Aneel descarta revisão de bandeira tarifária em conta de luz…

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, descartou ontem (18) a possibilidade de revisão no valor das bandeiras tarifárias. Com variação entre verde, amarela e vermelha (em dois Leia mais »

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“Esse Mourão está escalando golpe no Brasil”, diz Ciro…

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, acusou na noite de ontem o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), de pretender dar um golpe de Leia mais »

Category Archives: Eleições

Antagônicos, Jarbas e Humberto são impulsionados pela Frente Popular …

Uma das alianças mais estranhas para o meio político nestas eleições foi a junção dos ex-adversários Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa, que trocaram farpas a vida inteira, na coligação liderada pelo governador Paulo Câmara, que tenta a reeleição.

Se para o meio político e até mesmo para o eleitor esta aliança parecia ser algo estranho para se adaptar, na prática isso ocorreu de forma natural, pois Jarbas Vasconcelos é o líder absoluto nas pesquisas, enquanto Humberto Costa tem se distanciado de seus adversários em busca de uma cadeira na Câmara Alta.

Jarbas por ser uma referência política do estado, com a dimensão de quem governou o Recife e Pernambuco com gestões exitosas e aprovadas pela população, cresceu nas pesquisas e saiu fortalecido na disputa para voltar ao Senado.

Humberto, por sua vez, tem sido impulsionado pela força do lulismo em Pernambuco que está lhe concedendo um crescimento nas pesquisas a ponto de abrir uma vantagem sobre o terceiro colocado que já ficou estagnado nos levantamentos.

Jarbas e Humberto também estão sendo beneficiados pela força histórica dos governadores de Pernambuco que acabaram puxando seus candidatos ao Senado. Paulo Câmara que já abriu 10 pontos sobre Armando Monteiro, tem permitido Jarbas e Humberto crescerem nas pesquisas.

Salvo haja uma catástrofe até o dia 7 de outubro, Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa estão consolidando seu favoritismo para a Câmara Alta, desbancando os seus três principais adversários Bruno Araújo, Silvio Costa e Mendonça Filho. (Edmar Lyra)

Armando Monteiro cogita apoio a Ciro Gomes…

O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) ficou oficialmente sem candidato ao Palácio do Planalto, quando o nome do ex-presidente Lula (PT) foi afastado da disputa. Havia uma expectativa de que o petebista apoiasse o tucano Geraldo Alckmin – levando em conta que o PSDB está no seu arco de alianças – entretanto, segundo informações de bastidores, esse gesto está praticamente descartado dos planos de Armando, que deve apoiar o candidato do PDT, Ciro Gomes.

Decidido a votar em Lula, enquanto o petista era candidato, Armando não foi a Petrolina, em 23 de agosto. “Não fui porque eu voto em Lula, sempre tivemos o palanque aberto ao ex-governador, meus senadores o apoiam, mas eu voto em Lula”, justificou o senador, à época. Vale lembrar que o PT não está coligado com Armando e, sim, com o governador Paulo Câmara (PSB). A justificativa do petebista, contudo, é uma afinidade política histórica com o petista.

Indagado sobre as alternativas a Lula, o candidato a governador sempre mencionou que os partidos da sua coligação apoiam diversos presidenciáveis. PSDB, DEM, PRB e PPS apoiam Alckmin, PSL e PRTB apoiam Jair Bolsonaro (PSL), Podemos e PSC apoiam Alvaro Dias (Pode), PV apoia Marina Silva (Rede) e PHS apoia Henrique Meirelles (MDB). “É importante que o governador de Pernambuco tenha capacidade de articulação para aprovar projetos no Governo Federal independentemente de quem for o próximo presidente da República”, alega o petebista. 

Segundo integrantes do PSDB, que preferiram não se identificar, Armando não firmou compromisso de apoiar Alckmin, na desistência de Lula, e estaria liberado para apoiar Ciro, se quisesse. Chama atenção que, em sabatinas, o petebista já tem feito uma ponte com o ex-governador do Ceará, ao mencionar, nas suas propostas de governo para Pernambuco, a intenção de copiar o modelo educacional cearense, com foco no ensino fundamental.

A hipótese de que Armando apoiaria Ciro foi aventada na coluna Fogo Cruzado, ontem. Interlocutores da coligação, por sua vez, confirmaram que o apoio a Alckmin está descartado e que a adesão a Ciro deve ser anunciada em breve. Confrontado com essa informação, o senador não negou, alegando que está discutindo com a coligação a nova posição. “A gente procura buscar opções com as quais a gente tem afinidade. Nesse momento, estamos pensando no Brasil. Vamos fazer uma avaliação com os meus companheiros, os companheiros dessa grande frente que nós lideramos”, afirmou o senador. 

Candidata a vice na chapa do ex-deputado Maurício Rands (PROS), a ex-vereadora Isabella de Roldão (PDT) evitou atrito com Armando e destacou que seria bom Ciro ter mais palanques no Estado. “Se é uma coisa de surfar na onda de Ciro, que é uma crescente no Brasil e em Pernambuco, as coisas vão clareando (com o tempo)”, ponderou. A reportagem tentou contato com Rands, sem sucesso. Ele, que anunciou apoio a Ciro, já havia destacado que Paulo Câmara e Armando Monteiro estavam querendo surfar na popularidade do ex-presidente Lula (PT) mesmo sabendo que o petista não teriam condições de ser candidato. (Folha de Pernambuco)

Ao propor Constituição sem Constituinte, militar despreza princípio democrático…

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

Parece que o general Hamilton Mourão não é muito fã da democracia. Dias depois de afirmar que as Forças Armadas deveriam intervir no país em casos extremos, o candidato a vice de Jair Bolsonaro agora sugere atropelar as regras do jogo para mudar a Constituição.

“Fazemos um conselho de notáveis e, depois, submetemos a plebiscito. Uma Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”, disse o militar da reserva, nesta quinta (13).

A carreira militar proporcionou a Mourão uma formação política, mas ele prefere ignorar alguns princípios básicos. Ele fala como se governantes iluminados pudessem desprezar o poder constituinte para rasgar e refazer as principais normas do país.

Nem Hugo Chávez pegou tantos atalhos. Em 2009, ele submeteu uma reforma da Constituição à Assembleia Nacional, controlada por seus aliados. Depois, fez um referendo para validar as mudanças. Acabou com limites de mandato e abriu caminho para a reeleição irrestrita. Seu grupo está no poder há quase 20 anos.

A ideia de Mourão é mais atrevida porque elimina o crivo de outros poderes. Os políticos estão em baixa, mas ao menos são escolhidos por uma sociedade plural. Os tais “notáveis” de Mourão seriam nomeados por um governo e, portanto, trabalhariam sob encomenda.

O plebiscito citado pelo general não dá mais legitimidade ao projeto. Só reveste de demagogia a vontade de queimar etapas. O PT também tenta encurtar caminhos ao propor que presidentes possam convocar consultas populares. Hoje, só o Congresso tem essa competência.

Mourão diz que a sugestão é sua, não de Bolsonaro. O vice assumiu protagonismo na campanha desde o atentado sofrido pelo titular —incomodando até a família do candidato.

O general já afirmou que o AI-5, que cassou centenas de políticos, “nem foi tão usado” e que um presidente pode convocar as Forças Armadas e dar um “autogolpe” em situação de “anarquia”. Se Bolsonaro for eleito, Mourão dormirá com a corneta sob o travesseiro no Palácio do Jaburu?

Armando defende valorização da cultura pernambucana…

Respeito ao artista e valorização da cultura pernambucana. Essas duas premissas foram defendidas, ontem, pelo candidato ao governo pela coligação Pernambuco Vai Mudar, senador Armando Monteiro (PTB), em encontro com representantes da música do Estado no seu comitê, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A reunião serviu como o início do diálogo que Armando busca instituir com o setor de forma a reforçar a identidade cultural plural do povo pernambucano e, com isso, fortalecer a economia criativa.

Estiveram presentes artistas como Alcymar Monteiro, Cristina Amaral, Marcelo Melo (Quinteto Violado), Nena Queiroga, André Rio, Irah Caldeira, Sérgio Andrade (Banda de Pau e Corda), Nádia Maia, Marrom Brasileiro, Rogério Andrade, Luciano Magno, Nonô Germano e Ed Carlos, além de produtores como Afonso Oliveira e Rogério Robalinho. Os candidatos ao Senado, Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) e a vice-governador, Fred Ferreira (PSC), também participaram do encontro.

Críticas à gestão do setor cultural na esfera estadual foram numerosas. “Esse governador propôs a extinção da Secretaria de Cultura. Uma pessoa que trata os artistas como ele trata não tem sensibilidade”, afirmou Alcymar Monteiro, que declarou apoio a Armando. Em nome do Coletivo Pernambuco, o cantor André Rio questionou o candidato sobre a nomeação dos gestores culturais no seu futuro governo. Armando respondeu que o “diálogo com os artistas é essencial, pois o perfil de um gestor na área da cultura deve ter interação com a categoria e sensibilidade para entender as demandas. A cultura pernambucana se expressa pela sua pluralidade”.

Os artistas apresentaram a Armando uma pauta com cinco demandas, voltadas para a valorização da cultura local e ainda para a desburocratização da contratação de apresentações, além do pagamento dos cachês com mais celeridade. “Eu fico indignado com a maneira que somos tratados. Temos orgulho do nosso frevo, do nosso forró, do nosso maracatu. Mas esse governo não valoriza o que temos de melhor”, afirmou o cantor e compositor Marrom Brasileiro. “A economia criativa gera muitos empregos. Ainda mais no caso de Pernambuco, onde temos essa identidade cultural forte e plural. Qualquer gestor tem que estabelecer um diálogo com os artistas”, afirmou Armando. (Magno Martins)

Sem Lula no páreo, Armando deve declarar apoio a Ciro…

No comando da campanha do presidenciável Ciro Gomes, já se espera que ele desembarque em Pernambuco em breve. A nova visita ao Estado seria um aceno ao senador Armando Monteiro Neto e poderia resultar num ato no qual o pedetista receberia apoio do candidato ao Governo do Estado pelo coligação Pernambuco Vai Mudar. Entre os integrantes do palanque do petebista, a declaração de voto em Ciro é vista como “o mais provável”. A aliança de Armando conta com partidos de dois candidatos à Presidência da República: Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL). Pessoas próximas, no entanto, grifam que o tucano não tem relação estreita com o Nordeste e que essa variável já foi citada por Armando em suas declarações.

O nome de Marina Silva também teria sido alvo de debate, mas o fato de ela vir “desidratando” nas pesquisas passou a pesar negativamente. “Há uma migração do voto útil para Ciro”, observa um aliado de Armando em reserva, em sinal de que as perspectivas que as pesquisas apresentam para Ciro podem ser determinantes. Armando Monteiro sempre deixou claro ter compromisso de votar no ex-presidente Lula, mas, em paralelo, grifou, por várias vezes, que isso não se estenderia a Fernando Haddad e ao PT. Armando tem relação próxima com o presidente estadual do PDT, Wolney Queiroz, o que poderia catalisar o processo de apoio a Ciro, ainda que o PDT esteja no palanque de Maurício Rands. O partido segue integrando a gestão estadual, o que não deixa de ser um aceno do governador Paulo Câmara aos pedetistas. Nacionalmente, no entanto, a relação entre PSB e PDT saiu arranhada, o que pode ainda colaborar para aproximar Armando e Ciro.  (Renata Bezerra de Melo)

Bolsonaro é submetido a cirurgia de emergência…

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foi submetido a uma cirurgia de emergência na noite desta quarta-feira (12) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele passa bem.

Foram retiradas aderências que obstruíram o intestino delgado, e corrigida uma fístula surgida em uma das suturas feitas na operação inicial após o atentado em Juiz de Fora, na última quinta (6). A cirurgia, que começou por volta das 22h45, durou pouco mais de uma hora.  

O Hospital Albert Einstein informou que não vai se manifestar até o próximo boletim médico, que deve ser divulgado às 10h desta quinta-feira (13). A expectativa é de que a recuperação dessa etapa se dê em dois dias.

“Tecnicamente não sei o porquê, mas ele teve de ser submetido a uma cirurgia porque não passou bem ontem [terça-feira, 11] e nem hoje [quarta]”, disse o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Nabhan Garcia, que é amigo e apoiador de Bolsonaro e está no hospital com o deputado. 

O quadro clínico do capitão reformado piorou na manhã desta quarta, quando foi reintroduzida a alimentação venosa após ele ter reagido mal à tentativa de reiniciar o trânsito intestinal com o consumo de sólidos.

O hospital informou que o candidato teve náuseas e foi submetido a uma tomografia. O resultado levou a equipe médica a submetê-lo à nova cirurgia, conduzida pelo médico Antônio Macedo.

 Os médicos decidiram pela operação quando ficou claro que o quadro evoluiu para ou uma obstrução completa do intestino delgado ou para o risco de necrose de partes do órgão. São decorrências comuns em casos assim e consideradas graves.

“O capitão não passou bem à noite, teve muitas náuseas, chegou a vomitar, teve muita distensão abdominal. Passou 24 horas agonizando. Pelo que entendi, duas alças do intestino colaram e obstruíram a região”, disse Gustavo Bebianno, presidente do PSL e advogado de Bolsonaro, enquanto o capitão reformado era submetido à cirurgia.
“A mulher dele, Michelle, já tinha ido embora e voltou às pressas”, completou Bebianno.

O deputado estadual Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável, usou as redes sociais para se pronunciar sobre o estado de saúde do pai e pediu orações. “Meu pai está fazendo uma nova cirurgia agora, peço que continuem as orações, o estado dele ainda é grave.”, escreveu nas redes sociais.

Mensagens de pedido de apoio foram publicadas por outros dois filhos do capitão reformado: Renan Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Entenda a cirurgia
A aderência ocorre quando dois tecidos do corpo grudam, formando uma espécie de cicatriz. Acontece como resposta do organismo a fatores como cirurgia ou processo inflamatório. Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia (laparotomia) a que Bolsonarofoi submetido tem a finalidade de desgrudar esses tecidos para restabelecer o trânsito intestinal.

Após soltar as alças intestinais, os cirurgiões devem fazer uma lavagem de toda a cavidade abdominal e observar se o intestino volta a funcionar. Às vezes, a movimentação intestinal já começa a acontecer ainda durante a cirurgia.

De acordo com especialistas, aderências e abcessos podem acontecer em casos como o de Bolsonaro por causa do alto risco de infecções provocado pelas fezes que caíram na cavidade abdominal após a perfuração do intestino. (Folhapress)

A vantagem de Paulo Câmara em números …

De acordo com o Ipespe divulgado pela Folha de Pernambuco, o governador Paulo Câmara teria 35% das intenções de voto contra 25% de Armando Monteiro e apenas 7% dos demais candidatos, brancos, nulos e indecisos formam 23% dos entrevistados e a margem de erro é de três pontos percentuais.

O Ipespe corroborou o Ibope e Datafolha que apontaram uma vantagem de nove pontos percentuais de Paulo Câmara em relação a Armando Monteiro, que surge em segundo lugar nas pesquisas. O mesmo levantamento apontou um dado que até então era motivo de comemoração dos defensores de Armando que é a rejeição. Se havia uma diferença significativa nos levantamentos anteriores, o Ipespe apontou que Paulo Câmara tem 48% de rejeição, mas Armando Monteiro também viu sua rejeição praticamente igualar com a do governador, com 46%, o que tira o discurso oposicionista que Paulo é muito rejeitado e que Armando não é.

Pois bem, quando se transforma os números do Ipespe em votos válidos, que é a contabilidade do TRE para determinar o vencedor, e exclui brancos, nulos e abstenção, o governador chega a 52,23% e já seria reeleito no primeiro turno. O seu rival Armando Monteiro chegaria a 37,31%, enquanto os adversários ficariam com 10,46% dos votos válidos.

Em se mantendo os votos válidos de 2014 que foram de 4.420.036 votos, Paulo Câmara seria reeleito com 2.308.855 votos, enquanto Armando Monteiro ficaria com 1.649.115 votos, e os demais candidatos atingiriam juntos 462.066 votos. Esses números dariam a Paulo Câmara uma dianteira de 659.740 votos em relação ao segundo colocado Armando Monteiro. Apesar de ser significativa a vantagem, ela seria a menor diferença de um governador eleito desde 1990 quando Joaquim Francisco derrotou Jarbas Vasconcelos por menos de 200 mil votos.

Faltando 24 dias para o pleito eleitoral, está cristalizada a primeira colocação de Paulo Câmara, e a vitória no primeiro turno está se consolidando a cada dia e pesquisa divulgada, cabendo a Armando, Julio Lossio, Maurício Rands e demais candidatos evitarem que a fatura seja liquidada no dia 7 de outubro, mas o tempo corre absurdamente contra os adversários de Paulo Câmara, que precisam de um fato novo para mudar a trajetória de reeleição do atual governador nas pesquisas. (Edmar Lyra)

Paulo abre 10 pontos e nome do PT, agora, é Haddad…

Na segunda rodada da pesquisa de intenção de voto, realizada pelo Ipespe em parceria com a Folha de Pernambuco, o governador Paulo Câmara aparece com 10 pontos de vantagem sobre o senador Armando Monteiro Neto, com quem o socialista polariza na corrida pelo Campo das Princesas, uma vez que os demais candidatos somados representam menos de 10% das intenções de voto. A amostra apresenta Paulo Câmara com 35% (tinha 30%), seguido pelo petebista que pontua 25% (tinha 24%). O candidato da Rede Sustentabilidade, Júlio Lóssio, figura com 2% (tinha 4%), Maurício Rands tem 2% (tinha 4%). Marcam 1%: Ana Patrícia (não foi mencionada na primeira rodada, porque ainda não figurava como candidata), Dani Portela (tinha 3%) e Simone Fontana (tinha 2%).

A pesquisa, registrada no TSE (BR-05453/2018) e no TRE (PE-05575/2018), foi a campo entre os dias 6 e 8 deste mês e tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais. Antes mesmo que o PSB formalizasse a posição de neutralidade na corrida presidencial, Paulo Câmara já havia declarado voto em Lula. Em Pernambuco, o ex-presidente – impedido de concorrer pela Justiça Eleitoral – alcança 60% das intenções de votos. Hoje, Paulo figura como o candidato oficial do líder-mor do PT no Estado, embora Armando também declarasse apoio ao petista. No entanto, diante da proibição da Justiça, o PT, após esticar a corda e tentar estender a permanência de Lula na condição de candidato, o substituiu, ontem, formalmente por Fernando Haddad na cabeça da chapa, que terá Manuela D’ Ávila como vice. Embora repisasse seu apoio a Lula, Armando Monteiro já deixou claro não ter compromisso com o ex-prefeito de São Paulo. A saída de Lula do páreo, consolidada ontem pela executiva nacional do PT, pode dar contornos mais reais à disputa pelo Planalto e acarretar, na esteira, reflexos no cenário pernambucano. (Renata Bezerra de Melo)

Chapão da oposição para estadual vira motivo de preocupação…

Nas eleições de 2014 quando Armando Monteiro foi derrotado por Paulo Câmara, a oposição elegeu doze deputados estaduais, pois decidiu realizar um chapão composto por PTB, PRB, PDT, PT e PSC. Naquele pleito Armando sofreu uma derrota por uma diferença de quase 1,7 milhão de votos para Paulo Câmara, o que acabou influenciando negativamente na chapa proporcional.

Nas eleições deste ano, Armando Monteiro é apoiado por quatro chapas proporcionais para deputado estadual. A formada pelo PPS que não deverá eleger deputados, a liderada pelo PRTB que elegerá pelo menos um parlamentar, a liderada pelo PSC que elegerá até seis representantes e o chapão do PTB que poderá ter um resultado aquém das expectativas.

O chapão do PTB é composto pelo PRB, DEM, PSDB e Podemos, e tem cinco deputados estaduais tentando a reeleição, que são Álvaro Porto, Priscila Krause, Socorro Pimentel, José Humberto e Augusto César. O sexto seria Julio Cavalcanti, que acabou desistindo. Além deles, surgem como nomes com chances de disputa Antônio Coelho, Alessandra Vieira, William Brigido, Romero Sales Filho, Gustavo Gouveia, Andrea Mendonça, Terezinha Nunes, Miguel Ricardo, Ramos, Antônio Campos e Elias Gomes.

Na disputa, o candidato a mais votado é Álvaro Porto, que poderá beirar 70 mil votos, e apenas Antônio Coelho tem potencial para passar de 60 mil votos. Os demais são nomes para até 60 mil votos como Romero Sales Filho, Socorro Pimentel e William Brigido, enquanto Alessandra Vieira e Priscila Krause ficam com no máximo 50 mil votos. Os demais nomes oscilam entre 20 mil e 45 mil votos.

Este quadro permite projetar de sete a oito deputados estaduais eleitos pelo chapão do PTB, com Álvaro Porto, Antônio Coelho, Socorro Pimentel, William Brigido e Romero Sales Filho garantidos e Alessandra Vieira, Priscila Krause, Gustavo Gouveia, José Humberto, Augusto César, Elias Gomes, Antônio Campos e Andrea Mendonça disputando duas a três vagas.

Por não ter puxadores e uma cauda consistente, o chapão da oposição liderado pelo PTB evidencia que será um verdadeiro Deus nos acuda a eleição e se havia prognósticos de que seriam necessários menos de 40 mil votos para se eleger, está matematicamente provado que para garantir o mandato serão necessários pelo menos 45 mil votos. (Edmar Lyra)

Ibope: Bolsonaro soma 26%, e 2º lugar tem quatro candidatos empatados…

O Instituto Ibope divulgou nesta terça (11) nova pesquisa de intenção de votos para os candidatos a presidente. De acordo com a pesquisa, Jair Bolsonaro (PSL) tem 26% das intenções de voto. Na sequência, há quatro candidatos tecnicamente empatados disputando o segundo lugar: Ciro Gomes (PDT) com 11%; Marina Silva (Rede), 9%; Geraldo Alckmin (PSDB), 9%; e Fernando Haddad (PT), 8%.

Após esse grupo, seguem tecnicamente empatados com 3% das intenções de voto: Alvaro Dias (Podemos); João Amoêdo (Novo); e Henrique Meirelles (MDB). Vera Lúcia (PSTU) e Cabo Daciolo (Patriota) foram indicados por 1% dos eleitores.

Segundo o Ibope, Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram. O percentual de votos em branco ou nulos é de 19%. Sete por cento dos entrevistados não sabem ou não quiseram responder.

Entre as duas pesquisas Álvaro Dias e João Amoêdo mantiveram 3% das intenções de voto, e Henrique Meirelles oscilou de 2% para 3%. A proporção de votos nulos ou em branco caiu de 21% para 19%. O percentual de quem não sabe ou não quis declarar a intenção de voto manteve-se em 7%.

A pesquisa tem margem de confiança de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos de cada resultado apurado.

A pesquisa foi feita entre 8 e 10 de setembro, dois dias após o ataque a faca contra Jair Bolsonaro em Juiz de Fora (MG). Foram ouvidos 2.002 eleitores. Não foi informado o número de municípios. Conforme registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa é iniciativa do próprio Ibope Inteligência Pesquisa e Consultoria Ltda e tem o número BR-05221/2018.

Comparação
Os resultados obtidos pela pesquisa foram comparados com os dados colhidos no levantamento realizado entre 1º e 3 de setembro pelo Ibope. Na comparação, Bolsonaro oscilou de 22% para 26%. Ciro Gomes caiu de 12% para 11% e Marina de 12% para 9%. Geraldo Alckmin manteve-se com 9% das intenções de voto e Fernando Haddad subiu de 6% para 8%.

Entre as duas pesquisas, Álvaro Dias e João Amoêdo mantiveram 3% das intenções de voto, e Henrique Meirelles oscilou de 2% para 3%. A proporção de votos nulos ou em branco caiu de 21% para 19%. Vera Lúcia manteve 1% das intenções de voto nas duas pesquisa. Cabo Daciolo subiu de 0% para 1%. Já Guilherme Boulos e João Goulart Filho passaram de 1% para sem pontuar. Eymael não pontuou nas duas pesquisas.

O percentual de quem não sabe ou não quis declarar a intenção de voto manteve-se em 7%.  (Agência Brasil)

Paulo Câmara também lidera na pesquisa IPESPE…

O governador Paulo Câmara (PSB) cresceu cinco pontos percentuais e aparece isolado na liderança, na segunda pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), em parceria com a Folha de Pernambuco. Na disputa pelo Governo do Estado, Paulo aparece com 35%, seguido do senador Armando Monteiro Neto (PTB), que oscilou um ponto percentual dentro da margem de erro, chegando a 25%. O levantamento foi feito entre os dias 6 e 8 de setembro.

A pesquisa ouviu 800 entrevistados, usando uma metodologia face a face, e contempla critérios de sexo, idade, instrução, renda e pela condição do município. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,45%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números de protocolo BR-05453/2018 e PE-05575/2018.

A primeira pesquisa realizada pela parceria IPESPE/Folha ocorreu entre os dias 11 e 13 de agosto, servindo como base comparativa para o levantamento atual. O número de indecisos aumentou de 8% para 11%, enquanto o número de Brancos e Nulos caiu, de 27% para 23%.

O candidato do Pros, o ex-deputado federal Maurício Rands oscilou negativamente dentro da margem de erro e aparece com 2%. O ex-prefeito de Petrolina, Julio Lossio (Rede), também oscilou negativamente, surgindo com 2% das intenções de voto no estudo mais recente. A candidata do Psol, Dani Portela, registrou apenas 1%. Já Ana Patrícia Alves (PCO), que não apareceu na primeira escuta, obteve 1% das menções. (Folha de Pernambuco)

Haddad é oficializado pelo PT candidato ao Planalto…

Folha de São Paulo

A cúpula do PT aprovou por unanimidade o nome de Fernando Haddad como substituto do ex-presidente Lula na chapa do partido ao Planalto.

Em reunião hoje, em Curitiba, a executiva nacional do PT chancelou, após carta enviada por Lula, Haddad como candidato oficial da sigla.

Na mensagem, Lula escreveu sobre o que chama de injustiça que vem sofrendo para deixá-lo fora da eleição, se disse indignado, mas ressaltou a importância da continuidade de seu projeto político com Haddad como candidato.

A mensagem do ex-presidente serviu para arrefecer qualquer resistência interna que ainda pudesse haver na sigla ao nome do ex-prefeito de São Paulo. A carta foi lida pelo próprio Haddad a portas fechadas.

Uma ala do partido, ligada à presidente da sigla, Gleisi Hoffmann (PR), ainda queria adiar a troca para o dia 17 de setembro, o que desagradava aos aliados de Haddad.

Os dirigentes do PT farão uma pausa para o almoço e, às 15h, vão fazer um ato na frente da sede da Polícia Federal, onde Lula está preso, para oficializar a decisão.

O ex-presidente foi condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com base na Lei da Ficha Limpa, o TSE barrou a candidatura do petista no dia 1º de setembro e determinou que o PT teria dez dias para substituir Lula na chapa.

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