Gás sobe e preço do botijão pode passar de R$ 100 nas próximas semanas…

O gás de cozinha, que já está com um preço indigesto, deve ficar ainda mais caro. Além dos ajustes promovidos pela Petrobras, o aumento de salário dos trabalhadores das revendas e distribuidoras, Leia mais »

Haddad chega ao Recife e segue em caminhada pelo Centro da cidade…

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, chegou ao Recife e está caminhando pelas ruas do Centro da cidade, cercado pela militância. O semblante de Haddad ora fica alegre, Leia mais »

Paulo diz que é do “lado do povo” no Ibura…

O candidato ao Governo de Pernambuco da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), fala em “lado do povo”, em caminhada no bairro do Ibura. “Essa eleição tem uma importância diferente. Ela nos dará a Leia mais »

Bolsonaro diz em rede social que conhecer país apenas em períodos eleitorais é oportunismo político…

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse em postagem em uma rede social na manhã deste sábado (22), que conhecer o país apenas em períodos eleitorais é oportunismo Leia mais »

Marina atribui posição nas pesquisas a ‘eleitor livre’ e diz que não se rende a discurso fácil, quer ‘ganhar ganhando’…

A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou na noite desta sexta-feira (21) em entrevista ao Jornal da Globo que seu eleitor “é o mais livre”, ao ser questionada sobre a Leia mais »

Arquivo Fotográfico

1982 dFesta das mães realizada na Escola Raul Soares, em Tamanduá (João Alfredo), em maio de 1982. 

images091005secO vereador Sérgio Vasconcelos (Bom jardim) com o deputado federal Eduardo Campos (+), durante solenidade realizada em João Alfredo, no dia 09 de outubro de 2005. 

Áudio revela momentos finais dentro do avião de Eduardo…

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Dois meses depois do acidente aéreo que matou o então candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB), o ‘Fantástico’ divulgou neste domingo a íntegra da gravação da conversa final entre os pilotos e a Base Aérea de Santos, no litoral de São Paulo.

Na gravação, o comandante informa a decisão de arremeter devido ao mau tempo. O Cessna 560 XL ainda estava em voando alto, na área de controle de São Paulo, quando o co-piloto da aeronave, Geraldo Cunha, fez o primeiro contato para perguntar sobre as condições climáticas para pouso. Na base, há apenas uma estação de rádio, operada por um militar, que adverte: “Atento a pássaros na cabeceira da pista”.

Dois minutos mais tarde, o co-piloto se confunde ao passar o prefixo do avião, mas ele confirma a arremetida. Nessa situação, segundo a carta que orienta o pouso na Base Aérea de Santos, os pilotos devem subir de volta para 4000 pés e recomeçar a tentativa. mas o áudio não deixa claro se isso aconteceu:

O militar, então, pergunta: “Está prosseguindo pro… nova tentativa de pouso?”. O piloto começa a responder: “Devido às condições, nós vamos su… é…”. Depois, completa: “Nós vamos aguardar e chamaremos novamente, ok?”. Em seguida, a base faz dez tentativas de contato, sem sucesso.

Pouco depois de arremeter, o jato caiu, matando as sete pessoas que estavam a bordo. Arremeter é quando o piloto desiste de pousar e dá uma volta para tentar de novo.

O “Fantástico” teve acesso à apólice de seguro do Cessna. A indenização em caso de acidentes seria de US$ 50 milhões, cerca de R$ 120 milhões, para as vítimas, incluindo os moradores da área onde o avião caiu. O documento estava em nome da empresa AF Andrade, que arrendou o avião em 2010, mas alega tê-lo transferido para dois empresários pernambucanos. Eles, porém, afirmam que a transação não havia sido concretizada até a data do acidente, dia 13 de agosto. (G1)

Reflexão do dia…

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Fragmento Bíblico

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Opinião – Pronunciamento de Marina Silva é forte e inequívoco…

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Marina Silva fez um discurso de adesão a Aécio Neves mais forte e inequívoco do que alguns poderiam apostar. Segundo o Ibope e o Datafolha, o candidato do PSDB teria hoje 51% dos votos válidos, contra 49% de Dilma Rousseff. A estarem certos esses números, comparando-os com o resultado das urnas (41,59% a 33,55% dos válidos para a petista), o peessedebista ganhou impressionantes 17,45 pontos, e a petista, apenas 7,41. Há institutos dizendo que essa vantagem é bem maior. Isso é uma indicação de que a maioria do eleitorado de Marina migrou para o tucano primeiro, e ela, só depois, mas o gesto tem um simbolismo importante, embora nem tudo em sua fala esteja correto, como deixarei claro. Tudo o mais constante e, reitero, desde que esses números façam sentido, a eventual vitória de Aécio não terá dependido da adesão pessoal de Marina. Mas é importante que ela tenha ocorrido. Por quê?

Porque a campanha do PT, até agora, não encontrou uma alternativa que não seja dividir o país e investir, pela sétima vez consecutiva, no confronto e na luta de brasileiros contra brasileiros. Deu errado três vezes (1989, 1994 e 1998) e certo outras três (2002, 2006 e 2010). O apoio de Marina a Aécio reforça a imagem — e o fato — de um candidato que fala em união, não em separação.

Em seu discurso, Marina deixa claro que a carta pública de Aécio, em que se compromete com alguns temas, serviu para definir seu apoio, embora tenha dito que o compromisso não tenha sido firmado com ela, mas com a população. Marina destacou alguns itens: ampliação da participação popular; fim da reeleição e reforma política; desmatamento zero; metas socioambientais e economia de baixo carbono; manutenção das atuais regras para demarcação de terras indígenas etc. Algumas dessas questões dependem da vontade do Congresso. Mas é evidente que a ação do Executivo tem sempre um peso importante.

Marina se refere claramente à forma como o PT a tratou na disputa eleitoral. Afirmou: “É preciso, e faço um apelo enfático nesse sentido, que saiamos do território da política destrutiva para conseguir ver com clareza os temas estratégicos para o desenvolvimento do país e com tranquilidade para debatê-los tendo como horizonte o bem comum. Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia e na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que dividem o Brasil”.

A tese e os erros
Embora tenha aderido à candidatura de Aécio, Marina não abandonou o discurso da terceira via, da nova política, do fim da polarização PSDB-PT. Em seu pronunciamento, submete o raciocínio a um triplo salto carpado e transforma o Aécio Neves de 2014 no Lula de 2002, e faz do texto-compromisso do tucano a “Carta ao Povo Brasileiro do PSDB”. A síntese de sua leitura é esta: a vitória do PT em 2002 representou a alternância no poder e o acréscimo do viés social à técnica, representada pelos tucanos. Quando os petistas fizeram a sua “Carta ao Povo Brasileiro”, aderiram à racionalidade econômica, mas sem abandonar seu viés social.

Agora, a alternância é Aécio, e sua carta-compromisso significaria a adesão dos tucanos ao viés social, mas sem abandonar a racionalidade econômica: um movimento espelhado. Para Marina, tudo indica, a história tem mesmo uma constante de teses e antíteses, que vão se desdobrando em sínteses, e, assim, todos avançamos.

Assim seria se assim fosse, mas não é. O PT só teve de fazer a sua “carta” em 2002 porque o partido passou mais de 20 anos pregando o calote das dívidas interna e externa e hostilizando o livre mercado. Os agentes econômicos achavam que se tratava de gente equivocada, mas séria dentro do seu erro. E foi necessário que o petismo comprovasse que a segunda parte, ao menos, não era verdadeira. O PSDB nunca foi um partido hostil à agenda social — e, portanto, não precisou nem precisa fazer carta nenhuma. O Bolsa Família é herança do governo FHC. A política de valorização real do salário mínimo teve início no governo tucano. O Plano Real significou a mais forte ferramenta — consistente, duradoura e sustentável — de inclusão dos pobres na economia.

Faço esses reparos não para diminuir ou tisnar a adesão de Marina, mas para colocá-la nos seus justos termos. Quem inventou um PSDB hostil ao povo foi Lula, foi o PT. Era só conversa para vencer a eleição. Enquanto os que tiraram o país da bancarrota eram tratados aos pontapés, os salvadores da pátria estavam perpetrando aquelas sujeiras na Petrobras.

Marina fez o que seu eleitorado já havia feito. Isso não diminui o peso da sua escolha. Mas é importante contar a história direito.

 

Por Reinaldo Azevedo

PSB vai à direita pela 1ª vez desde a fundação…

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Sem Eduardo Campos, o PSB ensaia pela primeira vez uma trajetória à direita do espectro político desde sua fundação em 1947. A legenda, que desde a redemocratização viveu sob a órbita do PT, a quem apoiou em cinco das seis últimas eleições presidenciais e integrou sua base aliada em 11 dos 12 últimos anos, se apresenta pela primeira vez como aliado nacional do PSDB.  O partido decidiu apoiar, no 2º turno, Aécio Neves (PSDB) contra a reeleição Dilma Rousseff (PT).

Foram 21 votos pró-tucano, 7 pela neutralidade e um pró-Dilma. Depois, articulou sua sucessão interna de modo que os que se posicionaram contra o apoio ao tucano ficassem excluídos da Executiva nacional. De quebra, iniciou conversas com tucanos para ser seu braço de apoio em uma eventual base aliada de Aécio; ou uma oposição a Dilma, se ela for reeleita.

Um dos que lideraram esse movimento, o presidente do PSB em Minas, deputado Júlio Delgado, diz que a mudança é um momento histórico. “Nunca antes havíamos ficado com o PSDB contra o PT”, disse, ressaltando não se tratar de submissão aos tucanos.

O próximo presidente do partido, Carlos Siqueira, que coordenou a campanha de Campos até a sua morte, em 13 de agosto, diz que a legenda continuará a perseguir o socialismo. “Eventual apoio ao PSDB não passa de eventual apoio, como apoios já foram firmados com o PT.”

Campos fazia um jogo político situando-se em âmbito nacional com o PT e liberando a sigla para apoiar o PSDB ou quem estivesse no poder em nível regional. Essa fórmula se rompeu depois que ele decidiu se candidatar a presidente. (De O Estado de S.Paulo)

Votarei em Aécio e o apoiarei, decide Marina…

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A ex-candidata à Presidência da República Marina Silva disse, neste domingo (12), que apoiará o candidato Aécio neves (PSDB) no segundo turno das eleições.

— Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos,  dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos.

Marina afirmou ainda que não dá o apoio em troca de “nenhum acordo ou aliança para governar”.

— O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas.

Confira a íntegra do posicionamento de Marina Silva

Ontem, em Recife, o candidato Aécio Neves apresentou o documento “Juntos pela Democracia, pela Inclusão Social e pelo Desenvolvimento Sustentável”.

Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação.

Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio.

Seria um amesquinhamento dos propósitos manifestados por Aécio imaginar que eles se dirigem a uma pessoa e não aos cidadãos e cidadãs brasileiros.

E seria um equívoco absoluto e uma ofensa imaginar que me tomo por detentora de poderes que são do povo ou que poderia vir a ser individualmente destinatária de  promessas ou compromissos.

Os compromissos explicitados e assinados por Aécio têm como única destinatária a nação e a ela deve ser dada satisfação sobre seu cumprimento.

E é apenas nessa condição que os avaliei para orientar minha posição neste segundo turno das eleições presidenciais.

Estamos vivendo nestas eleições uma experiência intensa dos desafios da política.

Para mim eles começaram há um ano, quando fiz com Eduardo Campos a aliança que nos trouxe até aqui.

Pela primeira vez, a coligação de partidos se dava exclusivamente por meio de um programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos de cada um.

Em curto espaço de tempo, e sofrendo os ataques destrutivos de uma política patrimonialista, atrasada e movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos nosso rumo, amadurecemos, fizemos a nova política na prática.

Os partidos de nossa aliança tomaram suas decisões e as anunciaram.

Hoje estou diante de minha decisão como cidadã e como parte do debate que está estabelecido na sociedade brasileira.

Me posicionarei.

Prefiro ser criticada lutando por aquilo que acredito ser o melhor para o Brasil, do que me tornar prisioneira do labirinto da defesa do meu interesse próprio, onde todos os caminhos e portas que percorresse e passasse, só me levariam ao abismo de meus interesses pessoais.

A política para mim não pode ser apenas, como diz Bauman, a arte de prometer as mesmas coisas.

Parodiando-o, eu digo que não pode ser a arte de fazer as mesmas coisas.

Ou seja, as velhas alianças pragmáticas, desqualificadas, sem o suporte de um programa a partir do qual dialogar com a nação.

Vejo no documento assinado por Aécio mais um elo no encadeamento de momentos históricos que fizeram bem ao Brasil e construíram a plataforma sobre a qual nos erguemos nas últimas décadas.

Ao final da presidência de Fernando Henrique Cardoso, a sociedade brasileira demonstrou que queria a alternância de poder, mas não a perda da estabilidade econômica.

E isso foi inequivocamente acatado pelo então candidato da oposição, Lula, num reconhecimento do mérito de seu antecessor e  de que precisaria dessas conquistas para levar adiante o seu projeto de governo.

Agora, novamente, temos um momento em que a alternância de poder fará bem ao Brasil, e o que precisa ser reafirmado é o caminho dos avanços sociais, mas com gestão competente do Estado e com estabilidade econômica, agora abalada com a volta da inflação e a insegurança trazida pelo desmantelamento de importantes instituições públicas.

Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos.

Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros, intitulada: “Juntos pela democracia, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável”.

Destaco os compromissos que me parecem cruciais na carta de Aécio:

— O respeito aos valores democráticos, a ampliação dos espaços de exercício da democracia e o resgate das instituições de Estado.

— A valorização da diversidade sociocultural brasileira e o combate a toda forma de discriminação.

— A reforma política, a começar pelo fim da reeleição para cargos executivos, que tem sido fonte de corrupção e mau uso das instituições de Estado.

— Sermos capazes de entender que, no mundo atual, a ampliação da participação popular no processo deliberativo, através da utilização das redes sociais, de conselhos e das audiências públicas sobre temas importantes, não se choca com os princípios da democracia representativa, que têm que ser preservados.

— Compromissos sociais avançados com a Educação, a Saúde, a Reforma Agrária.

— Prevenção frente a vulnerabilidade da juventude, rejeitando a prevalência da ótica da punição.

— Lei para o Bolsa Família, transformando-o em programa de Estado

— Compromissos socioambientais de desmatamento zero, políticas corretas de Unidades de Conservação, trato adequado da questão energética, com diversificação de fontes e geração distribuída.

— Inédita determinação de preparar o país para enfrentar as mudanças climáticas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, assumindo protagonismo global nessa área.

— Manutenção das conquistas e compromisso de assegurar os direitos indígenas, de comunidades quilombolas e outras populações tradicionais. Manutenção da prerrogativa do Poder Executivo na demarcação de Terras indígenas

— Compromissos com as bases constitucionais da federação, fortalecendo estados e municípios e colocando o desenvolvimento regional como eixo central da discussão do Pacto Federativo.

Finalmente, destaco e apoio o apelo à união do Brasil e à busca de consenso para construir uma sociedade mais justa, democrática, decente e sustentável.

Entendo que os compromissos assumidos por Aécio são a base sobre a qual o pais pode dialogar de maneira saudável sobre seu presente e seu futuro.

É preciso, e faço um apelo enfático nesse sentido, que saiamos do território da política destrutiva para conseguir ver com clareza os temas estratégicos para o desenvolvimento do país e com tranquilidade para debatê-los tendo como horizonte o bem comum.

Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia e na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que dividem o Brasil.

O preço a pagar por isso é muito caro: é a estagnação do Brasil, com a retirada da ética das relações políticas.

É a substituição da diversidade pelo estigma, é a substituição da identidade nacional pela identidade partidária raivosa e vingativa.

É ferir de morte a democracia.

Chegou o momento de interromper esse caminho suicida e apostar, mais uma vez, na alternância de poder sob a batuta da sociedade, dos interesses do País e do bem comum.

É com esse sentimento que, tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro meu voto e meu apoio neste segundo turno.

Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos,  dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos.

Faço esta declaração como cidadã brasileira independente que continuará livre e coerentemente, suas lutas e batalhas no caminho que escolheu.

Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar.

O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas. (Do Portal R7)

Mega-Sena acumula, e prêmio pode chegar a R$ 18,5 milhões…

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.643 da Mega-Sena realizado neste sábado (11), em Conselheiro Pena (MG). No próximo sorteio, que vai ocorrer na quarta-feira (15), a previsão é que o prêmio chegue a R$ 18,5 milhões.

Veja as dezenas sorteadas: 16 – 19 – 20 – 28 – 37 – 60.

A quina teve 60 acertadores e cada um vai levar R$ 45.113,02. Já a quadra pagará R$ 750,54 para cada um de seus 5.152 ganhadores.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

O dilema de Marina…

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Um dos ataques mais certeiros feitos contra Marina Silva foi o de que sua neutralidade na eleição de 2010 ajudou a eleger Dilma Rousseff. Doeu, mas era verdade. Só ela sabe até que ponto acha que Aécio Neves e Dilma Rousseff são farinha do mesmo saco ou, na melhor das hipóteses, têm propostas com as quais não quer se associar.

Recordar é viver. Em 1985 Marina era uma jovem militante de esquerda no Acre e estava com um pé no Partido dos Trabalhadores. No dia 15 de janeiro, Tancredo Neves foi eleito presidente da República pelo Colégio Eleitoral instituído pela ditadura. Três deputados petistas (Bete Mendes, Airton Soares e José Eudes) votaram nele. Os cinco outros, entre os quais Eduardo Suplicy, José Genoino e Luis Dulci, seguiram a orientação do partido e ausentaram-se. Todos, inclusive Lula, achavam que eram socialistas. Bete, Airton e Eudes foram afastados do PT.

Até hoje os petistas explicam essa posição. Argumentam que a questão era doutrinária e seus votos não fariam diferença. De fato, Tancredo derrotou Paulo Maluf por 300 votos de diferença. E se fizessem?

Liturgia Católica

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Dia 12 de outubro – Domingo

NOSSA SENHORA APARECIDA 
PADROEIRA DO BRASIL 
(BRANCO, GLÓRIA, CREIO, PREFÁCIO PRÓPRIO – OFÍCIO DA SOLENIDADE)

Antífona da entrada: Com grande alegria rejubilo-me no Senhor, e minha alma exultará no meu Deus, pois me revestiu de justiça e salvação, como a noiva ornada de suas jóias.

Oração do dia

Ó Deus todo-poderoso, ao rendermos culto à Imaculada Conceição de Maria, mãe de Deus e senhora nossa, concedei que o povo brasileiro, fiel à sua vocação e vivendo na paz e na justiça, possa chegar um dia à pátria definitiva. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Ester 5,1-2;7,2-3)

Leitura do livro de Ester.
5 1 Três dias depois Ester se revestiu de seus trajes reais e se apresentou na câmara interior do palácio, diante do aposento real, onde estava o rei sentado sobre seu trono, diante da porta de entrada do edifício. 
2 Logo que o rei viu a rainha Ester no átrio, esta conquistou suas boas graças, de sorte que ele estendeu o cetro de ouro que tinha na mão. E Ester se aproximou para tocá-lo. 
7 2 No segundo dia, bebendo vinho, disse ainda o rei a Ester: “Qual é teu pedido, rainha Ester? Será atendido. Que é que desejas? Fosse mesmo a metade de meu reino, tu obterias”. 
3 A rainha respondeu: “Se achei graça a teus olhos, ó rei, e se ao rei lhe parecer bem, concede-me a vida, eis o meu pedido; salva meu povo, eis o meu desejo”. 
Palavra do Senhor.

Salmo responsorial 44/45

Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:
que o rei se encante com vossa beleza!

Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:
“Esquecei vosso povo e casa paterna!
Que o rei se encante com vossa beleza!
Prestai-lhe homenagem: é vosso senhor!

O povo de Tiro vos traz seus presentes,
os grandes do povo vos pedem favores.
Majestosa, a princesa real vem chegando,
vestida de ricos brocados de ouro.

Em vestes vistosas ao rei se dirige,
e as virgens amigas lhe formam cortejo;
entre cantos de festa e com grande alegria,
ingressam, então, no palácio real”

Leitura (Apocalipse 12,1.5.13.15-16)

Leitura do livro do Apocalipse de são João. 
12 1 Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. 
5 Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. 
13 O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. 
15 A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. 
16 A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara. 
Palavra do Senhor.

Evangelho (João 2,1-11)

Aleluia, aleluia, aleluia.
Disse a mãe de Jesus aos serventes: “Fazei tudo o que ele disser!” (Jo 2,5)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. 
Naquele tempo, 2 1 três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. 
2 Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. 
3 Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: “Eles já não têm vinho”. 
4 Respondeu-lhe Jesus: “Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou”. 
5 Disse, então, sua mãe aos serventes: “Fazei o que ele vos disser”. 
6 Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. 
7 Jesus ordena-lhes: “Enchei as talhas de água”. Eles encheram-nas até em cima. 
8 “Tirai agora” , disse-lhes Jesus, “e levai ao chefe dos serventes”. E levaram. 
9 Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 
10 e disse-lhe: “É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora”. 
11 Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.
Palavra da Salvação. (Dom Total)

Reflexão do dia…

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Aécio abre 17 pontos sobre Dilma segundo Isté/Sensus..

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Primeira pesquisa ISTOÉ\Sensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal.

“Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%.

A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%. “O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.

As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos. No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%.

Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%. “A analise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes.

O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉ\Sensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste. No PSDB, a espectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará.

Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segundo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado. 

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