que só dialoga com a classe patronal e não tem base social”. “Por isso, sugeriu que buscássemos escutar todos os setores para ter uma visão clara sobre o que anda acontecendo e traçar estratégias para sair desta crise”, apontou.

Ao falar sobre seus planos eleitorais, Lula garantiu que continuará com o plano de registrar sua candidatura. “Encontramos um homem indignado, mas com muita força. Ele está determinado a ser candidato e provar sua inocência. Existe jurisprudência para isso, pois vários políticos foram eleitos mesmo presos. Então ele vai continuar lutando”, colocou o deputado.

O parlamentar não quis comentar sobre as conversas em torno da eleição em Pernambuco. Mas destacou que, agora, é mais “pré-candidato a senador do que nunca”.

A visita da comissão de deputados ocorreu após duas negativas da juíza da execução penal, Carolina Lebbos. A autorização foi dada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, no dia 23 de maio. (Magno Martins)

TSE pode impedir que nome de Lula apareça na urna em outubro…

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir na próxima terça-feira se um réu em ação penal pode se candidatar a presidente da República. O julgamento pode definir a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi condenado por um tribunal de segunda instância.

Embora o caso a ser examinado trate apenas de situações que envolvam réus que se apresentam para a disputa, os ministros poderão ampliar o debate. E discutir se um condenando pode apresentar candidatura. Se isso acontecer, a tendência é a Corte declarar que réus podem se candidatar, desde que não tenham sido condenados. Neste caso, Lula ficaria de fora da urna nas eleições de outubro.

Além de servir de parâmetro para Lula, o entendimento do TSE vai orientar os partidos na escolha dos candidatos que disputarão o mais alto cargo do país. Um ministro da Corte ouvido pelo GLOBO foi categórico ao dizer que, se um réu não foi ainda condenado ou absolvido, não há objeções à candidatura. Outros dois ministros ponderaram que, se esse réu foi condenado por um tribunal de segunda instância, a Lei da Ficha Limpa impede o registro da candidatura.

A consulta foi proposta ao tribunal pelo deputado Marcos Rogério (DEM-RO). Ele quer saber se um réu em ação penal na Justiça Federal pode ser candidato à Presidência da República. Em caso positivo, ele quer saber se o candidato, na hipótese de vencer a eleição, poderá assumir o cargo. As consultas encaminhadas ao TSE são respondidas em tese, e não em um caso concreto. Mas servem de orientação para os partidos e candidatos.

Continua…

PT vai à briga se TSE vetar candidatura de Lula…

Diante das informações de que ministros do TSE buscam uma forma de rejeitar a inscrição de Lula na corrida presidencial de ofício, sem dar margem para discussão, a direção do PT começou a levantar casos de candidatos que disputaram eleições com registros indeferidos e depois, escolhidos pelo voto, reverteram a inelegibilidade.

O estudo, conduzido pelo advogado Luiz Fernando Pereira, usa dados a partir de 2002 e vai sustentar a ofensiva retórica do partido nas ruas e nos tribunais.

PT sabe que será difícil encontrar apoio à causa, especialmente porque o ministro Luiz Fux, que estará no comando do Tribunal Superior Eleitoral em agosto, quando haverá o registro de candidaturas, já deu declarações que indicam posição contrária à inscrição de Lula.

Pereira sustenta tese segundo a qual o que existe hoje em relação ao ex-presidente é uma inelegibilidade provisória.

Com base no material colhido pelo advogado, o partido produzirá campanhas com o mote “Lula será exceção à regra?”.

Já o documento “Encontro com o Futuro”, que o MDB apresentará na terça (22), dedica capítulo ao Nordeste. O texto destacará propostas de valorização da economia e de políticas sociais para a região. (Daniela Lima – Folha de S.Paulo)

Ele é ou não é candidato?

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Carlos Brickmann

Lula não é candidato, embora diga que é. A alternativa petista a ele, Fernando Haddad, foi pesadamente atingida pela delação premiada de João Santana e Mônica Moura, seus marqueteiros da campanha para prefeito. Joaquim Barbosa pensou melhor e desistiu da candidatura: se as costas lhe doíam tanto que o levaram a se aposentar do Supremo, doerão também se for presidente. E histórias como a do apartamento de Miami, de problemas familiares e outras, verdadeiras ou falsas, surgirão no moedor de carne que é uma campanha eleitoral. Melhor dar pareceres e ficar sossegado.

No campo que se classifica como “de esquerda”, só Ciro Gomes vai crescendo. É um nome para se prestar atenção – desde que pense bem no que fala. Já perdeu muitos pontos, apesar de ter carisma, dizendo algo que pegou mal.

Nos meios políticos, excetuando-se setores mais radicais, ninguém está satisfeito com a prisão de Lula. Há quem ache que a prisão só o favorece, há quem sustente que divergência política deve ser resolvida por meios políticos, e que ele deveria ser punido de maneira menos dura, com devolução do que for possível recuperar e proibição de se candidatar. E há quem tema pelo próprio futuro: se Lula, que desperta devoções profundas, vai preso, que acontecerá com outros líderes sem o seu prestígio? Em outras palavras, é bom protegê-lo, pois protegê-lo é sinônimo de proteger-se. Mas há um problema: é preciso mudar a lei de tal maneira que Lula seja só um dos beneficiados. Beneficiá-lo diretamente seria hoje impensável.

Um vice para Lula: Celso Amorim no cardápio…

Celso Amorim entrou no cardápio de possíveis vices de Lula, que deve ser registrado pelo PT no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) como candidato à Presidência.

O partido está preocupado com a ausência em debates e sabatinas que veículos promovem com pré-candidatos. Uma vez indicado vice, Amorim teria, na visão da legenda, condições de representar Lula e defender o seu governo, do qual foi chanceler.

Os defensores do nome dele apontam também o fato de que Amorim não colocaria obstáculos caso tivesse que ser substituído na chapa mais adiante, para dar lugar a outro vice.

Ou mesmo para que o PT, numa hipótese remota, se aliasse a um candidato de outro partido caso Lula não possa disputar. (Magno Martins)

Sílvio Costa pronto para ungir-se como “o senador de Lula”…

O deputado Sílvio Costa não disputará um novo mandato para a Câmara Federal, de onde prometeu que não mais sairia após sua primeira eleição em 2006. Renovou o mandato em 2010 e posteriormente em 2014. E em 2015 iniciou um processo de aproximação com a então presidente Dilma Rousseff, tendo sido inclusive no Congresso um dos seus mais aguerridos defensores no processo de impeachment, que culminou com o seu afastamento. Pela defesa que fez da então presidente, aproximou-se também do seu antecessor e agora deseja disputar um mandato majoritário em Pernambuco como “o senador de Lula”.

Ele já tem na ponta da língua o discurso que fará durante a campanha, explorando as contradições internas da Frente Popular que poderá colocar, lado a lado, como candidatos a senador, o petista Humberto Costa e o peemedebista Jarbas Vasconcelos, adversários históricos em Pernambuco. Costa só não sabe ainda por qual chapa se candidatará – se pela da vereadora Marília Arraes (?) ou pela do senador Armando Monteiro, que deverá ser candidato a governador por uma frente de oposição. No entanto, garante ter “munição suficiente” para combater eventual aliança do PT com a Frente Popular, que compara a um casamento “mal alinhavado” por pragmatismo eleitoral. (Inaldo Sampaio)

Lula vê TV…

Mônica Bergamo registrou em sua coluna na Ilustrada, na quinta-feira (3), que o ex-presidente Lula tem reclamado da programação da TV aberta, a única a que tem acesso na sala em que está preso, na Polícia Federal, em Curitiba.

“Ele diz que não aguenta mais ver tanto programa religioso na tela”, escreveu a colunista.

Reclamação justa, mas é preciso registrar que, assim como seus antecessores e sucessores na Presidência, Lula não fez nada para mudar este quadro.

A legislação brasileira sobre comunicações abre brechas para a locação de espaço na grade para igrejas e pouca gente, no Executivo e no Legislativo, parece interessada em mudar esta situação.  (Maurício Stycer – Folha de S.Paulo) 

Ministros do STF admitem possibilidade de soltura e candidatura de Lula…

Correio Braziliense

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) admitem a possibilidade de soltura e de um eventual registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava-Jato há 17 dias em Curitiba.

A declaração aconteceu nesta terça-feira (24/4) em evento sobre “fake news”, promovido pela revista Veja no Teatro Santander, em São Paulo. Entre os convidados, estavam o ministro do Supremo e presidente do Superior Tribunal Eleitoral, Luiz Fux, e o ministro do Supremo Gilmar Mendes.

Mendes chegou a admitir a possibilidade da decisão do plenário virtual da segunda instância do STF resultar na liberdade de Lula, mas disse que essa decisão já estaria “prejudicada”. “Eu acredito que já esteja prejudicado, porque o Tribunal (TRF-4) negou o recurso, mas pode, claro”, afirmou o ministro.

Ainda sobre o ex-presidente, o ministro comentou a hipótese de que em vez de dois crimes (lavagem de dinheiro e corrupção passiva), Lula possa ser condenado apenas por corrupção — e a lavagem de dinheiro ser considerada uma ação feita no contexto da corrupção passiva. “É preciso discutir se os dois crimes a que ele foi condenado são realmente dois crimes”, afirmou. Se, eventualmente, o entendimento for de que houve apenas um crime, a pena do ex-presidente poderá ser reduzida.

Candidatura registrada  

Embora Luiz Fux tenha afirmado que uma das tarefas do TSE seja preservar a lei da ficha limpa, ele não descartou a hipótese de Lula ter sua candidatura à Presidência da República registrada. “A lei prevê que o acesso ao Judiciário é uma cláusula pétrea. Evidente que, se o Supremo Tribunal Federal deferir uma liminar, e o TSE vem abaixo dele, manda quem pode e obedece quem tem juízo”, disse. “Se o Supremo emitir uma ordem eu terei que, necessariamente, cumprir”, finalizou.

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