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Category Archives: Saúde

População tem remédio a preço de custo nas Farmácias Populares …

Desde 2004, os brasileiros podem comprar medicamentos a preço de custo nas farmácias. Criado durante o Governo Lula, o programa Farmácia Popular busca ampliar o acesso dos brasileiros a medicamentos essenciais, como analgésicos, remédios de controle da hipertensão e da diabetes, asma, colesterol, entre outros. Ao todo, existem mais de 25 mil farmácias conveniadas em todo Brasil.

No site do Ministério da Saúde, é possível ver a lista completa dos medicamentos subsidiados pelo governo federal. Para ter direito ao desconto, basta ir a uma farmácia da rede Aqui Tem Farmácia Popular com o CPF, documento com foto e receita médica válida da rede pública ou particular.

As farmácias populares são implantadas por meio de uma parceria do Ministério da Saúde e da Fiocruz com estados, municípios e instituições filantrópicas. Os medicamentos são comprados por esses órgãos de laboratórios farmacêuticos oficiais públicos ou privados. Quando necessário, são adquiridos por meio de pregões.

Em 2006, o programa foi estendido para a rede privada de farmácias, com a criação de uma nova modalidade, o Aqui tem Farmácia Popular. O beneficiado pode comprar três tipos de medicamentos — para diabetes, hipertensão e anticoncepcionais — em farmácias conveniadas ao governo, pagando até 10% do valor do produto. O restante do valor fica a cargo do Estado brasileiro. Veja a lista de medicamentos.

 

Ministério da Saúde

O que é morte cerebral ?

Muitas pessoas ouvem falar da morte cerebral, mas no fundo não fazem ideia do que seja realmente, por isso hoje vamos trazer aqui todas as informações necessárias para você saber como ocorre a morte cerebral e por que ela acontece.

A morte cerebral

A morte encefálica ou morte cerebral se dá devido a perda irreversível das funções neurológicas do cérebro e do tronco cerebral. Na maioria dos casos a morte cerebral ocorre por causa de:

– Dor;
– Falta de glicose;
– Falta de oxigênio.

O nosso cérebro é vital para o funcionamento dos órgãos humanos, e quando ele sente dor dificilmente sobrevive, por isso esses sintomas são os principais causadores da morte cerebral.

É importante saber que o nosso cérebro consegue sobreviver até seis minutos depois da parada do coração, e isso acontece porque, acima desse período ocorre a diminuição de suprimento de oxigênio e glicose, sendo assim ele vai morrendo aos poucos.

Causas que podem levar á morte cerebral

Existem diversos motivos que podem ocasionar na morte cerebral, vejamos alguns deles.

 

• Tumores;
• Falta de oxigenação adequada;
• Overdose;
• Traumas na cabeça;
• Falta de glicose
• Derrames.

Essas situações se manifestam de maneira como sangramento no interior do cérebro, que ocorre o inchaço cerebral, assim acaba resultando em uma diminuição das atividades nervosas.

Para se confirmar a morte cerebral existem alguns itens que devem ser avaliados no individuo, vejamos.

• Resposta a estímulos feitos no ouvido;
• Reflexo;
• Resposta a estimulo feito na sobrancelha;
• Movimentação dos olhos em direção contrária á cabeça;
• Teste de respiração espontânea;
• Estímulos que induzem o indivíduo a engasgar;
• Respeito da pupila sob a luz;
• Movimentação do organismo.

No caso de respostas negativas em relação á esses itens o médico poderá detectar morte cerebral, visto que o cérebro no caso não terá reação neurológica.  (Blog Dicas)

 

Cura da hepatite C está mais perto…

Um novo coquetel de dois medicamentos demonstrou ser muito eficaz contra a hepatite C, segundo resultados de um teste clínico publicados nesta quarta-feira (15) revelando que esta infecção crônica do fígado estaria a ponto de ser derrotada. Essa notícia é acompanhada com muito entusiasmo nos Estados Unidos, já que a hepatite C mata mais americanos do que a Aids.

Este estudo, que se concentra na combinação de dois antivirais ingeridos oralmente, o daclatasvir e o sofosbuvir, dos laboratórios farmacêuticos Bristol Myers Squibb e Gilead Sciences, mostra que a mistura dos dois supõe uma taxa de cura de 98% sem gerar efeitos colaterais significativos.

“Esta pesquisa abre caminho para tratamentos seguros, bem tolerados e eficazes para a grande maioria dos casos de hepatite C”, comemorou o doutor Mark Sulkowski, diretor do Centro de Hepatites Virais da Faculdade de Medicina John Hopkins (Baltimore, Maryland, leste), e principal autor do estudo publicado na revista New England Journal of Medicine de 16 de janeiro, que foi financiado pelos dois laboratórios.

“Os medicamentos padrão contra a doença vão ter uma melhora considerável até o ano que vem, o que levará a avanços sem precedentes no tratamento dos doentes”, prometeu. O teste clínico de fase 2 foi realizado com 211 homens e mulheres infectados com uma das principais cepas do vírus responsável por esta infecção hepática crônica, que causa cirrose ou câncer de fígado, tornando necessário um transplante desse órgão.

O coquetel foi eficaz mesmo em pacientes de difícil tratamento, para os quais a tripla terapia convencional (telaprevir ou boceprevir, além de peginterferon e ribavirina) fracassou. Entre os 126 participantes infectados pelo genótipo 1 do vírus da hepatite C que não receberam um tratamento prévio, 98% ficaram curados. Essa cepa é a mais frequente nos Estados Unidos.

Além disso, 98% dos 41 pacientes que ainda estavam infectados após uma tripla terapia convencional demonstraram não ter vestígio algum do vírus no sangue três meses depois do tratamento experimental. A taxa de cura foi similar nos outros 44 participantes do estudo, infectados pelos genótipos 2 e 3 do vírus, menos comum nos Estados Unidos.

Tratamento simplificado – Os participantes tomaram de forma habitual uma combinação de 60 miligramas de daclatasvir e 400 miligramas de sofosbuvir, com ou sem ribavirina, durante um período de três a seis meses. Um teste clínico anterior, realizado com sofosbuvir, combinado com o antiviral ribavirin, cujos resultados foram publicados em agosto de 2013, mostrou uma taxa de recuperação de 70% em doentes de hepatite C com o fígado comprometido.

Em dezembro, a Administração de Alimentação e Medicamentos americana, FDA, aprovou a comercialização de sofosbuvir combinado com peginterferon e ribavirin, para o tratamento da hepatite C, devido ao genótipo 1 e combinado unicamente com ribavirina para tratar a hepatite C de genotipo 2 e 3.

O daclatasvir ainda não foi autorizado pela FDA. Se a agência der luz verde à comercialização de declatasavir e outras novas moléculas eficazes contra a hepatite C, as injeções semanais tão temidas de peginterferon poderiam se tornar coisa do passado, segundo Sulkowski. O tratamento da hepatite C também seria simplificado, passando de 18 comprimidos por dia a uma injeção semanal ou dois comprimidos diários, destacou.

Segundo dados do organismo federal dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC), menos de 5% dos 3,2 milhões de americanos que sofrem de hepatite C ficram curados. Os CDC estimam também que de 50% a 75% ignoram estar infectados, frequentemente pelo uso de drogas injetáveis, transfusões de sangue contaminado dos anos 70 ou 80 ou relações sexuais.

Algumas ONGs, como a Médicos do Mundo, veem uma “grande esperança” nestes medicamentos, especialmente o sofosbuvir da Gilead, mas seu alto custo (mais de 70.000 dólares para um tratamento de 12 semanas) o deixa fora do alcance da maioria dos doentes dos países em desenvolvimento. Pelo menos 185 milhões de pessoas estão infectadas com o vírus da hepatite C no mundo. (AFP)

 

Álcool mata 100 mil pessoas por ano no Brasil…

O álcool provoca, em média 80 mil mortes anuais nas Américas, um problema que coloca o Brasil na quinta posição dos países com maior número de casos por 100 mil mortes, informou nesta terça-feira (14) a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS). O estudo “Mortalidade nas Américas por doenças, condições e lesões em que o álcool é causa necessária, 2007-2009”, das brasileiras Maristela Monteiro e Vilma Gawryszewski, observou que o álcool é uma causa “determinante” de morte em uma média de 79.456 casos ao ano, segundo comunicado da OPS, representação regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), com sede em Washington.

Na maioria dos países, as mortes foram consequências de uma hepatopatia alcoólica ou doença do fígado, seguida de distúrbios mentais provocados pela ingestão de bebidas alcoólicas. As cientistas Vilma Gawryszewski, assessora da OPAS em informação e análise sobre saúde, e Maristela Monteiro, especialista em abuso de substâncias, estudaram padrões de mortes entre as quais o álcool era mencionado especificamente – como hepatopatia alcoólica – em 16 países da região entre 2007 e 2009.

As autoras asseguraram que estas mortes representam apenas “a ponta do iceberg de um problema mais amplo” porque o álcool está relacionado a outras doenças como insuficiências cardíacas ou inclusive câncer, além de casos de acidentes de trânsito e armas de fogo. “É provável que o número de mortes que fazem do consumo do álcool um fator significativo seja muito maior”, escreveram Gawryszewski e Monteiro, segundo o comunicado.

Na região, alguns países se destacam com os maiores índices relativos de mortes por álcool. O mais alto é El Salvador, com 27,4 casos por 100.000 mortes, seguido da Guatemala, com 22,3, Nicarágua, 21,3, México, 17,8 e Brasil, com 12,2. O problema é menos agudo em Colômbia (1,8), Argentina (4,0) e Venezuela (5,5). Em todos os países, no entanto, o problema é predominantemente masculino, pois 84% dos mortos por consumir álcool eram homens, segundo a OPAS. (AFP)

 

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