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Category Archives: Política

PSDB e MDB têm chances de emplacar mais governadores…

Isabel Fleck – Folha de S.Paulo

Em um momento em que a desilusão do eleitor com a políticaparece colocar em xeque os principais partidos políticos do país, pesquisas de intenção de voto mostram que duas dessas siglas —PSDB e MDB— são as que têm chance de emplacar mais governadores em 2018.

Candidatos dos dois partidos estão bem na disputa em oito estados cada. Em São Paulo e no Rio Grande do Sul, dois dos cinco maiores colégios eleitorais, PSDB e MDB se enfrentariam no segundo turno. Hoje, os tucanos governam quatro estados, e o MDB, cinco.

O cenário é animador especialmente se comparado com o desempenho das duas siglas na corrida ao Planalto, em que Geraldo Alckmin (PSDB) segue estagnado em empate técnico com Ciro Gomes (PDT) no terceiro lugar. Henrique Meirelles (MDB) também continuou com 2% na pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta (28).  

O PT, cujo candidato, Fernando Haddad, está em segundo lugar nas pesquisas, e o PSB trazem nomes fortes nas disputas de sete estados cada. Três governadores petistas devem se reeleger ainda no primeiro turno: Rui Costa, na Bahia, Camilo Santana, no Ceará, e Wellington Dias, no Piauí.

No entanto, Minas Gerais, o estado governado pelos petistas com maior colégio eleitoral —15,7 milhões—, pode sair das mãos do partido. Fernando Pimentel, candidato à reeleição, tem, segundo o último Datafolha, 24% das intenções de voto, contra 33% de Antonio Anastasia (PSDB). Se o segundo turno fosse hoje, o tucano venceria por 46% contra 31% de Pimentel.

O deputado federal Marcus Pestana (PSDB-MG), secretário-geral do partido, contudo, diz que a sigla não deve comemorar antes. “A eleição em Minas Gerais ainda não está ganha. E a eleição do Doria[em São Paulo] está sendo muito dura”, disse Pestana. 

 “Considerando o quadro partidário muito pulverizado, o PSDB sempre teve uma presença forte nos estados. E tudo indica que continuará com uma posição expressiva”, diz Pestana.  “Governadores são pontos de apoio a um projeto político e atores essenciais na vida nacional”, afirma.

Armando foca na Região Metropolitana do Recife…

O senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), concentrou suas forças na Região Metropolitana do Recife, neste sábado (29), percorrendo os municípios de Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe. Armando criticou a experiência na vida pública de seu principal oponente na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, o governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB). “A experiência que Paulo diz que tem é uma má experiência. Foi ruim para Pernambuco”, afirmou Armando em meio ao ato, no bairro de Cavaleiro.

Acompanhado do prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, e de seu candidato a vice Fred Ferreira, Armando percorreu as ruas de Cavaleiro por quase duas horas. “Pernambuco foi o campo da experiência de Paulo e o Estado sabe que foi ruim”, destacou Armando, que já foi deputado federal por três mandatos, é senador e foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo Dilma.

Sobre a diferença nas pesquisas de intenção de voto em relação a Paulo, Armando afirmou que sente a aceitação de suas propostas para resolver os problemas de Pernambuco crescendo a cada dia. “Estamos muito tranquilos e confiantes. Vamos intensificar o contato com o povo, que quer mudar porque está cansado de tanta mentira. O caminho que oferecemos é seguro e responsável”, salientou.

CAMARAGIBE – Antes de Cavaleiro, a Coligação Pernambuco Vai Mudar tomou as ruas de Camaragibe. Ao lado do prefeito Meira (PTB) e de lideranças políticas, Armando caminhou pelas principais vias do Centro da cidade. (Blog da Folha)

Brasileiras vão às ruas para dizer não a Bolsonaro…

AFP

Mulheres de todo o Brasil saíram às ruas neste sábado (29) para manifestar sua rejeição ao candidato de ultradireita Jair Bolsonaro, que voltou a gerar polêmica ao questionar sua eventual derrota nas eleições presidenciais de 7 de outubro.

Com um histórico de declarações misóginas, homofóbicas e racistas, Bolsonaro tem um índice de rejeição de 46%, em comparação com 32% de Haddad. Um dos principais focos de resistência à sua candidatura é o das mulheres, que lembram que em 2014 Bolsonaro disse à deputada Maria do Rosário (PT-RS) que ela “não merecia ser estuprada” por ser “muito ruim” e “muito feia”, e que recentemente defendeu a desigualdade salarial entre homens e mulheres.

#EleNão
Vários coletivos de eleitoras fizeram campanha nas redes sociais pela manifestação com a hashtag #EleNão. No início da tarde, milhares de mulheres se concentravam na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, e um grupo marchava pela Avenida Rio Branco para se unir a elas, indicaram jornalistas da AFP. Também houve atos de solidariedade em várias cidades europeias.

A ofensiva foi lançada pelo grupo do Facebook “Mulheres unidas contra Bolsonaro”, que convocou as mulheres, independentemente de partido político, “contra o avanço e o fortalecimento do machismo, misoginia, racismo, homofobia e outros tipos de preconceitos”.

“Ou a gente se une agora para brigar ou a gente vai se juntar para chorar”, indicou em uma mensagem Ludimilla Teixeira, uma das administradoras do grupo. “Não podemos permitir que o fascismo avance no Brasil. Essa candidatura é nefasta”, acrescentou. Na sexta-feira (28), a cantora Madonna se uniu à campanha, ao publicar no Instagram uma foto com as hashtags #EleNão e #endfascism. 

O ex-capitão do Exército, de 63 anos, que em 6 de setembro foi esfaqueado em um comício, recebeu alta do hospital Albert Einstein de São Paulo e se preparava para viajar à tarde para o Rio de Janeiro, seu distrito eleitoral.

Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL), lidera as pesquisas no primeiro turno, com 28% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), com 22%, segundo a pesquisa do Datafolha publicada na sexta-feira. Mas seria derrotado por Haddad no segundo turno, em 28 de outubro, por 43% contra 37% dos votos (e 20% de nulos, brancos ou indecisos), segundo a pesquisa.

“Não aceito outro resultado”
Bolsonaro voltou a gerar polêmica na sexta-feira (28), ao pôr em dúvida qualquer resultado que não seja sua vitória eleitoral. “Eu, pelo que vejo nas ruas, não aceito um resultado das eleições diferente da minha eleição”, declarou em uma entrevista ao programa Brasil Urgente, da rede Bandeirantes.

“Um candidato que dá uma declaração como essa está dizendo claramente ao país que tentará dar um golpe a nossa democracia”, advertiu Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado nas pesquisas (11%).

Bolsonaro “volta a mostrar que não está preparado para a democracia, quer manter o país dividido”, afirmou Geraldo Alckmin (PSDB), quarto colocado (10%).

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, tentou suavizar as declarações de seu candidato, recordando que seu partido já tinha manifestado receio em relação à urna eletrônica. “Obviamente [o resultado] tem que ser respeitado e se houver alguma desconfiança, serão tomadas as medidas judiciais pertinentes”, declarou.

Também por Bolsonaro
Os apoiadores do candidato responderam à ofensiva feminina convocando manifestações “pró-Bolsonaro”. Mulheres vestindo roupas verdes e amarelas com a frase “Meu partido é o Brasil” se reuniram na praia de Copacabana, no Rio de janeiro. 

“Apoio o Bolsonaro porque ele é ficha limpa, por isso que estão tentando destruir a imagem dele”, disse em uma marcha em São Paulo Elizabeth Resende, candidata à deputada estadual do PSL. “Ele não é homofóbico nem machista. Eu estou com ele porque não sou feminista, sou feminina, quero respeito para meus filhos e um melhor país”, declarou.

Jair Bolsonaro deixa hospital em São Paulo…

Por Veja

Da Redação  

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, deixou na tarde deste sábado, 29, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, após 22 dias internado – ele não falou com jornalistas e seguiu rumo ao aeroporto de Congonhas, onde pegará um voo, às 15h, para o Rio de Janeiro.

O presidenciável estava internado desde 7 de setembro no hospital após ter sido vítima, no dia anterior, de uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O autor do ataque, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante e disse que cometeu o crime por divergir das ideias políticas de Bolsonaro.

Segundo o candidato do PSL ao Senado por São Paulo, Major Olímpio, que visitou o presidenciável logo antes da alta, disse que Bolsonaro deve respeitar as recomendações médicas, mas afirmou “não duvidar” de que ele fará campanha nas ruas já nos próximos dias.

Afirmou, ainda, que o desejo de Bolsonaro é de participar do último debate antes do primeiro turno, que ocorre na quinta-feira, organizado pela TVGlobo. Para ele, a campanha não foi prejudicada com o período de internação porque, segundo ele, os comitês continuaram trabalhando em todos os estados.

Reforma Trabalhista no foco e rejeição de Armando na mira…

A primeira pergunta feita por Paulo Câmara, no debate promovido pela TV Clube ontem, foi dirigida ao senador Armando Monteiro, com quem o socialista polariza. O governador quis saber quais projetos o petebista aprovou em favor de Pernambuco em 20 anos como parlamentar. Quando Armando relatou ter, na bagagem, 360 relatorias, das quais 30 se converteram em lei, o socialista devolveu que ele votou a favor da Reforma Trabalhista e da PEC do Teto dos Gastos, “que retira recursos de Saúde e Educação por 20 anos”. A Reforma Trabalhista foi o mote do maior embate entre Paulo e Armando ao longo desse campanha. A disputa foi parar no TRE. O socialista centrou fogo, enquanto a aliança do petebista condenou a abordagem, denunciando “mentiras”.

Na coligação Pernambuco Vai Mudar, não se nega que a questão foi o “o tiro mais forte que os adversários tinham para dar”. Avalia-se, no entanto, que a munição foi despejada toda de uma vez. Ontem, em seu guia eleitoral, Armando defendeu-se: “Nunca votei contra os trabalhadores”. A Frente Popular bate nessa tecla. Coincidência ou não, ontem, pesquisa Datafolha apontou Paulo Câmara oscilando três pontos para cima, foi a 38% (tinha 35%). Armando oscilou um para baixo, ficou com 30% (tinha 31%). Na amostra anterior, a diferença entre os dois era de quatro pontos. Na atual, a vantagem do socialista transformou-se em oito pontos. Se a rejeição de Paulo Câmara manteve-se em 31% (era 31% ), a de Armando foi a 30% (era 23%). A elevação da rejeição do petebista conta para a campanha de Paulo Câmara como sinal de que a estratégia de “bater” no voto dele a favor da Reforma Trabalhista fez efeito. Entre aliados de Armando, prevalece a seguinte leitura: dado o volume de ataques sofridos pelo petebista, o fato de Paulo só ter oscilado foi visto como positivo. Ontem, os dois ocupavam púlpitos vizinhos no debate, mas nem se olharam. (Renata Bezerra- Folha de Pernambuco)

Pesquisas trazem tranquilidade ao PSB mas o alerta continua …

Na semana passada duas pesquisas apontaram uma redução da vantagem de Paulo Câmara sobre Armando Monteiro. O Ibope baixou de nove para oito pontos a vantagem do atual governador, enquanto o Datafolha foi mais abrupto e apontou uma vantagem de apenas quatro pontos, configurando empate técnico entre o candidato do PSB e o petebista.

Preocupado com o risco de um eventual crescimento de Armando Monteiro, o PSB decidiu radicalizar na campanha, e apelou para o voto de Armando Monteiro favorável à reforma trabalhista. As inserções vinculando Armando a proposta aprovada por Temer surtiram efeito imediato, e barraram um crescimento do petebista que estava em vias de aconteces para esta semana.

Dos quatro levantamentos divulgados durante a semana, apenas o Real Time Big Data, divulgado na segunda-feira, apontou uma condição de empate técnico, tendo Paulo Câmara com quatro pontos de vantagem sobre Armando Monteiro. Já o Ipespe, divulgado na quarta-feira, evidenciou uma vantagem de dez pontos do atual governador sobre Armando.

Os mais esperados eram Ibope e Datafolha, cujos resultados dariam um panorama da disputa mais acurado. O Ibope repetiu os oito pontos de vantagem da semana passada com crescimento de dois pontos de Paulo e de Armando, enquanto o Datafolha apontou um resultado diferente do levantamento anterior com crescimento de Paulo e queda de Armando, com os mesmos oito pontos do Ibope.

Faltando uma semana para a eleição teremos quatro pesquisas para governador, primeiro o Ibope, marcado para a terça-feira, depois o Real Time marcado para a quarta-feira, e na quinta-feira tanto o Ipespe quanto o Datafolha serão divulgados. Com uma vantagem de quatro a dez pontos, Paulo Câmara chega na reta final sem a garantia de que liquidará a fatura no domingo, mas tem motivos para comemorar, uma vez que o quadro poderia ser mais adverso do que se apresentou na semana decisiva. Paulo Câmara chega na eleição como favorito, porém qualquer percalço durante a semana poderá ser fatal no próximo dia 7. (Edmar Lyra)

Bolsonaro diz que se não for eleito não aceitará resultado…

Jair Bolsonaro (PSL)
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Guilherme Seto – Folha de S.Paulo

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) declarou nesta sexta-feira (28) que não aceita um resultado das eleições que não seja a sua vitória. Ele disse isso em entrevista ao programa de televisão Brasil Urgente, da TV Band.

“Não posso falar pelos comandantes [militares]. Pelo que vejo nas ruas, não aceito resultado diferente da minha eleição”, disse o candidato, que deu a entrevista em seu quarto no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado desde o começo do mês após sofrer um ataque a faca durante ato de campanha em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Segundo Bolsonaro, a única possibilidade de vitória do PT viria pela “fraude”. O candidato tem afirmado, e repetiu nesta sexta, que as urnas eletrônicas brasileiras estão sujeitas a fraudes que podem prejudicar a sua campanha, que atualmente lidera as pesquisas de intenção de voto. Ele também disse que tem desconfiança de “profissionais dentro do Tribunal Superior Eleitoral”.

“Em 2015, eu aprovei o voto impresso, mas o Supremo derrubou. Não temos como auditar o resultado disso. A suspeição estará no ar. Se você ver como eu sou tratado na rua e como os outros são tratados, você não vai acreditar. A diferença é enorme”, completou.

Colocado diante de um cenário de possível vitória do PT, Bolsonaro afirmou que acredita que as Forças Armadas não tomariam a iniciativa de contestar o resultado. No entanto, ele diz que elas não tolerariam erros do partido que tem Fernando Haddad como seu presidenciável.

“O que vejo nas instituições militares é que não tomariam iniciativa. Mas na primeira falta, poderia acontecer [uma reação] com o PT errando, sim. Nós, das Formas Armadas, somos avalistas da Constituição. Não existe democracia sem Forças Armadas”, afirmou.

Na entrevista, o candidato também foi incisivo em suas críticas ao seu candidato a vice, general Hamilton Mourão (PRTB). Ao comentar falas do general que geraram controvérsia nos últimos dias, Bolsonaro disse que pediu para que Mourão ficasse “quieto” porque “estava atrapalhando”.

“Não concordo [com as falas de Mourão]. Ele falou que o 13º salário é uma jabuticaba. Outros países têm [direitos] parecidos. Divirjo, lógico. Disse no Twitter que é cláusula pétrea, não pode mexer nem por proposta de emenda à Constituição. Disse também que demonstra desconhecer a Constituição. Falei para ele ficar quieto porque está atrapalhando”, disse Bolsonaro, que acrescentou que “um vice geralmente não apita nada, mas atrapalha muito”.

O general Hamilton Mourão, vice de Jair Bolsonaro, durante debate no Secovi-SP (Sindicato do Mercado Imobiliário) – Danilo Verpa/Folhapress

Sobre as acusações de sua ex-mulher, Ana Cristina Valle, de que teria ocultado milhões em patrimônio, furtado joias e valores de um cofre mantido por ela no Banco do Brasil e agido com “desmedida agressividade” no relacionamento, reveladas pela revista Veja, Bolsonaro falou em “probleminha”.

“A minha própria ex-mulher diz que ali mente muita coisa. Em uma separação é comum para todos os casos ter problemas. É litigiosa. As cotoveladas acontecem de ambas as partes. Minha própria ex-mulher diz que estava de sangue quente. É a acusação de uma pessoa que hoje está dizendo que não aconteceu”, afirmou, sem se alongar no assunto.

O presidenciável disse que, por recomendação médica, não sairá de casa até o dia 10 de outubro. Sendo assim, mesmo que tenha alta do hospital neste final de semana, como programado, ele não participará dos debates antes da realização do primeiro turno, marcado para o dia 7. 

Títulos de eleitor cancelados podem mudar eleição…

Blog da Folha

Reduto eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT), a região Nordeste foi a que teve o maior número de títulos eleitorais cancelados por falta de cadastramento no sistema de biometria. Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) cancelou 3.368.447 de títulos eleitorais, em 1.248 municípios, sendo 45% (1.515.801 eleitores) nos estados da região. O total de eleitores que não poderão votar no pleito de outubro é semelhante a diferença de votos que determinou o resultado da eleição presidencial de 2014: 3.459.963. O impacto deste cancelamento na eleição gerou debate entre especialistas.

Segundo pesquisa Ibope, divulgada na última segunda-feira, a região concentra eleitorado favorável ao ex-prefeito Fernando Haddad, com 34% das intenções de votos, e ao ex-governador Ciro Gomes (PDT), com 18%. Contudo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) tem 17% das preferências. A ex-senadora Marina Silva (Rede) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) possuem 5%, cada.

A cientista política Priscila Lapa, da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho), avaliou que, como o Nordeste tem um peso decisivo e o cenário eleitoral está acirrado, pode haver interferência no resultado eleitoral. “Pode ter interferência, se for muito apertado, visto que há (na região) inclinação por (Fernando) Haddad”, disse ela. “Se esses 3,3 milhões estivessem diluídos (por outras regiões), mas o fato de estar concentrado (metade numa região) pode interferir”, acrescentou.

O cientista político Guilherme Reis, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), seguiu a mesma linha defendida por Priscila. Segundo o politólogo, apesar de pequena, há, sim, chances de impactar no resultado da eleição. “A unidade do voto não pesa, mas o volume agregado dos votos destes candidatos na região, sim. Numa eleição muito acirrada, provavelmente terá influência, vide a eleição passada”, analisou.

Na última eleição presidencial, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi eleita com 54.501.118 votos contra 51.041.115 obtidos pelo senador Aécio Neves (PSDB). A diferença de sufrágio foi de 3.459.963. Entretanto, não pode-se desprezar o alto índice de abstenções do pleito, que foi de 30.137.479 pessoas.

O cientista político Leon Victor Queiroz, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), por sua vez, ponderou que não é possível aferir o impacto porque não há dados abertos relativos ao quantitativo de títulos de pessoas que já morreram ou daquelas que costumeiramente já não votam e, portanto, não se preocupam em fazer biometria. “Não se sabe quanto eleitores são de Haddad ou de Bolsonaro”, destacou Queiroz.

A parte a questão eleitoral, Reis criticou a postura do Poder Judiciário, que estaria dificultando o exercício do direito dos brasileiros às vésperas da eleição. Segundo ele, o cidadão não pode correr o risco de não conseguir votar. “É uma violação dos direitos fundamentais dos brasileiros”, afirmou.

Já Priscila Lapa frisou que a decisão da Justiça Eleitoral chama a atenção e levanta dúvidas sobre o processo pelo fato de a biometria não funcionar em 100% dos municípios. Entre 2016 e 2018, o cadastro biométrico foi obrigatório para cidadãos de 2.793 municípios. O total de eleitores com biometria soma 87.363.098 de pessoas – 59,31% do eleitorado brasileiro.

Quem trabalhar nas seções eleitorais terá direito a dois dias de folga; entenda…

G1

O trabalhador que for convocado para atuar durante as eleições terá direito ao descanso pelo dobro do tempo que ficou à disposição da Justiça Eleitoral, ou seja, ganhará dois dias de folga por cada dia trabalhado.

Assim, quem participa de um dia de treinamento e trabalha no dia de votação na seção eleitoral pode tirar quatro dias de descanso, sem prejuízo do salário. Em caso de haver segundo turno, e ficar novamente à disposição da Justiça Eleitoral por mais dois dias, terá direito ao total de oito dias de folga.

Isso vale para mesários, secretários, presidentes de seção e também para quem exercer função durante apuração dos votos.

Empregador não pode negar folga

Os dias de folga devem ser definidos de comum acordo entre o funcionário e o empregador. A empresa não pode negar o descanso ao empregado. Caso ocorra algum impasse sobre a concessão do período de descanso, o trabalhador deve procurar o cartório eleitoral.

A comunicação ao empregador deve ocorrer assim que o trabalhador receber a convocação. A entrega da declaração expedida pelo juiz eleitoral que comprova a atividade durante o pleito deve ser enviada imediatamente após as eleições.

Quando folgar

A Justiça Eleitoral orienta que as datas sejam definidas para um período logo após a eleição, mas não existe obrigatoriedade para que isso ocorra nos dias imediatamente seguintes a um dos dois turnos. Também não há prazo legal para que o direito à dispensa seja extinto.

Folga antes da eleição

Não é possível tirar a folga antes das atividades desempenhadas, pois o descanso é concedido mediante declaração expedida pela Justiça Eleitoral comprovando o comparecimento ao treinamento ou à seção eleitoral.

Folga ou remuneração

A lei prevê apenas o direito às folgas, mas pode haver remuneração para casos em que o funcionário se desliga da empresa após a atividade, o treinamento ou trabalho na eleição e não tenha gozado as folgas.

Mais de um emprego

Funcionários em mais de um emprego têm direito ao descanso, pelo dobro dos dias à disposição da Justiça Eleitoral, em cada um dos lugares onde trabalhar.

Férias ou folgas

O empregado tem direito às folgas mesmo que esteja de férias durante o período de votação ou que tenha descanso previsto para os dias de treinamento ou da eleição.

Pedido de dispensa

Quem for chamado pela Justiça Eleitoral para trabalhar na eleição tem até cinco dias – a contar da data do envio da convocação – para pedir dispensa ao juiz da zona eleitoral onde estiver inscrito. A solicitação deve ser entregue com a comprovação sobre o impedimento para atuar no pleito. O pedido é avaliado pelo juiz, que poderá aceitar ou não a justificativa.

Ausência

Mesmo que o mesário não atenda à convocação da Justiça Eleitoral, ele tem direito a votar. Mas ele deve justificar a ausência ao juiz eleitoral até 30 dias, do contrário, pagará multa de 50% a um salário mínimo. Se for servidor público, a pena será de suspensão de até 15 dias e, caso a mesa deixe de funcionar pelo não comparecimento do mesário, as penalidades serão aplicadas em dobro.

Caso o convocado não possa ir a um treinamento, deve procurar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para se informar sobre novas turmas.

Vale-refeição

O serviço prestado à Justiça Eleitoral não é remunerado. Contudo, os convocados receberão auxílio-alimentação, atualmente no valor máximo de R$ 35, conforme portaria nº 154 de 24 de fevereiro de 2017.

Informações sobre o trabalho

A data e o horário em que o mesário deverá se apresentar para a primeira reunião sobre a atuação na eleição constam no documento de convocação. Para mais detalhes, é possível entrar em contato com o cartório eleitoral.

Pesquisa Datafolha para presidente: Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 10%; Marina, 5%…

G1

O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (28) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 9 mil eleitores entre quarta-feira (26) e sexta-feira (28).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 28%

  • Fernando Haddad (PT): 22%

  • Ciro Gomes (PDT): 11%

  • Geraldo Alckmin (PSDB): 10%

  • Marina Silva (Rede): 5%

  • João Amoêdo (Novo): 3%

  • Henrique Meirelles (MDB): 2%

  • Alvaro Dias (Podemos): 2%

  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%

  • Vera Lúcia (PSTU): 1%

  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%

  • João Goulart Filho (PPL): 0%

  • Eymael (DC): 0%

  • Branco/nulos: 10%

  • Não sabe/não respondeu: 5%

Pesquisa Datafolha - Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha – Evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto , divulgado na quinta-feira (20):

Bolsonaro ficou estável com 28%;

Haddad subiu de 16% para 22%;

Ciro passou de 13% para 11%;

Alckmin oscilou de 9% para 10%;

Ciro Gomes e Alckmin estão tecnicamente empatados.

Marina passou de 7% para 5%;

Os indecisos se mantiveram em 5% e os brancos ou nulos, de 12% para 10%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses nomes ___________ você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano? E qual mais? “.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

  • Bolsonaro: 46%

  • Haddad: 32%

  • Marina: 28%

  • Alckmin: 24%

  • Ciro: 21%

  • Vera: 18%

  • Cabo Daciolo: 17%

  • Eymael: 17%

  • Boulos: 17%

  • Meirelles: 16%

  • Alvaro Dias: 15%

  • Amoêdo: 14%

  • João Goulart Filho: 14%

  • Rejeita todos: 4%

  • Votaria em qualquer um: 2%

  • Não sabe/não respondeu: 4%

Pesquisa Datafolha para o Senado em Pernambuco: Jarbas, 38%; Humberto, 34%; Mendonça, 27%…

G1 PE

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (28) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o Senado em Pernambuco:

  • Jarbas (MDB): 38%
  • Humberto Costa (PT): 34%
  • Mendonça Filho (DEM): 27%
  • Bruno Araújo (PSDB): 11%
  • Silvio Costa (Avante): 11%
  • Pastor Jairinho (Rede): 5%
  • Adriana Rocha (Rede): 3%
  • Hélio Cabral (PSTU): 1%
  • Lídia Brunes (Pros): 1%
  • Albanise (PSOL): 1%
  • Eugênia (PSOL): 1%
  • Alex Lima Rola (PCO): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum para a 1ª vaga: 18%
  • Em branco/nulo/nenhum para a 2ª vaga: 27%
  • Não sabe para a 1ª vaga: 7%
  • Não sabe para a 2ª vaga: 12%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

No levantamento anterior, feito nos dias 18 e 19 de setembro, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes:

  • Jarbas (MDB): 36%
  • Mendonça Filho (DEM): 31%
  • Humberto Costa (PT): 30%
  • Bruno Araújo (PSDB): 12%
  • Silvio Costa (Avante): 11%
  • Pastor Jairinho (Rede): 6%
  • Adriana Rocha (Rede): 3%
  • Hélio Cabral (PSTU): 2%
  • Lídia Brunes (Pros): 2%
  • Albanise (PSOL): 1%
  • Eugênia (PSOL): 1%
  • Alex Lima Rola (PCO): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum para a 1ª vaga: 20%
  • Em branco/nulo/nenhum para a 2ª vaga: 28%
  • Não sabe para a 1ª vaga: 6%
  • Não sabe para a 2ª vaga: 10%

Sobre a pesquisa desta sexta, 28

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

  • Quem foi ouvido: 1.302 eleitores de 55 municípios do Estado, com 16 anos ou mais

  • Quando a pesquisa foi feita: entre os dias 26 e 28 de setembro

  • Registro no TSE: PE-03031/2018

  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Pesquisa Datafolha em Pernambuco: Paulo Câmara, 38%; Armando Monteiro, 30%…

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (28) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco:

  • Paulo Câmara (PSB): 38%
  • Armando Monteiro (PTB): 30%
  • Julio Lossio (Rede): 3%
  • Maurício Rands (Pros): 3%
  • Dani Portela (PSOL): 2%
  • Ana Patrícia Alves (PCO): 1%
  • Simone Fontana (PSTU): 1%
  • Branco/nulo/nenhum: 16%
  • Não sabe: 6%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

No levantamento anterior, feito nos dias 18 e 19 de setembro, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes:

  • Paulo Câmara (PSB): 35%
  • Armando Monteiro (PTB): 31%
  • Julio Lossio (Rede): 3%
  • Ana Patrícia Alves (PCO): 2%
  • Maurício Rands (Pros): 2%
  • Dani Portela (PSOL): 1%
  • Simone Fontana (PSTU): 1%
  • Branco/nulo: 19%
  • Não sabe: 6%

Sobre a pesquisa desta sexta-feira, 28

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 1.302 eleitores de 55 municípios de Pernambuco, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: entre 26 e 28 de setembro
  • Registro no TSE: PE-03031/2018
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro

Rejeição

A Datafolha também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome, por isso, os resultados somam mais de 100%. Veja os índices:

  • Dani Portela (PSOL): 31%
  • Julio Lossio (Rede): 31%
  • Paulo Câmara (PSB): 31%
  • Simone Fontana (PSTU): 31%
  • Armando Monteiro (PTB): 30%
  • Ana Patrícia Alves (PCO): 29%
  • Maurício Rands (PROS): 29%
  • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 9%
  • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
  • Não sabe: 6%

Simulação de segundo turno

Paulo Câmara (PSB): 43% x 38% Armando Monteiro (PTB) (branco/nulo: 16%; não sabe: 3%)

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