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Category Archives: Saúde

Novembro Azul…

João Alfredo – Prefeitura equipa unidades de saúde…

Dentro do plano de trabalho de ampliação da estrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS), a Prefeitura de João Alfredo, por meio da Secretaria de Saúde, tem buscado investir e formalizar parcerias para a conquista de novos instrumentos de trabalho. O município recebeu 3 oxímetros de pulso. São dispositivos médicos que medem, indiretamente, a quantidade de oxigênio no sangue do paciente. Os 3 novos aparelhos foram adquiridos em parceria com o Ministério da Saúde, contemplando as unidades de Jenipapo, Osvaldo Lima e Frei Damião.

A gestão municipal ainda adquiriu oxímetros para as demais UBS. Com isso, todas as unidades estão equipadas. Além dos oxímetros de pulso, os “postos de saúde”, como são chamados pela população, também contam com eletrocardiograma, termômetro, tensiômetro e estetoscópio. Os aparelhos possibilitam que os profissionais do Programa Saúde da Família (PSF) garantam um atendimento mais completo e seguro ao moradores. (PMJA)

Hospitais de Pernambuco terão que dar atendimento prioritário a mulheres vítimas da violência…

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) promulgou, em publicação feita no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (6), uma lei que determina prioridade no atendimento a mulheres vítimas de violência em hospitais, clínicas e postos de saúde públicos ou privados. A medida, proposta pelo deputado estadual Everaldo Cabral (PP) e que, segundo o texto, voltou à casa legislativa após sanção do governador Paulo Câmara, já está em vigor.

A matéria afirma que a prioridade será concedida “dentro do mesmo grau de risco dos demais pacientes”. Os estabelecimentos de saúde também passam a ser obrigados a afixar cartazes informando sobre o direito de atendimento prioritário para mulheres vítimas da violência e os números de assistência e ajuda, como o da Central de Atendimento à Mulher (180), o da Polícia Militar (190), o do Disque-Denúncia (81 3421.9595), o do Disque-Denúncia do Ministério Público de Pernambuco (0800.281.9455) e o da Ouvidoria da Mulher de Pernambuco (0800.281.8187).

A lei ainda afirma que serão considerados casos de violência contra a mulher “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial” causada no âmbito da família ou em qualquer relação íntima de afeto, independente da orientação sexual do agressor e da vítima.

Os estabelecimentos de saúde que descumprirem a legislação estarão sujeitos a advertência ou multa entre R$ 500 e R$ 1 mil, conforme o porte do empreendimento e do número de reincidências. (Folha de Pernambuco)

Chá da Tarde – “Outubro Rosa”, em João Alfredo…

De olho no bem estar e prevenção de doenças, a Secretaria de Saúde do Município de João Alfredo, realizará quarta-feira (17), a partir das 14h30, um Chá da Tarde Rosa, no Centro de Convivência. O evento integra a programação da Campanha Outubro Rosa e objetiva orientar as mulheres quanto ao câncer de mama.

O chá será coordenado pela equipe da Academia da Saúde e receberá dois convidados: o psicólogo da UMJAC, Carlos Antônio, e Valda Oliveira, que vai relatar sua experiência com a doença. O tema abordado será: A importância do acompanhamento psicológico para o paciente oncológico. Participe…

Esquistossomose na mira do Estado de Pernambuco…

Cerca de 150 pessoas morrem por ano, em Pernambuco, vítimas de esquistossomose, doença parasitária transmitida por caramujos também conhecida como Schistosoma. No Estado, 101 municípios são classificados como endêmicos, correspondendo a 54,6 % do total e estão localizados nas regiões Metropolitana do Recife, Mata e parte do Agreste. De 2013 a 2017, 33.213 pessoas tiveram resultados positivos para a doença, mas 23.256 se trataram, ou seja, quase um mil pacientes ficaram sem tratamento. 

Preocupada com o cenário da enfermidade nesses últimos cinco anos, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) vem reforçando estratégias de enfrentamento à doença juntos aos municípios com maior taxa de adoecimentos. Em Olinda, esta semana, a gestão municipal inaugurou um laboratório específico para a coleta e identificação de caramujos contaminados, além do mapeamento de possíveis áreas focais do parasito, que deve reforçar as ações de controle da esquistossomose na cidade. 

“O laboratório chega da necessidade de conhecermos nosso território e ver se somos ou não endêmicos para esquistossomose. Como é uma doença que não é vinculada diretamente ao local, a pessoa pode ter contraído durante um passeio ecológico em outra localidade e só descobrir anos depois, numa consulta médica. Acaba que ficamos sem saber onde e quando foi o contágio. Com a abertura do laboratório, vamos ter dados mais fidedignos e trabalhar a questão da política de saúde antes do adoecimento da população”, comentou o gerente de Vigilância Ambiental de Olinda, Henrique Silva. 

Ele explicou que, a partir da próxima semana, técnicos do Centro de Vigilância Ambiental vão até localidades onde foram confirmados casos humanos – em 2018, Olinda registrou 25 casos – coletar caramujos e testá-los para a presença do parasito. Um dos locais que primeiro deve receber os agentes é a Ilha de Santana, que concentra maior número de alagados na cidade e também computa casos humanos este ano. Henrique Silva disse que, havendo positividade nas análises dos caramujos, o Centro de Vigilância verá a possibilidade ou não de tratamento químico contra esse molusco vetor nas localidades.

(Folha de Pernambuco)

Vacinação: campanha contra pólio e sarampo termina hoje..

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo termina hoje (14) em todo o país. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, cerca de 800 mil crianças ainda não tomaram as vacinas contra as duas doenças. Todas as crianças de 1 ano a menores de 5 anos devem se vacinar independentemente da situação vacinal.

Na faixa etária de 3 e 4 anos, a cobertura vacinal está acima da meta, com 96,95% para sarampo e 95,44% para poliomielite. A maior preocupação do Ministério da Saúde é com a faixa de 1 ano de idade, cuja cobertura ainda está em 85,45%.

No total, mais de 10 milhões de crianças foram vacinadas com mais de 22 milhões de doses. A média nacional de cobertura de vacinação em sarampo está em 94,7% e em poliomielite, 93,6%.

O sarampo e a poliomielite são doenças infectocontagiosas que podem resultar em complicações graves para as crianças, podendo levar até a morte.

Casos de sarampo

Até 10 de setembro, 1.673 casos de sarampo foram confirmados em todo o país. Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas são 1.326 casos e 7.738 em investigação, e em Roraima com o registro de 301 casos da doença, sendo que 74 continuam em investigação.

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017.

Alguns casos isolados foram identificados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Pernambuco e Pará. Até o momento, no Brasil, foram confirmadas oito mortes por sarampo, quatro em Roraima e quatro no Amazonas. (Agência Brasil)

Novos medicamentos no mundo devem reverter mortes por Influenza…

A reemergência de outras doenças neste ano no Brasil, como a febre amarela e o sarampo, pode ter feito o brasileiro esquecer os perigos do vírus Influenza, principalmente no público-alvo: gestantes , idosos e crianças até 5 anos. Muita gente confunde a Influenza com uma gripe qualquer, mas ela pode até mesmo levar à morte. A vacinação é uma forma de prevenir, mas é preciso recurso mais imediato no manejo de pacientes mais graves, por meio do uso de medicamentos.  

Uma nova droga antiviral, já aprovada no Japão, está prestes a ser liberada nos Estados Unidos: o Baloxavir marboxil, segundo a coordenadora da Comissão Científica de Influenza e Virologia Clínica da Sociedade Brasileira de Infectologia, Nancy Bellei, que chega ao Recife nesta quarta-feira (5), para participar do Congresso Medtrop. O objetivo do laboratório Genetech (ROCHE) é obter a aprovação da Food and Drug Administration (FDA) nos EUA ainda este ano e começar a vender, já em 2019, o medicamento, que promete a cura em uma única dose.  

No Brasil, desde 2000, está liberado para o tratamento da Influenza A apenas o antiviral Tamiflu ® (Ostamivir), com seu custo-benefício questionado anos atrás em casos ambulatoriais. Para mostrar a ação eficaz deste medicamento em grupos de risco, Nancy Bellei apresentará no Medtrop pesquisa de intervenção precoce da droga no cuidado hospitalar. 

“Posso dizer que minha própria experiência, com casos crônicos de H1N1 e H3N2 hospitalizados, comprovaram que o uso do Tamiflu nestes pacientes graves é a única opção terapêutica. Além disso, a introdução do remédio, logo que identificados os sintomas, reduz ainda o tempo de internação e o período em UTI”, explica Nancy. 

Além dos dados de Nancy, existem outros estudos observacionais, pós-pandemia de 2009, feitos com grupos de pesquisadores de diversos países e com mais de 20 mil pacientes. Segundo ela há evidências de que os pacientes tiveram boa recuperação, consequentemente, a taxa de mortalidade foi reduzida ao introduzir precocemente o remédio em grupos de risco que apresentaram os sintomas.

Continua… 

Dia D de vacinação contra a pólio e o sarampo ocorre neste sábado…

G1

Neste sábado (18), crianças de 1 até 5 anos que ainda não receberam uma dose da vacina contra a poliomielite e/ou sarampo nos últimos 30 dias precisam comparecer à unidade de saúde mais próxima. É o ‘Dia D’ contra essas doenças, com doses disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Só 16% do público-alvo da campanha nacional foi imunizado, segundo o Ministério da Saúde. A campanha começou no dia 6 de agosto. Mais de 36 mil postos de vacinação em todo o país estarão abertos neste dia de mobilização.

A campanha tem por objetivos:

  • Vacinar quem nunca tomou a vacina;
  • Completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as vacinas;
  • Dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

A meta é vacinar 11 milhões de crianças até o dia 31 de agosto. Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo é um dos estados com melhor cobertura vacinal, e mesmo assim só 40% das crianças foram imunizadas. No Amazonas, onde a situação é crítica e há 910 casos registrados de sarampo, só 3% das crianças foram vacinadas.

Casos de sarampo confirmados até 14 de agosto

ESTADO CASOS
Amazonas 910
Roraima 296
São Paulo 1
Rio de Janeiro 14
Rio Grande do Sul 13
Rondônia 1
Pará 2
TOTAL 1237

A campanha nacional vai até o final do mês e trata-se de uma mobilização, já que a vacina contra o sarampo fica disponível o ano inteiro nos postos de saúde.

Esse tipo de campanha que inclui o reforço da dose, informa o Ministério da Saúde, acontece de quatro em quatro anos e já estava prevista no orçamento da pasta. Esse ano, no entanto, a campanha é ainda mais importante dada à volta da circulação do sarampo no território brasileiro e a ameaça da poliomielite.

O Brasil tem 1.237 casos confirmados de sarampo em 2018. Já em relação à paralisia infantil, trata-se de uma precaução, já que 312 cidades estão abaixo da meta preconizada para o controle da doença e um caso foi registrado na Venezuela em junho. Não há, contudo, casos de paralisia infantil no Brasil.

Quem deve ser vacinado?

  • Contra a poliomelite: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou. Em casos de nenhuma dose, será aplicada a Vacina Inativada Poliomielite. Em caso de uma ou mais doses, será aplicada a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.

  • Contra o sarampo: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou.

  • Não devem ser vacinadas: crianças de 1 até 5 anos que tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar (Foto: Infografia: Karina Almeida/G1)

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar (Foto: Infografia: Karina Almeida/G1)

 

84% das crianças ainda não foram vacinadas contra pólio e sarampo…

O Ministério da Saúde divulgou, ontem (14/8), que a campanha nacional de vacinação contra pólio e sarampo, que ocorre até o fim do mês, teve pouca adesão até o momento. Já foram aplicadas 3,6 milhões de doses das vacinas -1,808 milhão contra a pólio, o que representa 16,13% do público-alvo, e 1,801 milhão contra o sarampo, ou 16,07% do público-alvo.

A expectativa do Ministério da Saúde é vacinar mais de 11 milhões de crianças menores de cinco anos. Estão sendo convocadas todas as crianças nessa faixa etária, independentemente da situação vacinal. No sábado (18/8), será realizado o dia de mobilização nacional, quando mais de 36 mil postos estarão abertos. A campanha termina no dia 31.

Para a pólio, crianças que nunca tomaram nenhuma dose receberão a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Já as que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina receberão a Vacina Oral Poliomielite (VOP), a gotinha. Contra o sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, os Estados com melhor cobertura vacinal são Rondônia (45,01% para a pólio e 43,84% para o sarampo) e São Paulo (28,35% e 27,91%). Os Estados que têm as coberturas mais baixas são Amazonas (3,23% e 3,24%) e Roraima (4,98% e 3,60%).

O Ministério da Saúde também atualizou as informações sobre o sarampo no País. No total, já foram confirmados 1.206 casos até esta terça-feira nos dois principais locais de surto – 910 no Amazonas e 296 em Roraima. Nos dois Estados há também vários casos em investigação – 5.630 e 101, respectivamente. Cinco pessoas já morreram em decorrência da doença, sendo quatro em Roraima (três estrangeiros e um brasileiro) e dois óbitos no Amazonas (ambos brasileiros). 

Saiba o que fazer em caso de picada de escorpião…

G1

As picadas de escorpião já são responsáveis por mais mortes no Brasil do que as picadas de cobra. Encontrados em áreas urbanas, os escorpiões se reproduzem com facilidade e costumam se abrigar da luz escondidos sob pedras, entulhos, lenha, material de construção, encanamentos, dentro de calçados e roupas, no interior das casas e em seus arredores.

Responsável por 184 mortes no Brasil em 2017, o escorpião ultrapassou as serpentes no topo do ranking de animais peçonhentos que mais matam no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No mesmo ano, foram registrados 105 casos de morte por veneno de cobra.

De 2013 para cá, aumentou em 163% o número de óbitos causados por esse artrópode; naquele ano, eram apenas 70. A proporção no aumento das mortes é muito maior do que a dos casos notificados de escorpionismo, ou seja, situações em que o escorpião injeta veneno em uma pessoa através do ferrão, sem necessariamente levá-la à morte. Eles somaram 125.156 no ano passado, diante de 78.363 em 2013, um aumento de quase 60%.

Os estados de São Paulo e Minas Gerais exibem a situação mais alarmante nas tabelas do Ministério da Saúde. Ambos registraram, respectivamente, 26 e 22 mortes por picada de escorpião em 2017.

Os escorpiões são carnívoros. Alimentam-se de insetos, como cupins, grilos e baratas (especialmente), mas podem sobreviver longos períodos sem comida e sem água.

Quais os sintomas da picada?

Segundo a médica Ceila Malaque, do hospital Vital Brazil, logo após o acidente ocorre dor no local da picada, que pode ser de forte intensidade ou, em alguns casos, apenas uma sensação de formigamento no local da picada.

“Com menor frequência, a pessoa que sofreu a picada pode apresentar manifestações como: vômitos, suor pelo corpo todo, aumento dos batimentos cardíacos, salivação aumentada, falta de ar, pressão arterial baixa. Essas manifestações sistêmicas aparecem de minutos a poucas horas após a picada. Essas alterações sistêmicas são observadas com maior frequência em crianças que em adultos”.

Como é feito o tratamento?

O tratamento depende das manifestações que o paciente apresenta. No caso do quadro local, que é a grande maioria, o tratamento é voltado para controlar a dor, e as medicações utilizadas dependem da intensidade da dor.

Malaque explica que nestes casos não há necessidade de administrar o antiveneno (o soro específico). Somente quando o paciente apresenta as manifestações sistêmicas o antiveneno está indicado, além de outras medidas de suporte a vida.

Existe algum tratamento caseiro? Aplicar gelo na picada pode ajudar?

Não existe tratamento caseiro para a picada de escorpião. Após o acidente, a pessoa deve procurar o serviço médico mais próximo.

Sobre o gelo, um método divulgado na internet, Malaque faz um alerta: “O gelo não deve ser utilizado no local da picada porque piora a dor. O uso de calor local (morno e não quente) às vezes pode auxiliar no manejo da dor”. 

Mais de 6 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra gripe…

Mais de 6 milhões de pessoas que pertencem aos chamados grupos prioritários ainda não se vacinaram contra a gripe este ano. De acordo com o Ministério da Saúde, gestantes e crianças foram os que menos procuraram as salas de imunização, com cobertura de 76,4% e 73,6%, respectivamente. Ao todo, 493.710 grávidas e 3,3 milhões de crianças com idade entre 6 meses e 5 anos ainda não receberam a dose.

Segundo o último boletim epidemiológico da pasta, 50,4 milhões de pessoas foram imunizadas. Desse total, 20,2 milhões são idosos; 4,4 milhões, trabalhadores da saúde; 2,2 milhões, professores; 358,9 mil, puérperas (até 40 dias de pós-parto) e 643,3 mil, indígenas. Conforme o balanço, em todos esses grupos, atingiu-se a meta de vacinação, fixada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 90%.

Desde o dia 25 de junho, os municípios que ainda tinham doses da vacina contra a gripe disponíveis estenderam a imunização também para crianças de 5 a 9 anos e para adultos de 50 a 59 anos, conforme recomendação do governo federal. Nesses dois grupos, já foram aplicadas 997.182 doses, sendo 411.474 em crianças e 585.708 em adultos.

Continua…

OMS inclui vício em videogame em classificação internacional de doença…

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou ontem (18) a nova Classificação Internacional de Doenças (CID), um sistema que foi criado para listar, sob um mesmo padrão, as principais enfermidades, problemas de saúde pública e transtornos que causam morte ou incapacitação de pessoas. Pela primeira, o vício em videogames foi incluído como perturbação mental, ou seja, doença caracterizada pela “perda de controle no jogo”. O diagnóstico considera, por exemplo, a falta de controle e a prioridade dos jogos na vida da pessoa.

O documento também passou a incluir condições relacionadas à identidade de gênero no capítulo sobre saúde sexual – antes estavam relacionadas à saúde mental. A 11ª edição da CID será apresentada na Assembleia Mundial de Saúde, que ocorrerá em maio de 2019, para que seja aprovada pelos Estados-Membros. Se aceitas, as mudanças deverão entrar em vigor 1º de janeiro de 2022.

A OMS recebeu mais de 10 mil sugestões de profissionais de saúde de todo mundo para a formatação da nova classificação, A CID-10, ainda em vigor, foi aprovada em 1990. De acordo com as propostas, serão incluídos um capítulo sobre medicina tradicional, outro sobre saúde sexual, considerando o tema relativo a transgêneros, e o transtorno gerado pelos jogos de videogame. Neste último caso, o tema está entre as “desordens de dependência”.

Para o diagnóstico do vício em videogame, a OMS diz que é necessário haver um comportamento extremo com consequências sobre as “atividades pessoais, familiares, sociais, educativas ou profissionais” e, “em princípio, manifestar-se claramente sobre um período de pelo menos 12 meses”.

A relação de doenças listadas na CID reúne mais de 55 mil códigos. (Agência Brasil)

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