Petrobras passa a alterar preço do gás de cozinha a cada 3 meses…

A Petrobras anunciou que vai alterar sua política de preços do gás de cozinha. Em vez de mudar os valores todo mês, a empresa passará a alterá-lo a cada três meses. O Leia mais »

Tribunal de Contas alerta gestores para prazos de envio de informações em Janeiro…

O Tribunal de Contas faz um alerta aos gestores que teve início o cumprimento dos prazos que dispõem sobre composição, seleção e formalização dos processos de admissão de pessoal dos órgãos públicos Leia mais »

Leia as 50 perguntas da PF e as respostas de Temer…

1. Quem foi coordenador financeiro ou arrecadador de recursos nas campanhas eleitorais que Vossa Excelência disputou nos anos de 2002/2006/2010 e 2014? Vossa Excelência também executava essas funções em suas campanhas eleitorais? Leia mais »

Festas de São Sebastião em Surubim e Pedra Fina (Bom Jardim-PE)…

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TSE deve inscrever candidaturas avulsas…

A juíza eleitoral Ana Claudia Veloso Magalhães, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás, concedeu uma liminar determinando que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faça inscrições de candidaturas avulsas (não vinculadas a Leia mais »

Category Archives: Eleições

Rodrigo Maia admite candidatura caso melhore nas pesquisas…

Via Estadão

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu, ontem, que poderá disputar a sucessão de Michel Temer caso obtenha números mais elevados nos levantamentos sobre intenção de voto. “Hoje não, eu tenho 1% nas pesquisas. No dia em que eu tiver 7%, as coisas melhoram muito”, declarou, em resposta à pergunta sobre sua eventual candidatura. Em evento no Brazil Institute do Wilson Center, em Washington, Maia defendeu uma agenda de reformas que leve à reestruturação e ao equilíbrio fiscal do Estado brasileiro, o que abriria caminho para a criação de programas sociais sustentáveis.

Maia afirmou que o Bolsa Família não é um “bom programa social”, por não ter mecanismos que permitam a independência de seus beneficiários. “Criar um programa para escravizar as pessoas não é um bom programa social. O programa bom é onde você inclui a pessoa e dá condições para que ela volte à sociedade e possa, com suas próprias pernas, conseguir um emprego”, disse o parlamentar.

Para ele, o Bolsa Família gera “dependência”. “Essa dependência atrela as pessoas ao Estado.” O deputado defendeu mudanças que criem obrigações em relação à saúde, educação e saneamento, que levariam as pessoas a serem “estimuladas a sair do programa”.

Continua…

Ibope: 90% não votariam em candidato que defende governo Temer…

Que candidato em campanha terá peito para defender o governo Temer? Uma pesquisa do Ibope feita entre 9 e 17 de dezembro nas dez maiores capitais do Brasil, com usuários de internet das classes A, B e C revela que Temer será um fardo de uma tonelada para se carregar: 90% disseram que não votariam num “candidato que defenda o governo Temer” (5% responderam que “sim”).

Em relação à corrupção, o eleitorado confirma um poderoso mau humor com o governo: 42% e 44% avaliam que o nível de corrupção do governo Temer é igual ou maior do que o registrado nos governos Lula e Dilma. Magros 8% dos entrevistados consideram que hoje a roubalheira diminuiu.

Eleições 2018: Cada um por si…

2018 entra na terceira semana com peças relevantes do tabuleiro da eleição presidencial movimentando-se circunstancialmente, cada qual no seu contexto.

O ex-presidente Lula vai para a reta final de preparação do julgamento que deve nortear o destino político do petista e o do cenário eleitoral.

O que será de Lula e do PT na disputa em outubro dependerá decerto do placar a ser proferido pelos desembargadores do TRF-4 no dia 24.

No outro extremo, Jair Bolsonaro cambaleia após a recente série de reportagens da Folha que revelou seu patrimônio, o uso de auxílio-moradia mesmo com imóvel próprio em Brasília, e o emprego, com verba da Câmara, de uma servidora fantasma que vende açaí em Angra dos Reis.

Ao ser inquirido pelos repórteres Camila Mattoso e Italo Nogueira, Bolsonaro reforçou, sem explicar o que parece ser inexplicável, a imagem de um político descontrolado, sem noção e grosseiro quando confrontado.

A campanha nem começou de fato e o deputado sabe que carregará no percurso até as urnas o carimbo de quem multiplicou o patrimônio às custas da política e adotou práticas reprováveis com o dinheiro público.

Se Lula e Bolsonaro dão a largada de 2018 preocupados em limpar a própria barra nos campos da honestidade e da moral, possíveis nomes de “centro-direita”, que poderiam aproveitar o desgaste da dupla acima para arrebanhar votos, optam pela estratégia do “cada um por si”.

Henrique Meirelles começa a se dar conta de que somente ele acredita na hipótese de sua candidatura. O seu partido, o PSD, finge acreditar.

O DEM força um ambiente favorável a Rodrigo Maia, que tem peso político, porém carece de potencial de voto, algo básico para estar no páreo.

Alckmin tem a preferência velada de Michel Temer para ser o candidato de centro e do governo. Seu problema – e maior desafio no curto prazo – é decolar e convencer caciques do próprio PSDB – entre eles FHC – de que pode se viabilizar para tanto.

Folha de São Paulo

Michel Temer prefere Alckmin e não apoia candidaturas de Meirelles e Rodrigo Maia…

Por Pedro do Coutto

Em entrevista a Eliane Cantanhede, manchete principal da edição de quinta-feira de O Estado de São Paulo, o presidente Michel Temer manifestou preferência à candidatura de Geraldo Alckmin e, ao mesmo tempo, não deu força às pretensões de Henrique Meirelles e Rodrigo Maia à sucessão presidencial de outubro deste ano. O Presidente da República afirmou que prefere que Henrique Meirelles permaneça no Ministério da Fazenda até o final de seu governo. E que Rodrigo Maia dispute a reeleição e também se candidate a novo mandato de Presidente da Câmara Federal.

A entrevista ocorreu num almoço no Palácio do Planalto para o qual convidou a jornalista. Focalizou vários temas, incluindo o projeto de reforma da Previdência Social. Eliane Cantanhede também destacou trechos da conversa com Temer no jornal da Globonews, noite de quarta-feira, do programa conduzido por Sérgio Aguiar.

Continua…

Para Planalto, a Globo atua para colocar Luciano Huck como agente político…

Siga os sinais Integrantes do Planalto viram na participação de Luciano Huck no “Domingão do Faustão” um movimento da Globo. Aliados de Michel Temer dizem que o fato em si é um gesto político e que seria ingênuo acreditar que a direção da emissora não deu aval à programação. A análise é feita sem censura, mas em tom realista. Para os governistas, “do ponto de vista do marketing, a apresentação dele como agente político ali foi muito melhor do que em qualquer programa partidário”.

Tela em branco A repercussão do programa que foi ao ar no domingo (7) fez a TV Globo emitir uma nota na qual reafirma que quadros da emissora que eventualmente forem disputar a eleição são proibidos de aparecer em sua programação.

Tela em branco 2 “A TV Globo reitera que não apoia qualquer candidato e que se limitará a realizar a cobertura jornalística das eleições de 2018, seguindo as regras de seus princípios editoriais”, diz o texto da empresa.

Curva ascendente A argumentação não convenceu o universo político. Auxiliares de Temer apostam, inclusive, que o impacto social da entrevista com Huck será apontado com clareza nas próximas pesquisas de intenção de voto para o Planalto.

Frio e calculado Duas frases de efeito usadas por Huck no programa do Faustão foram publicadas nas redes sociais do Agora!, grupo encabeçado por ele: “Não existe salvador da pátria na política” e “Construímos muitos muros e poucas pontes”.

Painel – Folha de São Paulo

De olho nas eleições, mais 14 ministros devem desembarcar do governo Temer…

Por Felipe Frazão / Estadão

Após três trocas em menos de um mês, o presidente Michel Temer terá de mudar pelo menos mais 14 ministros até abril, quando termina o prazo para candidatos se afastarem de cargos públicos. Desse total, dez já disseram que pretendem se candidatar e três afirmam que vão decidir até o prazo final. “O cargo sempre é do presidente, mas pretendo ficar até o fim do prazo legal”, disse o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT), candidato à reeleição no Senado.

Também estão de saída do governo até abril Ricardo Barros (PP-PR), da Saúde; Osmar Terra (MDB-RS), do Desenvolvimento Social; Sarney Filho (PV-MA), do Meio Ambiente; Leonardo Picciani (MDB-RJ), do Esporte; Marx Beltrão (MDB-AL), do Turismo; Maurício Quintella Lessa (PR-AL), dos Transportes; Fernando Coelho Filho (sem partido-PE), de Minas e Energia; Aloysio Nunes (PSDB-SP), do Itamaraty; e Mendonça Filho (DEM-PE), da Educação. Também sairá a nova ministra Cristiane Brasil (PTB-RJ), que será candidata à reeleição.

“Fico no cargo o tempo que o presidente determinar. Mas a data limite é dia 7 (de abril), o prazo que a lei impõe.” O Planalto descarta promover uma reforma de uma só vez, como chegou a ser cogitado no fim do ano. Tanto o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) como Moreira Franco (Secretaria-Geral) afirmam agora que a reforma será paulatina. A Presidência quer deixar os Ministérios nas mãos dos mesmos partidos para evitar problemas em votações importantes, como a da Previdência.

DANÇA DAS CADEIRAS – Nos últimos dois meses, Temer trocou titulares de quatro pastas. No Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB-RS) cedeu lugar a Cristiane Brasil (PTB-RJ). Nas Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE) foi substituído por Alexandre Baldy (sem partido-GO). Na Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy (PSDB-BA) deu lugar a Carlos Marun (MDB-MS). Um dos presidenciáveis que podem ter apoio do Planalto, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), repetiu nesta quinta-feira que avaliará uma candidatura apenas em abril.

Bolsonaro será candidato pelo PSL, afirma presidente do partido…

O presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE), afirmou que foi “firmado um acordo com o presidenciável Jair Bolsonaro” e que ele será candidato do partido à Presidência da República. Uma nota será divulgada em breve com detalhes do acordo. Procurado o deputado Jair Bolsonaro não se manifestou.

O encontro confirmou a disposição de Bivar em “ceder” a legenda para Bolsonaro. “Existem mais semelhanças do que diferenças entre Bolsonaro e o nosso pensamento liberal. É um orgulho tê-lo ao nosso lado”.

Integrantes do Livres, grupo que atuava dentro do PSL e repudiava a presença de Bolsonaro, por considerá-lo um candidato fisiológico e conservador demais, deve anunciar a desfiliação em massa até a próxima segunda-feira.

O presidente do PEN/Patriota, Adilson Barroso afirmou que ainda não recebeu um telefonema de Bolsonaro confirmando a desistência de se candidatar pelo Patriota. “Se isso for confirmado, sei que Deus guardará o melhor para nós. Bolsonaro sabe que no meu partido ele tinha 100% de chances de ser eleito Presidente da República”, completou. (Agência Estado) 

Confira as principais datas do calendário eleitoral das Eleições 2018…

Prestação de contas

A primeira parcial da prestação de contas, constando o registro da movimentação financeira ou estimável em dinheiro ocorrida desde o início da campanha até o dia 8 de setembro, deverá ser enviada à Justiça Eleitoral a partir do dia 9 de setembro.

Julgamento de registros

A Justiça Eleitoral terá até o dia 17 de setembro para julgar todos os pedidos de registro de candidatos que vão concorrer ao pleito de 2018. Nessa data também termina o prazo para instalação da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica, bem como para os TREs informarem, em edital e mediante divulgação nos respectivos sites na Internet, o local onde será realizada a auditoria da votação eletrônica.

Prisões

A partir de 22 de setembro, nenhum candidato poderá ser detido ou preso, salvo em flagrante delito. O mesmo vale para o eleitor a partir do dia 2 de outubro, acrescido de exceção por sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto.

Debates e comícios

Os debates no rádio e na televisão só poderão ser realizados até 4 de outubro, admitida a extensão do debate cuja transmissão se inicie nesta data e se estenda até as 7 horas do dia 5.

No dia 4 também termina a propaganda política mediante reuniões públicas ou promoção de comícios, com exceção dos que forem encerramento de campanha, que poderão ser prorrogados por mais duas horas.

Material gráfico e carreata

Um dia antes do pleito, 6 de outubro, é a data-limite para que seja feita a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos.

A véspera do pleito também é o último dia para o TSE divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, via emissoras de rádio e de televisão, podendo ceder parte desse tempo para utilização dos TREs. A íntegra do calendário eleitoral estará disponível no portal do TSE logo após sua publicação no Diário de Justiça. (TSE)

Marília Arraes visita João Alfredo para prestigiar posse do diretório local do PT…

Tato Mendes e Marília Arraes (facebook)

A vereadora recifense e pré-candidata a governadora do Estado, Marília Arraes (PT), visitará o município de João Alfredo no dia 21 de janeiro, a partir das 10h, para acompanhar a posse do membros do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT), que acontecerá em um salão no Centro. A petista vem em perenigração pelas regiões pernambucanas, buscando popularizar o nome em áreas mais distantes da capital. Mesmo carregando um sobrenome (Arraes) muito conhecido entre as classes mais pobres, a vereadora não tem perdido tempo quando o assunto é eleições 2018. 

Em João Alfredo, o universitário Tato Mendes assumirá o comando da sigla, tendo como vice Gaby Luz. A diretoria ainda é composta por Fernando Cabral (tesoureiro), Érica Palmeira (secretária), Gabriel Moura e Josefa Maria (membros). O vereador carpinense e pré-candidato a deputado estadual, Diogo Prado (PCdoB), também é aguardado no evento. Ele fechou acordo com o PT local para as eleições deste ano. A prefeita de Calumbi, Sandra da Farmácia, e o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, são nomes cogitados na caravana de Marília.  (Blog do Agreste)

Ometto: “Alckmin tem qualidades para assumir o país”…

Estadão Conteúdo

A seguir, trechos da entrevista.

O que esperar do último ano do governo de Michel Temer?

Espero que ele continue o trabalho que está fazendo e aprove as reformas, que são necessárias. Tem a da Previdência, que é fundamental, além das reformas política e tributária, que ele ainda nem começou. Ele também tem de liderar o MDB na transição política do País nas próximas eleições.

Temer tem capital político para tocar a reforma da Previdência?

Sim. Acho que o forte de Temer é capacidade de gestão e o relacionamento com a classe política. Eu não vejo ninguém hoje no Brasil com cacife político e com compreensão de como é o comportamento político de cada um individualmente e no conjunto como ele.

Ele perdeu a oportunidade de aprovar a reforma em dezembro. Temer continua sendo a pessoa capaz de conduzir as mudanças?

Continua, sim. Ninguém é melhor do que ele para fazer as reformas neste momento. Naquele episódio de maio de 2017 (a delação dos irmãos Batista), esqueceram das reformas. Criou-se uma obsessão em tirá-lo da presidência. Não estou defendendo. Sou engenheiro e empresário, sou pragmático. Então, quando se falava de ‘Fora, Temer’, ninguém pensou no que estava em jogo se ele realmente saísse. Essas reformas poderiam ter sido aprovadas antes.

Continua…

Jarbas ou Fernando?…

Ansiedade é pouco para definir o  clima no estado, com todos à espera da decisão sobre quem terá o controle do PMDB de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos ou Fernando Bezerra Coelho. Essa decisão vai mudar a cena política com desdobramentos que vão interferir no resultado das eleições de outubro, quando será eleito o novo governador. 

O retorno 
Até abril voltam para casa os suplentes de deputado federal Luciano Bivar (PSL), Cadoca (sem partido), Ninho (PSB), Creuza Aragão (PSB) e Fernando Monteiro (PP). Os titulares Kaio Maniçoba (PMDB), Felipe Carreras (PSB) e Sebastião Oliveira (PR), secretários estaduais, e os ministros Fernando Filho (sem partido) e Mendonça Filho (DEM) vão se desincompatibilizar para concorrer às eleições e reassumem seus mandatos na Câmara dos Deputados. (Marisa Gibson, hoje na coluna DIARIO POLÍTICO)

Eleição presidencial do próximo ano é imprevisível…

Cristiana Lobo – G1

2018. Ano par, ano de eleições. Depois de uma disputa acirrada em 2014 em que a vencedora, meses depois, acabou afastada do cargo por um impeachment e o derrotado, aquele que surpreendeu e quase venceu, foi parar na lista de políticos mais desgastados do país por seu envolvimento em escândalos que marcaram 2017, uma aposta certeira é que a disputa presidencial do ano que vem será imprevisível e, provavelmente com muitos postulantes, como a de 1989, que teve 29 candidatos.

Até aqui, não se sabe qual o aprendizado tirou o eleitor brasileiro das últimas crises. E foram muitas – crise ética, de representatividade, de legitimidade, política, econômica, para citar algumas…

Muito se ouve falar em “não votar em quem tem mandato”. Uma coisa está clara: há rejeição, sim, dos políticos que foram citados na Operação Lava-Jato e também dos partidos políticos. Mas até que ponto?

O ex-presidente Lula é citado, aliás, já está condenado em primeira instância, mas sustenta sua pré-candidatura na força de seu partido, mas também, nos índices crescentes das primeiras pesquisas. Mas antes disso, é verdade, porém, que ele tem um encontro marcado com a Justiça. No dia 24 de janeiro, o TRF da 4ª Região, em Porto Alegre, vai julgar a condenação de 9 anos e seis meses aplicada a Lula pelo juiz Sérgio Moro. Se confirmada a condenação, ele poderá ficar fora da disputa eleitoral, por incorrer na Lei da Ficha Limpa, uma das poucas leis brasileiras que existem por iniciativa popular.

Ao longo de seis eleições, houve no Brasil a polarização entre PT e PSDB nas disputas presidenciais. As duas primeiras deram vitória ao PSDB; as quatro últimas, ao PT, apesar do desgaste provocado pelo mensalão e agora pela Lava-Jato que atingiu também o PSDB e outros partidos. Não se sabe como será 2018.

Até aqui, a polarização tem sido outra: a dos extremos – de um lado Lula, representando a esquerda; e de outro, Jair Bolsonaro, que sequer decidiu qual partido vai levar sua candidatura, mas se coloca como candidato de direita e conservador nos costumes. Os dois extremos se alimentam. O PSDB deve ter Geraldo Alckmin como candidato à Presidência, mas já em zona de perigo com as recentes denúncias de empreiteiras de acordos entre empresas e entes públicos para execução de obras do metrô da Capital.

Por tudo isso, a grande aposta para 2018 é a eleição presidencial de outubro. Qual a mensagem dos candidatos vai definir o voto dos brasileiros? Será a promessa de reunificação do país, a agenda das reformas ou as promessas de recuperação da economia?

De qualquer maneira, o que se espera é uma eleição limpa e a escolha de um líder que possa responder às necessidades do país – desde a pacificação da sociedade à recuperação da economia e o emprego.

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