Estudantes têm até quarta-feira para pagar inscrição no Enem…

Após o término das inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), às 23h59 dessa sexta-feira (18), os estudantes têm até a próxima quarta-feira (23) para pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU). Leia mais »

Com fortuna avaliada em R$ 1,3 bilhão, Flávio Rocha avisa que não precisará de dinheiro do fundo público…

O presidenciável Flávio Rocha (PRB), dono da Riachuelo, é outro pronto para abrir suas vultosas contas pessoais para bancar a campanha. Detentor de uma fortuna avaliada em R$ 1,3 bilhão, ele já avisou Leia mais »

Um Senado comprometido…

ISTOÉ – Tábata Viapina Quase 70% dos senadores estão sendo investigados pela Justiça. As acusações vão do recebimento de propina à violência contra mulheres. É o exemplo mais bem acabado da falência Leia mais »

PT vai à briga se TSE vetar candidatura de Lula…

Diante das informações de que ministros do TSE buscam uma forma de rejeitar a inscrição de Lula na corrida presidencial de ofício, sem dar margem para discussão, a direção do PT começou a levantar Leia mais »

Negociação não anda: Paulo Câmara, PT, PSB e Marília…

Coluna do Estadão – Andreza Matais A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, quer condicionar o apoio do PT à candidatura à reeleição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), à defesa do Leia mais »

Category Archives: Cultura

Após seis anos à frente da Diocese de Petrolina, Dom Manoel dos Reis tem renúncia aceita pelo Papa Francisco…

O bispo da Diocese de Petrolina, Dom Manoel dos Reis de Farias, teve sua renúncia aceita pelo Papa Francisco na manhã de hoje (12). Dom Manoel deixará o posto após seis anos à frente da Igreja Católica de Petrolina.

O motivo de sua saída está diretamente ligada ao Direito Canônico, que prevê que ao completar 75 anos, no dia do aniversário, o Bispo seja substituído. A informação foi divulgada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a qual não deu detalhes sobre o substituto de Dom Manoel, nem quando ocorrerá a posse.

Nascido em Orobó (PE) em 1943, dom Manoel dos Reis de Farias estudou Filosofia no Instituto “Estrela Missionária”, em Nova Iguaçu (RJ) e Teologia no monastério “São Bento” do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote em 6 de janeiro de 1983 em Orobó.

Em Nazaré (PE), como sacerdote, foi reitor da Casa de Formação (1985-1986); pároco da paróquia de São Sebastião em Machados (1988-1990); pároco da igreja “Divino Espírito Santo” em Paudalho  (1990-2001); diretor espiritual dos seminaristas maiores (1990-2001) e membro do colégio dos consultores. Em 8 de agosto de 2001 foi eleito bispo de Patos, na Paraíba, e recebeu a consagração episcopal em 10 de outubro do mesmo ano. Foi nomeado para a diocese de Petrolina em 2011, pelo papa Bento XVI. (Carlos Britto)

Fragmento Bíblico…

Reflexão do dia…

Fragmento Bíblico…

João de Cordeira: a cultura indígena resiste no Agreste pernambucano…

 

João Marcelo e João de Cordeira (divulgação)

Por JOÃO MARCELO

“Oh Marina! Marina! Tem gente indo para tua casa!”. Em alto e bom som, seu Gilberto, vizinho de seu João de Cordeira e dona Marina, anunciou nossa chegada. Casa pequena, terreiro misturado ao belo jardim. O milharal frondoso rodeando a casa, emprestando um pouco da sombra, a fartura da fava e do feijão fincados na terra. “Oh de casa, tudo na paz!”. De lá de dentro, alguém responde. “Tudo!”. “Bom dia, meu filho, pode entrar”. Era dona Marina.

Rapidamente, expliquei o motivo da visita, entrevistar o seu esposo, seu João de Cordeira. “Ah, meu filho, ele não está, foi assentar uma cerâmica na casa de Renato. Vou logo dizendo, ele sempre promete voltar cedo da rua, mas quase nunca cumpre com a palavra”. A filha do casal se aproxima com sorriso largo, repassa logo o número do celular do pai. Daí em diante, tudo ficou fácil para marcar nosso primeiro encontro e acertar o dia de nossa entrevista.

A casa de Renato fica na rua da casa do português no bairro Néco de Léu, via muito conhecida em João Alfredo. Ao chegar ao endereço, Renato e seu João já nos esperavam. Sabedor de nosso propósito, sacou rapidamente do interior da bolsa um envelope com várias fotografias de um passado distante, registros de muitos carnavais do Clube de Caboclinhos da Melancia, o mais antigo bloco do gênero existente na cidade. “Ando sempre prevenido”, disse. Era um sábado, marcamos a entrevista para as 7h da próxima segunda-feira, dia de fogueira, dia de santo Antônio, dia de feira em João Alfredo.

No dia aprazado, aquele friozinho, cedinho nos dirigimos ao povoado da Melancia, perto da sede do município. Algumas fogueiras já estavam prontas, cordões com bandeirolas tremulavam em frente das casas. Na estrada, as cercas demarcam o verde do pasto, o verde do milho, o cheiro da vegetação, sinal das recentes chuvas caídas na localidade. Milho, pamonha, canjica, forró, fogos… É só esperar o anoitecer para tudo esquentar de vez. Seu Gilberto não precisou anunciar nossa chegada. O cachorrinho Jolí, amarrado na estaca do curral, cumpre sua missão. Latia sem parar, denunciava nossa presença.

Diante da porta, da humilde residência, avista-se toda a sala, paredes decoradas com fotos da família e de santos. Numa mesinha, há imagens de padre Cícero e frei Damião. Lá de dentro, se escuta a voz de dona Marina. “Cuida de trocar essa camisa para receber o home!”, adverte. Seu João chega ligeirinho com as mãos tomadas por adereços. “Estava cortando ração. Já terminei e não vejo a hora de a gente começar a prosa. Quer que eu vista os trajes?”. Respondo que sim. “Vamos registrar umas fotos, se possível, traga também um dos trajes para mim”. Após as fotos, começamos nossa entrevista no terreiro da casa. Terreiro da casa de João Luis de Santana, nascido em 05 de junho de 1942, em João Alfredo, Agreste pernambucano. Desde os 10 anos de idade, brinca de “cabocolino”, a forma que gosta de chamar a “brincadeira”. Ao nosso redor, reina o som de passarinhos, sob o atento ouvido da natureza.

Início

“Tudo começou com meu bisavô. Acredito que ele era mais índio do que meu avô, assim contava meu pai (Mané Lí). O comando da brincadeira foi passando de um para o outro e foi repassada do meu pai para mim”. Mergulhar no universo dos caboclinhos é resgatar um pouco da herança do povo indígena do Nordeste na construção da cultura de Pernambuco, na construção da identidade nordestina. “Faço de tudo para a brincadeira não acabar. Se tivesse uma melhor condição financeira, gastaria sem dó e sem pena na apresentação do caboclinho. É minha vida”, afirma.

A rotina diária do seu João se resume, na maioria dos meses, ao roçado. Plantar feijão, fava, milho, batata, macaxeira, banana, criar galinhas e cuidar de uma eguazinha, que serve de transporte. Esporadicamente, aparece um bico (pequenos serviços na construção).

Quando o mês de dezembro chega, tudo começa a mudar. Convida os integrantes do grupo, acerta o contrato com os músicos e marca os ensaios semanais, que ocorrem sempre aos domingos, costumeiramente, na frente das vendas (mercearias) da região. “Não ensaio aqui em casa porque minha mulher não gosta”, afirma. “Nos ensaios, sinto prazer de ensinar a quem quer aprender e de dar atenção melhor aos meninos. Quero que eles tomem gosto e nunca deixem a brincadeira acabar”.

Mulheres e adereços

Sobre a participação de mulheres no grupo, ele diz que elas só fazem olhar. Ao começar a descrever os passos da dança, das manobras, “meia lua traçada”, “cambalhota”, para, por um instante, e se gaba. “Quando era novo, eu era traquino. Desafiava qualquer um a dar mais cambalhotas do que eu. Eram três saltos para frente e voltava ligeiro saltando para trás. Hoje, as juntas não deixam, culpa da idade. Ainda sei fazer o coqueiro. Quer que eu faça?”. Antes de responder, o homem já se encontra prostrado no chão. De repente, encosta a cabeça no solo e levanta as pernas para o alto, demora um bom tempo parado na posição, abre um largo sorriso quando afirmo: “Esse seu João é um danado”.

João diz que prepara sozinho os adereços. As penas de pavão encomenda a um amigo. Antigamente, usava as de peru. Os trajes eram diferentes e se brincava de pés no chão. As gaitas eram feitas com bambu. “O som era fraco”, compara com as flautas modernas de hoje. “Uma flauta nova custa mais de R$ 900 em um armazém em Surubim. Muito caro”, completa. “Antigamente, meu pai fazia o bombo com madeira e couro de cabra, tudo a mão. “Hoje, faço as flechas, do modelo mais novo, mas, se o camarada quiser das antigas, também sei fazer”, comenta. “Só não faço as roupas, porque tem uma costureira em João Alfredo muito boa. Encomendo duas roupas só para mim em cada carnaval. O rojão é pesado. Muitos cabrinhas mais novos do que eu não aguentam”. Nesse instante, dona Marina, interrompe. ”Ele sai de madrugada no carnaval, logo cedo, só chega à noite. Meu filho mais novo, hoje, residente em São Paulo, brincou poucos anos com o pai, chegava reclamando e muito cansado”.

Continua…

Filosofia de para-choque…

“Ainda sou criança, só troquei o brinquedo.”

“Sonhos não têm pernas, mas você tem. Corra atrás deles.”

“Há mulheres cujo ciúme é o único laço que ainda as prende aos maridos.”

“Discurso é igual a vestido de mulher, quanto mais curto melhor.”

“Quando a saudade não cabe no peito, ela transborda pelos olhos.”

“Quem gosta de motorzinho é dentista!”

“Doei todos os meus órgãos: o coração já está em seu nome .”

“A distância mostra como é bom estarmos juntos.”

“Do frio do sul ao calor do norte, montado na morte, à procura da sorte.”

“Já que a primeira impressão é a que fica, use uma impressora à laser .”

“Nunca soube o que era ser feliz até me casar. Aí, já era tarde demais…”

“Se não puder ajuda, atrapalhe, afinal, o importante é participar.”

“A culpa é minha e eu coloco em quem quiser.”

“Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros.”

“Você já cheirou Coca? … Tem o mesmo cheiro da Pepsi!”

“Rico tem veia poética; pobre tem varizes.”

“Suba na vida, mas não faça ninguém de escada!”

“Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns só uma vez.”

“Uma das funções do Espírito Santo é aumentar a distância entre o Rio e a Bahia.”

“O amor não tem idade porque está sempre nascendo.”

Por:  Aristeu Bezerra

Fragmento Bíblico…

Liturgia Católica…

Dia 9 de Julho – Domingo

XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

(Verde, Glória, Creio – II Semana do Saltério)

Antífona de Entrada Recebemos, ó Deus, a vossa misericórdia no meio do vosso templo. Vosso louvor se estenda, como o vosso nome, até os confins da terra; toda a justiça se encontra em vossas mãos (Sl 47,10s).

Oração do dia Ó Deus, que pela humilhação do vosso Filho reerguestes o mundo decaído, enchei os vossos filhos e filhas de santa alegria e Dai aos que libertastes da escravidão do pecado o gozo das alegrias eternas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Zacarias 9,9-10)

Leitura da Profecia de Zacarias
9 9 “Exulta de alegria, filha de Sião, solta gritos de júbilo, filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei, justo e vitorioso; ele é simples e vem montado num jumento, no potro de uma jumenta. 10 Ele suprimirá os carros de guerra na terra de Efraim, e os cavalos de Jerusalém. O arco de guerra será quebrado. Ele proclamará a paz entre as nações, seu império estender-se-á de um mar ao outro, desde o rio até as extremidades da terra”.
Palavra do Senhor.

Continua…

Fragmento Bíblico…

Fragmento Bíblico…

Paulo Câmara destaca Fenearte como espaço de preservação da cultura e da memória de Pernambuco…

Espelho da cultura e da arte pernambucana e brasileira há 18 anos, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) foi aberta ao público ontem (06.07), trazendo como tema  “A Arte é Nossa Bandeira” e com o mestre Manuel Eudócio como grande homenageado. Ao lado da primeira-dama Ana Luiza e das filhas Clara e Helena, o governador Paulo Câmara comandou a cerimônia que oficializou o início da mostra, visitou expositores e artistas e cumprimentou visitantes, que estavam conferindo de perto as muitas novidades da edição deste ano da feira. 

Com artesãos de todas as regiões do Brasil e de outros 33 países, a Fernearte reforçou, mais uma vez, a sua marca de maior feira do segmento na América Latina. “Abrir a 18ª Fenearte, hoje, não é só motivo de orgulho em Pernambuco, mas no Brasil. É motivo de orgulho por termos, nas nossas raízes e crenças, o artesanato, o artista popular, a nossa cultura e a certeza de que é com a manutenção desses valores que vamos conseguir avançar em busca de um Brasil melhor, que gere oportunidade e, principalmente, que preserve a nossa cultura e nossa memória”, afirmou o governador.

O Governo do Estado, através da  Agência de Desenvolvimento Ecônomico de Pernambuco (AD Diper), investiu R$ 4,5 milhões na realização da 18ª Fenearte, gerando cerca de 2,5 mil vagas de postos de trabalho temporários. Mais de 5 mil expositores estão espalhados em  800 espaços. A organização da mostra estima que 300 mil pessoas devam visitar a edição deste ano, que vai até o dia 16 de julho.

Continua…

Fragmento Bíblico…

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