Eleições 2018 – Propaganda Eleitoral…

A propaganda eleitoral para as eleições só será permitida a partir de 16 de agosto de 2018, dia seguinte ao prazo final para apresentados dos registros de candidaturas (15 de agosto). A propaganda Leia mais »

Uma eleição com cara de dois turnos…

A primeira rodada de pesquisas produzida pelo Ipespe para este Jornal aponta uma eleição em dois turnos na disputa pelo governo estadual. Os números indicam empate técnico entre Paulo Câmara e Armando Leia mais »

Governador institui Programa de Apoio para as Comunidades Terapêuticas do Estado…

O governador Paulo Câmara assinou, nesta quinta-feira (16), no Palácio do Campo das Princesas, o decreto Nº 46.404, que cria o “Programa de Apoio às Comunidades Terapêuticas de Pernambuco”, visando qualificar e Leia mais »

Sociedade dos Criadores de Limoeiro anuncia programação da Exposição de Animais…

No período de 29 de agosto a 02 de setembro, a Sociedade dos Criadores de Limoeiro (SCL) realizará a 40ª Exposição Regional de Animais e 10ª Festa do Agronegócio. O parque Dr. Leia mais »

Nova diretoria da União dos Vereadores do Brasil-PE, tomou posse nessa quinta…

A diretoria da União dos Vereadores do Brasil, seccional Pernambuco, tomou posse na manhã desta quinta (16). A solenidade aconteceu no auditório Senador Nilo Coelho na Assembleia Legislativa de Pernambuco, e contou Leia mais »

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Aliado de FBC protocola ação contra aliança do MDB com o PSB em PE…

Orlando Tolentino, filiado ao MDB e aliado de primeira hora do senador Fernando Bezerra Coelho protocolou uma ação contra a aliança do MDB com o PSB em Pernambuco.

“Não se trata de intervenção, mas um pedido de um filiado para que a convenção estadual esteja alinhado com o projeto nacional capitaneado por Henrique Meirelles. E que a candidatura que mais se alinha a esse projeto é a candidatura do senador Armando Monteiro”, afirmou o advogado Bruno Brennand.

O pedido foi subscrito pelo senador Fernando Bezerra Coelho. (Eliselon Lima)

FBC espera reverter decisão judicial…

Fortalecer seu próprio palanque e enfraquecer o adversário simultaneamente é um dos objetivos do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Para tanto, o emedebista insiste na batalha jurídica que trava contra o vice-governador e presidente estadual do MDB, Raul Henry, e o deputado federal, Jarbas Vasconcelos (MDB), pelo comando do partido. A ideia de Bezerra é retomar o controle da legenda para levá-la ao palanque do senador Armando Monteiro Neto (PTB), ao mesmo tempo, que, debilitaria os governistas. Porém, o quadro atual favorece o MDB governista, que já marcou sua convenção para o dia 3 de agosto. 

A estratégia de Fernando Bezerra Coelho leva em consideração a possibilidade de que uma suposta retomada do partido no âmbito jurídico, mesmo depois da realização da convenção estadual e homologação emedebista na chapa governista pode ser revertida. Caso ocorresse uma decisão jurídica favorável à sua ala emedebista, Bezerra reuniria condições jurídicas para realizar uma nova convenção partidária até 5 de agosto – data-limite para realização das convenções. “Isso pode acontecer, mas vai depender da decisão da Justiça, que é quem pode dirimir essa questão”, disse Fernando Bezerra Coelho, que aguarda a decisão favorável do ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski. “Depende do que ele (o ministro) decidir”, avisou. 

Tratativas
Seu ponto de vista é contestado pelos seus rivais, como Jarbas Vasconcelos que aposta no sucesso do seu grupo. “A gente está atento, acompanhando passo-a-passo, eu e Raul (Henry). Acho que o desfecho nos será favorável”, declarou.

O senador ressalta que está alinhado com o projeto da executiva nacional. “Desde o começo, todas as nossas tratativas estão sendo feitas com a executiva nacional”, lembrou. O diretório nacional do MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (RR), mantém a pré-candidatura do ex-ministro Henrique Meirelles à presidência da República, que ainda poderia ceder à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), mas nos últimos dias são os próprios tucanos que não estariam dispostos a aceitar o apoio dos emedebistas. “Estamos tranquilos”, colocou.

Movimentações da semana passada da coligação Pernambuco Vai Mudar, que envolveram o deputado Bruno Araújo (PSDB) e outras possíveis pré-candidaturas ao Senado, segundo Bezerra, já foram “superadas”. Fernando Bezerra Coelho está em Petrolina, sua cidade-natal, até amanhã e deve voltar à capital pernambucana apenas no sábado. (Jairo Lima/Folha de Pernambuco)

FBC candidato a governador…

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A tese defendida pelo MDB nacional no sentido de trocar o comando do partido em Pernambuco foi, sobretudo, pela narrativa de lançar uma candidatura própria ao governo. Na seara das definições jurídicas sobre o caminho do partido, o senador Fernando Bezerra Coelho poderá ser obrigado a disputar o Palácio do Campo das Princesas para fundamentar juridicamente e politicamente a troca de comando no partido. É importante frisar que a defesa de Raul Henry utiliza a tese de que Fernando não será candidato a governador na disputa travada juridicamente.

Uma convenção sendo feita lançando Fernando candidato a governador teria muito mais embasamento jurídico do que levando o partido a apoiar Armando Monteiro. Se assim fizer, Fernando estará perdendo o principal argumento que fundamentou a dissolução do partido. E caso oficialize a entrada de Fernando no páreo, Armando Monteiro ficará satisfeito uma vez que terá um aliado para a tabelinha na campanha e uma garantia de apoio no segundo turno e principalmente a certeza que o MDB não estará na Frente Popular. (Por Edmar Lyra)

FBC irá judicializar convenção do MDB …

O senador Fernando Bezerra Coelho teve papel fundamental para a construção do palanque oposicionista que será liderado por Armando Monteiro como candidato a governador, mas desde o primeiro momento era óbvio que ele trabalhava no sentido de ser o nome que lideraria o processo. Inclusive no próprio anúncio de Armando Monteiro, ele deixou claro que gostaria de estar jogando noutra posição, ou seja, a de candidato ao Palácio do Campo das Princesas.

Fernando teve seu sonho de disputar o governo novamente adiado, desta vez por um movimento feito por Jarbas e Raul Henry que levaram às últimas consequências uma decisão que normalmente é tratada como matéria interna corporis.  A postura de levar para a justiça por parte de Raul foi fundamental para tirar Fernando do páreo. Porém, como é senador e não tem absolutamente nada a perder, FBC tem uma carta na manga.

A decisão que o nomeou presidente estadual do MDB após a dissolução do diretório local pela nacional é suficiente para que ele possa embolar o meio de campo. Se ele decidir, como certamente fará, realizar uma convenção com o MDB na coligação de Armando Monteiro, e Jarbas e Raul fizerem outra na coligação de Paulo Câmara, a confusão tende a ir para os tribunais, tal como ocorreu na dissolução do partido.

Na pior das hipóteses, Fernando poderá tirar Jarbas e Raul da chapa majoritária de Paulo Câmara, uma vez que essa confusão contaminaria o palanque do governador, o que evidentemente ele não poderia pagar pra ver. Nesta confusão tanto Jarbas Vasconcelos quanto Raul Henry ficariam no risco de sequer serem candidatos.

Numa eleição de tiro curto, 45 dias, é possível que termine a disputa e não haja uma definição do partido. E aí é onde entraria a vantagem de Fernando, pois além de tirar o tempo de televisão de Paulo Câmara, mesmo que não consiga levar para Armando, poderá tirar, numa tacada só Jarbas e Raul da disputa. Diferentemente do vice-governador e do deputado, Fernando tem mandato até 2023, e uma vez os dois sem mandato, o senador teria toda legitimidade para conseguir na justiça que a decisão tomada pela executiva nacional seja validada.

Se Fernando no fim das contas ficar com o MDB, saiu num grande lucro, pois mesmo não conseguindo ser candidato a governador, terá um grande partido no estado para poder reivindicar o que quiser no futuro, seja pra ele ou para os seus filhos nas próximas eleições majoritárias.  (por Edmar Lyra)

Fernando Bezerra quer ampla reforma tributária…

Ampla reforma tributária, com menos impostos ao setor produtivo e maior taxação dos mais ricos, além de uma política de preços de combustíveis que não esteja sujeita à volatilidade do câmbio e aos preços internacionais do petróleo. Este foi o caminho defendido, hoje, pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) ao ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para a solução do desabastecimento ocasionado pela greve dos caminheiros, que afeta a rotina da sociedade e a economia nacional.

“O brasileiro está dando um sinal claro que não suporta mais esta carga fiscal elevada”, destacou Fernando Bezerra, durante audiência pública nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado. “Chega de cobrar imposto de empresas, de quem produz. O que temos que fazer é taxar quem ganha, é taxar o lucro, o dividendo, que continua isento do pagamento de impostos”, acrescentou o senador.

Fernando Bezerra também observou que, no Brasil, não há cobrança de tributos sobre grandes fortunas. “É preciso se transferir a taxação para outras áreas, parar de cobrar imposto na produção, o que inibe os investimentos no país. Passou do tempo deste Congresso Nacional ter a responsabilidade de taxar a turma de cima”, afirmou o vice-líder do governo no Senado, que ainda ressaltou: “Nós precisamos aprender com outros países e reduzir a taxação sobre a atividade produtiva. O Brasil precisa voltar a produzir, crescer e gerar empregos”, defendeu.

Autor de projetos de lei que propõem a taxação de grandes fortunas e heranças como também a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), Fernando Bezerra Coelho observou que os projetos estão parados no Senado. Aprovada por diferentes comissões da Casa, a PNDR prevê, entre outras medidas, a transformação do ICMS em um imposto de consumo ao invés de incidir sobre a produção.

Empenho de FBC será fundamental para competitividade de Armando Monteiro …

Na eleição de 2006 o então prefeito de Petrolina Fernando Bezerra Coelho foi um dos primeiros políticos a apoiarem a candidatura de Eduardo Campos, exercendo uma importância muito grande para que a parte logística da campanha funcionasse, uma vez que Eduardo não dispunha de grande estrutura para enfrentar Mendonça Filho. Foi a partir daquele projeto eleitoral que se iniciou a atual hegemonia do PSB em Pernambuco.

Pré-candidato a governador, Fernando Bezerra Coelho teve novamente que adiar seu projeto, que talvez possa até ser enterrado por conta do impasse envolvendo o comando do MDB. Porém, o senador já deu demonstrações que terá total engajamento na campanha de Armando Monteiro, que acabou sendo o escolhido para enfrentar novamente Paulo Câmara.

Se em 2006 Fernando comandava apenas a prefeitura de Petrolina, em 2018 cresceu politicamente com a eleição de Fernando Filho para deputado federal por três mandatos, sua passagem pelo ministério da Integração Nacional e a vitória de Miguel Coelho em Petrolina. Além do mais, Fernando possui um mandato de senador e poderá ficar com o MDB, o que daria a Armando duas vitórias políticas: o tempo de televisão e a retirada de Jarbas Vasconcelos e Raul Henry da majoritária de Paulo Câmara.

Se porventura Armando Monteiro sagrar-se vitorioso, Fernando não só vai se tornar nome natural para renovar o mandato de senador como também terá direito a emplacar pelo menos uma importante secretaria num futuro governo, espaço que lhe foi negado pelo atual governador Paulo Câmara.

Na próxima segunda-feira, no anúncio formal de Armando Monteiro como pré-candidato a governador, o discurso de FBC será o termômetro do seu empenho para a vitória oposicionista em outubro. (por Edmar Lyra)

Vice-líder do governo, Fernando Bezerra cobra “atitude firme” para solução de reajustes dos combustíveis…

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) cobrou do governo, logo no início desta manhã (22), uma “atitude firme” em relação aos constantes aumentos do preço dos combustíveis no país. Conforme defendeu o parlamentar, a saída para este problema – “que aflige a população”; especialmente, os transportadores de cargas e caminhoneiros autônomos – é a redução da carga fiscal sobre o diesel e a gasolina, produtos derivados do petróleo cujos preços refletem diretamente no custo de vida dos brasileiros.

Na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado, Fernando Bezerra também destacou a necessidade de o Executivo não mais atrelar o preço dos combustíveis no Brasil à variação do dólar. “É preciso retirar a volatilidade da especulação cambial da política de preços da Petrobras. Isto é um absurdo”, afirmou o vice-líder do governo no Senado, ao defender a manutenção da autonomia da estatal na gestão dos preços dos combustíveis.

Como observou o senador, cerca de 40% do valor do óleo diesel e da gasolina correspondem ao “peso” de impostos como o PIS, Cofins e ICMS. “Esta política precisa ser revista pelo governo de forma rápida”, disse o vice-líder. Na avaliação de Bezerra Coelho, as mobilizações dos motoristas são compreensíveis. “Não se pode transferir aos trabalhadores esta enorme carga fiscal porque eles não têm como repassar tais custos aos fretes, às suas atividades, que é de onde eles retiram o sustento de suas famílias”, reforçou.(AB)

Fernando Bezerra Coelho comanda audiência pública no Recife…

Nesta sexta-feira (27/04) o presidente da Comissão Temporária para a Reforma do Código Comercial, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), irá coordenar uma audiência pública para discutir a atualização e sistematização das normas comerciais e empresariais brasileiras.

O evento terá como expositores o advogado e professor de Direito Comercial da PUC-SP, Fábio Ulhoa Coelho; o advogado e professor chefe do Departamento de Teoria Geral do Direito e Direito Privado da UFPE, Ivanildo Figueiredo; o presidente da Fecomércio, Josias Albuquerque e representantes da Fiepe. A audiência irá acontecer a partir das 10h, no auditório do JCPM. (Edmar Lyra)

 

Armando não tem como abrir pra FBC, nem o contrário…

Agora que Armando Monteiro e Fernando Bezerra Coelho têm seus respectivos partidos, e ambos desejam chegar ao Palácio do Campo das Princesas, a oposição está num dilema muito grande para ver quem será o candidato a governador numa eventual candidatura única. Armando é líder nas pesquisas, possui um grupo formado por quatro partidos e não tem motivo nenhum para abdicar do seu projeto de ser governador para qualquer outro candidato. Já o outro senador, FBC, conquistou o MDB no argumento de que seria candidato a governador. Não tem sentido o MDB deixar de ser linha auxiliar do PSB em Pernambuco para ser linha auxiliar do PTB.

Além do mais, Fernando mesmo em baixa nas pesquisas não tem o que perder sendo candidato a governador. Na pior das hipóteses, ele construirá seu nome em Pernambuco, visto que ainda é muito desconhecido do eleitor pernambucano. Está no meio do mandato de senador e tem vontade de ser governador acalentando esse desejo há anos. Se abrisse para qualquer candidato estaria cometendo um erro histórico. Quem acompanha os bastidores da política sabe que a oposição dificilmente chegará ao consenso de lançar uma candidatura. Os dois nomes deverão ser colocados no cardápio eleitoral para que a população possa fazer sua escolha em outubro. (Edmar Lyra)

MDB-PE reage: Jarbas briga; Raul não entrega chaves…

“Fui acompanhar de perto esse ato de truculência e arbitrariedade por parte de Romero Jucá. Isso nunca aconteceu na história do MDB. Esse ato de violência e anti-democrático são as marcas da era Jucá à frente da legenda. Vou junto com Raul continuar brigando e lutando. Eles queriam briga e agora vão ter”, reagiu o senador Jarbas Vasconcelos à tomada de poder no  MDB pernambucano.

Já Raul Henry reagiu dizendo que não entregará as chaves do partido ao grupo de FBC, e qualificando o ocorrido de “uma vergonha”, um tratoramento, avisando que vai ao TSE e até ao Supremo Tribunal Federal.

“O que está acontecendo aqui é um processo vergonhoso, conduzido de forma indecente pelo senador Romero Jucá”, afirmou Raul Henry. “E um tratoramento, uma arbitrariedade”, disse.

A Executiva Nacional do MDB dissolveu o diretório do partindo em Pernambuco  afastando o  vice-governador Raul Henry e o deputado Federal Jarbas Vasconcelos. Foram 17 votos favoráveis e seis contrários à dissolução, decretando o fim de uma luta pelo poder na legenda envolvendo o senador Fernando Bezerra Coelho e seu grupo, de um lado, e do outro o senador Jarbas Vasconcelos, o vice-governador Raul Henry e seus aliados.

Bezerra Coelho festeja

O senador Fernando Bezerra Coelho saiu sorridente da reunião da Executiva.  “Agradeço a confiança do MDB  para, a partir desse momento, liderar um processo de arregimentação de quadros com vistas à disputa que se avizinha, fortalecendo o partido”, disse  Coelho. “Vamos deixar as feridas cicatrizarem”. (Magno Martins)

Fernando Bezerra Coelho é nomeado presidente da comissão provisória do MDB de Pernambuco…

Após a oficialização da dissolução do diretório estadual do MDB por 17 votos a 6, pela executiva nacional do partido, o senador Fernando Bezerra Coelho foi nomeado presidente da comissão provisória do MDB de Pernambuco. 

A dissolução tinha sido autorizada ontem pelo TSE através de uma liminar do ministro Admar Gonzaga e hoje foi efetivada pelo diretório nacional do partido.(Edmar Lyra)

Com decisão do TSE, caminho fica livre pra FBC disputar o governo…

Chegou ao fim na noite de ontem a batalha jurídica travada entre o vice-governador Raul Henry e o senador Fernando Bezerra Coelho pelo comando estadual do MDB. A guerra de liminares foi interrompida com a decisão do ministro do TSE, Admar Gonzaga, que autorizou o MDB nacional a proferir o processo de dissolução, consolidando o que todo mundo já sabia, de que no fim das contas Fernando teria o comando do partido.

A estratégia de Jarbas e Raul foi inteligente, pois tentou fragilizar ao máximo a situação de Fernando nesta questão, uma vez que se já tivesse assumido o comando do partido no ano passado, o senador teria maior força para construir a sua pré-candidatura e alinhar o partido que é um dos mais fortes em termos de tempo de televisão e de fundo partidário para a disputa deste ano.

Porém, Jarbas e Raul apostavam em levar esta confusão até o dia 7 de abril, quando findará o prazo de filiação, o que evidentemente deixaria Fernando de mãos atadas para construir o partido. Como a situação tende a ser resolvida hoje no diretório do MDB, Fernando ganha 18 dias para convencer muita gente a se filiar ao partido, tanto candidatos a deputado estadual e federal como prefeitos, e não restará mais nenhuma dúvida quanto a sua postulação ao Palácio do Campo das Princesas.

Esses 18 dias conquistados por Fernando darão a musculatura necessária para que ele possa colocar o bloco na rua de forma mais consistente, e terá entre abril e agosto, as condições políticas para tentar atrair novos partidos, uma vez que suas articulações terão o combustível da caneta do governo federal. A decisão do TSE tem impacto direto na equação da eleição, uma vez que no meio do mandato de senador e com o MDB para chamar de seu, Fernando não tem qualquer motivo para ficar de fora da disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, o que sempre foi o seu sonho desde que entrou na vida pública.

Fernando com o MDB em mãos demonstra força política, e evidencia que quem tem sorte puxa por ela, pois contrariou quase todos os prognósticos que davam a batalha como perdida, devido a situação da briga jurídica que vinha lhe dando sucessivos reveses na justiça estadual, mas que quando chegou em Brasília, a conta ficou ao seu favor. O jogo para Fernando não foi fácil, mas a jogada audaciosa e vitoriosa no caso do MDB faz com que a partir de agora os políticos passem a lhe observar com outros olhos. (Por Edmar Lyra)

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