Rodrigo Maia diz que decidirá sobre pedidos de impeachment após votar denúncia…

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que vai começar a decidir sobre os pedidos de impeachment protocolados na Casa após a apreciação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. A peça de Leia mais »

Deputados decidem sobre resíduos sólidos…

Apesar de o número de aterros sanitários, espaços destinados à decomposição dos resíduos sólidos gerados pelo ser humano, terem subido de 8 para 14 unidades em Pernambuco, somente nos últimos quatro anos, Leia mais »

Briga na Justiça promete ser longa contra decisão da cura gay…

 Correio Braziliense A decisão judicial que permite aos psicólogos oferecerem, no Brasil, reorientação sexual, causou reações de movimentos LGBT e ativistas de direitos humanos, esquentou a internet com discussão sobre a medida, Leia mais »

IV Bate e Volta de Motociclismo de João Alfredo…

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1,2 milhão de MEIs correm o risco de ter registro cancelado até dezembro…

Cerca de 1,2 milhão de microempreendedores individuais, os chamados MEIs, podem ter o registro cancelado até dezembro e, consequentemente, perder o CNPJ, por inadimplência e não cumprimento das regras do programa, disse Leia mais »

Category Archives: Eleições

Eleições 2018: Rodrigo Maia se descola de Temer para lançar a candidatura de Doria pelo DEM…

Por Carlos Newton

É sempre bom repetir que na política as aparências realmente enganam, quase sempre há necessidade de se fazer tradução simultânea, para situar os fatos de uma maneira mais real. Agora, por exemplo, está ocorrendo um embate entre Rodrigo Maia e Michel Temer. Aparentemente, o atrito entre eles teria como motivo a ação dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco para fazer com que dissidentes do PSB deixem de se filiar ao DEM e prefiram o PMDB. Mas na realidade, Rodrigo Maia está usando este argumento para descolar seu partido da órbita do Planalto, já com vistas à sucessão presidencial de 2018.

Faltam apenas duas semanas para se encerrar o prazo de filiação partidária. Quem quiser mudar de legenda para disputar a eleição – não importa o cargo pretendido – tem de se filiar agora, caso contrário terá de ser candidato pelo partido atual. Eis a questão, diria Shakespeare.

DORIA NA PARADA – Não foi por mera coincidência que Temer ligou para Rodrigo Maia na quinta-feira e não conseguiu falar com ele. A desculpa do presidente da Câmara foi de que estava no avião, rumo a São Paulo, com o celular desligado. Se isso foi verdade, por que não retornou a ligação do Planalto após aterrissar?

Aconteceu que Rodrigo Maia foi a São Paulo para jantar com o prefeito de São Paulo, João Doria, e com o prefeito de Salvador, ACM Neto. O prato principal foi a candidatura de Doria a presidente da República, pelo DEM, com apoio de outros partidos e espaço expandido no horário eleitoral.Doria tem duas semanas para decidir a filiação ao DEM, que se tornou sua única alternativa, pois Alckmin, Serra, Aécio e FHC já lhe fecharam as portas do PSDB. É isso que está em jogo.

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Esquerda já traça cenário sem Lula…

Via O Estado de S.Paulo /  Ricardo Galhardo e Vera Rosa

A incerteza em relação ao futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz com que os partidos de centro-esquerda, inclusive tradicionais aliados do PT como PC do B e PDT, já adotem estratégias para 2018 com cenários sem a participação do petista. Se Lulafor condenado em segunda instância e não puder concorrer, os antigos aliados do PT não parecem dispostos a se unir. A ideia, nesse caso, será investir na disputa “pulverizada”, com muitos candidatos do mesmo espectro político.

Parceiro histórico do PT, o PC do B, por exemplo, já se prepara para fechar outras composições eleitorais. O receio do partido é esperar Lula indefinidamente – já que a estratégia do PT consiste em levar a candidatura do ex-presidente até o último recurso jurídico – e depois ficar “a ver navios”. “Nós já começamos a fazer consultas sobre nomes”, admitiu o deputado Orlando Silva (PC do B-SP),que foi ministro nos governos comandados por Lula e por Dilma Rousseff. “Sem Lula na cédula não tem por que o PC do B apoiar o PT. Na esquerda, vai ser todo mundo igual”, emendou ele.

O PC do B abriu negociações com o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, que nesta semana também conversará com a direção do PSB. Nada, porém, está fechado. Nos bastidores, tanto integrantes da oposição como aliados do presidente Michel Temer dizem que muitos lances para 2018 estão congelados, à espera da definição sobre Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto.

“Mas nós começamos o degelo”, disse Silva, que não exclui a possibilidade de o PC do B lançar candidato próprio à sucessão de Temer. “O desgaste com a política é tão grande que os partidos serão chamados a se posicionar. A tendência é que a eleição de 2018 seja pulverizada, como a de 1989.” Naquele ano, 22 candidatos disputaram o Planalto.

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Petistas querem Dilma candidata ao Senado em Minas…

Dirigentes petistas desejam que a ex-presidente Dilma Rousseff altere seu domicílio eleitoral e dispute as eleições de 2018 como candidata ao Senado em Minas Gerais. A mudança teria de ocorrer até o dia 7 de outubro deste ano, pelo calendário eleitoral. Entre os argumentos, está a vitória que Dilma teve na disputa presidencial de 2014 naquele estado enfrentando Aécio Neves (PSDB), titular de uma das duas vagas no Senado que está em disputa e que ainda não decidiu se buscará a reeleição. Atualmente, a ex-presidente tem domicílio eleitoral no Rio Grande do Sul.

A ida de Dilma para Minas foi defendida ao GlLOBO por petistas mineiros e gaúchos, além de outros integrantes da executiva do partido. Petistas afirmam que teria aumentado a disposição dela de disputar uma vaga de senadora, mas ela ainda resiste a alterar o domicílio eleitoral.

A ex-presidente enfrentaria dificuldades no Rio Grande do Sul. O senador Paulo Paim (PT) é titular de uma das vagas em disputa e é tido como um candidato forte para a reeleição. Ocupar a outra vaga ao Senado com Dilma na chapa dificultaria para o PT a composição com outras forças políticas para a disputa no estado. Além disso, a ex-presidente não aparece em boa posição nas pesquisas em que seu nome foi testado.

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Eleições 2018: Bolsonaro será lançado como candidato à Presidência pelo Patriota…

Depois de ter pré-acertado a sua ida para o Partido Ecológico Nacional (PEN), o deputado federal Jair Bolsonaro deve ser lançado como candidato da legenda à Presidência em 2018, na próxima terça-feira (26), durante propaganda partidária.

“Motivado pela chegada de Jair Bolsonaro renovamos nosso compromisso e mudamos nosso nome de PEN para Patriota. Brasil acima de todos. É isso o que vai sustentar o nosso futuro!”, dirá o presidente da legenda, Adilson Barroso, segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

O partido trocou de nome e, pela primeira vez, também irá se apresentar como Patriota.

Eleições 2018: Prazo para Joaquim Barbosa e João Dória se filiarem termina no dia 7 de outubro…

Por Pedro do Coutto

Enquanto o Congresso Nacional não vota a reforma política, o prazo para as inscrições partidárias que habilitem as candidaturas às urnas de 2018 termina exatamente no próximo dia 7 de outubro. Isso porque a legislação eleitoral em vigor estabelece o mínimo de 12 meses de filiação partidária para os que decidirem concorrer às eleições. Reportagem de Cristiane Jungblut e Carolina Brígido, em O Globo deste domingo, destaca muito bem a existência de impasses envolvendo o projeto apresentado como voltado para a reforma política.

Um impasse marcante é o que se refere às coligações nos pleitos proporcionais, como é o caso da Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores. Para o ministro Luis Roberto Barroso, as coligações nas disputas proporcionais violam um dos princípios básicos da Constituição Federal. Por isso, as repórteres colocam em destaque a perspectiva de a reforma política terminar sendo fixada pelo Supremo Tribunal Federal.

PRAZO DE FILIAÇÃO – Mas o prazo de filiação partidária exigido não se encontra em discussão, é matéria pacífica. Assim, por exemplo, se o ministro aposentado Joaquim Barbosa desejar concorrer ao próximo pleito, terá que ingressar numa legenda partidária até 7 de outubro. Isso de um lado. De outro, se o Prefeito João Dória desejar ser candidato à Presidência da República, terá que fazer o mesmo.

Relativamente a João Dória, ele pode não trocar de legenda, permanecendo no PSDB. Porém, neste caso corre o risco de não ser escolhido candidato pelos tucanos e assim, após 7 de outubro perde a perspectiva de 2018, adiando-a para 2022. O prefeito João Dória, entretanto, pode concorrer no ano que vem ao governo de São Paulo pelo PSDB, ou tentar sua reeleição em 2020. Mas esta é outra questão.

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Câmara aprova PEC que extingue coligações…

Do G1

A Câmara dos Deputados aprovou, hoje, em primeiro turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue as coligações partidárias e cria uma cláusula de barreira que tem como objetivo reduzir o número de partidos no país.

Como os deputados aprovaram o texto-base, ainda precisam votar os destaques (sugestões de mudanças ao projeto original) para concluir a análise da PEC. Segundo o presidente em exercício da Câmara, André Fufuca (PP-MA), a votação será na semana que vem.

Para ser enviada ao Senado, a proposta ainda terá ser aprovada em segundo turno na Câmara e analisada também em dois turnos pelos senadores.

O texto-base da PEC foi aprovado por 384 votos a 16. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, era necessário o apoio mínimo de 308 dos 513 deputados.

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Eleições 2018 : Doria admite sair do PSDB e descarta prévia com Alckmin…

Em entrevista ao Estado, o prefeito João Doria disse que as pesquisas de intenção de voto serão determinantes na escolha do candidato tucano ao Palácio do Planalto em 2018. Doria descartou a hipótese de disputar prévias com o governador Geraldo Alckmin. Questionado sobre a possibilidade de deixar o PSDB para concorrer à Presidência da República, ele não descartou: “Pretendo continuar, até que alguma circunstância me impeça disso”.

O sr. disse que o fator povo será importante para definir o candidato do PSDB…

Importante não, definitivo. Não se pode imaginar a decisão do PSDB sobre o nome que vai disputar a Presidência da República ou o Estado de São Paulo se você não ouvir o povo. Não há como imaginar que alguém possa ser indicado sem que seja pelo povo.

Isso significa que as pesquisas terão um papel importante na escolha do candidato do PSDB?

Ao meu ver, sim. Se alguém tiver dúvida em uma pesquisa, que faça duas. Se tiver dúvida em duas, que faça três. Não ouvir o povo pode ser um erro fatal para o PSDB. As informações são de Pedro Venceslau, enviado especial a Paris, O Estado de S.Paulo.

Então se o governador Geraldo Alckmin estiver em uma posição abaixo da sua nas pesquisas, como está hoje, o sr. seria o candidato? O PSDB deve levar as pesquisas em consideração?

Essa é uma decisão a ser tomada mais adiante. Ainda é cedo para avaliar. Não faço uma defesa personalista, mas nacional. Acertar na indicação é ouvir a população.

O sr. defende as prévias. Enfrentaria Alckmin na disputa interna?

Não disputarei prévias com Geraldo Alckmin, embora defenda as prévias. Não faz o menor sentido. Não faria isso. Desde já me excluo dessa condição.

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FBC vai para o PMDB e será candidato ao Governo…

Coluna do Estadão

Após uma série de conversas, o senador Fernando Bezerra recebeu a garantia do PMDB de que ele será o candidato do partido ao governo de Pernambuco, o que foi determinante para sua decisão de sair do PSB.

A chapa dos sonhos do PMDB para disputar a eleição de 2018 é essa: além de Bezerra para o governo, Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Armando Monteiro (PTB) disputarão as duas vagas para o Senado. Monteiro, contudo, quer disputar o governo.

O acordo foi fechado com a anuência do presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR). O PMDB também vai ganhar mais um ministro: Fernando Filho (Minas e Energia) seguirá o caminho do pai, Fernando Bezerra, e trocará o PSB pelo PMDB.

O DEM tentou levar os dois políticos pernambucanos, mas o PMDB levou a melhor. 

Reforma prevê políticos disputando dois cargos na mesma eleição…

A comissão especial da Câmara que analisa mudanças no sistema eleitoral brasileiro terminou nesta terça-feira a votação dos destaques do projeto de reforma política e manteve a possibilidade de um candidato disputar dois cargos– um majoritário (prefeito, governador, presidente) e outro proporcional (deputado, vereador) – na mesma eleição.

A possibilidade era prevista no relatório do deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), mas o PP tentou retirá-la por meio de um destaque, que foi rejeitado pela comissão. Pela proposta, o candidato pode disputar o cargo majoritário e também ter o seu nome na lista de candidatos ao Legislativo a ser apresentada pelo seu partido.

A comissão também aprovou a retirada do artigo que acaba com os suplentes de senador e determina sua substituição pelo deputado federal mais votado do partido – assim, fica mantido o sistema atual, com dois suplentes para cada eleito ao Senado. Com essas votações, o colegiado concluiu a análise do projeto, que agora está pronto para ir ao plenário. Ele precisa ser aprovado até o fim de setembro para valer já nas eleições de 2018.

Um dos pontos mais polêmicos da reforma política é a adoção do chamado “distritão” como modelo eleitoral para a Câmara dos Deputados já em 2018. Por ele, os candidatos mais votados em cada estado seriam eleitos, independentemente da votação em partidos. Hoje, as vagas são preenchidas levando em conta a votação individual e o chamado quociente eleitoral, que considera o desempenho de cada legenda nas urnas.

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Democracias de verdade não precisam de um fundo para se financiar…

Por João Domingos / Estadão

A reforma política que uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou até agora pode ser chamada de qualquer coisa. Menos de reforma política. Ela é tão esquisita que, em alguns casos, não trata de questão eleitoral nem política. Por exemplo: quando resolve fixar em dez anos o tempo de mandato dos ministros dos tribunais superiores, foge da política e das eleições. Imiscui-se de forma indevida no funcionamento do Judiciário.

O que tem a ver o tempo em que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) exerce sua atividade de juiz na Corte suprema do País com as eleições de deputado, senador, prefeito, governador, vereador e presidente da República? Nada. Nadica de nada.

BRASILEIRO NATO – A Constituição nem trata o ministro do STF como um igual a deputado federal e a senador. Tanto é que só pode ser ministro do Supremo o brasileiro nato, exigência feita também para o presidente da República, o vice-presidente e os presidentes do Senado e da Câmara. Os outros 512 deputados e 80 senadores não necessitam ser brasileiros natos.

Ministro do STF não chega lá pela escolha do eleitor. Ele é indicado pelo presidente da República entre cidadãos brasileiros natos – e é bom repetir – acima de 35 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada. Para chegar à Corte, ele tem de passar por uma sabatina no Senado (nada a ver com a Câmara e com os deputados). Se convencer o conjunto de senadores de que está preparado para exercer a magistratura no mais alto tribunal do País, assume o posto de ministro, com cargo vitalício. Só é obrigado a sair quando completar 75 anos.

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Ex-governadores disputam 2º turno no Amazonas…

O Amazonas começou a escolher ontem (6) os novos governador e vice, que vão substituir José Melo (Pros) e José Henrique de Oliveira, cassados por compra de votos na disputa de 2014. A eleição foi determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em maio, quando condenou a chapa. Às 20h20, com 97,65% das urnas apuradas, estava definido que a disputa seguiria para segundo turno.

Com 80% das urnas apuradas pelo TRE, Amazonino Mendes  obteve 39,2% dos votos válidos, contra 22,9% do peemedebista Eduardo Braga. O segundo turno será realizado em três semanas. O vencedor exercerá um mandato-tampão de 14 meses. A soma dos votos nulos (14,4%) e brancos (3,9%) chegou a 18,3%. No primeiro turno de 2014, esse percentual foi de apenas 8,3% (148.810).

A abstenção chegou a 22%, pouco maior do que a do primeiro turno de 2014 (19,5%). A ex-deputada Rebecca Garcia (PP) foi a terceira mais votada, com 17,5%. O petista José Ricardo obteve 14,10% e ficou em quarto entre nove candidatos. (PC)

PT decide por Marília Arraes…

A decisão da executiva estadual do PT, de disputar em faixa própria o Governo do Estado nas eleições do próximo ano, já era esperada. E a candidata é a vereadora Marília Arraes, líder da oposição na Câmara do Recife, que não tem nada a perder. No caso de não ser bem sucedida, passará a ser um quadro para o futuro e renovará, dois anos depois, seu mandato na capital.

Ao final do encontro de ontem, para não antecipar o lançamento de Marília, a direção do partido citou, além da vereadora, o nome do ex-prefeito do Recife, João Paulo, como alternativa, mas ele está fora de qualquer projeto majoritário. Tentará um mandato na Câmara dos Deputados, assim como o senador Humberto Costa, sem chances de emplacar a reeleição.

O PT resolveu antecipar que terá candidatura própria 20 dias após Humberto apresentar Marília ao ex-presidente Lula. Por que o PT vai de Marília? Fato novo, cara nova, tem projeção no Grande Recife, sobrenome Arraes, dissidente do PSB, de onde migrou, e, principalmente, por ser mulher.

Será a primeira mulher candidata a governadora do Estado. O PT aposta no fenômeno e na popularidade do ex-presidente Lula para viabilizar a eleição de Marília. Quanto aos argumentos de que o senador Armando Monteiro, pré-candidato do PTB a governador, havia sido descartado para uma aliança por ter votado a favor da reforma trabalhista, isso é balela.

Continua…

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