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Jarbas e Alckmin…

O cenário político atual e as eleições de outubro foram a pauta de um jantar reservado entre o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), e o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB). O encontro ocorreu na última segunda, na capital paulista. O vice-governador de Pernambuco e presidente estadual do MDB, Raul Henry, participou da conversa.

Jarbas, candidato ao Senado na chapa do governador Paulo Câmara (PSB) que concorre à reeleição, declarou seu voto a favor do presidenciável tucano, no ano passado, durante participação de Alckmin de evento do Lide/Fiepe, no Recife. Naquela ocasião, Paulo demonstrava simpatia pela candidatura do tucano, mas agora, o nome da vez é Ciro Gomes, do PDT.

Rearrumação  

Antes de Ciro, o PSB tentou a candidatura do ex-presidente do STFJoaquim Barbosa (PSB)  e, pelo visto, não será fácil unir o partido em torno do presidenciável cearense. Como o PSB tem dificuldades em praticamente todas as regiões, há quem aconselhe que o melhor seria liberar os estados para apoiar quem quisesse e, depois das eleições, tentar se rearrumar. 

(Marisa Gibson/ DP)

Sem perder tempo, Raul e Jarbas recorrem ao STF…

O vice-governador Raul Henry não perdeu tempo e já ingressou com uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a dissolução do partido, realizada nesta terça-feira (20) pela Executiva nacional do MDB. O relator será o ministro Ricardo Lewandowski.

A ação contesta a decisão monocrática tomada pelo ministro Ademar Gonzaga. Segundo a ação, há Conflito de Competência, do diretório estadual. A defesa de Henry alega que o ministro do TSE “exorbitou de sua competência ao decidir uma matéria que não seria de atribuição da Justiça Eleitoral”.

Para este processo no STF, Raul Henry e Jarbas Vasconcelos contrataram uma advogada de peso, a ex-ministra do TSE Luciana Lóssio. Ela é prima do ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lossio, que foi aliado do grupo jarbista. (Folha de Pernambuco)

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Paulo Câmara se solidariza com Raul e Jarbas…

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), comentou a decisão da executiva nacional do MDB de aprovar a dissolução do diretório estadual da legenda. O socialista se solidarizou com o deputado Jarbas Vasconcelos e com o vice-governador Raul Henry, ambos do MDB-PE. 

“O que estão tentando fazer contra eles é uma das maiores violências da história política nacional. Mas essa luta não se encerrou. Ainda acredito que a Justiça há de prevalecer. Jarbas e Raul têm o nosso apoio e solidariedade”, afirmou o governador, por meio de nota.

Com a deliberação da nacional, o partido no Estado será dirigido por uma comissão provisória, que vai vigorar por 90 dias, com possibilidade de prorrogação, e será presidida pelo senador Fernando Bezerra Coelho. O parlamentar integra o grupo das oposições que deverá lançar candidatura contra o governador Paulo Câmara. (Folha de Pernambuco)

Juiz derruba liminar que impedia dissolução do diretório estadual do MDB…

Credito: Nando Chiappetta/DP- Politica foto – Fernando Bezerra Coelho.

O juiz José Alberto de Barros Freitas Filho, da 26ª Vara Cível da Capital, derrubou, parcialmente, a liminar que impedia a dissolução do diretório estadual do MDB, comandado atualmente pelo vice-governador Raul Henry, na noite desta quinta-feira. A decisão permite que a executiva nacional da legenda, sob a liderança do senador Romero Jucá (RR), dê início ao processo de intervenção no diretório de Pernambuco. O novo round da disputa jurídica foi comemorado pelo senador Fernando Bezerra Coelho, que se filiou à sigla em setembro do ano passado para ser candidato ao Palácio do Campo das Princesas. 

Na sentença, o magistrado explicou que tinha analisado o caso, mesmo com o Poder Judiciário em recesso. Após verificar os argumentos jurídicos apresentados pelo grupo de FBC, que solicitou urgência em virtude da proximidade do prazo final para filiações partidárias e do clima de incerteza jurídica da sigla, o que prejudica alianças partidárias.

A decisão, no entanto, não é definitiva. Ainda é passível de recurso. O presidente do MDP-PE, Raul Henry, não foi encontrado para se posicionar sobre a liminar. Foto: Ricardo Fernandes/DP/Arquivo (A decisão, no entanto, não é definitiva. Ainda é passível de recurso. O presidente do MDP-PE, Raul Henry, não foi encontrado para se posicionar sobre a liminar. Foto: Ricardo Fernandes/DP/Arquivo)
A decisão, no entanto, não é definitiva. Ainda é passível de recurso. O presidente do MDP-PE, Raul Henry, não foi encontrado para se posicionar sobre a liminar. Foto: Ricardo Fernandes/DP/Arquivo

José Alberto de Barros pontuou que não competia ao Conselho Nacional do MDB dissolver diretórios, mas sim à executiva nacional, conforme retificação feita pela legenda junto ao Tribunal Regional Eleitoral, dando poderes à cúpula partidária nacional para promover as mudanças nos diretórios. Na convenção nacional do PMDB, realizada em setembro, 325 votos endossaram que as alterações no estatuto fossem feitas.

Continua…

Jarbas Vasconcelos, uma vida movida pela ira…

* Fernando Bezerra Coelho – Folha de S.Paulo

Uma coisa sobre Jarbas Vasconcelos é unanimidade em Pernambuco: trata-se de uma alma movida pelo ódio. Um homem que ao longo de tantas décadas notabilizou-se por difamar e atacar quem dele discorda.

Não foi com surpresa que lemos o artigo escrito por ele e veiculado por esta Folha na última quinta-feira (28) (“O que de fato esperar do novo MDB”). Quem conhece Jarbas sabe que esse tipo de atitude é sua marca na política.

Mas, para o bem da verdade, alguns pontos devem ser esclarecidos. Jarbas fala em contradições dos outros, quando sua biografia é marcada justamente por incoerências e traições. Chama a mim de adesista, mas aceitou meu apoio em 1990, quando meu pai foi seu candidato a vice-governador; em 2002, na disputa pela reeleição; e em 2014, quando foi eleito para a Câmara dos Deputados.

Como a história não se apaga, é importante lembrar que já na aurora da redemocratização, em 1982, ele traiu Miguel Arraes (1916-2005), impedindo o ex-governador de retomar nas urnas o mandato cassado em 1964.

Continua…

A hora é essa…

Em Pernambuco, a cláusula de barreira expõe dois casos interessantes. O deputado federal Jarbas Vasconcelos, que corre o risco de deixar o PMDB, cujo controle está sendo reivindicado pelo senador Fernando Bezerra Coelho, já é de longe o objeto de desejo mais cobiçado de muitas legendas pequenas.

A presença de Jarbas, que pretende se candidatar ao Senado, empresta densidade a qualquer palanque.

Do outro lado, o PT não se enquadra na categoria de partido pequeno mas, em Pernambuco, a legenda não tem representante na Câmara dos Deputados e precisa eleger um deputado federal em 2018, no caso, João Paulo.

É por isso que há petistas trabalhando com afinco por uma aliança com o PSB de Paulo Câmara. Além de garantir a eleição de um deputado federal, poderia assegurar a reeleição de Humberto Costa para o Senado.(De Marisa Gibson, na sua coluna DIÁRIO POLÍTICO desta quinta-feira:)

 

O Peso de Jarbas…

De Marisa Gibson, na sua coluna Diário Político deste domingo

Já se disse tudo a respeito do PMDB, mas nunca houve uma fragmentação tão grande como a que atinge o partido desde 2015, provocada pelas disputas internas e pelo desmoronamento ético de alguns integrantes. E é nesse ambiente de acirramento, como acontece sempre nos momentos de crise, que o peemedebista Jarbas Vasconcelos – dissidente de longas datas – surge como o político que pode ajudar a sigla a sair da beira do abismo.

No momento, esse abismo é a convenção do PMDB, a ser realizada em março e onde está em jogo a permanência do vice-presidente Michel Temer no comando nacional do partido. Acredita-se que Temer tem uma maioria que garante a sua recondução, mas seus adversários não são fracos, como é o caso do presidente do Senado, Renan Calheiros.

Jarbas Vasconcelos e Michel Temer

Jarbas Vasconcelos e Michel Temer

O vice é um bom articulador, mas está sendo obrigado a fazer uma peregrinação pelos estados para garantir o seu lugar. Nesta semana, vem a Pernambuco e Jarbas, deputado federal, é a figura central dessa visita. Embora tenha se aproximado de Temer, Jarbas é categórico:

“Sou dissidente, votei contra Temer no partido e nas urnas, mas mexer no comando do PMDB agora é uma aventura. Votarei nele”.Jarbas pondera que o partido não vai bem, há uma desconfiança da população e qualquer mudança afetaria um eventual governo Temer. Evidentemente, Jarbas continua apostando na renúncia da presidente Dilma.

“De São Paulo ao Maranhão, a situação é gravíssima. O Brasil não suportará mais três anos desse governo, a crise está incorporada e tudo isso leva a Temer”.Assim, avisa, o PMDB não pode dar um passo em falso, advertindo ainda que “partido deve se preparar para que Temer possa fazer uma ampla coalizão, maior do que a do governo de Itamar.

Bem, o deputado vive um momento privilegiado: é um dissidente que une e tem sua credibilidade atestada por líderes de todos os grandes partidos e também do baixo clero – grupo de parlamentares que, por um conjunto de fatores, fica no ostracismo. Nessa condição, Jarbas continua sendo incentivado a disputar a presidência da Câmara dos Deputados. Mas, essa é outra história, que só irá adiante com a saída de Eduardo Cunha do cargo.

Jarbas admite disposição para disputar lugar de Cunha…

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O deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) admitiu, pela primeira vez, ter disposição para disputar a Presidência da Câmara dos Deputados, no caso de uma eventual cassação do atual presidente Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O parlamentar, no entanto, disse que não vai se posicionar oficialmente sobre o assunto porque, na avaliação dele, seria “um primarismo meu ou de qualquer outra pessoa falar de uma eleição para um cargo que não está vago”, ponderou o peemedebista.

Jarbas Vasconcelos foi questionado sobre o assunto depois de participar, ontem, de uma mesa-redonda sobre a crise política instalada no país, que teve como pano de fundo o lançamento do livro O Supremo, do jurista Joaquim Falcão.

“PSICOPATA E MENTIROSO”

Jarbas disse que os partidos de oposição erram em apostar todas as fichas em “uma pessoa que não era para acreditar”, referindo-se à eleição do presidente da  Câmara, a quem chamou de “psicopata e mentiroso”. Sobre o impeachment da presidente Dilma, ele acredita que não acontecerá este ano, mas que uma “pessoa que tem apenas 10% de aprovação” não conseguirá se manter no poder.

Em pouco mais de uma hora de discussão, no auditório da Livraria Cultura, Paço Alfândega, foram inúmeras as críticas ao governo Dilma, ao ex-presidente Lula (PT), ao PT e a Eduardo Cunha. As declarações mais duras envolveram as denúncias de corrupção (mensalão e Petrobras), as manobras de Cunha para evitar a cassação e as confusões protagonizadas no Congresso Nacional. (Diário de Pernambuco)

 

0 Jarbas pode romper de novo com o PSB…

Em discurso na tribuna do Senado, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

Em discurso na tribuna do Senado, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

Hoje, dia em que Eduardo Campos completaria 50 anos, a história de Pernambuco corre o risco de repetir-se como história mesmo, e não como farsa ou tragédia (contrariando o velho Marx). Em 92 o então candidato derrotado a governador, Jarbas Vasconcelos, rompeu com Miguel Arraes porque não chegaram a um acordo sobre a chapa PMDB/PSB à prefeitura do Recife. Jarbas, que a princípio rejeitava a candidatura alegando que, eventualmente eleito pela segunda vez, iria “repetir-se”, resolveu ir para a luta, mas não aceitou Eduardo Campos como seu vice. Foi selado o rompimento com Arraes, que voltaria ao governo dois anos depois (94). Em 98, porém, Jarbas se juntou ao PFL para enfrentar o ex-aliado e impôs-lhe uma derrota história, vingada pelo neto em 2010. Em 2012 resolveu voltar à Frente Popular para apoiar Geraldo Júlio à prefeitura, mas pode romper novamente com ela em 2016 para enfrentar o atual prefeito.

O “queremismo” está evoluindo

Não é só de aliados que Jarbas (PMDB) tem recebido apelos para disputar a PCR em 2016. O deputado Romário Dias (PTB) e o ex-vereador Sérgio Magalhães (PMN) foram ao escritório dele, na semana passada, fazer-lhe um apelo para se candidatar. E o ministro Armando Monteiro (PTB), mesmo não tendo falado com a mesma clareza, disse que o Recife precisa de um prefeito que trate também das “questões nacionais”, algo que Geraldo Júlio (PSB) não saberia fazer. (Inaldo Sampaio)

 

Jarbas rechaça manifestações contra Dilma e defende princípios democráticos…

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Apesar de assumir durante as eleições e no Senado uma postura contrária à presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) subiu à tribuna da Casa nesta terça-feira (11) para condenar as pessoas que têm ido às ruas para defender a volta do Brasil à ditadura militar, por causa da reeleição da presidente.

Sem deixar de lado a postura anti-PT, o peemedebista também aproveitou a fala para questionar iniciativas autoritárias do partido e chamou os manifestantes de “meia dúzia de equivocados”.

“Apesar de ter votado contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff, nos dois turnos, quero aqui deixar meu claro repúdio às manifestações de meia dúzia de equivocados que defendem a implantação de um regime autoritário no Brasil por conta dos erros, corrupção e desmandos cometidos pelo PT em doze anos à frente dos destinos do Brasil”.

Para Jarbas, mesmo sabendo que esses “grupelhos” pró-ditadura são insignificantes, na avaliação do senador, eles podem causar perturbação na vida política do País.

“São segmentos que não têm representatividade para falar em nome do sentimento da população brasileira. Fazem barulho por causa das redes sociais e da dimensão exagerada dada a eles pelo próprio PT, que tenta vinculá-los, deliberadamente, à oposição”.

O senador do PMDB lembrou sua trajetória política de combate ao regime militar instalado no Brasil em 1964.

“Combati aquele sistema de exceção como deputado estadual na Assembleia Legislativa de Pernambuco e depois como deputado federal no Congresso Nacional. Vivenciamos, nos vinte anos desse regime autoritário, um dos momentos mais sinistros e aterrorizantes da história do nosso País. Nada, nada mesmo justifica qualquer movimento que defenda uma volta à ditadura, seja ela civil ou militar; de esquerda ou de direita. Não existe tirania em defesa do povo. Essa é uma ilusão que nunca me seduziu; nem quando jovem e nem agora, após 40 anos de vida pública”.

Jarbas Vasconcelos também criticou setores do Governo que defendem suas próprias soluções antidemocráticas, “seguindo cartilha já utilizada tanto pelos regimes autoritários do passado da nossa história quanto pelos ditadores atuais que assolam a política latino americana com propostas como o controle da mídia, a estatização da participação popular ou ideias tipo ‘cavalo de Troia’ como plebiscito ou a Constituinte exclusiva para fazer a Reforma Política”. Para o senador, o sentimento que tem é que a radicalização interessa ao PT e ao Governo, que insiste na ideia retrógrada do “nós contra eles”.

“Para manter a minha coerência, da mesma forma que condeno os arroubos bolivarianos de parte dos integrantes do PT, não poderia adotar comportamento diferente nessa situação. Ao contrário de alguns ‘progressistas’ entre aspas que fazem parte da base de apoio do Governo Dilma, não enxergo diferença alguma entre um ditador que prega uma agenda pretensamente ‘liberal’ de outro que fala uma fajuta linguagem de ‘esquerda’”, argumentou Jarbas.

PAPEL DA OPOSIÇÃO – O senador pernambucano disse que fará uma oposição baseada em princípios democráticos. “O que nós, da oposição, continuaremos a fazer é mostrar a imensa diferença que existe entre o Brasil do marketing da presidente Dilma Rousseff do Brasil real.

Enquanto a fantasia governamental mostra um País sem crise, no Brasil do povo brasileiro, a miséria volta a crescer, os juros aumentam, os supermercados remarcam os preços nas prateleiras, os combustíveis são majorados, a cotação do dólar dispara e as ações da Petrobras e do Banco do Brasil despencam por causa da gestão inábil e temerária do Governo”.

De acordo com Jarbas Vasconcelos, a presidente da República acusou os adversários de estarem mancomunados com os bancos, mas, contraditoriamente, procura um banqueiro para ser ministro da Fazenda.

“A presidente que acusava os concorrentes de ameaçar as conquistas sociais dos trabalhadores brasileiros ameaça cortar as despesas com seguro-desemprego e outros benefícios trabalhistas. “Essas e outras medidas revelam que a então candidata Dilma Rousseff enganou, deliberadamente, o povo brasileiro com o único intuito de conseguir se reeleger para se manter no poder”. “O que estamos vendo é um Governo que cheira a coisa velha antes mesmo de tomar posse”. (Jamildo)

Jarbas articula apoio do PMDB a Eduardo Campos…

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O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) reuniu ontem (7), em Brasília, um grupo de 11 senadores e deputados federais peemedebistas simpáticos à candidatura à Presidência da República do ex-governador Eduardo Campos (PSB) com o objetivo de assegurar apoio de membros da sigla que são contrários à aliança da legenda com o Partido dos Trabalhadores. “A receptividade a Eduardo Campos é muito boa, extraordinária. Acredito que possamos conquistar até 15 deputados federais do PMDB”, avaliou Jarbas.

O encontro contou com as presenças dos senadores Pedro Simon (RS), Luiz Henrique (SC), Ricardo Ferraço (ES) e Waldemir Moka (MT), além dos deputados federais Raul Henry (PE), Fábio Trad (MS), Danilo Forte (CE), Darcísio Perondi (RS), Osmar Terra (RS) e Geraldo Resende (MS).

O senador Luiz Henrique ainda não consolidou seu apoio à pré-candidatura de Eduardo, mas deixou claro que não pretende caminhar ao lado da presidente Dilma Rousseff (PT) nas eleições deste ano.

Jarbas abriu o encontro colocando as razões que o levaram a reunir o grupo e falou do interesse de Eduardo Campos em ampliar o diálogo com lideranças estaduais do PMDB. Em seguida, todos os deputados e senadores colocaram suas opiniões e posicionamentos nos estados, abrindo espaço para o apoio ao ex-governador.(Magno Martins)

Jarbas anuncia que não disputa reeleição…

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) acaba de comunicar, por meio de nota oficial, que não vai disputar a reeleição nas eleições deste ano. De acordo com o parlamentar, após refletir sobre o convite feito pelo governador Eduardo Campos (PSB) para disputar um novo mandato no Senado Federal dentro da chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco, chegou à conclusão de que o melhor, diante da atual conjuntura, seria sugerir o nome do deputado federal Raul Henry (PMDB) para representar o partido na coligação.

“[…] Amadureci uma decisão que quero comunicar publicamente ao povo de Pernambuco: não disputarei a reeleição para o Senado Federal. Já comuniquei essa posição ao meu partido e ao governador Eduardo Campos. Sendo assim, com minha saída da disputa senatorial, o PMDB sugere o nome do deputado federal Raul Henry para representar o partido na chapa majoritária da Frente Popular, contribuindo para esse movimento de renovação desejado pelos brasileiros”, disse o senador.

“Pretendo continuar na vida pública, dando minha contribuição para as práticas, as teses e os pensamentos que considero os mais adequados para colocar o Brasil entre as nações mais prósperas do mundo”, pontuou Jarbas. (Magno Martins)

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