Festa em Lagoa Comprida (Bom Jardim-PE)…

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Hemope lança campanha para doação de sangue no período de Carnaval…

Para atrair mais doações para o período de carnaval, a Fundação Hemope lança a campanha “Compartilhe Cultura e Solidariedade, faça a diferença, doe sangue no Hemope” onde doadores poderão participar da ação Leia mais »

Governo anuncia R$ 406 milhões para escolas em tempo integral…

O presidente Michel Temer e o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciaram ontem (17) a liberação de R$ 406 milhões para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. O Leia mais »

Levantamento aponta honestidade como fator prioritário para 72% dos eleitores…

Henrique Gomes Batista / O Globo Uma pesquisa inédita feito pela Ideia Big Data para o Brazil Institute do Wilson Center, aponta um descrédito da população brasileira com o Congresso, a falta Leia mais »

Retiro de Carnaval – João Alfredo…

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Category Archives: Mensagem

Reflexão do dia…

Fragmento Bíblico…

Reflexão do dia…

Reflexão do dia…

O sol tem que nascer para todos…

Vittorio Medioli / O Tempo

Vou arriscar. O ano de 2015 foi regido por Shiva, o aspecto da Tríade hinduísta que tem em Brahma, o criador de tudo, a inteligência suprema, a mente cósmica, a emanação; em Vishnu, a força mantenedora, o dharma, o dever de fazer o que é certo e correto; em Shiva, a força destruidora, não daquilo que é ainda necessário, mas do que se esgotou, que enfaixa uma situação. Shiva destrói a casca do egoísmo e permite a libertação da consciência.

No ano que se finda Shiva deu golpes certeiros em quem se acreditava ao reparo das atenções divinas. Colocou em crise quem adota qualquer método para atingir seus fins. Para alguns intocáveis fez ruir a ilusão da impunidade. Rachou alicerces que pareciam eternos.

Se nas dificuldades existe uma importante lição, chegou para muitas pessoas a hora de apreender e, para outras, compreender o que não sabiam. Embora ser rico ou ser pobre sejam coisas que nos acontecem, saber ser rico ou ser pobre é algo que nós produzimos por dentro. O que nos faz felizes não é essencialmente aquilo que temos, mas sim o que nós somos.

Continua…

Celebrar a paz, sonho possível…

Felipe Magalhães

Tudo é relativo, só Deus é absoluto! Essa fala carrega muito sentido para os que creem. O Deus absoluto, que quis se relativizar na história humana, para fazer comunhão com o mundo, ensina-nos a não absolutizar nada, pois tudo está em relação. Ele próprio, revelado e compreendido como Trindade, é só relação: o absoluto que, por força do amor que o define e move, doa-se infinitamente.

O ser humano, entretanto, busca absolutizar-se e absolutizar muitas coisas. É o pecado da idolatria. Tornar coisas absolutas, além de criar outros deuses, rompe com toda a possibilidade da paz: religiões absolutizadas, ideologias absolutizadas, culturas absolutizadas, entre outras coisas, geram desarmonia, violência, intolerância. Como cidadãos do mundo, precisamos cultivar a cultura da paz. Como cristãos, precisamos viver e testemunhar a paz.

O próximo dia 1º, além de marcar o início de um novo ano, o de 2017, é o dia da Confraternização Universal – Dia Mundial da Paz –, como convite à solidariedade humana, em e entre todos os povos, numa adesão de paz. Muitos sinais de morte, violência e desumanização acontecem todos os dias, no mundo inteiro. Mas é preciso, esperando contra toda a esperança, fazer opção pela paz, realidade possível.

O artigo Qual a paz que queremos?, do Pe. Rodrigo Ferreira da Costa, SDN, traz um esboço do significado da paz, que está para além da inexistência dos conflitos. Denunciando os falsos significados da paz, carregados de injustiça e violência, muitas vezes silenciosas, o autor nos ajuda a refletir sobre a importância da paz, de modo profundo, como fruto da justiça, tal como nos inspira a Escritura.

Esses falsos significados da paz, como verdadeiros empecilhos para a realização da justiça, alcançam os pobres do mundo, cotidianamente, desde as guerras do Oriente Médio às políticas desumanas realizadas em nosso país, nos últimos meses. É o que nos ajuda a refletir o artigo: Celebrar a paz em tempos de ódio, do Ms. Pe. Antônio Ronaldo Vieira Nogueira. Os sinais de morte, presentes no mundo, não nos podem tirar a esperança e o protagonismo que busca a paz, verdadeiro shalom para o mundo.

No mundo, bilhões de pessoas professam alguma fé. Sem o papel fundamental das religiões, a paz não será uma realidade possível. O terceiro artigo de nossa matéria especial, Paz entre as religiões: uma utopia possível e, cada vez mais, necessária, do Drdo. Edward Neves Monteiro de Barros Guimarães, aborda essa fundamental questão, do protagonismo religioso na busca e concretização da paz, possibilidade de dignificação e humanização da pessoa e de toda a vida criada.

Sejamos construtores da paz! Que 2017 seja, de fato, um ano que agrade ao Senhor! (PC)

Ano Novo, por Mário Quintana…

” Cavalinho “…

Certa tarde, um homem saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, Helena, a mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.

O pai respondeu que também estava muito cansado. Diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e fazer “corpo mole”.

Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou a Helena,dizendo:

– Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente.

A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros. Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.

A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai sobre como devia entender a atitude de Helena. O pai sorriu e respondeu:

– Assim é a vida, minha filha. Às vezes, estamos física e mentalmente cansados, certos de que é impossível continuar. Mas encontramos então um “cavalinho” qualquer que nos dá ânimo outra vez. Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção…

Assim, quando você se sentir cansado ou desanimado, nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.

Lembre-se: sempre haverá um “cavalinho” para cada momento.

Reflexão do dia…

Em busca da felicidade…

Por João Bosco Leal

Nos humanos a procura pela felicidade é tão importante que provavelmente jamais tenhamos visto uma pessoa que, de uma forma ou de outra, não a estivesse buscando.

 Passamos grande parte de nossas vidas caminhando em determinado direção, imaginando que assim o fazendo chegaremos a algum lugar onde seremos mais felizes do quem hoje somos.

 Interessante como nossa visão de felicidade é a de encontra-la em algo, lugar ou alguém que, pensamos, poderá nos proporcionar prazeres e satisfações ainda não conseguidos, ou que preencherá plenamente nossos corações.

 Durante essa procura, muitas vezes erramos, sorrimos ou choramos, mas continuamos buscando, pois, realmente, encontrar a felicidade ao lado de alguém não é uma tarefa conseguida por muitos.

 Há ainda os materialistas, que imaginam só serão felizes se estiverem morando em casas enormes, com belos carros na garagem, consumindo bebidas, roupas e acessórios das lojas mais renomadas e frequentemente promovendo festas para seus “amigos”, que em sua grande maioria os criticam dentro de suas próprias casas.

 São pessoas pequenas, sem nenhuma autoconfiança, que imaginam ser queridas por aparentarem bens matérias quando, sabemos, as pessoas que frequentam esses ambientes só estão ali para se aproveitar da festa, música, alimentos ou do glamour, mas nunca em busca de uma amizade verdadeira.

Reflexão do dia…

” Nascer a cada dia… “

Por Vittorio Medioli

Natal, para a maioria, é o dia de trocar presentes e se reunir com a família em volta de uma mesa farta. Alegria e confraternização. Dia da natalidade por excelência, nascimento do menino Jesus. Sim, do menino Jesus, não de Jesus Cristo. A condição crística da figura humana de Jesus será adquirida depois, mesmo sendo um predestinado desde o nascimento e até antes dele como os reis magos reconheceram.

Cristo, entidade divina, é Filho de Deus. Não teria sentido que um filho de Deus precisasse brincar de menino por mais de dez anos. A condição crística veio progressivamente tomando conta do Jesus que nasceu em Belém. Em etapas distintas marcam essas transformações nos Evangelhos. Depois do nascimento, o segundo degrau rumo ao “Cristo” aparece e se manifesta discursando eruditamente com os sacerdotes no templo, e os pais se surpreendem ao encontrar “outro iluminado” diferente do menino que criaram. O terceiro degrau, depois de um longo período de silêncio dos Evangelhos, se dá a partir do batismo no Jordão, aos 30 anos. Nessa ocasião o Jesus “erudito” recebeu o “Cristo” em si, e iniciou sua missão mais importante de divulgação da nova doutrina que supera o “olho por olho” judaico.

A explicação mais sublime e esotérica, no mundo ocidental, foi descrita por Rudolf Steiner, em seus quatro Evangelhos, seguidos do quinto Evangelho. Aquilo que descreve o que a entidade crística nunca parou de impulsionar.

Continua…

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