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Mesmo rifada, Marília Arraes já é a grande vencedora de 2018…

Após a vitória de Eduardo Campos em 2006, onde Marília, então estudante da Faculdade de Direito do Recife, teve atuação destacada, ela foi ungida pelo PSB para disputar um mandato de vereadora Leia mais »

Greve pode impactar recuperação econômica…

A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) informou ontem (25) que toda a cadeia produtiva foi afetada pela greve dos caminhoneiros, que entrou hoje (25) no quinto dia de paralisação. O Leia mais »

General descarta choque Forças Armadas e caminhoneiros…

“Até porque a ação não é contra caminhoneiros. É para permitir o trânsito, o direito de ir e vir das pessoas e veículos, principalmente, o abastecimento”, declarou o ministro Tânia Monteiro, O Leia mais »

TSE pode impedir que nome de Lula apareça na urna em outubro…

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir na próxima terça-feira se um réu em ação penal pode se candidatar a presidente da República. O julgamento pode definir a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi Leia mais »

Tag Archives: ARmando Monteiro

Empenho de FBC será fundamental para competitividade de Armando Monteiro …

Na eleição de 2006 o então prefeito de Petrolina Fernando Bezerra Coelho foi um dos primeiros políticos a apoiarem a candidatura de Eduardo Campos, exercendo uma importância muito grande para que a parte logística da campanha funcionasse, uma vez que Eduardo não dispunha de grande estrutura para enfrentar Mendonça Filho. Foi a partir daquele projeto eleitoral que se iniciou a atual hegemonia do PSB em Pernambuco.

Pré-candidato a governador, Fernando Bezerra Coelho teve novamente que adiar seu projeto, que talvez possa até ser enterrado por conta do impasse envolvendo o comando do MDB. Porém, o senador já deu demonstrações que terá total engajamento na campanha de Armando Monteiro, que acabou sendo o escolhido para enfrentar novamente Paulo Câmara.

Se em 2006 Fernando comandava apenas a prefeitura de Petrolina, em 2018 cresceu politicamente com a eleição de Fernando Filho para deputado federal por três mandatos, sua passagem pelo ministério da Integração Nacional e a vitória de Miguel Coelho em Petrolina. Além do mais, Fernando possui um mandato de senador e poderá ficar com o MDB, o que daria a Armando duas vitórias políticas: o tempo de televisão e a retirada de Jarbas Vasconcelos e Raul Henry da majoritária de Paulo Câmara.

Se porventura Armando Monteiro sagrar-se vitorioso, Fernando não só vai se tornar nome natural para renovar o mandato de senador como também terá direito a emplacar pelo menos uma importante secretaria num futuro governo, espaço que lhe foi negado pelo atual governador Paulo Câmara.

Na próxima segunda-feira, no anúncio formal de Armando Monteiro como pré-candidato a governador, o discurso de FBC será o termômetro do seu empenho para a vitória oposicionista em outubro. (por Edmar Lyra)

Jantar da Amupe reúne Paulo e Armando em Brasília…

O jantar já é tradicional. A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) promove todo ano por ocasião da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. A edição deste ano, no entanto, às vésperas das eleições de outubro, reuniu o governador Paulo Câmara e o senador Armando Monteiro Neto. Os dois têm seus nomes confirmados para encabeçar chapas na disputa pelo Palácio das Princesas.

No ano passado, o socialista também compareceu, mas não houve encontro com o petebista. Pré-candidato pelas oposições, Armando tem investido em duras críticas contra o chefe do Executivo estadual. Ontem, em “campo neutro”, promovido pela Amupe, chegaram a trocar cumprimentos. O senador Humberto Costa, que tem nome ventilado para estar na chapa de Paulo Câmara, caso uma aliança entre PT e PSB se consolide, também marcou presença, além de boa parte dos deputados federais do Estado, entre eles, Jarbas Vasconcelos, que deve concorrer à Casa Alta pela Frente Popular e Mendonça Filho, que ocupará uma das vagas do Senado na chapa de Armando. Sebastião Oliveira, Kaio Maniçoba, Wolney Queiroz, André de Paula, Danilo Cabral, Tadeu Alencar, Adalberto Cavalcanti, Bruno Araújo, Silvio Costa e Augusto Coutinho também estavam entre os parlamentares presentes.

Com o pleito se avizinhando, o contato com os prefeitos nunca é demais e importa para os pré-candidatos majoritários e proporcionais. Presidente da Amupe, o prefeito José Patriota realça que o jantar é de adesão. A Amupe arca com a cantoria, que lembra o presidente, fica por conta dos prefeitos: Sebastião Dias, de Tabira (PE), e Amazan, prefeito de Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte. (Renata Bezerra de Melo / Folha Política)

Se PP, PR e PSC forem para Armando, o quadro eleitoral muda de figura …

No quadro que está se desenhando para a eleição em Pernambuco, o governador Paulo Câmara contaria com o apoio do PT e do MDB, onde o petistas indicariam Humberto Costa e os emedebistas indicariam Jarbas Vasconcelos para o Senado. A vaga de vice, se depender do desejo da cúpula palaciana poderia ser destinada a Maurício Rands, homem de confiança de Renata Campos e de Paulo Câmara.

Neste quadro, partidos representativos como PP de Eduardo da Fonte, PR de Sebastião Oliveira e PSC de André Ferreira seriam preteridos da Frente Popular, o que poderia permitir que todos três trilhem um novo caminho. Em se confirmando a saída deles, também poderia haver uma debandada  em relação ao Solidariedade, que está com Paulo Câmara mas há uma forte relação de Augusto Coutinho com Mendonça Filho que são cunhados. A chegada do PT poderia ser um pretexto para que o Solidariedade marche com Armando Monteiro. Nos bastidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco, já há quem aposte que André Ferreira estará no palanque de Armando Monteiro para ser candidato a senador.

Esses movimentos de quatro partidos da Frente Popular, em se confirmando, podem dar uma nova roupagem ao processo eleitoral, pois já há quem diga que um novo governo por si só seria bom para todos os partidos que ameaçam debandar, uma vez que o valor deles para Armando Monteiro é muito maior do que num segundo governo de Paulo Câmara.

Se o Palácio achava que retirando a candidatura de Marília Arraes ao atrair o PT estava resolvendo seus problemas, mal sabia que eles estavam apenas começando, porque se não tiver jogo de cintura, Paulo Câmara poderá perder de um vez só Augusto Coutinho, Sebastião Oliveira, Eduardo da Fonte, Anderson Ferreira, André Ferreira e Guilherme Uchoa, que juntos possuem o poder de definir a eleição aonde estiverem.(por  Edmar Lyra)

As virtudes e os desafios de Armando Monteiro na disputa pelo governo …

Na próxima semana a oposição intitulada de Pernambuco quer Mudar anunciará a pré-candidatura do senador Armando Monteiro ao governo de Pernambuco. Será a segunda vez que o petebista disputará o Palácio do Campo das Princesas e reeditará o embate que elegeu Paulo Câmara em 2014.

Reconhecidamente um político ficha limpa e cumpridor de acordos políticos, o senador Armando Monteiro tem uma carreira política relativamente curta, apenas 20 anos de mandatos eletivos, quando foi deputado federal em três ocasiões, senador eleito em 2010, ministro e presidente da CNI. Neto do ex-governador Agamenon Magalhães e filho do ex-ministro Armando Monteiro Filho, o senador tem a política em seu DNA e venceu quatro das cinco eleições que disputou em Pernambuco, com um bom aproveitamento em disputas eleitorais.

Diferentemente de 2014 quando disputou apoiado por PTB, PT, PDT, PSC, PTdoB e PRB, o senador entrará neste novo embate com Paulo Câmara apoiado por DEM, PSDB, Podemos, Avante, PTB e PRB, partidos que juntos darão um guia eleitoral mais representativo do que em 2014 para a disputa que será reeditada devido a nova legislação eleitoral que alterou as regras de distribuição do tempo de televisão e rádio.

Se em 2014 havia um desejo de continuidade que foi impulsionado pela morte de Eduardo Campos e que acabou atropelando o sonho de Armando em ser governador, em 2018 haverá a fadiga de material de doze anos do governo do PSB, e certamente a comoção pela morte do ex-governador já não terá mais a eficácia do pleito passado.

Por outro lado, Armando Monteiro não terá muita condição de desvencilhar-se da pecha que o PSB pretende jogar em seu palanque como “palanque de Temer”, uma vez que Armando será apoiado por três ex-ministros do presidente. Além do mais, se foi difícil enfrentar Paulo Câmara que estava sem a caneta, agora o governador estará sentado na cadeira e certamente fará tudo que estiver ao seu alcance para continuar no Palácio do Campo das Princesas.

A reedição da disputa de 2014 trará dois desafios para Armando, o primeiro é o de que nunca um senador virou governador, enquanto o segundo é o de que o candidato derrotado no pleito anterior jamais venceu a eleição seguinte em Pernambuco. Além do mais, para chegar ao Palácio do Campo das Princesas, será necessário que Armando seja mais incisivo nas críticas sem parecer agressivo ou arrogante e que faça uma campanha eleitoral nas plataformas eletrônicas que seja completamente diferente do que foi apresentado em 2014 se ele quiser ter qualquer chance de devolver a derrota sofrida para Paulo Câmara no pleito passado. (por Edmar Lyra)

Fernando Bezerra Coelho e Armando entram no páreo 

Dois candidatos a governador reafirmaram, ontem, suas postulações ao Palácio do Campo das Princesas. O primeiro, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB), reafirmou em entrevista à Rádio Jornal que é pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2018. Fernando explicou que as oposições de Pernambuco estão num processo de diálogo, que deve ser intensificado em dezembro, mas confirmou que pretende participar da disputa.

“Sou pré-candidato e estou animado. Meu nome está colocado, como o de várias outras lideranças políticas estaduais. Vamos unir forças e definir propostas, para que possamos levar ao povo de Pernambuco um projeto que traduza os sonhos das pessoas”, disse. Fernando, no entanto, ponderou que ainda é cedo para que os nomes de uma possível chapa de oposição sejam consolidados. “Vamos aprofundar mais as discussões, poderemos até ter mais de uma candidatura, mas o principal é que possamos dialogar sobre o futuro”, destacou o governador Paulo Câmara.

Pré-candidato ao Senado, o deputado e vice-líder da oposição na Câmara Federal, Sílvio Costa (Avante), foi ovacionado, ontem, no encontro de lideranças políticas realizado pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB), no município de Surubim, no Agreste. Mais de 100 lideranças – prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e ex-vereadores – saudaram o deputado Sílvio Costa aos gritos de “senador, senador”, repetindo as manifestações individuais de aprovação e apoio à atuação do deputado na oposição ao governo Michel Temer (PMDB).

Em seu pronunciamento, Sílvio Costa ressaltou a liderança política de Armando Monteiro – que colocou-se à disposição de uma convocação das oposições para o governo estadual – e revelou sua confiança na condução pelo senador, a partir de 2018, das mudanças que Pernambuco necessita para retomar o desenvolvimento e os empregos. “O senador Armando foi ministro da Indústria e Comércio, é reconhecido em todo o Brasil por esse trabalho e lutou contra o impeachment da presidente Dilma. Vamos continuar unidos para retirar do comando do Estado esse governo que paralisa Pernambuco”, destacou Sílvio.

Sob aplausos, Sílvio Costa também ressaltou a falta de liderança do governador Paulo Câmara para articular o combate à violência e minimizar as dificuldades na saúde pública. “Há 60 municípios sem delegado, hoje, no Estado. Há municípios que têm apenas um policial. O governo fala em educação, mas quem conhece a realidade são os professores que até agora esperam o cumprimento da promessa de duplicação dos salários”, citou sob aclamação Sílvio Costa. (Magno Martins)

Armando defende ampliação da Transposição…

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O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, acertou ontem com o senador Armando Monteiro (PTB-PE), cinco prefeitos e duas dezenas de vereadores do Agreste a criação imediata de um grupo de trabalho para examinar a possibilidade de antecipar para cinco municípios da região, até o início da operação da Adutora do Agreste, a água da Transposição do rio São Francisco fornecida para a Paraíba e Sertânia.

A proposta levada por prefeitos e vereadores a Helder Barbalho, em audiência no Ministério, é da construção de uma adutora de engate, de custo mais baixo e instalação mais rápida, com 24 quilômetros de extensão, que leve a água do Eixo Leste em funcionamento para as barragens de Jucazinho e Poço Fundo, em Poção, alimentando a bacia do rio Capibaribe.       

Argumentaram eles que antes do início da operação da Adutora do Agreste, seriam beneficiados pela Transposição, dessa forma, os municípios de Santa Cruz do Capibaribe, Vertentes, Toritama, Taquaritinga do Norte e Jataúba, que enfrentam graves prejuízos econômicos e sociais com a severa estiagem que se abate sobre a região há seis anos. Os municípios do agreste não têm mais condições, segundo prefeitos e vereadores, de esperar pela Adutora do Agreste.

Continua…

Armando Monteiro lidera pesquisa para o Governo de Pernambuco …

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau sobre as eleições de 2018 para o Governo de Pernambuco aponta a liderança de Armando Monteiro (PTB) com 22% das intenções de voto, seguido por Mendonça Filho (DEM) com 12% e Bruno Araújo (PSDB) com 2%. O atual governador Paulo Câmara (PSB) pontua com 6%. Brancos e nulos totalizam 33% e não sabe, são respondeu 25%.
Confira os levantamentos divididos por grau de instrução, idade, sexo, renda familiar e região.

No total foram ouvidas 2.014 pessoas em todo o Estado de Pernambuco. A amostra foi coletada no Recife, Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão entre os dias 23 e 24 de março. (Blog do Jamildo)

Armando Monteiro é cotado para ser ministro da Fazenda…

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Desde que ficou acertada esta semana a saída de Joaquim Levy do primeiro escalão, a presidente Dilma Rousseff iniciou um processo de consulta a assessores e aliados em busca de um nome para comandar o Ministério da Fazenda.

Diante da dificuldade para atrair alguém de fora para o governo, a opção pode ser por uma “solução doméstica”: o deslocamento do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, para a Fazenda; e no Planejamento, um nome político, como o do senador Romero Jucá (PMDB-RR). O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, também é visto como uma opção, principalmente por ser o preferido pelo mercado financeiro.

De acordo com uma publicação na coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, essa seria “uma solução caseira” e o nome do ministro já circula “nos gabinetes palacianos”. Outro nome sugerido ainda seria o do senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Entretanto, o atual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, é o nome mais cotado para ocupar o cargo. Com a saída de Levy, o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são favoráveis a Barbosa, mas a sugestão não é unânime.

Ainda segundo a Folha, os nomes de Marcos Lisboa, vice-presidente do Insper, e do diretor executivo do Brasil no FMI, Otaviano Canuto, também estão sendo cogitados.

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A presidente Dilma Rousseff deseja que o sucessor de Levy seja definido com urgência. Segundo a reportagem, a decisão pode acontecer nesta sexta-feira (18) ou, no máximo, até a próxima semana.

A especulação sobre a saída do ministro começou com o boato de que sua permanência no cargo estaria condicionada à meta de 0,7% do PIB de superávit primário para 2016. Na terça-feira, dia 15, Dilma contrariou Levy e tomou a decisão de colocar a meta fiscal entre zero e 0,5%.

Joaquim Levy terminou sua participação como ministro da Fazenda no Conselho Monetário Nacional (CMN) nesta quinta-feira e afirmou que não fará parte do próximo encontro, marcado para 21 de janeiro.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele criticou o posicionamento do governo e se mostrou aliviado com a saída. O ministro conta que desde de que assumiu o cargo tenta fazer reformas econômicas, mas considera que a prioridade do governo é a manutenção da meta fiscal.

“Por quê? Eu nunca entendi. Parece que tem medo de reforma, não quer nenhuma reforma. A única que fez foi a de 85/95 (alteração nas regras da Previdência)”, afirmou. “Então ficou só o fiscal porque o fiscal é mais para sobrevivência”.

Levy não foi claro sobre o exato momento em que deixará o cargo “O fim do ano legislativo amplia minhas opções”, mas brinca quando perguntado sobre o futuro: “Meu caminho é de paz interior. Estou tranquilo”. (Jamildo)

Armando Monteiro diz que o Brasil vai inaugurar um novo ciclo de crescimento…

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Em encontro com empresários na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro Neto (PTB), enviou uma mensagem de confiança: “O Brasil vive uma transição, mas vamos inaugurar um novo ciclo de crescimento”.

O ministro ressaltou que a economia brasileira passa por dificuldades, em um momento de transição e ajustes, mas que o setor produtivo não pode se pautar pelo pessimismo: “Esse pessimismo disseminado na sociedade preocupa, pois não encontra correspondência na realidade. A história do Brasil é marcada por superação de dificuldades, os pessimistas estão sempre fadados a perder”.

Continua…

PSB retruca Armando: “Não superou a derrota”…

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Escalado pelo Palácio das Princesas para rebater as críticas do ministro Armando Monteiro Neto(PTB) ao governador Paulo Câmara, o líder do governo na Assembleia Legislativa, Waldemar Borges (PSB), afirmou que Armando não conseguiu descer do palanque. “Armando nunca conseguiu absolver a derrota que sofreu para Paulo. Nem um telefonema protocolar que os candidatos derrotados costumam dar aos vitoriosos ele deu. De lá para cá, todos os gestos dele são de hostilidade. Não só dele como de sua bancada na Assembleia”, afirmou o socialista.

Waldemar disse, ainda, que o governador Paulo Câmara não tem problema algum em procurar ajuda do governo federal e tem circulado por vários ministérios e é bem recebido. “Se Armando quer ajudar Pernambuco que o faça rapidamente, pois a situação nacional está deteriorando a economia no país com reflexo nos estados”, condenou Waldemar Borges.

Três dias após o PTB de Pernambuco ter iniciado as inserções de TV e rádio com críticas direcionadas ao governo do estado e à Prefeitura do Recife, acusando as gestões socialistas de estarem sem rumo por falta de liderança, o líder maior do PTB no estado criticou o governador Paulo Câmara (PSB) por não fazer articulação de governo em Brasília. 

Segundo o petebista, o fato de Paulo Câmara ser oposição ao governo Dilma Rousseff não pode ser usado como argumento para deixar de circular nos ministérios. “Eu nunca fui procurado pelo governador.  Eu nunca recebi um telefonema com qualquer demanda do governo do estado. Eu vejo em Brasília que tem outros governadores de oposição que se articulam bem em Brasília. Eu sinto um déficit de articulação do governo (de Pernambuco) em Brasília”, declarou Armando durante entrevista a uma rádio local ontem. (Com informações do Diario de Pernambuco)

Armando Monteiro anuncia plano para incentivar exportações…

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O novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro, anunciou, hoje, durante cerimônia de posse no cargo, que vai apresentar “nos próximos dias”, um plano nacional para estimular as exportações de produtos brasileiros.

“O Mdic apresentará nos próximos dias, um arrojado plano nacional de exportação, com ampla participação do setor privado e indispensável visão integradora das diversas regiões do país”, disse Monteiro em seu discurso de posse, que aconteceu na sede do Bando Central, em Brasília.

“Esse plano, que será apresentado e negociado com as outras áreas do governo, haverá de contemplar medidas focadas na superação de entraves relacionados a financiamento, garantias e desoneração de exportações e facilitação de comércio”, completou ele.

O anúncio do novo ministro ocorre dois dias após o governo divulgar que a balança comercial brasileira registrou em 2014 déficit (exportações menos importações) de US$ 3,930 bilhões, o primeiro em 14 anos. O resultado do ano passado também é o pior do comércio exterior brasileiro desde 1998, quando as compras para outros países superaram as vendas em US$ 6,623 bilhões.

Antes de 2014, a última vez que o país registrou déficit no comércio exterior foi em 2000, quando as importações superaram as exportações em US$ 731,7 milhões. Em 2013, o Brasil havia registrado superávit (exportações superiores às importações) de US$ 2,384 bilhões. Apesar disso, o resultado já era o pior dos últimos 13 anos.

Segundo o secretário de Comércio Exterior do Mdic, Daniel Marteleto Godinho, três fatores que contribuíram para o déficit em 2014: queda no preço das commodities maior que a esperada, principalmente do minério de ferro (as commodities são os principais produtos exportados pelo Brasil); crise econômica na Argentina, país que é um dos nossos principais compradores; e os gastos do Brasil com importação de combustíveis, que apresentaram melhora no ano passado, mas ainda são considerados muito elevados.

Monteiro também mencionou que, para colocar em prática o plano para incentivo às exportações, irá estabelecer, junto com o Ministério das Relações Exteriores, “uma política de comércio exterior mais ativa.” De acordo com ele, o objetivo será ampliar os acordos comerciais do Brasil com parceiros estratégicos, entre eles EUA, China e países do Mercosul.

Agenda positiva

O plano de incentivo às exportações é um dos cinco eixos de uma “agenda positiva” anunciada por Monteiro em seu discurso de posse. Outro deles, segundo o novo ministro, será apresentar ao governo “um conjunto de reformas microeconômicas de reduzido impacto fiscal”, mas não detalhou como ela pode ser feita.

De acordo com ele, essas reformas buscarão “melhorias e harmonização do ambiente tributário, sobretudo na perspectiva de desoneração dos investimentos e simplificação das obrigações acessórias”, além de “desburocratização de processos em diversas áreas.” (G1)

Ricardo Teobaldo (PTB) prestigia Armando Monteiro e é recebido por Dilma Rousseff…

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A bancada Federal de Pernambuco esteve presente hoje, em Brasília, no anúncio do novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE). O Deputado Federal eleito, Ricardo Teobaldo (PTB-PE), também participou da cerimônia onde foi recebido pela Presidenta Dilma Roussef. Ricardo cumpre agenda em Brasília até a próxima quarta-feira (03), onde articula ações e investimentos de olho em 2015.

Ricardo Teobaldo avaliou positivamente o anúncio de Armando Monteiro para comandar a pasta. “Armando tem experiência e entende do assunto. Esse convite feito pela Presidente Dilma Roussef é bom para Pernambuco e ainda melhor para o Brasil. Armando tem diálogo, conhece os problemas e as necessidades da área, e pode fazer Pernambuco e o país crescer ainda mais”, avaliou.

“O desafio central do Ministério é coordenar e fazer avançar a agenda da competitividade”, declarou Monteiro em rápido pronunciamento no Planalto, após a oficialização da indicação. Ainda segundo Armando Monteiro é preciso construir um ambiente econômico e institucional alinhado com as melhores referências internacionais. (Assessoria RT)

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