Cido Plácido confirma sua pré candidatura a deputado estadual pelo (PTB)…

O ex-prefeito de Machados Cido Plácido confirmou sua pré candidatura a deputado estadual pelo PTB , durante encontro realizado nesta quinta-feira (19) com o pré-candidato a governador de Pernambuco Armando Monteiro.  Na Leia mais »

Após visita a Lula, Macedo diz que prioridade é a aliança nacional formal com o PSB…

A visita do deputado federal Márcio Macedo e Paulo Okamoto a Lula, na carceragem da superintendência da Polícia Federal, nesta quinta (19), aumentou as especulações em torno da viabilidade da candidatura da Leia mais »

Marília Arraes é entrevistada do “TV Afiada”…

Veja na TV Afiada entrevista com um fenômeno da política brasileira: Marília Arraes, 34 anos, advogada, vereadora em Recife por três mandatos consecutivos e agora candidata a Governadora contra a máquina do Leia mais »

Ecos do desfile do 147º aniversário de emancipação política do Bom Jardim-PE…

Data: 19 / 07 / 2018 Cidade: Bom Jardim – PE Promoção: Prefeitura Municipal do Bom Jardim-PE                     Secretaria de Educação  Fotos: Lucas Leia mais »

Solange Almeida, nesta noite, em Bom Jardim-PE…

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Tag Archives: Humberto Costa

Humberto: Aliança entre Marília e Silvio Costa ‘não muda nada’…

O senador Humberto Costa (PT) reagiu contra a união entre Marília Arraes (PT) e Silvio Costa (Avante), para fortalecimento da pré-candidatura da petista ao governo estadual. Segundo ele, ao longo de seus 38 anos de militância no partido, jamais alguém tomou este tipo de atitude, mas isso “não muda nada”. Por isso, na sua opinião, a iniciativa demonstra “ansiedade” ou até mesmo “falta de conhecimento de como o PT trabalha e atua”.

De acordo com Humberto, o gesto de Marília “não muda nada com relação ao debate feito pela direção nacional do PT”. “Eu entendo que esse ato de hoje não é uma articulação ou organização que reflita alguma discussão partidária. Foi de caráter pessoal da parte dela e não foi debatido com o presidente do partido ou com a direção nacional. Inclusive estou no PT há 38 anos e nunca vi uma coisa como essa, de alguém lançar uma candidatura já com espaço para senador, sem que isso tenha passado por um debate no partido”, colocou Humberto.

Durante a coletiva que anunciou a pré-candidatura de Silvio Costa para o Senado, Marília chegou a dizer que espera ansiosamente a confirmação de Humberto para a outra vaga à Casa Alta, pois ele é “o senador de Lula e o povo reconhece nele esse papel”. “Humberto não precisa do PSB para se eleger”, colocou a petista, que critica a articulação de uma possível aliança da sigla com o governador Paulo Câmara (PSB). “Gostaria que o senador Humberto Costa estivesse aqui e sem dúvida, na minha opinião como política e militante do PT, é que o senador da nossa chapa, além de Silvio Costa, deve ser ele. Tenho certeza que ele será novamente senador”, acrescentou.

Questionado sobre esse aceno, Humberto destacou que será, de fato, candidato à reeleição como senador e que está “lutando para isso”. “Mas nem por isso saio por aí anunciando coisas sem o aval do partido. O projeto está sendo coordenado com a nacional, que discute a política de alianças. Só depois vamos discutir as questões locais. Como vou discutir com Avante se não sei se o partido vai estar aliado nacionalmente com o PT? Talvez tenha sido ansiedade ou pouco conhecimento de como o PT trabalha e atua”.

Agendas
A decisão sobre a tese de candidatura própria do PT deve ser tomada na primeira quinzena de julho, pela direção nacional. Daqui para lá, Marília e Silvio irão passar a fazer agendas juntos. Inclusive, os dois estão programando viagens para intensificar as articulações eleitorais, durante as festividades juninas. (Blog da Folha)

A estranha aliança de Jarbas e Humberto…

O pré-candidato a senador e deputado federal Jarbas Vasconcelos admitiu pela primeira vez a hipótese de ser candidato numa chapa contendo Humberto Costa para o Senado encabeçada pelo governador Paulo Câmara e que não teria problemas de pedir votos para aquele que foi um dos seus mais ferrenhos adversários. A declaração do ex-governador ocorre meses depois de dizer que não tinha nenhum problema a entrada do PT na Frente Popular.

As palavras de Jarbas causaram um verdadeiro frisson, com uma perplexidade no meio político tão elevada quanto a retomada da aliança com Eduardo Campos em 2012. Jarbas e Eduardo passaram exatos 20 anos afastados por conta da disputa de prefeito de 1992 e se reconciliaram exatamente no período em que lançaram juntos Geraldo Julio para prefeito. A aliança naquela época apesar de causar muitos comentários foi bem assimilada pelo meio político e também pela sociedade, sobretudo porque nenhum dos dois eram candidatos na ocasião, o que facilitou muito a retomada das relações entre os dois.

Nas eleições de 2018 a aproximação de Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa traz um fato mais relevante do que a retomada das relações de Jarbas com Eduardo. Isso porque Jarbas e Humberto sempre estiveram em lados opostos na política estadual e nacional, tendo sido senadores juntos entre 2011 e 2014 e não houve qualquer possibilidade de acordo político durante a atuação conjunta no Senado.

Jarbas e Humberto se enfrentaram por duas ocasiões. Na primeira, em 1992 para prefeito do Recife, Jarbas saiu vitorioso. Em 2002 tentando a reeleição de governador, Jarbas impôs nova derrota a Humberto Costa. Indiretamente eles disputaram em palanques opostos também em 1998 quando Humberto tentou o Senado e Jarbas o governo e em 2010 quando Jarbas novamente disputou o governo e saiu derrotado e Humberto acabou se elegendo senador na chapa de Eduardo Campos.

Caso se confirme as candidaturas de Jarbas e Humberto para o Senado na chapa de Paulo Câmara, estaremos diante da mais estranha aliança que a política já promoveu, pois o PT queria ver o diabo mas não queria saber de Jarbas, enquanto os peemedebistas, inclusive o próprio Jarbas, sempre foram muito ácidos contra o PT.

A aliança está combinada entre eles e caminha a passos largos para se concretizar, falta somente o detalhe de combinar com o povo, que poderá dar uma dura resposta a esta aliança de ocasião que tem a finalidade única e exclusiva de ganhar a eleição sem qualquer alinhamento ideológico e pessoal. Dizem que o povo não pensa, mas o povo pensa. (por Edmar Lyra)

Humberto admite construção de ‘consenso’ antes do dia 10…

Humberto Costa
Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Se no PSB já reinava uma expectativa de que a definição do PT sobre aliança no Estado saísse antes dia 10 – data agendada pela sigla para votar se terá ou não candidatura própria -, como a coluna registrou no último sábado, do lado do PT, a hipótese também passa a ser considerada. Ontem, o senador Humberto Costa fez a seguinte ponderação: “Naturalmente, se a gente construir um consenso ou uma posição unificada antes disso (dia 10), o encontro (do PT) vai ser feito, mas terá um caráter diferente”. Antes disso, fez uma consideração: “O trabalho todo nosso é para construir a decisão, qualquer que seja ela, no entendimento, na conversa, no convencimento de uma parte pela outra”. Ainda segundo o senador, hoje, existe “maioria pequena” favorável à realização de uma aliança, “porque isso é uma coisa do interesse nacional do PT”. No entanto, se a direção nacional der uma orientação objetiva nesse sentido, “essa maioria cresce bastante”, pontua Humberto.

Sobre a vídeoconferência realizada ontem, entre a direção nacional e representantes do PT de Pernambuco, Humberto classificou: “A presidenta (Gleisi) colocou muito claramente que, desde novembro, existem conversas iniciais, que se intensificaram ao longo desses últimos dois meses, especialmente no último mês”. Havia uma reunião agendada entre Gleisi e Paulo Câmara para a última terça-feira, que acabou não ocorrendo em função dos transtornos causados pela crise de abastecimento. A presidente nacional, por sua vez, já tentava, desde a última sexta-feira, promover encontro com os petistas pernambucanos, o que acabou se dando por vídeoconferência na última quarta. Gleisi não bateu o martelo durante a conversa com correligionários pernambucanos, mas ficou de remarcar com Paulo Câmara, segundo Humberto. E esse novo encontro pode ser decisivo. (Renata Bezerra de Melo / Folha de Pernambuco)

 

Marília:”Humberto foi dos maiores incentivadores”…

Pré-candidata ao Governo do Estado pelo PT, a vereadora Marília Arraes seguiu, ontem, para Petrolândia. A despeito da falta de definição dentro do PT, ela segue circulando pelo Estado. Antes de pegar a estrada e depois de checar se havia combustível na cidade para a qual se dirigia, concedeu entrevista a esta colunista e ao titular do Blog da Folha, Daniel Leite, na coluna digital No Cafezinho.

Entre outras coisas, admitiu que sua postulação partiu de uma sugestão do senador Humberto Costa. “Demorei alguns meses para chegar e dizer: ´Tá certo, eu vou, eu topo. Porque, de qualquer forma, eu sou jovem, estou há pouco tempo no partido. E isso não é normal na política, mas como a gente está aqui para quebrar paradigma mesmo…e a base começou a encampar essa ideia…Enfim, foi movimento muito espontâneo que foi criado, a gente terminou aceitando e tá tudo certo´”, narrou a petista. Para ela, a mudança de posição do senador Humberto Costa, que passou a defender uma aliança do PT com PSB, foi “surpresa”.

Ela explica o seguinte: “Foi surpresa, até porque Humberto foi, inicialmente, um dos maiores incentivadores, senão o maior incentivador, de a gente ter uma candidatura, de colocar meu nome como candidata do PT. Inclusive, numa época em que nem eu mesma tinha assimilado essa questão de ser candidata a governadora tão cedo”. E acrescenta: “Mas eu respeito a ideia do senador Humberto, apesar de achar que ele está equivocado, senão não estaria me contrapondo a ele. Ele tem direito de fazer essa defesa”. Indagada se, em algum momento, se sentiu “usada”, Marília devolve: “De forma alguma. O senador mudou de opinião. Isso é natural na política, algo que a gente precisa respeitar e entender”. A entrevista vai ao ar, hoje, no Facebook da Folha de Pernambuco e no Blog da Folha.  (Renata Bezerra de Melo / Folha Política)

Senador escancara defesa da volta do PT à Frente Popular…

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Um dia após Joaquim Barbosa comunicar ao Brasil que não será candidato a Presidente da República pelo PSB, o senador Humberto Costa escancarou sua posição política em defesa da aliança do seu partido com o PSB não apenas em Pernambuco mas no país inteiro. Seu argumento é que as “forças progressistas” têm que se unir para “barrar a agenda de retrocessos do governo Temer”. Afirma também que em Pernambuco o PDT e o PCdoB já estão no governo Paulo Câmara. E que se no plano nacional o PT, o PSB, o PDT, o PCdoB e o PSOL já estão articulando uma “frente política” para “defender a democracia e um projeto de país que foi interrompido” (pela deposição de Dilma), nada mais natural do que reproduzi-la em todos os estados. É certo que, em algum momento, esses cinco partidos terão que conversar sob pena de correrem o risco de ficar fora do segundo turno. Mas é falso afirmar que essa união é necessária para “barrar” a agenda do governo Temer. Primeiro, porque ninguém defende o atual governo, salvo o próprio Michel Temer, que não é candidato à reeleição. Segundo, porque os dois candidatos que chegarem do segundo turno não seriam insensatos a ponto de fazer a defesa de um governo que é reprovado por 90% dos brasileiros. Logo, unidade para “enfrentar Temer” pode ser justificativa para outra coisa, menos para a volta do PT à Frente Popular porque quando o PSB ajudou a depor Dilma sabia, antecipadamente, que Temer iria substituí-la.(Inaldo Sampaio)

O trabalho será para reconstruir o PT, diz Humberto…

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O senador Humberto Costa (PT), presente durante toda campanha do candidato a prefeito do Recife João Paulo (PT), ontem (30), em entrevista ao Portal LeiaJá, após resultado do pleito na Capital pernambucana, declarou que apesar da perda de ponto de vista eleitoral, o resultado de ponto de vista político representou uma reaglutinação do Partido dos Trabalhadores (PT). “Será a retomada da nossa unidade e, agora, nós temos que trabalhar prioritariamente nesse processo de reconstrução, que é parte também da reconstrução nacional do PT”.

Humberto Costa disse que é necessário, em primeiro lugar, fazer uma avaliação do resultado da eleição em cada município. “Há municípios que sequer o partido apresentou candidatura, então, temos que discutir se nos interessa em vários municípios mantermos uma estrutura meramente cartorial”.

Em segundo lugar, ele pontuou que é necessário focar no surgimento das novas lideranças locais e regionais. “Nós temos que buscar fortalecer para que o próprio Partido se fortaleça, além disso, temos que aprofundar a discussão sobre esse governo que está ai, com um processo de acompanhamento mais fino sobre ele, para termos um diagnóstico adequado que possa a vir a ser utilizado na campanha de 2018”.

O senador afirmou que o momento também é propício para começar a preparação para a disputa de 2018, em Pernambuco. “O que significa que vamos continuar discutindo com os aliados, que estiveram conosco, em 2014, e tentar ver se esse caminho pode se repetir. Eu acredito que sim e vamos tentar reconstruí-lo”, frisou.

 (LeiaJá – Taciana Carvalho)

Somente Dilma pode devolver direito de voto aos brasileiros, diz Humberto…

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Contrário ao impeachment de Dilma Rousseff (PT) por considerá-lo um golpe de Estado, o líder do PT no Senado, Humberto Costa afirmou que a presidenta é a única pessoa, atualmente, que pode devolver o direito de voto de todos os brasileiros. A declaração foi dada nesta terça-feira (9), da tribuna do plenário, durante a sessão sobre a pronúncia de Dilma por crime de responsabilidade.

Segundo Humberto, o retorno dela ao Palácio do Planalto como presidenta da República efetiva, como determinou a maioria dos eleitores nas urnas em 2014, será a volta da democracia no país. “Com Dilma, teremos plebiscito para definir novas eleições. Hoje, estamos vivendo uma triste página da nossa história e só iremos superá-la impedindo a aprovação dessa farsa”, disse.

Continua…

Humberto Costa: Combater microcefalia é prioridade nacional…

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De acordo com o líder do PT no Senado, Humberto Costa, a presidente Dilma Rousseff (PT) elegeu o combate ao Aedes aegypiti como prioridade nacional. Segundo o senador, a vinda da presidente a Pernambuco sábado (05) para uma reunião de trabalho mostra o empenho do governo em buscar soluções para o aumento de casos de microcefalia no Estado e em todo o Brasil.

“A presidente Dilma não tem medido esforços para combater o problema. Como ela mesma falou, é preciso uma mobilização nacional. Somar o trabalho de todos: os governos federais e estaduais, os municípios e toda a população. Só assim, poderemos resolver esta questão”, afirmou o senador.

Na manhã do sábado, Dilma reuniu o governador do Estado, Paulo Câmara, prefeitos de diversas regiões de Pernambuco, ministros, parlamentares e profissionais e pesquisadores da área da Saúde para debater o aumento de casos de microcefalia,que estão relacionados a um vírus transmitido pelo Aedes aegypiti, o Zika. De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 28 de novembro já foram notificados 1.248 casos suspeitos de microcefalia em 311 municípios de 13 Estados e no Distrito Federal.

Segundo a presidente Dilma, os números não devem ser motivo de alarde, mas de cuidado. “A nossa principal preocupação é que isso possa se caracterizar como uma doença com dimensão nacional. Não acho que deve ser uma questão de pânico, mas tem que ser de grande atenção. É uma doença bastante complicada porque afeta crianças, que são o futuro do Brasil”, afirmou Dilma.

Dilma disse ainda que a “guerra” contra o mosquito tem que ser “permanente”. “Qualquer local, como resíduos de lixo e pneu velho, pode virar foco para reprodução do mosquito. É importante que a população saiba que esta é uma ação de guerra contra o Aedes aegypiti. Não pode ser o dia nacional de combate. Tem que ser cotidiano e permanente”, declarou.

A microcefalia é uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Pesquisas recentes ligam a ocorrência de microcefalia em crianças cuja mãe tenha histórico de infecção pelo Zika vírus na gestação. (Jamildo)

Humberto: “Câmara rasgou a CLT”…

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O líder do PT no Senado, Humberto Costa, criticou a aprovação na Câmara Federal do projeto que regulamenta a terceirização no País. Segundo o senador, a Casa deu “uma nova demonstração do quanto está desconectada da vontade popular”. A votação da matéria foi concluída na última quarta-feira com 230 deputados a favor e 203 parlamentares contra a parte do texto mais polêmica, que permite terceirizar qualquer atividade. A proposta segue agora para apreciação no Senado.

“A despeito de todas as críticas da OAB, dos juízes do Trabalho, dos membros do Ministério Público do Trabalho e, principalmente, dos trabalhadores deste país, a maioria dos deputados optou por mandar para o lixo uma série de direitos trabalhistas históricos ao aprovar o projeto de lei da terceirização. Direitos conquistados em décadas de lutas, com o suor e o sangue de muitos homens e mulheres, foram implodidos numa conveniente articulação partidária. A Câmara rasgou a CLT na cara dos brasileiros, ignorando o imenso retrocesso que isso significa para a nossa sociedade”, disse Humberto.

Segundo Humberto, é importante que a população saiba quem votou contra os direitos trabalhistas. “A terceirização institui um regime paralelo de emprego precarizado, que dispersa a organização sindical, inviabilizando acordos e convenções coletivas, e fulmina direitos fundamentais dos trabalhadores, a partir do estímulo à ruptura da relação de emprego, à qual diversos benefícios estão associados”, explicou.

O senador também questionou a posição do PSDB, que chegou até a ensaiar posição contra o projeto de terceirização, mas acabou votando a favor da proposta. “O teatro da semana passada montado pelo PSDB mostrou-se uma farsa. E não é uma questão de ganhar ou perder a “guerra da comunicação”, como disse um deputado tucano. É uma questão de estar contra ou a favor dos trabalhadores deste país e de toda a legislação laboral que protege os seus direitos”, afirmou Humberto. (Magno Martins)

Humberto: inclusão na lista foi ‘escorregão’…

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O senador Humberto Costa (PT) afirmou que a inclusão de seu nome no pedido de abertura de inquérito entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), foi um “escorregão”. Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, ontem (10), o petista pediu pressa nas investigações.

A inclusão do parlamentar na lista da PGR é por conta da delação premiada do ex-diretor Paulo Roberto Costa. O ex-funcionário da estatal teria dito que foi procurado por um intermediário para arrecadar doações para a campanha do petista. Os valores do repasse seriam de um milhão de reais feitos pelas empresas investigadas pela operação Lava-Jato.

“É um pedido de abertura de inquéritos frágil de argumentos. Apesar de demonstrar respeito ao procurador, (Rodrigo Janot) foi um escorregão. Foi feito com pressão. Uma pressa em elaborar a lista”, disse Humberto.

“Os assuntos tratados (com o ex-diretor Paulo Roberto Costa) eram apenas referentes à Petrobrás de Pernambuco, Refinaria e Polo Petroquímico e fábrica de PET. E que doação para Campanha ou irregularidade na Petrobrás não havia sido pauta de conversa”, completou.

O petista também declarou que era inocente e que não “iria decepcionar o povo de Pernambuco”. “Não está envolvido em nenhum esquema de corrupção. Petróleo, máfia da Petrobrás, não recebeu nenhuma doação ilegal ou propina”, ressaltou Humberto. (Blog da Folha)

Senado: Humberto reconduzido à liderança do PT…

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A bancada do PT no Senado decidiu nesta quarta-feira (4) reconduzir o senador Humberto Costa (PT-PE) à liderança do partido na Casa. O parlamentar pernambucano, que ocupava o cargo desde 2013, deve ficar mais dois anos à frente das decisões da legenda no Senado. O PT tem 14 senadores em exercício, atrás apenas do PMDB, que tem 18.

“O entendimento da unanimidade da bancada é de que seria importante que eu pudesse continuar na condição de líder para enfrentarmos esse momento de dificuldade. Eu fiquei satisfeito com a demonstração de confiança e reafirmo meu compromisso de ser, como líder do PT, um defensor do ideário do partido, suas propostas e ao mesmo tempo procurar sempre contribuir para o êxito do nosso governo”, disse Costa ao final da reunião que o reconduziu à liderança da bancada. (G1-PE)

Em artigo, Humberto Costa acusa Eduardo Campos de copiar discurso de Obama…

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Em artigo publicado domingo (11) no UOL Opinião, o senador Humberto Costa ataca o discurso de “nova política” utilizado pelo ex-governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) para viabilizar sua candidatura à Presidência da República e afirma que ele foi copiado da campanha eleitoral do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em 2008.

“Eduardo Campos? Não, essas não são palavras do pré-candidato do PSB. Elas foram ditas por Barack Obama em 2008, quando ele disputou pela primeira vez a presidência dos Estados Unidos”, escreve o petista após apresentar trecho de um discurso em que Obama prega o fim da “política do passado” e defende “uma nova política para um novo tempo”.

“Pegam um discurso de seis anos atrás, utilizado em outro país e num contexto político completamente diferente do nosso, e resolvem encaixá-lo aqui em 2014 para ver se cola. Ou seja, temos aí uma pérola da marquetagem política, pura retórica destinada mais a persuadir que esclarecer o eleitor”, critica Humberto.

Eleito em 2010 na coligação de Campos, quando o PT e o PSB ainda eram aliados no plano nacional, o senador ainda afirma que o comportamento do ex-governador “está contaminado por esse desejo de turvar a compreensão do eleitor”.

Para Humberto, o PSB apresenta ao Brasil propostas e frases que são “muito mais fruto da publicidade do que do exercício da política”. Para ele, o discurso de Campos é frouxo e resultado de quem não tem o que propor ou mostrar.

Líder do PT no Senado, o pernambucano ainda dedica cinco parágrafos para apresentar o trabalho do partido na Presidência da República, com os governos de Lula (2003-2010) e Dilma (2011-2014). “Se há algo verdadeiramente novo neste país é a revolução silenciosa pela qual estamos passando há mais de uma década”, afirma. (Jamildo)

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