Copa Craques do Futuro de Futebol de Base…

Leia mais »

Venha pra TiConnect….

    Leia mais »

“Esse Mourão está escalando golpe no Brasil”, diz Ciro…

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, acusou na noite de ontem o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), de pretender dar um golpe de Leia mais »

Pesquisa Ibope para o Senado em Pernambuco: Jarbas, 34%; Humberto, 31%; Mendonça, 22%…

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (17) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o Senado em Pernambuco: Jarbas (MDB): 34% Humberto Costa (PT): 31% Mendonça Filho (DEM): 22% Silvio Costa Leia mais »

Pesquisa Ibope em Pernambuco: Paulo, 33%; Armando, 25%…

G1 PE Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (17) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco: Paulo Câmara (PSB): 33% Armando Monteiro (PTB): 25% Julio Lossio (Rede): 2% Maurício Rands (PROS): Leia mais »

Tag Archives: Jair bolsanaro

Flávio Bolsonaro diz que o quadro de saúde do pai é “muito grave”…

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse nesta quinta-feira (13) que o quadro de saúde de seu pai, o candidato à Presidência da República pelo PSL Jair Bolsonaro, ainda é “muito grave”, embora estável. Segundo ele, a maior preocupação é com o risco de infecções, já que a cirurgia realizada na noite da quarta-feira (12) foi “bastante invasiva”.

Flávio Bolsonaro concedeu entrevista à rádio 97,1 FM do Rio de Janeiro e falou por quase duas horas. “Está difícil para a gente da família fazer campanha porque a cada momento há um fato novo”, disse. “Por causa de um atentado contra o meu pai, a gente tem de se readaptar.”

O deputado estadual, que concorre nestas eleições a uma vaga no Senado, relatou que Bolsonaro passou a quarta-feira (12) com queixas de mal-estar, náuseas e soluços, por isso os médicos o submeteram a novos exames e depois decidiram pela realização da cirurgia, na noite da quarta-feira.

Evangélico, Flávio Bolsonaro pediu que continuem as orações por seu pai. “Praticamente tiveram de abri-lo de novo. Óbvio que ele não está naquela mesma situação de chegar quase morto ao hospital”. Ele também aproveitou a entrevista para elogiar a equipe de profissionais responsável pelo tratamento do candidato à Presidência.

Boletim
Na manhã de desta quinta-feira o Hospital Albert Einstein divulgou boletim médico informando que Bolsonaro voltou a ser admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde evolui bem após passar por nova cirurgia.

O candidato tinha recebido alta da UTI na última terça-feira (11), mas precisou passar por cirurgia de urgência na noite da quarta-feira.

Durante a quarta-feira, o candidato apresentou distensão abdominal progressiva sugerindo o diagnóstico de obstrução intestinal – diagnóstico confirmado por tomografia computadorizada.

Ele foi levado para cirurgia de urgência onde foram desfeitas as aderências do intestino e liberado o ponto de obstrução. Os médicos cuidaram também de um extravasamento de secreção intestinal em uma das suturas realizadas anteriormente para correção de ferimentos intestinais.

De acordo com o boletim, esse tipo de complicação é mais frequente em incidentes como o de Bolsonaro do que em cirurgias programadas. Foi realizada limpeza abdominal, em um procedimento que durou duas horas.

Histórico
No último dia 6, em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro levou uma facada na região abdominal durante atividade de campanha nas ruas da cidade. Ele foi atendido pela Santa Casa de Juiz de Fora onde passou por cirurgia. Na sexta-feira (7), o candidato foi transferido para o Hospital Albert Einstein, a pedido da família. (Agência Brasil)

Jair Bolsonaro: a ameaça totalitária…

ISTOÉ – Octávio Costa e Tábata Viapiana

O deputado Jair Bolsonaro empreende um enorme esforço para suavizar seu perfil. Tenta vestir pele de cordeiro, mas não adianta. É um predador. Tornou-se conhecido exatamente pela truculência, pelos raivosos ataques às minorias, pelas ofensas às mulheres, aos homossexuais e pela defesa radical da tortura e dos regimes autoritários. Salta aos olhos sua verve flagrantemente totalitária – o parlamentar reage a críticas a coices de cavalo. Demonstra não admiti-las. A virulência com que contra-ataca qualquer reparo dispensado a ele é típica de quem não suporta ser fiscalizado.

Imagine no poder? Como diria o filosofo espanhol Ortega & Gasset, parece faltar a Bolsonaro aquele fundo insubornável do ser. Ou seja, o mais íntimo pensamento na hora em que o indivíduo encara o seu reflexo no espelho e tenta reconhecer a própria face. Não raro, acusa os outros do que ele mesmo faz.

Até hoje, Bolsonaro conseguiu se eleger graças aos votos de pessoas aparentemente tão preconceituosas quanto ele. As que não o são, transmitem a impressão de estarem inebriadas pelo fenômeno eleitoral – os olhos vidrados e a postura quase catatônica de seu séquito, a entoar “mito, mito, mito” a cada aparição de Bolsonaro pelas capitais do País, falam por si. Nos últimos meses, o parlamentar aproveitou a crise de segurança e a escalada da corrupção para ampliar sua faixa de simpatizantes. Mais moderado, apresenta-se como o candidato ideal à Presidência para quem perdeu a confiança na política tradicional. Com isso, já aparece em segundo lugar nas pesquisas de opinião, atrás somente do ex-presidente Lula. Porém, que ninguém se engane.

Bolsonaro significa um retrocesso para o Brasil. O pré-candidato leva Messias no nome, mas definitivamente não conduz o País para um bom caminho. Depois de um impeachment e de a Lava Jato arruinar a velha política e seus métodos condenáveis, as próximas eleições podem representar um momento de inflexão para o Brasil. Pelo menos é o que se espera. Sua candidatura, no entanto, é a antítese disso.

Comete erro grosseiro quem não dá importância à ascensão do ex-capitão do Exército. O País pode estar diante do ovo da serpente. Embora sua candidatura seja legítima, e algumas de suas ideias passíveis de estarem em debate numa campanha, uma eventual eleição de Bolsonaro representa uma grave ameaça aos preceitos republicanos e democráticos. Do ponto de vista político, será como manter o País sob um Fla-Flu constante. E, pior, debaixo de um tacape manejado por um troglodita desprovido de freios. Ele sabe que grassa no eleitorado um sentimento de desolação e, para chegar lá, joga exatamente para essa platéia. Por isso, tornou-se um fenômeno nas redes sociais, com mais de cinco milhões de seguidores, além de admiradores fieis. Trata-se, no entanto, de um mito com pés de barros.

As declarações de Bolsonaro costumam ser contraditórias e inconsistentes, um espelho de seu repertório raso. Mostram seu total despreparo para exercer altas funções no Executivo. Seu conhecimento sobre a economia brasileira é de uma superficialidade chocante para um homem com tantos anos de vida pública. Ele próprio admite que não entende nada do riscado. E diz que, se chegar à Presidência, bastará nomear um ministro da Fazenda que seja do ramo para ficar tudo certo. Quem conhece seu estilo centralizador, sabe que não é bem assim. Os próprios aliados reconhecem que delegar não é seu forte.

Em encontro com representantes do mercado financeiro, Bolsonaro deu demonstrações de sua ignorância a respeito de temas econômicos. Ao ser questionado sobre o que pretende fazer para reduzir a dívida pública, disse que chamaria todos os credores para conversar. Perpetrou um absurdo. Como se sabe, qualquer pessoa ou empresa pode comprar títulos da dívida pública. E o número de detentores de tais títulos é imenso. O deputado confundiu dívida pública com dívida externa, essa sim com número de credores palpável. Dias antes, em entrevista a Mariana Godoy, da RedeTV!, disse que os militares guindaram a economia brasileira à 8ª maior do mundo. “Dos cinco presidentes militares, nenhum era formado em economia, e ainda assim, elevaram o Brasil da 49ª para a 8ª economia mundial”. Convenientemente ou não, esqueceu-se que, na ditadura, a dívida externa explodiu e houve hiperinflação.

Diante das derrapadas em profusão na seara econômica, Bolsonaro recorreu à consultoria dos irmãos Abraham Weintraub e Arthur Weintraub. O primeiro foi diretor da corretora do Banco Votorantim e o segundo é advogado e doutor em direito previdenciário. Com o auxílio, Bolsonaro divulgou uma espécie de nova versão da lulista Carta aos Brasileiros. Nela, defendeu a independência do Banco Central, que sairia da Fazenda. “Com sua independência, tendo mandatos atrelados a metas/métricas claras e bem definidas pelo Legislativo, profissionais terão autonomia para garantir à sociedade que nunca mais presidentes populistas ou demagogos colocarão a estabilidade do país em risco para perseguir um resultado político de curto prazo”, justificou. Sua ideia, no entanto, não encontra respaldo entre economistas de mais estofo. Nem os de esquerda, nem os liberais.

As patetices de Bolsonaro chamaram a atenção de importantes veículos de comunicação internacionais. Na semana passada, edições dos conceituados “Financial Times” e “The Economist”, da Inglaterra, trouxeram pesadas críticas ao deputado. O FT comparou o deputado aos presidentes dos EUA, Donald Trump, e das Filipinas, Rodrigo Duterte: “Um demagogo de direita com pontos de vista radicais”. Para “The Economist”, Bolsonaro não é um “Messias”, como seu sobrenome do meio, mas sim um “menino muito travesso”. A revista descreve o deputado como ele é: um nacionalista religioso, anti-homossexual, favorável às armas e que faz apologia a ditadores que torturaram e mataram brasileiros entre 1964 e 1985. “Bolsonaro quer ser o Trump brasileiro”, constata “The Economist”.

Ainda não se sabe exatamente qual foi a reação de Jair Bolsonaro às críticas que recebeu do exterior. Mas uma coisa é certa: deve ter perdido totalmente 

Continue lendo a reportagem clicando aí ao lado:  Jair Bolsonaro: a ameaça totalitária – ISTOÉ Independente

Ibope: Lula líder em todos os cenários; Bolsonaro 2º…

Lula e Jair Bolsonaro iriam para o segundo turno se as eleições presidenciais fossem hoje. É o que mostra a primeira pesquisa feita pelo Ibope para medir o pulso da corrida presidencial de 2018. Em qualquer cenário apresentado ao eleitor, Lula fica com o mínimo de 35% e o máximo de 36% das intenções de voto. Bolsonaro aparece com 15% quando enfrenta Lula. E cresce para 18% se o ex-presidente for substituído por Fernando Haddad (neste caso, está empatado com Marina Silva).

A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22, com 2.002 pessoas em todos os estados brasileiros, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Marina Silva é a terceira colocada em qualquer cenário com Lula, com índices entre 8% e 11%, dependendo dos adversários. Se Lula ficar de fora, Marina lidera, empatada com Bolsonaro.

Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e João Doria surgem embolados num pelotão abaixo, com percentuais entre os 5% e 7%. Ciro sobe até os 11% quando Lula é substituído por Haddad (que tem a preferência de 2%).

Quando o Ibope não apresenta ao entrevistado uma cartela com os nomes, ou seja, a citação sobre o candidato é espontânea, Lula aparece com 26% das intenções de voto (no Nordeste tem 42%) e Bolsonaro com 9%. O pelotão seguinte fica muito distante entre 2% (Marina) e 1% (Ciro, Alckmin, Dilma, Temer, Doria).

PS: o nome de Luciano Huck foi testado. Ele aparece com 5%, empatado com Doria e Alckmin, na disputa com Lula. Sem Lula, vai a 8%, também junto com os colegas tucanos. (Magno Martins)

OAB-PE aprova moção de apoio ao pedido de cassação do mandato de Jair Bolsonaro…

jair-bolsonaro-624x404

O Conselho da OAB-PE aprovou, por unanimidade, moção de apoio ao pedido de cassação do mandato do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) em votação, nessa segunda-feira (25), durante reunião do pleno da seccional. O pedido é da OAB/RJ, que denuncia o deputado por quebra de decoro parlamentar e apologia à tortura.

O requerimento da Ordem do Rio de Janeiro foi entregue à Câmara dos Deputados e  um ofício à Procuradoria-Geral da República pela “homenagem” ao coronel Brilhante Ustra, o primeiro militar reconhecido pela Justiça brasileira como torturador. Bolsonaro, durante o voto pelo impeachment da presidente, no dia 17, citou Brilhante Ustra como o “terror de Dilma Rousseff”.

A ação da OAB/RJ foi aprovada pelos conselheiros de Pernambuco presentes ao pleno que repudiaram, veementemente, a atitude de Bolsonaro. A moção de apoio foi sugerida pelo conselheiro estadual Gustavo Freire.

O Colégio de Presidentes de Seccionais, a exemplo do Conselho Federal da OAB, emitiu nota em repúdio às manifestações do deputado federal durante sessão ocorrida na Câmara Federal. (Jamildo)

Powered by WordPress | Designed by: diet | Thanks to lasik, online colleges and seo