Busca por aposentadoria cresce em meio a debate da reforma…

Em uma típica corrida para escapar da reforma da Previdência, 775,6 mil segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pediram aposentadorias por tempo de contribuição no primeiro semestre deste ano. O número é Leia mais »

Ministra de Bolsonaro: ações ligadas a Joesley e Wesley…

Rubens Valente e Catia Seabra – Folha de S.Paulo A futura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro (PSL), Tereza Cristina (DEM-MS), concedeu incentivos fiscais ao grupo JBS na mesma época em que manteve uma “parceria pecuária” com a Leia mais »

A reunião da irresponsabilidade fiscal…

No mesmo dia em que anunciou um “momento de regeneração”, Jair Bolsonaro foi a uma esquisita reunião de governadores eleitos copatrocinada pelo paulista João Doria. Nada havia sido combinado com sua equipe. O que muitos governadores Leia mais »

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Tag Archives: aliança PT/PSB

Paulo e Gleisi reafirmam desejo de se aliarem…

Percebendo a perda de terreno para o PDT nas últimas semanas, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, se reuniu, nesta quinta-feira (12), com o governador Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB, no Palácio do Campo das Princesas. Após o encontro, eles fizeram gestos em prol da aliança que seria benéfica para o PT nacional e para o PSB estadual. 

Gleisi destacou que Câmara fez importantes gestos em prol da aliança com o PT e da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao ser questionada sobre a candidatura da vereadora Marília Arraes (PT), a dirigente petista ressaltou a importância da correligionária, mas disse que ela estava ciente de que a estratégia do partido é a aliança com o PSB. “Vim reafirmar a disposição do PT de termos uma aliança nacional com o PSB”, declarou a petista.

Apesar de já ter se manifestado diversas vezes a favor do apoio ao ex-presidente Lula dentro do PSB e publicamente, Câmara reforçou que continuará defendendo essa postura. “Isso é o que estamos defendendo internamente dentro do partido, vamos continuar defender e fazer todos os esforços para que essa aliança se concretize”, declarou ele, rechaçando que estivesse isolado dentro do PSB. “A ala pernambucana no PSB é a maior do Brasil e só por isso já saímos na frente”. Câmara afirmou que outros estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste também tinham interesse, porém, ao ser questionado, não especificou quais. 

O vice-presidente nacional do PSB esteve reunido na quarta-feira (11), com o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, em Brasília, e solicitou que as reuniões da Executiva e Diretório agendadas para 18 e 19 de julho, respectivamente, fosse adiadas para que ele pudesse ganhar mais tempo nas articulações. As reuniões devem ocorrer na primeira semana de agosto, já a convenção do PSB está marcada no dia 5 de agosto, último dia do prazo legal. O PT mantêm a pré-candidatura de Marília Arraes ao governo estadual. (Por: Marcelo Montanini / Folha de Pernambuco)

Para PSB, PT tenta “valorizar passe” em processo “arrastado”…

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A aliados, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, reafirmou, ontem, que Márcio Lacerda só sai da corrida pelo Palácio da Liberdade, para a qual firmou aliança regional com o PDT e PROS, se for para ser vice de Ciro Gomes na corrida presidencial. Em paralelo, já circula, no PDT e no PP, a possibilidade de o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, vir a ser o vice de Ciro, o que reforçaria o papel de Lacerda na disputa pelo Governo de Minas Gerais, onde deverá concorrer com o petista Fernando Pimentel.

Em Pernambuco, no Palácio das Princesas, ontem, havia quem reafirmasse que a “moeda” mais pesada na conversa sobre aliança com o PT seria mesmo Minas Gerais até porque o próprio presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, tem dito não haver clima para aliança com o PT, visando à corrida presidencial. Entre palacianos, fazia-se a conta que, de fato, uma eleição, no próximo domingo, como estava previsto originalmente, para definir a estratégia eleitoral do PT na disputa pelo Governo de Pernambuco poderia significar “uma possibilidade não tão grande” de vitória da aliança com o PSB. Leia-se: a despeito de socialistas, agora, avaliarem o processo de costuras com o PT como “muito arrastado”, sobretudo depois que foram adiados, na última terça-feira, todos os encontros estaduais da sigla, por outro lado, admitem que as chances da candidatura própria vencer pareciam altas.

E o PSB trabalha pela composição. Ao mesmo tempo, após circular pesquisa com desempenho elevado de Marília Arraes, avaliou-se que o PT age também para “valorizar o passe” e “dar pressão”. No que se refere às apostas para o resultado de uma eventual votação no domingo, as projeções de governistas coincidem às feitas entre defensores do projeto de Marília. Aliados da petista realçam que adiar o ato de domingo equivaleu a expressar o medo de perder no voto para a tese de candidatura própria. Seguem afirmando que teriam maioria dos delegados. Sobrou tempo para socialistas e petistas, num momento da política em que um só dia pode ser muita coisa. (Renata Bezerra de Melo / Folha de Pernambuco)

Senador escancara defesa da volta do PT à Frente Popular…

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Um dia após Joaquim Barbosa comunicar ao Brasil que não será candidato a Presidente da República pelo PSB, o senador Humberto Costa escancarou sua posição política em defesa da aliança do seu partido com o PSB não apenas em Pernambuco mas no país inteiro. Seu argumento é que as “forças progressistas” têm que se unir para “barrar a agenda de retrocessos do governo Temer”. Afirma também que em Pernambuco o PDT e o PCdoB já estão no governo Paulo Câmara. E que se no plano nacional o PT, o PSB, o PDT, o PCdoB e o PSOL já estão articulando uma “frente política” para “defender a democracia e um projeto de país que foi interrompido” (pela deposição de Dilma), nada mais natural do que reproduzi-la em todos os estados. É certo que, em algum momento, esses cinco partidos terão que conversar sob pena de correrem o risco de ficar fora do segundo turno. Mas é falso afirmar que essa união é necessária para “barrar” a agenda do governo Temer. Primeiro, porque ninguém defende o atual governo, salvo o próprio Michel Temer, que não é candidato à reeleição. Segundo, porque os dois candidatos que chegarem do segundo turno não seriam insensatos a ponto de fazer a defesa de um governo que é reprovado por 90% dos brasileiros. Logo, unidade para “enfrentar Temer” pode ser justificativa para outra coisa, menos para a volta do PT à Frente Popular porque quando o PSB ajudou a depor Dilma sabia, antecipadamente, que Temer iria substituí-la.(Inaldo Sampaio)

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