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Mesmo rifada, Marília Arraes já é a grande vencedora de 2018…

Após a vitória de Eduardo Campos em 2006, onde Marília, então estudante da Faculdade de Direito do Recife, teve atuação destacada, ela foi ungida pelo PSB para disputar um mandato de vereadora Leia mais »

Greve pode impactar recuperação econômica…

A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) informou ontem (25) que toda a cadeia produtiva foi afetada pela greve dos caminhoneiros, que entrou hoje (25) no quinto dia de paralisação. O Leia mais »

General descarta choque Forças Armadas e caminhoneiros…

“Até porque a ação não é contra caminhoneiros. É para permitir o trânsito, o direito de ir e vir das pessoas e veículos, principalmente, o abastecimento”, declarou o ministro Tânia Monteiro, O Leia mais »

TSE pode impedir que nome de Lula apareça na urna em outubro…

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir na próxima terça-feira se um réu em ação penal pode se candidatar a presidente da República. O julgamento pode definir a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi Leia mais »

Tag Archives: disputa

As virtudes e os desafios de Armando Monteiro na disputa pelo governo …

Na próxima semana a oposição intitulada de Pernambuco quer Mudar anunciará a pré-candidatura do senador Armando Monteiro ao governo de Pernambuco. Será a segunda vez que o petebista disputará o Palácio do Campo das Princesas e reeditará o embate que elegeu Paulo Câmara em 2014.

Reconhecidamente um político ficha limpa e cumpridor de acordos políticos, o senador Armando Monteiro tem uma carreira política relativamente curta, apenas 20 anos de mandatos eletivos, quando foi deputado federal em três ocasiões, senador eleito em 2010, ministro e presidente da CNI. Neto do ex-governador Agamenon Magalhães e filho do ex-ministro Armando Monteiro Filho, o senador tem a política em seu DNA e venceu quatro das cinco eleições que disputou em Pernambuco, com um bom aproveitamento em disputas eleitorais.

Diferentemente de 2014 quando disputou apoiado por PTB, PT, PDT, PSC, PTdoB e PRB, o senador entrará neste novo embate com Paulo Câmara apoiado por DEM, PSDB, Podemos, Avante, PTB e PRB, partidos que juntos darão um guia eleitoral mais representativo do que em 2014 para a disputa que será reeditada devido a nova legislação eleitoral que alterou as regras de distribuição do tempo de televisão e rádio.

Se em 2014 havia um desejo de continuidade que foi impulsionado pela morte de Eduardo Campos e que acabou atropelando o sonho de Armando em ser governador, em 2018 haverá a fadiga de material de doze anos do governo do PSB, e certamente a comoção pela morte do ex-governador já não terá mais a eficácia do pleito passado.

Por outro lado, Armando Monteiro não terá muita condição de desvencilhar-se da pecha que o PSB pretende jogar em seu palanque como “palanque de Temer”, uma vez que Armando será apoiado por três ex-ministros do presidente. Além do mais, se foi difícil enfrentar Paulo Câmara que estava sem a caneta, agora o governador estará sentado na cadeira e certamente fará tudo que estiver ao seu alcance para continuar no Palácio do Campo das Princesas.

A reedição da disputa de 2014 trará dois desafios para Armando, o primeiro é o de que nunca um senador virou governador, enquanto o segundo é o de que o candidato derrotado no pleito anterior jamais venceu a eleição seguinte em Pernambuco. Além do mais, para chegar ao Palácio do Campo das Princesas, será necessário que Armando seja mais incisivo nas críticas sem parecer agressivo ou arrogante e que faça uma campanha eleitoral nas plataformas eletrônicas que seja completamente diferente do que foi apresentado em 2014 se ele quiser ter qualquer chance de devolver a derrota sofrida para Paulo Câmara no pleito passado. (por Edmar Lyra)

Mendonça Filho mostra competitividade para o Senado …

O deputado federal Mendonça Filho apareceu com 11% das intenções de voto para governador na pesquisa Múltipla e com 11,3% para o Senado. Numa eventual e provável candidatura de Armando Monteiro a governador é extremamente factível a possibilidade de o eleitor que sinaliza votar em Mendonça migrar para Armando Monteiro na disputa pelo governo e o eleitor de Armando migrar para Mendonça na disputa pelo Senado.

Quando somadas as intenções de voto de Armando Monteiro e Mendonça Filho para o Senado, chega-se a 27,1% das intenções de voto, é natural que no decorrer da campanha esse voto dos dois case. Mas existe um segundo fator que pode acabar beneficiando Mendonça. Jarbas Vasconcelos, líder na pesquisa, tem 20% de intenção de voto, e há um sentimento por parte do eleitor de associação entre Jarbas e Mendonça, o que pode fazer com que Jarbas seja o segundo voto do eleitor de Mendonça e Mendonça seja o segundo voto do eleitor de Jarbas.

Na eleição de 1994 para o Senado, quando estavam em jogo duas vagas, o eleitor de Arraes votou em Roberto Freire, e acabou votando em Carlos Wilson, que anos antes tinha sido vice de Arraes e herdou o governo dele. Isso pode acabar se repetindo em 2018, até porque caso se confirme a entrada de Humberto Costa para o Senado na Frente Popular, é pouquíssimo provável que a maioria do eleitor case o voto de Jarbas e Humberto, devido o antagonismo dessas duas lideranças políticas em todas as eleições.

Além dos números da quantitativa, existem pesquisas qualitativas identificando que Mendonça Filho é visto como competente, experiente, preparado, etc. Adjetivos que numa eleição difícil como a que estamos a presenciar são um alento para qualquer político. Apesar de ter sido ministro de Temer, a impopularidade do presidente curiosamente não respingou em Mendonça numa eventual disputa por uma cadeira do Senado.

Mendonça Filho tem uma eleição encaminhada para deputado federal, mas se for candidato a senador terá plenas condições de alcançar o mandato porque além do voto casado com Jarbas, também poderá ser beneficiado pelo antipetismo de parte da população que ainda é forte, sobretudo na Metropolitana onde concentra o maior eleitorado. De todas as majoritárias que Mendonça disputou, caso ele entre para o Senado, entrará na disputa com a melhor condição de vitória em relação a 2006, 2008 e 2012. (Por Edmar Lyra)

Pela primeira vez teremos uma reedição de disputa para governador …

Em todas as eleições desde que foi instituída a reeleição em 1998, nunca houve a manutenção de dois candidatos que se enfrentaram no pleito anterior. Naquele pleito Jarbas Vasconcelos derrotou Miguel Arraes, então governador que tentava reeleição. Quatro anos depois, Jarbas não enfrentou Arraes, o PSB lançou Dilton da Conti e o PT, Humberto Costa. Em 2006, Mendonça, Humberto e Eduardo protagonizaram a disputa vencida por Eduardo. Quatro anos mais tarde, o adversário de Eduardo acabou sendo Jarbas Vasconcelos.

Nas eleições de 2014 a disputa foi polarizada por Armando Monteiro e Paulo Câmara, que deverá ser reeditada em 2018. Armando Monteiro tende a se consolidar até o dia 20 como o adversário do governador Paulo Câmara fazendo um remake da eleição passada. O governador, por sua vez acabou esse período de filiações num grande lucro, uma vez que não houve nenhuma perda de deputado estadual ou federal da sua base aliada para a oposição, as conquistas oposicionistas foram Alvaro Porto e Socorro Pimentel, o primeiro foi eleito pelo PTB, mas estava no PSD e fez o caminho de volta, enquanto Socorro apesar de ter apoiado Armando, foi eleita pelo PSL que integrou a Frente Popular em 2014.

Além de ter poucas perdas, o governador teve duas decisões judiciais favoráveis envolvendo o MDB e o PPS, que poderão ficar na Frente Popular, naturalmente atrapalhando de forma significativa a composição da chapa majoritária liderada por Armando Monteiro, que a partir da continuidade do imbróglio do MDB, será aclamado candidato da oposição. Se em 2014 Armando Monteiro foi amplo favorito e acabou sendo derrotado, hoje o favoritismo se inverteu. Paulo Câmara mesmo com toda dificuldade encerra essa primeira fase da campanha como favorito, uma vez que apesar da posição nas pesquisas ser de empate técnico, é inegável a força do governo para descolar o panorama que hoje coloca os dois nomes em condições de igualdade.

Caberá a Armando Monteiro, quando aclamado candidato da oposição, criar uma estratégia eficiente de comunicação para no erro do PSB tentar virar o jogo nesta reedição da disputa. Mesmo sem um anúncio formal neste sábado em Ipojuca, todas as evidências ficaram claras para que Armando seja o nome para o pleito. (Edmar Lyra)

 

ACM Neto desiste de disputar o governo da Bahia…

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), desistiu de disputar o governo da Bahia nas próximas eleições. Ele decidiu que não vai deixar a prefeitura hoje, data limite para que aqueles que estão no Executivo e pretendem tentar nas urnas um outro cargo se desincompatibilizem.

A desistência de Neto é um fator negativo para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que perde um palanque importante para sua tentativa de se viabilizar candidato à Presidência da República.

“Vamos ter candidato na Bahia”, disse Maia à Folha de São Paulo.

O plano B do DEM é, ao menos por enquanto, José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana. ACM Neto, que é presidente nacional do DEM, disse que, se José Ronaldo não aceitar, o partido pode apoiar o candidato de outro partido. (Magno Martins)

Paulo Câmara apesar das dificuldades ainda é o favorito …

Edmar Lyra

Eleito em 2014 na esteira de Eduardo Campos, sobretudo após o fatídico acidente que vitimou o ex-governador, Paulo Câmara teve um desafio muito grande para enfrentar que era governar um estado sem seu mentor e principalmente num momento de crise econômica que prejudicou o Brasil e em Pernambuco não foi diferente.

Paulo também enfrentou um recrudescimento da violência que já dava seus sinais no final do governo Eduardo e seguiu com João Lyra Neto. Evidentemente a violência teve como seu maior ingrediente a crise econômica que ampliou o desemprego e colocou mais gente na condição de vulnerabilidade social, mas uma coisa é perceptível aos olhos do pernambucano, que é o empenho do governador em resolver o problema. Nunca se viu tanto investimento quanto agora para a segurança pública.

Perto de findar a janela partidária, os indícios são grandes de que as modificações entre deputados estaduais e federais ocorrem apenas do ponto de vista partidário, porém a maioria dos parlamentares seguirá na base do governador porque não sente confiança em outros projetos. Já existe por parte da classe política a percepção de que o governador está melhorando as várias situações ruins do seu governo e que em junho, após a alteração do secretariado em abril, a coisa deverá estar bastante equacionada.

A oposição ao governador não se entende. Ela cada dia que se passa dá sinais de que os desejos pessoais estão acima do desejo comum de vencer a eleição, o que mostra uma união de fachada. Não há uma plataforma, um projeto, nada que justifique o eleitor insatisfeito com o atual governo trocar por um nome oposicionista. Por outro lado, o PSB segue com know-how de quem venceu as últimas seis eleições, sabendo fazer campanha como ninguém. Isso acaba impulsionando o governador a uma situação melhor.

A oposição sem unidade e sem um projeto consistente, a cada dia que se passa se torna mais frágil para enfrentar um governador que apesar de todas as dificuldades, é quem está tocando Pernambuco aos trancos e barrancos para levar o estado a mares mais calmos. A tropa do governador está sedenta para manter a hegemonia do PSB no estado, diferentemente da oposição que tem uma tropa muito menos numerosa e de difícil aglutinação e entendimento.

Nome de Eduardo da Fonte é cotado para o Senado…

As especulações em torno do rumo do Partido Progressista (PP) na eleição do ano que ganharam novos contornos, nesta semana. A sigla, que chegou a ensaiar a formação de uma chapinha fora Frente Popular, estaria perto de voltar para o chapão governista. Para isso, o presidente estadual da legenda, deputado federal Eduardo da Fonte, já teria acertado com o Palácio do Campo das Princesas a indicação do seu nome para disputar uma vaga no Senado.

Em reserva, uma fonte governista revelou que, nos bastidores da Assembleia Legislativa, o comentário é que Eduardo da Fonte expressou seu desejo de participar da eleição majoritária e recebeu o aval do governo Paulo Câmara. Com isso, estaria disposto a abortar a formação de uma chapinha com legendas como PDT e PCdoB, que havia sido fortemente criticada por partidos da Frente Popular.

O arquivamento da denúncia contra o deputado na Lava Jato, na última segunda (18), por parte do Supremo Tribunal Federal, também teria favorecido, de acordo com a mesma fonte, a tese de que a sua postulação não causaria prejuízos para a imagem da coligação liderada pelo PSB.

O PP, que tem a segunda maior bancada na Assembleia, ganhou espaços significativos no governo, recentemente, com a nomeação de Guilherme Rocha como secretário executivo de Recursos Hídricos e de Clóvis Benevides como secretário de Desenvolvimento. Outro espaço entregue ao PP foi a Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape, com indicação de Michelle Karine Zacarias de Souza, ex-gestora de Projetos do Porto do Recife.

PT

Caso a postulação de Eduardo da Fonte se consolide, a aliança entre PT e PSB, que estaria sendo costurada pelo próprio ex-presidente Lula e vem recebendo apoio de boa parte da bancada socialista, pode ficar ameaçada. Segundo a fonte governista, se Eduardo da Fonte disputar a Casa Alta, o senador Humberto Costa (PT), que pretendia se reeleger pela Frente Popular, pode ter que disputar uma vaga na Câmara Federal. (Folha de Pernambuco)

Para o PT, mesmo condenado pelo TRF, Lula disputará ao menos o primeiro turno de 2018…

Via Daniela Lima  / Folha de S.Paulo

O grupo mais próximo a Lula aposta que Jair Bolsonaro (PSC-RJ) perderá corpo durante a campanha e lembra que o ex-presidente, ainda em julho, disse em reunião do PT que sua legenda errava ao mirar João Doria (PSDB-SP). “O adversário será Geraldo Alckmin”, apostou. O PT está convencido de que, mesmo condenado em segunda instância, o ex-presidente Lula disputará ao menos a metade do primeiro turno da eleição de 2018. O partido vai empunhar tese segundo a qual nem um veredito desfavorável seria impeditivo para o registro da candidatura. Se o Ministério Público quiser tirá-lo do páreo, dizem aliados, terá que fazer uma caçada pública. O foco do petista é permanecer na dianteira das pesquisas para dramatizar ainda mais o movimento.

O caminho do enfrentamento político a uma decisão judicial ganhou força e se tornou unânime após parecer do professor Luiz Fernando Casagrande Pereira, entregue ao partido em outubro. O estudo foi publicado na coluna Mônica Bergamo, da Folha.

O grande problema do PT será convencer os aliados a encarar a empreitada de alto risco. Dirigentes da sigla já têm um discurso pronto: em qualquer circunstância, Lula será um cabo eleitoral de peso, não só para quem herdar sua vaga na chapa, mas também para candidatos a deputado.

Atenção Luciano Huck: não entre não, que é fria…

Por: Vandeck Santiago

O repórter da TV Globo Francisco José poderia ter sido, numa projeção otimista, prefeito do Recife, ou então, em projeção pessimista, pelo menos candidato. Ele foi convidado para disputar a eleição por um dos grandes partidos do estado na época, mas recusou. Isso aconteceu em 1988, e a história me foi contada pouco tempo depois do convite pelo deputado líder do partido que o queria no palanque.

Ele já era um repórter nacionalmente reconhecido, e protagonizara um ano antes, em 25 de setembro de 1987, um episódio marcante: durante assalto a uma agência do Banco Econômico, em Boa Viagem, os assaltantes fizeram reféns, entre os quais uma mulher grávida. Ele se ofereceu para ficar no lugar dela. Os bandidos aceitaram a troca na hora. Há uma cena assustadora do ato: os assaltantes saindo encapuzados da agência, de armas em punho, empurrando os reféns, Francisco José à frente. No final, graças a Deus, tudo acabou bem. Os assaltantes acabaram presos e nenhuma de suas vítimas foi ferida.

Lembro dessa história, agora, ao ver a romaria que se está fazendo à casa do apresentador Luciano Huck, para que ele concorra à Presidência da República. Em momento de descrédito na política, ele pode representar “o novo”, o camarada que não foi tocado pela contaminação que estamos acompanhando dia a dia.

Quero crer que o apresentador seja uma pessoa inteligente e com experiência suficiente para saber que quem bate à sua porta com uma ficha de filiação dizendo “você é o cara” está querendo aproveitar-se de sua popularidade como celebridade da TV. Talvez até imaginando que sua candidatura não seria para ganhar, e sim para atrapalhar este ou aquele candidato, e de quebra conseguir fazer uma boa bancada de deputados. Huck sabe também que o convite não é para uma nomeação, é para uma eleição.

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Aliados e adversários de Temer já discutem nomes para disputar a eleição indireta…

Enquanto o núcleo duro do Palácio do Planalto adota o discurso de que apenas a permanência do presidente Michel Temer pode garantir a governabilidade e aprovar as reformas trabalhista e da Previdência, aliados e adversários do peemedebista já debatem nos bastidores qual o perfil ideal e os nomes mais viáveis para a eventualidade de uma eleição indireta. Existem alguns consensos nos dois lados. O primeiro é que qualquer decisão passará pelas reformas trabalhista e da Previdência. O segundo é que dificilmente um nome de fora da política terá força para construir uma maioria entre os deputados e senadores que formarão um possível colégio eleitoral.

Em caráter reservado, líderes da base governista dizem que a eleição de um presidente-tampão teria a mesma dinâmica de uma disputa pela Mesa Diretora da Câmara. Ou seja: tem mais chance de vencer quem tiver trânsito nas bancadas e condições de oferecer cargos.

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Doria chama Lula de covarde mas quer que petista dispute eleição…

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“O Lula, além de mentiroso, é um ator”. Foi assim que o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), reagiu, em Nova York, a um pedido para avaliar o depoimento prestado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sergio Moro, na quarta-feira da semana passada, em Curitiba.

Numa conversa com jornalistas na cidade norte-americana, onde iniciou ontem (14) um tour para promover São Paulo e oferecer oportunidades de negócios para investidores, Doria disse que Lula “mente com uma convicção que impressiona; até um professor de atores ficaria impressionado como ele é capaz de encenar, mentir e tentar convencer”.

O prefeito paulistano afirmou que no depoimento à Justiça Lula se revelou “mais uma vez um covarde”.

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Disputa na Câmara já tem cinco candidatos e quatro ações no STF…

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A semana que definirá o novo presidente da Câmara dos Deputados começou com movimentação no tabuleiro que tem como principais concorrentes o atual mandatário da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o líder do PTB, Jovair Arantes (GO), e o líder do PSD, Rogério Rosso (DF) – estes últimos dois nomes do Centrão, bloco informal que reúne 13 partidos e cerca de 220 deputados. A votação no plenário acontece na próxima quinta-feira.

Ontem, diante da pressão interna para não apoiar deputados que votaram pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o presidente do PT, Rui Falcão, defendeu que a oposição articule uma candidatura ao comando da Câmara. Nesta segunda-feira, a eleição ganhou um quinto concorrente, Júlio Delgado (PSB-MG), e a quarta ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a candidatura de Maia.

No mandado de segurança impetrado hoje, Delgado, Jovair, Rosso e André Figueiredo (PDT-CE), este também candidato, pedem que o STF conceda uma liminar para impedir a Mesa Diretora da Câmara de registrar a candidatura de Maia e suspenda a realização da eleição para os cargos de diretoria “até que a Corte se pronuncie definitivamente sobre a questão”.

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Até vaquejada motiva disputa entre Legislativo e STF…

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Em mais um confronto com o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional articula uma proposta para reverter a decisão da Corte que tornou a vaquejada ilegal no início de outubro. A reação parlamentar foi imediata e, na semana seguinte, quatro projetos com o objetivo de regulamentar a prática foram protocolados. No início de novembro, em tramitação expressa, senadores aprovaram de forma simbólica a proposta que eleva vaquejadas e rodeios a manifestação cultural nacional. A matéria aguarda a sanção do presidente Michel Temer.

“Esse projeto é o primeiro passo para reverter o entendimento do Supremo”, disse o relator Otto Alencar (PSD-BA) logo após a votação na Comissão de Educação do Senado. Os parlamentares se mobilizaram e, poucas horas depois, aprovaram o projeto também no plenário. O próximo passo é aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que derrube definitivamente a decisão do STF.

A vaquejada remonta ao Nordeste do século 18, mas é praticada atualmente também no Centro-Oeste, Norte e interior de São Paulo. Na competição, o cavaleiro precisa derrubar um boi dentro da área demarcada, puxando o animal pelo rabo. Enquanto os parlamentares defendem que a prática faz parte da cultura do País, a interpretação do Supremo é de que a vaquejada causa sofrimento animal.

Continua…

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