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Tag Archives: Barragem de Jucazinho

Barragem de Jucazinho (dia 15/04/2018)…

Barragem de Jucazinho – 15/04/18
Face – Abel Ferreira – Abelgravacoes

Captação provisória do ‘volume morto’ de Jucazinho deve começar dentro de 30 dias…

Beneficiada com as chuvas dos últimos dias, a barragem de Jucazinho, no município de Surubim,  voltou a acumular água depois de um ano meio em colapso. O diretor Regional do Interior da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Marconi de Azevedo, fez uma visita técnica ontem (9) à barragem, e avaliou que dentro de 30 dias, a Compesa deve começar a captar água do ‘volume morto’ do reservatório, por meio de uma bomba flutuante. 

“O normal seria aguardar que o nível superasse o volume morto para o início da retirada  de água, mas diante da necessidade de atendimento das cidades abastecidas pela barragem, iremos fazer algumas adequações para a captação provisória”, adiantou o diretor.
 
A Barragem Jucazinho é o maior reservatório para abastecimento do Agreste, tem capacidade para armazenar mais de 327 milhões de metros cúbicos de água. O manancial registra agora 2,58% do seu nível de acumulação, volume que corresponde a 8,4 milhões de metros cúbicos de água e é responsável pelo atendimento de  15 municípios do Agreste, dentre eles, Surubim, Cumaru e Passira. 

De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), a previsão para esse ano é de chuvas dentro da média na região Agreste, ou seja, cerca de 700 milímetros durante a quadra chuvosa. Se considerar que o período de inverno oficial das regiões do Agreste, Zona da Mata e Metropolitana do Recife apenas começou, tendo em vista que a quadra chuvosa vai de abril até julho, há esperanças de que o manancial possa melhorar o seu nível ainda mais.

Compesa
Fonte: Assessoria de Imprensa.

Barragem de Jucazinho volta a acumular água após chuvas, diz Compesa…

A barragem de Jucazinho, em Surubim, no Agreste de Pernambuco, acumulou água após as chuvas registradas em Santa Cruz do Capibaribe, também no Agreste. De acordo com Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a água que chegou ainda é pouca, mas a expectativa é que nos próximos dias mais água continue chegando ao local. A barragem está em colapso desde 2016.

De acordo com o Projeto Bicho da Caatinga, que também monitora as chuvas na região, choveu 154 milímetros em Santa Cruz do Capibaribe. Ainda segundo a entidade, esse é o maior registro dos últimos 55 anos, o que quer dizer que em menos de 24 horas, choveu 200% a mais do que o esperado para todo mês de abril.

A capacidade de produção de Jucazinho é de 1,3 mil litros por segundo, atendendo a uma população de aproximadamente 800 mil pessoas ao longo dos 206 quilômetros de adutoras. O sistema abastecia os municípios de Santa Cruz do Capibaribe, Riacho das Almas, Cumaru, Passira, Salgadinho, Casinhas, Surubim, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Frei Miguelinho, Toritama, Caruaru, Bezerros e Gravatá.

A Agência Pernambucana de Água e Clima (Apac) emitiu um alerta de chuvas com intensidade de moderada a forte na Mata Sul de Pernambuco.  (G1-PE)

Chuvas ainda são insuficientes para tirar Jucazinho do colapso…

A temporada de inverno só tem início oficialmente a partir de março, mas as chuvas que vem caindo nestes dois primeiros meses de 2018, trazem a expectativa de que o período de estiagem severa parece estar chegando ao fim, confirmando a previsão de especialistas para este ano. Se as pancadas de chuva que tem ocorrido até agora, animam o homem do campo, que em algumas localidades já começa a plantar, por outro lado, foram insuficientes para tirar a Barragem de Jucazinho do colapso.

No último final de semana choveu bem nos municípios da Bacia do Capibaribe, que contribuem diretamente para acumular água no manancial. As chuvas mais fortes ocorreram em Santa Cruz do Capibaribe nos dias 16 e 17/2, onde choveu 56,8 mm; Toritama com 55,5 mm (17 e 19/2) e Frei Miguelinho registrando 37,1 mm no dia 17/2, mas a terra está tão seca que até agora as precipitações não foram capazes de fazer a água “descer” em direção ao reservatório. Quem passa pela ponte da BR-104 em Toritama, vê o Rio Capibaribe com água, paisagem já bem diferente do período agudo de seca, no entanto, o pouco que existe está represado em pequenas barragens, sem formar nenhum tipo de correnteza.

Resta esperar que os índices pluviométricos anotados nestes 51 primeiros dias do ano, na Região Metropolitana de Recife e na Mata Sul do Estado, considerados superiores à média histórica, possam ocorrer aqui também no Agreste Setentrional, só assim o cenário mudará em Jucazinho. (Correio do Agreste)

Barragem de Jucazinho enfrenta pior cenário desde sua inauguração…

Colapso: crise, perecimento, agonia. Todos os sinônimos são totalmente aplicáveis para definir a situação da Barragem de Jucazinho, no município de Surubim, Agreste do Estado. E também dos que dependem dela. O colapso já dura nada menos que um ano e dois meses. A população se vira como pode.

Após sofrer seis anos consecutivos de seca, este é o pior cenário da barragem desde a inauguração em 2000. O ajudante de eletricista Carlos Roberto Rocha de Lima, 52 anos, viu a barragem ser construída e disse que nunca a encontrou nessa situação. “Nunca pensei que fosse ver o leito assim, nessa secura só. Dá uma tristeza muito grande. Esse reservatório salvava toda a região”, disse.

A última vez que Jucazinho sangrou foi em maio de 2011. Carlos lembra bem. Com saudade. “Foi uma festa. Tudo isso aqui estava cheio. De água e de gente. Veio um pessoal de várias cidades pra admirar a barragem sangrando. Foi lindo”, disse, com brilho nos olhos.

Mas o brilho ficou opaco, vazio como o reservatório. No espaço com capacidade para 327 milhões de metros cúbicos de água se pode caminhar tranquilamente. Onde ainda existe água ela não chega nem ao calcanhar. Impressiona ver um reservatório que poderia fornecer até 1.300 litros de água por segundo não encher uma simples cisterna.

O tom vermelho da terra reforça o aspecto de devastação, evidenciada pelos peixes mortos encontrados no leito e pela carcaça de um cavalo a um metro de uma pequena poça-d’água barrenta. Ele não resistiu a distância. Nem o rio à seca.

Quinze municípios são (ou deveriam ser) atendidos pela barragem. O número de 800 mil pessoas beneficiadas, agora prejudicadas, é gritante. Um grito de socorro que aliás vem de bem perto. A menos de 500 metros do paredão da barragem, dona Ivonete Domerina de Arruda, 54 anos, sofre para manter o abastecimento d’água na casa, em uma pequena vila.

Continua…

Chuva no Agreste não altera quadro de colapso da Barragem de Jucazinho…

Manancial só voltará a acumular água se ocorrer grande concentração pluviométrica na bacia do Capibaribe

Blog Gov PE

A região de influência da Barragem de Jucazinho, localizada no município de Surubim, no Agreste, não recebeu chuvas suficientes para alterar o quadro do maior reservatório para abastecimento humano operado em Pernambuco, que continua seca. A barragem está situada na região que possui o pior balanço hídrico do Brasil e não resistiu à estiagem extrema por sete anos consecutivos, entrando em colapso em setembro do ano passado.

Ao contrário de outras barragens do Agreste, Jucazinho ainda não conseguiu se recuperar e atravessa o pior cenário desde a sua inauguração, em 2000. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima – Apac, no Estado de Pernambuco ocorre uma má distribuição espacial das chuvas, ou seja, há regiões que há grande concentração pluviométrica e, em outras não chove quase nada.

Ainda de acordo com a Apac, agora em agosto as chuvas começam a ficar mais fracas no Agreste e terão uma duração mais curta, de poucos minutos. “Na região da barragem é esperado que chova em torno de 80 milímetros, mas como este volume de precipitação geralmente não é concentrado, não deve contribuir significativamente para acumular água em Jucazinho. A partir de setembro, o volume de chuvas cai drasticamente, a média mensal histórica de precipitação é em torno de 25 a 30 milímetros de chuvas”, explica o meteorologista da Apac, Roberto Carlos Pereira.

A última vez que a Barragem de Jucazinho sangrou foi em setembro de 2011. De acordo ainda com a Apac, para reverter essa situação, seria preciso ocorrer fortes chuvas nos municípios da bacia do Rio Capibaribe – como Jataúba, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Taquaritinga do Norte, Vertentes, Frei Miguelinho e Riacho das Almas – chuvas tão intensas (e concentradas em um ou poucos dias) como as registradas em julho deste ano, na Zona da Mata Sul.

Continua…

Barragem de Jucazinho continua sem acumular água …

A Barragem de Jucazinho, localizada o município de Surubim, continua em colapso. As chuvas registradas no Agreste não alcançaram a Bacia do Capibaribe, responsável pela alimentação do manancial. A sua capacidade de acumulação é de 327 milhões de metros cúbicos de água e encontra-se seca desde setembro do ano passado. O sistema abastece às Cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Riacho das Almas, Cumaru, Passira, Salgadinho, Casinhas, Surubim, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Frei Miguelinho, Toritama, Caruaru, Bezerros e Gravatá.

Esse é o pior cenário de Jucazinho desde a sua inauguração, no ano de 2000. Sua capacidade de produção é de 1.300 l/s, atendendo a uma população de aproximadamente 800 mil pessoas ao longo de seus 206 quilômetros de adutoras. Em nota, a Companhia Pernambucana de Saneamento e Abastecimento (COMPESA) disse que a expectativa é que o manancial tenha uma boa recuperação até o próximo mês de julho, quando termina a estação invernosa, para que a operação seja retomada e o abastecimento das cidades seja normalizado. (Blog do Agreste / Imagem | Divulgação)

Chuvas não alteram volume de Jucazinho…

As fortes chuvas que atingem várias cidades de Pernambuco, inclusive afetando munícipios do Agreste, não caíram com a mesma intensidade nas cidades banhadas pelo rio Capibaribe, onde está localizada a Barragem de Jucazinho.

Com a chuva deste final de semana, a barragem, no município de Surubim, acumulou um volume inexpressivo, incapaz de alterar o estado de colapso. 

A foto, publicada desta postagem, foi feita na manhã deste domingo, e mostra a real situação de Jucazinho.  

O reservatório tem capacidade de acumular 327 milhões de metros cúbicos de água. 

Atingiu os 100% do volume pela primeira vez, no dia 05 de fevereiro de 2004. Em 06 de setembro de 2009 alcanço o maior acúmulo: 104,78%, como mostrou nossa reportagem, com todo histórico do volume de Jucazinho.

Mas em setembro de 2016, chegou a 0,01% e entrou em colapso. O paredão da barragem segue em obra de recuperação. (Albérico Cassiano)

Maior reservatório de água do agreste pernambucano entra em colapso…

barragem-de-jucazinho-seca

Agência Brasil

O maior reservatório de água do agreste de Pernambuco entrou em colapso nesta segunda-feira. Depois de operar por dez meses com o volume morto, o nível de água na Barragem de Jucazinho, no município de Surubim, atingiu 0,01% da capacidade e, segundo a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), não oferece mais condições de captação da água para abastecimento humano.

De acordo com a Compesa, a falta de chuva na região levou ao colapso da barragem. Já são seis anos de estiagem prolongada. Quando operava normalmente, o manancial chegou a atender 15 cidades. Sua capacidade é de 327 milhões de metros cúbicos de água – é o maior reservatório operado pela companhia.

Agora, dez dos 11 municípios atualmente atendidos por Jucazinho receberão água exclusivamente por carros-pipa: Toritama, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Casinhas, Passira, Cumaru, Riacho das Almas, Salgadinho e Frei Miguelinho. Cerca de 200 mil pessoas serão afetadas. A cidade de Surubim, que também integra Jucazinho, será atendida por uma antiga adutora de 30 quilômetros de extensão que foi reformada emergencialmente.

Continua…

Jucazinho chega a 0,4% do volume e atinge menor percentual, diz Apac.;..

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A barragem de Jucazinho chegou a 0,4% do volume total, conforme aponta o boletim de monitoramento de reservatórios da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgado nesta sexta-feira (8). Com este índice, a barragem atingiu o menor nível de capacidade total desde 1º de junho de 2000, quando começou a ser monitorada pela Apac.

De acordo com a agência, Jucazinho atingiu o volume morto em novembro de 2015, quando chegou a 2,52% do total. A barragem tem capacidade para comportar 327.036.000 m³ de água. As chuvas registradas durante o mês de maio em Surubim, no Agreste de Pernambuco – onde o reservatório está localizado – atingiram 100.5 mm e não foram suficientes para aumentar o volume da barragem, segundo dados da Apac.

Continua…

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