TSE pode impedir que nome de Lula apareça na urna em outubro…

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Temer decide usar Forças Armadas para desobstruir rodovias…

O governo federal decidiu nesta sexta-feira que vai usar as Forças Armadas para desobstruir as rodovias bloqueadas por caminhoneiros. O anúncio será feito pelo presidente Michel Temer. Além das Forças, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), e Leia mais »

Paulo Câmara decreta estado de emergência em Pernambuco…

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, decretou estado de emergência na tarde desta sexta-feira (25). De acordo com o chefe do executivo, o Governo está tomando medidas que garantam os serviços de segurança, saúde e transporte Leia mais »

Jair Bolsonaro bate Lula em simulação de segundo turno…

Pouco menos de quatro meses antes do primeiro turno das eleições, a XP Investimentos divulgou sua primeira pesquisa eleitoral feita em parceria com a IPESPE, revelando uma ampla vantagem de Jair Bolsonaro Leia mais »

Caminhoneiros têm força para derrubar o governo…

Inaldo Sampaio O Brasil convive há cinco dias com uma paralisação de caminhoneiros. Mas dificilmente ela irá além deste final de semana. O governo não aguenta conviver por muito tempo com esta Leia mais »

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Bolsonaro: fuzis para agricultores; Alckmin, tratores…

Maria Lima – O Globo

Em um duelo para conquistar produtores do Cerrado em uma feira de tecnologia, agricultura familiar e cooperativas do Programa de Assentamento do Distrito Federal, no entorno de Brasília, o pré- candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, prometeu distribuir fuzis para cada produtor rural e, em resposta, o ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB, que chegou minutos depois, disse que, se eleito, em vez de fuzis, distribuirá tratores. Bolsonaro chegou primeiro ao evento, mas foi Alckmin quem mais tempo gastou na visita aos stands e em reuniões com os produtores que hoje têm uma preocupação mais urgente: derrubar a cobrança de valores retroativos do passivo do Funrural, que pode chegar a R$17 bilhões.

— No que depender de mim, o produtor rural vai ter um fuzil em sua propriedade. Isso não é ser radical. Eu seria inconsequente e irresponsável de deixar o homem do campo desarmado e a mercê do MST e outras bandidagens — disse Bolsonaro.

O deputado defendeu a tipificação das ações do MST como terrorismo e prometeu continuar fazendo a reforma agrária para a agricultura familiar, mas informou que não vai tolerar invasões de propriedades para forçar desapropriação. Bolsonaro disse ainda que o agronegócio vive uma crise de segurança e por isso tem uma boa aceitação no setor. Segundo o deputado, o fato de ele ser capitão do Exército também ajuda.

O tucano contestou o adversário:

— O Bolsonaro disse que vai distribuir fuzis. Eu vou distribuir é trator. O que o produtor rural precisa é produzir e, para isso, não precisa de fuzis, mas de tratores — rebateu Alckmin ao chegar na feira.

Sobre alianças para a eleição de outubro, Bolsonaro zombou da formação de um bloco de centro para barrar sua candidatura — DEM, PP, PR, SD entre outros. Mas fez um aceno ao PR.

— Estão se unindo para levar um tiro só. Eles não me procuraram porque sabem que eu não vou conversar no escondidinho, no mato, com eles. Mas se o PR quiser compor comigo, me cedendo o Magno Malta, seria excepcional. Se depender de mim, ele será meu vice a partir de hoje — prometeu.

Sobre a disputa do PSDB com o PDT de Ciro Gomes para atrair os partidos do centro, Bolsonaro disse que está fora dessa disputa e está preparado para vencer todos:

— Estou preparado para entrar em campo e ser campeão. E quem entrar em campo a gente traça — disse, ao ser questionado se se sentia ameaçado por Ciro Gomes, que está herdando parte dos eleitores de Lula.

No final da visita, um grupo de militares fortemente armados pediu para tirar uma foto com Bolsonaro.

— Bora, façam cara de homem. Vamos subir aquela rampa ou não vamos? — disse aos militares do Batalhão Rural.

Alckmin atrasou sua agenda e chegou ao evento, propositalmente, após a saída de Bolsonaro.

— Se eu encontrasse o Alckmin aqui eu lhe desejaria boa sorte e poucos votos —disse Bolsonaro, rindo, ao som de gritos de “nosso presidente”.

Alckmim se reuniu com as lideranças rurais em uma sala e anotou uma a uma as reivindicações do setor: em primeiro lugar o pagamento do retroativo do Funrural e solução fundiária das concessões das terras onde trabalham há 40 anos por cessão do governo do Distrito Federal. Há um impasse entre os produtores, o Incra e o GDF sobre o preço de venda das terras.

— Contem conosco. Esse é o Brasil que dá certo. Precisamos fortalecer o empreendedorismo e o cooperativismo. E acima de tudo dar segurança jurídica — prometeu Alckmin.

Jarbas e Alckmin…

O cenário político atual e as eleições de outubro foram a pauta de um jantar reservado entre o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), e o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB). O encontro ocorreu na última segunda, na capital paulista. O vice-governador de Pernambuco e presidente estadual do MDB, Raul Henry, participou da conversa.

Jarbas, candidato ao Senado na chapa do governador Paulo Câmara (PSB) que concorre à reeleição, declarou seu voto a favor do presidenciável tucano, no ano passado, durante participação de Alckmin de evento do Lide/Fiepe, no Recife. Naquela ocasião, Paulo demonstrava simpatia pela candidatura do tucano, mas agora, o nome da vez é Ciro Gomes, do PDT.

Rearrumação  

Antes de Ciro, o PSB tentou a candidatura do ex-presidente do STFJoaquim Barbosa (PSB)  e, pelo visto, não será fácil unir o partido em torno do presidenciável cearense. Como o PSB tem dificuldades em praticamente todas as regiões, há quem aconselhe que o melhor seria liberar os estados para apoiar quem quisesse e, depois das eleições, tentar se rearrumar. 

(Marisa Gibson/ DP)

Eleições 2018: Mendonça na vice…

O PSDB tem o nome do deputado Mendonça Filho (DEM-PE) na prateleira de temperos para a vice de Geraldo Alckmin. É nordestino e passou incólume pelo Ministério da Educação de Temer. Depende apenas da desistência do sonho presidencial de Rodrigo Maia.

Enquanto isso, seria divertido ver Dilma Rousseff na audiência do julgamento de Aécio Neves no Supremo Tribunal Federal. A senhora foi deposta, mas sua honorabilidade está intacta.

Por sua vez, ladrões roubaram pastas e objetos que estavam no carro de um assessor de Lula, em Curitiba. No meio dos papéis estava o seu passaporte. É verdade que ele não é mais um “ser humano”, mas os outros bípedes deixam o passaporte em casa ou no escritório e só o tiram da gaveta quando decidem viajar ao exterior.(PC)

Conselho e dificuldade do mestre FHC…

Fernando Henrique aconselhou Geraldo Alckmin a deixar o Nordeste de lado e mirar do Centro-Oeste para baixo. Como vice, o ex-presidente defende Álvaro Dias. O objetivo seria recuperar os votos do PSDB no Sul.

Já em conversas recentes, FHc admitiu sua falta de entusiasmo com Alckmin. Mas confidenciou que sua maior dificuldade será pedir votos para João Doria. Fará tudo para escapar da missão. (Veja/Radar- Gabriel Mascarenhas)

Sem Lula, Ciro x Alckmin é cenário provável no 2º turno…

Blog do Kennedy

Lançado pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes disse que deverá enfrentar o tucano Geraldo Alckmin no segundo turno.

“Vejo neste momento essas cinco candidaturas. O Bolsonaro tamponando o Alckmin. O Lula tamponando a minha evolução e, na medida em que um outro não esteja no processo, eu e o Alckmin dividiremos a disputa no segundo turno”, afirmou ontem Ciro.

Segundo Ciro, Marina Silva, da Rede, estaria numa posição “isolada”, mas faria parte dessas cinco candidaturas destacadas por ele.

De fato, um segundo turno entre Ciro e Alckmin é um dos cenários mais prováveis neste momento em que ainda está tão aberta a disputa eleitoral. Há outros cenários possíveis, mas esse é, sim, um dos mais prováveis. A análise de Ciro faz sentido.

No campo da direita, há um candidato extremista, Jair Bolsonaro, bloqueando o crescimento de um postulante mais ao centro, Geraldo Alckmin. Bolsonaro se mantém até agora no patamar de 20%, um pouco menos, a depender da pesquisa. Alckmin teve entre 6% e 8% no Datafolha.

No passado, eleitores que hoje preferem Bolsonaro votaram em nomes do PSDB. Logo, se Alckmin dinamitar Bolsonaro, tem chance de ser o nome mais forte de um amplo campo de direita. Alguns candidatos de centro-direita, como Rodrigo Maia, estão se apresentando, mas em situação mais difícil do que Alckmin.

Na esquerda, o grande fator que definirá o quadro de nomes viáveis será o ex-presidente Lula. O petista tem lutado na Justiça pela sua candidatura presidencial. A cada dia, fica mais difícil viabilizá-la, mas ele tem o direito de esgotar os recursos judiciais e políticos para tentar alcançar o seu objetivo. Faz sentido para o PT bancar Lula, porque ele é líder nas pesquisas e puxa votos para candidatos petistas a outros cargos em outubro.

Mas, se Lula ficar fora da eleição, há possibilidade de Ciro herdar parte significativa dos votos do petista. Nesse sentido, Lula tem bloqueado Ciro, como disse ontem o ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda.

PSB decide não apoiar Alckmin; Álvaro Dias ou Ciro podem ser apoiados pelo partido…

O PSB aprovou na noite de ontem (2) uma resolução em que praticamente fecha as portas para um apoio formal à candidatura à Presidência da República do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Pelo texto aprovado em reunião do congresso nacional, se o partido optar por apoiar algum candidato de fora, terá de ser alguém do campo de esquerda, alinhado programaticamente com o PSB.

O partido adiou a decisão sobre lançamento de candidatura própria e também colocou como possibilidade não fazer coligação formal no primeiro turno com nenhum candidato à Presidência, a fim de dedicar esforços na eleição de 10 governadores com potencial de vitória e na ampliação da bancada de deputados federais.

O foco do PSB é se consolidar como um partido médio. “Falamos em possibilidade de coligação com um candidato que tenha identidade programática”, afirmou o presidente do PSB, Carlos Siqueira, evitando citar o nome de Alckmin. Principal defensor até então do apoio ao tucano, o vice-governador de São Paulo, Márcio França, demonstrou que já deu como perdida a possibilidade de adesão do PSB à candidatura de Alckmin, tanto que não defendeu o governador na reunião.

Continua…

Alckmin prefere enfrentar Lula em 2018…

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O tucano Geraldo Alckmin integra o ninho dos nomes que derretem nas pesquisas. Ainda não recebeu a visita do cobrador da Lava Jato. E seu pupilo João Doria já oscila entre a lealdade ao padrinho e a pose de alternativa presidencial. Entretanto, a despeito de tudo, o governador de São Paulo continua olhando para 2018 como se enxergasse um pote de ouro no horizonte. Enquanto pressiona o PSDB por uma definição, Alckmin prepara um Plano B. Ele até já elegeu um adversário predileto. Em privado, afirma que prefere polarizar a próxima sucessão com Lula, que o derrotou em 2006.

Alckmin avisou a Aécio Neves, seu rival e presidente do PSDB, que espera até dezembro por uma definição sobre o rito de escolha do presidenciável da legenda. Escaldado com as manobras que prorrogaram à sua revelia a permanência de Aécio no comando da máquina partidária, o governador paulista constrói uma porta de emergência. Esconde-se atrás dela um tesouro eletrônico na partilha do horário de propaganda eleitoral no rádio e televisão em 2018.

Continua…

Se Aécio perder, o candidato em 2018 é Alckmin…

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Caso Aécio Neves saia derrotado das eleições, setores do PSDB de São Paulo devem lançar a pré-candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência para 2018.  Os alckmistas argumentam que ele será o tucano com mais voto no partido, enquanto Aécio terá perdido a eleição em tese mais fácil da história dos últimos pleitos para a oposição –o país atravessa situação econômica adversa e Dilma é mais fraca eleitoralmente que Lula. A avaliação é de Mônica Bergamo, hoje na Folha de S.Paulo.

Outra vantagem de Alckmin é citada pela colunista da Folha: nunca participou do governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo o Datafolha, 57% dizem que não votariam num candidato apoiado pelo ex-presidente.  Aécio, se derrotado por pequena margem, manterá a condição de pré-candidato. Mas com uma desvantagem em relação a Alckmin. (Mônica Bergamo)

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