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Tag Archives: ARmando Monteiro

Armando foca na Região Metropolitana do Recife…

O senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), concentrou suas forças na Região Metropolitana do Recife, neste sábado (29), percorrendo os municípios de Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe. Armando criticou a experiência na vida pública de seu principal oponente na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, o governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB). “A experiência que Paulo diz que tem é uma má experiência. Foi ruim para Pernambuco”, afirmou Armando em meio ao ato, no bairro de Cavaleiro.

Acompanhado do prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, e de seu candidato a vice Fred Ferreira, Armando percorreu as ruas de Cavaleiro por quase duas horas. “Pernambuco foi o campo da experiência de Paulo e o Estado sabe que foi ruim”, destacou Armando, que já foi deputado federal por três mandatos, é senador e foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo Dilma.

Sobre a diferença nas pesquisas de intenção de voto em relação a Paulo, Armando afirmou que sente a aceitação de suas propostas para resolver os problemas de Pernambuco crescendo a cada dia. “Estamos muito tranquilos e confiantes. Vamos intensificar o contato com o povo, que quer mudar porque está cansado de tanta mentira. O caminho que oferecemos é seguro e responsável”, salientou.

CAMARAGIBE – Antes de Cavaleiro, a Coligação Pernambuco Vai Mudar tomou as ruas de Camaragibe. Ao lado do prefeito Meira (PTB) e de lideranças políticas, Armando caminhou pelas principais vias do Centro da cidade. (Blog da Folha)

Reforma Trabalhista no foco e rejeição de Armando na mira…

A primeira pergunta feita por Paulo Câmara, no debate promovido pela TV Clube ontem, foi dirigida ao senador Armando Monteiro, com quem o socialista polariza. O governador quis saber quais projetos o petebista aprovou em favor de Pernambuco em 20 anos como parlamentar. Quando Armando relatou ter, na bagagem, 360 relatorias, das quais 30 se converteram em lei, o socialista devolveu que ele votou a favor da Reforma Trabalhista e da PEC do Teto dos Gastos, “que retira recursos de Saúde e Educação por 20 anos”. A Reforma Trabalhista foi o mote do maior embate entre Paulo e Armando ao longo desse campanha. A disputa foi parar no TRE. O socialista centrou fogo, enquanto a aliança do petebista condenou a abordagem, denunciando “mentiras”.

Na coligação Pernambuco Vai Mudar, não se nega que a questão foi o “o tiro mais forte que os adversários tinham para dar”. Avalia-se, no entanto, que a munição foi despejada toda de uma vez. Ontem, em seu guia eleitoral, Armando defendeu-se: “Nunca votei contra os trabalhadores”. A Frente Popular bate nessa tecla. Coincidência ou não, ontem, pesquisa Datafolha apontou Paulo Câmara oscilando três pontos para cima, foi a 38% (tinha 35%). Armando oscilou um para baixo, ficou com 30% (tinha 31%). Na amostra anterior, a diferença entre os dois era de quatro pontos. Na atual, a vantagem do socialista transformou-se em oito pontos. Se a rejeição de Paulo Câmara manteve-se em 31% (era 31% ), a de Armando foi a 30% (era 23%). A elevação da rejeição do petebista conta para a campanha de Paulo Câmara como sinal de que a estratégia de “bater” no voto dele a favor da Reforma Trabalhista fez efeito. Entre aliados de Armando, prevalece a seguinte leitura: dado o volume de ataques sofridos pelo petebista, o fato de Paulo só ter oscilado foi visto como positivo. Ontem, os dois ocupavam púlpitos vizinhos no debate, mas nem se olharam. (Renata Bezerra- Folha de Pernambuco)

Após empate nas pesquisas, Paulo e Armando trocam farpas…

O governador e candidato à reeleição pelo PSB, Paulo Câmara, e o senador e candidato ao Governo de Pernambuco pelo PTB, Armando Monteiro Neto, trocaram diversas farpas, hoje, através de notas enviadas à imprensa. Isso depois de aparecerem empatados na última pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto Datafolha.

De acordo com a nota divulgada pela coligação encabeçada por Armando, a Pernambuco Vai Mudar, Paulo Câmara está fazendo uma “campanha suja, mentirosa e baseada em fake news e na distorção da realidade”. A Frente Popular, que tem o atual governador como líder, rebate a nota afirmando que “Armando deveria explicar aos eleitores como a sua longa história de fracassos como gestor dialoga com a sua atuação elitista no Congresso Nacional”. Confira as íntegras das notas abaixo.

Nota da coligação Pernambuco vai mudar

Desesperados com crescimento de Armando, adversários apelam para a baixaria

Com o crescimento de Armando Monteiro nas pesquisas e a aproximação do dia da eleição, os adversários iniciaram uma campanha suja, mentirosa e baseada em fake news e na distorção da realidade. O desespero dos adversários se traduz em jornais de seus apoiadores distribuídos gratuitamente em sinais de trânsito, vídeos disparados nas redes sociais e peças de caráter anônimo circulando pelo WhatsApp.

A coligação Pernambuco Vai Mudar repudia esses ataques inescrupulosos e denuncia à sociedade essa tentativa de enganar o povo pernambucano.

Para o atual governador, vale tudo para não perder o poder. Até atacar os familiares de Armando. Isso é inaceitável e não faz parte do jogo democrático. Trata-se de um expediente dos mais baixos, repudiável em quaisquer circunstâncias.

Na busca pela manutenção dos privilégios que já duram 12 anos, os adversários recorrem à distribuição de panfletos e materiais impressos na calada da noite, na replicação do que há mais reprovável no jogo eleitoral: a mentira. Não é a primeira vez que os adversários usam desse expediente, abusando das fake news.

O atual governador foi um dos principais articuladores da chegada de Temer ao poder, liberando seus secretários para retomarem seus cargos na Câmara Federal para votarem a favor do impeachment. Foi o PSB o fiel da balança: 29 dos seus deputados votaram para levar Temer ao Planalto.

Na tentativa de mistificar e enganar o eleitor, o atual governador de Pernambuco atendeu a constantes chamamentos de Temer e tendo, inclusive, gravado um vídeo oficial defendendo a reforma trabalhista. Como na linguagem popular, o atual governador age como se batesse uma carteira e gritasse “pega ladrão”.

A coligação Pernambuco Vai Mudar insiste em chamar a atenção do povo pernambucano para que não se deixe enganar por falsas promessas. Em 2014, isso já aconteceu, com um desfile de mentiras em forma de promessas que, hoje, vemos, não se cumpriram e transformaram Pernambuco numa pálida sombra do que o nosso Estado já foi. Em 2018, os adversários, sentindo o crescimento do sentimento de mudança, querem fazer o mesmo. Mas o povo de Pernambuco, independente, altivo e consciente, não vai deixar a história se repetir como farsa.

Nota da Frente Popular de Pernambuco

A Frente Popular repudia a desrespeitosa e mentirosa nota da coligação Pernambuco Vai Mudar, que tem à frente o senador Armando Monteiro Neto. Os elementos listados pela Turma de Temer em Pernambuco dizem respeito justamente às práticas desse grupo, que diuturnamente espalham boatos e mentiras contra o governador Paulo Câmara, em uma campanha difamatória via telefonemas anônimos e fake news – instrumentos próprios de quem prevê a derrota.

Primeiro, Armando deveria explicar aos eleitores como a sua longa história de fracassos como gestor dialoga com a sua atuação elitista no Congresso Nacional, quando, por exemplo, votou pela retirada de direitos do trabalhador na reforma combinada entre o desastroso Governo Temer e suas bancadas na Câmara e no Senado.

Vale lembrar aos pernambucanos que essa reforma foi proposta pelo PTB, partido de Armando, ao presidente Temer, que entregou o Ministério do Trabalho aos petebistas desde que assumiu o poder.

A coligação de Armando decidiu pelo caminho da desonestidade com os fatos, envergonhando Pernambuco e nossa tradição de fazer política com altivez.

Reafirmamos o nosso compromisso com a verdade, a transparência e o respeito ao povo de Pernambuco. Vamos continuar em frente, com nossa campanha propositiva, prestando contas aos cidadãos e discutindo o futuro do nosso Estado.

(Magno Martins)

Armando Monteiro cogita apoio a Ciro Gomes…

O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) ficou oficialmente sem candidato ao Palácio do Planalto, quando o nome do ex-presidente Lula (PT) foi afastado da disputa. Havia uma expectativa de que o petebista apoiasse o tucano Geraldo Alckmin – levando em conta que o PSDB está no seu arco de alianças – entretanto, segundo informações de bastidores, esse gesto está praticamente descartado dos planos de Armando, que deve apoiar o candidato do PDT, Ciro Gomes.

Decidido a votar em Lula, enquanto o petista era candidato, Armando não foi a Petrolina, em 23 de agosto. “Não fui porque eu voto em Lula, sempre tivemos o palanque aberto ao ex-governador, meus senadores o apoiam, mas eu voto em Lula”, justificou o senador, à época. Vale lembrar que o PT não está coligado com Armando e, sim, com o governador Paulo Câmara (PSB). A justificativa do petebista, contudo, é uma afinidade política histórica com o petista.

Indagado sobre as alternativas a Lula, o candidato a governador sempre mencionou que os partidos da sua coligação apoiam diversos presidenciáveis. PSDB, DEM, PRB e PPS apoiam Alckmin, PSL e PRTB apoiam Jair Bolsonaro (PSL), Podemos e PSC apoiam Alvaro Dias (Pode), PV apoia Marina Silva (Rede) e PHS apoia Henrique Meirelles (MDB). “É importante que o governador de Pernambuco tenha capacidade de articulação para aprovar projetos no Governo Federal independentemente de quem for o próximo presidente da República”, alega o petebista. 

Segundo integrantes do PSDB, que preferiram não se identificar, Armando não firmou compromisso de apoiar Alckmin, na desistência de Lula, e estaria liberado para apoiar Ciro, se quisesse. Chama atenção que, em sabatinas, o petebista já tem feito uma ponte com o ex-governador do Ceará, ao mencionar, nas suas propostas de governo para Pernambuco, a intenção de copiar o modelo educacional cearense, com foco no ensino fundamental.

A hipótese de que Armando apoiaria Ciro foi aventada na coluna Fogo Cruzado, ontem. Interlocutores da coligação, por sua vez, confirmaram que o apoio a Alckmin está descartado e que a adesão a Ciro deve ser anunciada em breve. Confrontado com essa informação, o senador não negou, alegando que está discutindo com a coligação a nova posição. “A gente procura buscar opções com as quais a gente tem afinidade. Nesse momento, estamos pensando no Brasil. Vamos fazer uma avaliação com os meus companheiros, os companheiros dessa grande frente que nós lideramos”, afirmou o senador. 

Candidata a vice na chapa do ex-deputado Maurício Rands (PROS), a ex-vereadora Isabella de Roldão (PDT) evitou atrito com Armando e destacou que seria bom Ciro ter mais palanques no Estado. “Se é uma coisa de surfar na onda de Ciro, que é uma crescente no Brasil e em Pernambuco, as coisas vão clareando (com o tempo)”, ponderou. A reportagem tentou contato com Rands, sem sucesso. Ele, que anunciou apoio a Ciro, já havia destacado que Paulo Câmara e Armando Monteiro estavam querendo surfar na popularidade do ex-presidente Lula (PT) mesmo sabendo que o petista não teriam condições de ser candidato. (Folha de Pernambuco)

Armando defende valorização da cultura pernambucana…

Respeito ao artista e valorização da cultura pernambucana. Essas duas premissas foram defendidas, ontem, pelo candidato ao governo pela coligação Pernambuco Vai Mudar, senador Armando Monteiro (PTB), em encontro com representantes da música do Estado no seu comitê, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A reunião serviu como o início do diálogo que Armando busca instituir com o setor de forma a reforçar a identidade cultural plural do povo pernambucano e, com isso, fortalecer a economia criativa.

Estiveram presentes artistas como Alcymar Monteiro, Cristina Amaral, Marcelo Melo (Quinteto Violado), Nena Queiroga, André Rio, Irah Caldeira, Sérgio Andrade (Banda de Pau e Corda), Nádia Maia, Marrom Brasileiro, Rogério Andrade, Luciano Magno, Nonô Germano e Ed Carlos, além de produtores como Afonso Oliveira e Rogério Robalinho. Os candidatos ao Senado, Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) e a vice-governador, Fred Ferreira (PSC), também participaram do encontro.

Críticas à gestão do setor cultural na esfera estadual foram numerosas. “Esse governador propôs a extinção da Secretaria de Cultura. Uma pessoa que trata os artistas como ele trata não tem sensibilidade”, afirmou Alcymar Monteiro, que declarou apoio a Armando. Em nome do Coletivo Pernambuco, o cantor André Rio questionou o candidato sobre a nomeação dos gestores culturais no seu futuro governo. Armando respondeu que o “diálogo com os artistas é essencial, pois o perfil de um gestor na área da cultura deve ter interação com a categoria e sensibilidade para entender as demandas. A cultura pernambucana se expressa pela sua pluralidade”.

Os artistas apresentaram a Armando uma pauta com cinco demandas, voltadas para a valorização da cultura local e ainda para a desburocratização da contratação de apresentações, além do pagamento dos cachês com mais celeridade. “Eu fico indignado com a maneira que somos tratados. Temos orgulho do nosso frevo, do nosso forró, do nosso maracatu. Mas esse governo não valoriza o que temos de melhor”, afirmou o cantor e compositor Marrom Brasileiro. “A economia criativa gera muitos empregos. Ainda mais no caso de Pernambuco, onde temos essa identidade cultural forte e plural. Qualquer gestor tem que estabelecer um diálogo com os artistas”, afirmou Armando. (Magno Martins)

Sem Lula no páreo, Armando deve declarar apoio a Ciro…

No comando da campanha do presidenciável Ciro Gomes, já se espera que ele desembarque em Pernambuco em breve. A nova visita ao Estado seria um aceno ao senador Armando Monteiro Neto e poderia resultar num ato no qual o pedetista receberia apoio do candidato ao Governo do Estado pelo coligação Pernambuco Vai Mudar. Entre os integrantes do palanque do petebista, a declaração de voto em Ciro é vista como “o mais provável”. A aliança de Armando conta com partidos de dois candidatos à Presidência da República: Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL). Pessoas próximas, no entanto, grifam que o tucano não tem relação estreita com o Nordeste e que essa variável já foi citada por Armando em suas declarações.

O nome de Marina Silva também teria sido alvo de debate, mas o fato de ela vir “desidratando” nas pesquisas passou a pesar negativamente. “Há uma migração do voto útil para Ciro”, observa um aliado de Armando em reserva, em sinal de que as perspectivas que as pesquisas apresentam para Ciro podem ser determinantes. Armando Monteiro sempre deixou claro ter compromisso de votar no ex-presidente Lula, mas, em paralelo, grifou, por várias vezes, que isso não se estenderia a Fernando Haddad e ao PT. Armando tem relação próxima com o presidente estadual do PDT, Wolney Queiroz, o que poderia catalisar o processo de apoio a Ciro, ainda que o PDT esteja no palanque de Maurício Rands. O partido segue integrando a gestão estadual, o que não deixa de ser um aceno do governador Paulo Câmara aos pedetistas. Nacionalmente, no entanto, a relação entre PSB e PDT saiu arranhada, o que pode ainda colaborar para aproximar Armando e Ciro.  (Renata Bezerra de Melo)

Paulo abre 10 pontos e nome do PT, agora, é Haddad…

Na segunda rodada da pesquisa de intenção de voto, realizada pelo Ipespe em parceria com a Folha de Pernambuco, o governador Paulo Câmara aparece com 10 pontos de vantagem sobre o senador Armando Monteiro Neto, com quem o socialista polariza na corrida pelo Campo das Princesas, uma vez que os demais candidatos somados representam menos de 10% das intenções de voto. A amostra apresenta Paulo Câmara com 35% (tinha 30%), seguido pelo petebista que pontua 25% (tinha 24%). O candidato da Rede Sustentabilidade, Júlio Lóssio, figura com 2% (tinha 4%), Maurício Rands tem 2% (tinha 4%). Marcam 1%: Ana Patrícia (não foi mencionada na primeira rodada, porque ainda não figurava como candidata), Dani Portela (tinha 3%) e Simone Fontana (tinha 2%).

A pesquisa, registrada no TSE (BR-05453/2018) e no TRE (PE-05575/2018), foi a campo entre os dias 6 e 8 deste mês e tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais. Antes mesmo que o PSB formalizasse a posição de neutralidade na corrida presidencial, Paulo Câmara já havia declarado voto em Lula. Em Pernambuco, o ex-presidente – impedido de concorrer pela Justiça Eleitoral – alcança 60% das intenções de votos. Hoje, Paulo figura como o candidato oficial do líder-mor do PT no Estado, embora Armando também declarasse apoio ao petista. No entanto, diante da proibição da Justiça, o PT, após esticar a corda e tentar estender a permanência de Lula na condição de candidato, o substituiu, ontem, formalmente por Fernando Haddad na cabeça da chapa, que terá Manuela D’ Ávila como vice. Embora repisasse seu apoio a Lula, Armando Monteiro já deixou claro não ter compromisso com o ex-prefeito de São Paulo. A saída de Lula do páreo, consolidada ontem pela executiva nacional do PT, pode dar contornos mais reais à disputa pelo Planalto e acarretar, na esteira, reflexos no cenário pernambucano. (Renata Bezerra de Melo)

Paulo Câmara e Armando Monteiro empatados para governador…

O Instituto Real Time Big Data realizou levantamento entre os dias 31/08 e 01/09 para governador e senador de Pernambuco. O Instituto ouviu 1.200 entrevistados com margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. O número do registro no TSE é: 2352/2018.

Na espontânea, quando o eleitor fica responsável por dizer os nomes dos candidatos Paulo Câmara (PSB) lidera com 14%, seguido de Armando Monteiro (PTB) com 12%, Maurício Rands (PROS) com 3% e Julio Lossio (Rede Sustentabilidade) 2%, Dani Portela (PSOL) tem 1%, brancos e nulos 15%, indecisos somam 54%.

Já no cenário estimulado, Paulo Câmara tem 26%, seguido de Armando Monteiro 23%, Maurício Rands 6%, Julio Lossio 5%, Dani Portela 2% e Ana Patricia Alves com 2%. Simone Fontana não pontuou. Brancos e nulos 25% e indecisos 11%.

Na simulação de segundo turno Paulo Câmara aparece com 35% contra 32% de Armando Monteiro. Brancos e nulos 25% e indecisos 8%. A rejeição dos candidatos aponta Paulo Câmara com 47%, Armando Monteiro com 33%, Julio Lossio 16%, Dani Portela 14%, Simone Fontana 15%, Maurício Rands 14% e Ana Patricia Alves 14%.

Na disputa pelo Senado, Jarbas Vasconcelos (MDB) surge com 28%, Mendonça Filho (DEM) com 23%, Humberto Costa (PT) 22%, Bruno Araújo (PSDB) 14%, Silvio Costa (Avante) 13%, Pastor Jairinho (Rede) 6%, Eugênia (PSOL) 5%, Albanise (PSOL) 2%, Outros 4%, Indecisos voto 1 chegam a 13%, indecisos voto 2 chegam a 40%, brancos e nulos voto 1 chegam a 13% e brancos e nulos voto 2 atingem 17%. (Edmar Lyra)

Prefeito de Bom Jardim reforça palanque de Armando…

Mais um prefeito do PSD, partido que dá sustentação ao governo Paulo Câmara, deixa a Frente Popular e se engaja na corrente da mudança encabeçada pelo senador Armando Monteiro (PTB). Desta vez é o chefe do Executivo de Bom Jardim, João Lira.

“Pernambuco precisa de algo diferente. Precisamos melhorar em todas as áreas.  A violência tem índices altos, a educação deixa a desejar e a saúde está um caos. Falta diálogo. Os secretários só vivem no gabinete”, disse Lira, após reunião com o candidato a governador e o deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos).  “O homem certo para botar Pernambuco no seu devido lugar é Armando. Alguém que tenha voz ativa, que conversa com as pessoas”, completou.

“João Lira é uma liderança importante e Bom Jardim um município que merece respeito. Sentimos que o nosso projeto, que vai mudar Pernambuco, está sendo aceito pelas lideranças e pelo povo”, afirmou Armando.

Com o apoio de Lira, chega a cinco o número de prefeitos do PSD que se juntam à candidatura de Armando. Também do PSD, já se engajaram na campanha os prefeitos Marcelo Gouveia (Paudalho), Chaparral (Orobó), Genaldi Zumba (São João) e Rossine Cordeiro (Lajedo), que anunciou neste fim de semana o apoio do seu grupo ao candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar. (Edmar Lyra)

Candidatos

Na noite de ontem (27) João Lira reuniu um grupo de amigos, vereadores e lideranças para anunciar os seus candidatos: governador Armando Monteiro (PTB) , senadores Mendonça Filho (DEM) e Humberto Costa (PT), deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos) e deputado estadual Joaquim Lira (PSD). “Estamos pedindo a Deus e aos Ministros do STF,TSE que permita Lula ser candidato para o bem do nosso país”, pontuou João Lira.

“Não tenho compromisso com a candidatura de Haddad. Eu tenho compromisso com Lula”, diz Armando…

Em entrevista ao programa Folha Política, da Rádio Folha, nesta segunda-feira (27), o senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB) não se comprometeu a apoio ao PT caso o ex-presidente Lula não possa ser candidato. “Meu candidato é Lula. Se lula não for candidato me sinto liberado para fazer minha escolha. Não tenho compromisso com a candidatura de Haddad. Eu tenho compromisso com Lula”, pontuou.

Armando garantiu, ainda, que seu palanque não está fechado para o presidenciável Geraldo Alckimin (PSDB), pois seu partido e outros que compõem a coligação estão entre os apoiadores da candidatura do tucano à presidência. “Meu palanque é um palanque aberto. O palanque está aberto pra Alckimin porque tem vários partidos que defendem sua candidatura na nossa chapa, inclusive o meu”, afirmou Armando.

Segundo ele, sua ausência no comício do tucano em Petrolina pode ser explicada por seu compromisso com o ex-presidente Lula. “Se eu tenho um candidato que ainda não está descartado, por que eu iria pra um evento com Geraldo Alckimin?”, questionou o petebista. (Folha de Pernambuco)

Comunicação pode ser o diferencial de Armando Monteiro …

Nas eleições de 2014 um dos principais problemas de Armando Monteiro foi o seu guia eleitoral, que era inodoro e sem qualquer apelo político. Evidentemente que Armando acabou sendo atropelado pelos fatos após a morte de Eduardo Campos, que para muitos foi o que resolveu a eleição a favor de Paulo Câmara, mas estava muito latente que Armando com aquele guia eleitoral não iria a lugar nenhum, certamente a diferença seria bem menor, mas a vitória de Paulo Câmara deveria acontecer, como acabou acontecendo.

Assim como em 2014, Armando terá um guia eleitoral menor do que Paulo Câmara, porém a rejeição do governador de 47% e a de Armando de 38% dá uma vantagem competitiva para o petebista se ele souber explorar o guia eleitoral. Em poucos dias de campanha nas redes sociais, incluindo a própria convenção de Armando, já deu para perceber que a comunicação do petebista teve uma melhora significativa em relação ao pleito anterior.

Armando terá um elemento que poderá compensar um pouco a discrepância do guia e das inserções que são as redes sociais, que em 2014 não tinham o papel que deverão ter em 2018. Com boas sacadas de posts nas mídias sociais, Armando terá a chance de capitalizar eleitoralmente o desgaste de doze anos do PSB.

Apesar se estar seis pontos atrás de Paulo Câmara, o jogo de Armando será evitar que o socialista liquide a fatura no primeiro turno, hoje são 36 pontos a soma de todos os adversários do governador, contra 30 de Paulo, o que exige de Armando um trabalho que não será muito difícil que é o de amplificar os problemas do governo na segurança pública, que é apontado por 54% dos pernambucanos e a saúde que é líder em críticas com 61% de desaprovação. A comunicação com críticas centrando fogo nessas áreas e apresentando soluções poderá aumentar a rejeição do governador.

No segundo turno sem as grandes estruturas de chapas proporcionais e com o tempo igual para os dois candidatos, Armando Monteiro chegará muito mais inteiro que Paulo Câmara, e será na segunda etapa a chance de vencer a disputa vigente por Armando Monteiro, portanto se comunicar bem perante o eleitor será a chave do sucesso para Armando virar governador de Pernambuco. (Por Edmar Lyra)

Convenção de Armando reúne 15 mil pessoas…

Diante de um Classic Hall lotado, o senador Armando Monteiro (PTB) fez uma conclamação ao povo de Pernambuco, durante a convenção que lhe oficializou como candidato ao governo pela frente de oposição “Pernambuco Vai Mudar”:  chegou o momento de olhar para o futuro e de, tendo um público de mais de 15 mil pessoas como testemunhas, homenagear quem mais merece: o povo pernambucano. O evento ocorreu neste sábado (4), reunindo candidatos e representantes dos 13 partidos que compõem a aliança liderada pelo petebista: PTB, PSDB, DEM, PSC, PPS, PRB, Podemos, PV, PSL, PRTB, PHS, PSDC e PMB.

Era uma hora da tarde quando, após uma sequência de discursos que incluiu seus companheiros de chapa  – os candidatos a vice-governador Fred Ferreira (PSC) e às duas vagas no Senado, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) -, Armando se posicionou na passarela armada na casa de eventos de Olinda para as falas da convenção, que começou às 9h. “Não é hora de olhar para o passado. Querem falsear o debate. Mas sabe o que nos interessa? É o lado da mudança, o do futuro de Pernambuco”, afirmou.

“O que é ser novo? Não é apenas ser jovem. Ser novo é ser diferente, é ser capaz de entender as mudanças e transformações. É ser honesto, é entender que se governa para a maioria de forma transparente”, salientou.

Armando desferiu críticas contundentes à letargia que tomou conta do Estado desde que o governador Paulo Câmara tomou posse, em janeiro de 2015.  “Sabemos que a eleição de 2014 não foi uma eleição em que apenas se elegeu um governador. Foi uma homenagem ao ex-governador Eduardo Campos”, disse o candidato a governador, emendando: “Mas essa justa homenagem de seguiu uma grande decepção. Esse governo tem a marca da omissão: falhou na saúde, na educação, na segurança.”

Para Armando, Pernambuco vive um momento em que a pressa do povo em se ver livre dos problemas não se conecta com a do governo, que não responde à população com a urgência necessária. “São duas velocidades: a do povo, que sofre, a velocidade da vida real, e a velocidade desse governo: um governo lerdo, quase parado. Pernambuco tem pressa para compensar o atraso”, enfatizou o candidato a governador, cujo palanque conta com o apoio de 94 candidatos a deputados federais e estaduais.(Blog do Silvinho)

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