Estudantes têm até quarta-feira para pagar inscrição no Enem…

Após o término das inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), às 23h59 dessa sexta-feira (18), os estudantes têm até a próxima quarta-feira (23) para pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU). Leia mais »

Com fortuna avaliada em R$ 1,3 bilhão, Flávio Rocha avisa que não precisará de dinheiro do fundo público…

O presidenciável Flávio Rocha (PRB), dono da Riachuelo, é outro pronto para abrir suas vultosas contas pessoais para bancar a campanha. Detentor de uma fortuna avaliada em R$ 1,3 bilhão, ele já avisou Leia mais »

Um Senado comprometido…

ISTOÉ – Tábata Viapina Quase 70% dos senadores estão sendo investigados pela Justiça. As acusações vão do recebimento de propina à violência contra mulheres. É o exemplo mais bem acabado da falência Leia mais »

PT vai à briga se TSE vetar candidatura de Lula…

Diante das informações de que ministros do TSE buscam uma forma de rejeitar a inscrição de Lula na corrida presidencial de ofício, sem dar margem para discussão, a direção do PT começou a levantar Leia mais »

Negociação não anda: Paulo Câmara, PT, PSB e Marília…

Coluna do Estadão – Andreza Matais A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, quer condicionar o apoio do PT à candidatura à reeleição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), à defesa do Leia mais »

Category Archives: Política

Com fortuna avaliada em R$ 1,3 bilhão, Flávio Rocha avisa que não precisará de dinheiro do fundo público…

O presidenciável Flávio Rocha (PRB), dono da Riachuelo, é outro pronto para abrir suas vultosas contas pessoais para bancar a campanha. Detentor de uma fortuna avaliada em R$ 1,3 bilhão, ele já avisou que não precisará de dinheiro do fundo público.

— Ele externou que pode custear a campanha. Quando me perguntou quanto podia gastar, respondi que seria o teto que já está estabelecido pela lei. E aí já não se falou mais no assunto. Estava decidido — contou ao GLOBO o presidente do PRB, Marcos Pereira. Outro nome em cogitação para compor uma aliança eleitoral como vice, Flávio Rocha rechaça a hipótese:

— Não tenho vocação para ser vice, tenho certeza de que ainda vou crescer.

Apesar disso, o PRB já iniciou conversas com lideranças de outros partidos visando à campanha presidencial. Caso não decole nas pesquisas até julho, Flávio Rocha pode entrar numa composição como vice de outro candidato de centro.

— Tem uma brincadeira que diz que vice que tem tempo de TV vale. Se não, tem que ter voto ou tem que ter dinheiro — resume o ex-ministro Helder Barbalho, que tentará se eleger governador do Pará.

BRUNO GÓES / CATARINA ALENCASTRO – O Globo

Um Senado comprometido…

ISTOÉ – Tábata Viapina

Quase 70% dos senadores estão sendo investigados pela Justiça. As acusações vão do recebimento de propina à violência contra mulheres. É o exemplo mais bem acabado da falência política é desalentador. O Senado brasileiro virou a síntese da decadência da política.

Levantamento feito por ISTOÉ revela que 69% dos 81 senadores possuem alguma pendência judicial. Os números mostram que 56 estão encrencados com a Justiça. Os crimes envolvendo os parlamentares da Câmara Alta são de fazer inveja aos ocupantes de qualquer penitenciária brasileira. Há casos de violência contra a mulher, ocultação de bens, peculato, crimes contra a fé pública, ocupação ilegal de apartamentos funcionais, crimes eleitorais, enriquecimento ilícito, corrupção, lavagem de dinheiro, além de muitos inquéritos derivados das delações premiadas da Odebrecht.

O delito preferido dos senadores, no entanto, é a corrupção ou atos de improbidade administrativa: 49 deles respondem por crimes dessa natureza. A maioria, no entanto, se esconde atrás do foro privilegiado e os processos abertos para que possam ser julgados e condenados caminham a passos de cágado.

Desse cenário lamentável, porém, sobressai um dado positivo: os resultados da Operação Lava Jato no processo de saneamento da política brasileira. Afinal, houve um aumento significativo no número de senadores investigados após a deflagração da operação pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. Seis senadores, inclusive, já se tornaram réus no Supremo Tribunal Federal: Aécio Neves (PSDB-MG), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fernando Collor (PTC-AL), José Agripino Maia (DEM-RN), Romero Jucá (MDB-RR), Renan Calheiros (MDB-AL) e Valdir Raupp (MDB-RO). Collor foi denunciado por propinas de R$ 26 milhões desviadas da BR Distribuidora. Gleisi, Agripino, Jucá e Raupp se tornaram réus por repasses ilícitos de empreiteiras para suas campanhas eleitorais. Jucá também é investigado em outros 12 procedimentos. Agripino, por propinas na construção da Arena de Dunas, estádio de Natal da Copa do Mundo de 2014. Já Aécio foi acusado por pedir R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, em março de 2017. O tucano é alvo de mais nove inquéritos, que vão desde propinas para campanhas até fraude na licitação da cidade administrativa de Minas Gerais.

Nem o presidente escapa

A Lava Jato também levou o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a ser investigado no STF. Delatores da Odebrecht revelaram repasses de R$ 2 milhões a ele. O ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas Nelson Mello, também em delação premiada, detalhou pagamentos de R$ 5 milhões em despesas de empresas que prestavam serviços à campanha de Eunício em 2014.

Leia reportagem na íntega clicando ao lado:  Um Senado comprometido – ISTOÉ Independente

PT vai à briga se TSE vetar candidatura de Lula…

Diante das informações de que ministros do TSE buscam uma forma de rejeitar a inscrição de Lula na corrida presidencial de ofício, sem dar margem para discussão, a direção do PT começou a levantar casos de candidatos que disputaram eleições com registros indeferidos e depois, escolhidos pelo voto, reverteram a inelegibilidade.

O estudo, conduzido pelo advogado Luiz Fernando Pereira, usa dados a partir de 2002 e vai sustentar a ofensiva retórica do partido nas ruas e nos tribunais.

PT sabe que será difícil encontrar apoio à causa, especialmente porque o ministro Luiz Fux, que estará no comando do Tribunal Superior Eleitoral em agosto, quando haverá o registro de candidaturas, já deu declarações que indicam posição contrária à inscrição de Lula.

Pereira sustenta tese segundo a qual o que existe hoje em relação ao ex-presidente é uma inelegibilidade provisória.

Com base no material colhido pelo advogado, o partido produzirá campanhas com o mote “Lula será exceção à regra?”.

Já o documento “Encontro com o Futuro”, que o MDB apresentará na terça (22), dedica capítulo ao Nordeste. O texto destacará propostas de valorização da economia e de políticas sociais para a região. (Daniela Lima – Folha de S.Paulo)

Negociação não anda: Paulo Câmara, PT, PSB e Marília…

Coluna do Estadão – Andreza Matais

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, quer condicionar o apoio do PT à candidatura à reeleição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), à defesa do indulto para Lula.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, respondeu a Gleisi que não poderá atender à exigência porque o partido tem muitas alas.

Desesperado pelo apoio dos petistas, Paulo Câmara disse que ele topa adotar a bandeira.

O governador pernambucano já tentou até visitar Lula na prisão. Ele quer que o PT desista de lançar Marília Arraes na disputa ao governo. Recebeu do mineiro Fernando Pimentel (PT) promessa de que ela será inviabilizada na convenção.

Enquanto isso, a sogra de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e uma empresa da qual ela é sócia repassaram R$ 252,7 mil para a SM Terraplenagem, firma ligada a Adir Assad, usada para lavar dinheiro do petrolão.

Os dados são do MPF, que levantou a movimentação da SM de 2007 a 2013. Maria Teresa de Abreu Moreira (a sogra) é vinculada a R$ 109,6 mil; a Geobase Construção e Pavimentação, a R$ 143 mil.

Procurados, Maria Teresa, a Geobase e a defesa de Adir Assad não se manifestaram.

Questionamento sobre força de Alckmin cresce no PSDB…

O presidenciável Geraldo Alckmin enfrenta o momento mais difícil de sua pré-campanha, com crescente questionamento interno no PSDB sobre a viabilidade de sua postulação.

Se as dúvidas são colocadas publicamente por antigos aliados como o DEM, elas agora agitam o caldeirão tucano de rumores. Mas parece questão de tempo até algum peessedebista externar o que se diz reservadamente entre apoiadores e céticos da candidatura Alckmin: ele vai até o fim?

O próprio ex-governador paulista já deu uma resposta prévia em eventos nesta semana, dizendo que as avaliações são precipitadas.

Alckmin afirma que a campanha de fato só começará quando se iniciar o horário gratuito de TV, em agosto.

O estopim aparente da manifestação foi a pesquisa CNT/MDA que mostrava um retraimento nas suas intenções de voto de quase 10% para 5%.

Reunião nesta semana examinou uma grande pesquisa qualitativa apontando que o eleitor médio identifica o tucano com a política tradicional que hoje é encarnada no poder por Michel Temer (MDB), ou seja, altamente impopular.

O debate sobre como mudar isso é inconclusivo, não menos porque Alckmin mantém sua posição de “jogar parado”.

Alguns aliados na cúpula tucana pregam a adoção de um figurino mais agressivo.

Polemizar com o nome que lhe tira votos à direita, Jair Bolsonaro (PSL), é uma opção, mas isso teria de ser feito de forma a não alienar todo o eleitorado do deputado.

Continua…

Se PP, PR e PSC forem para Armando, o quadro eleitoral muda de figura …

No quadro que está se desenhando para a eleição em Pernambuco, o governador Paulo Câmara contaria com o apoio do PT e do MDB, onde o petistas indicariam Humberto Costa e os emedebistas indicariam Jarbas Vasconcelos para o Senado. A vaga de vice, se depender do desejo da cúpula palaciana poderia ser destinada a Maurício Rands, homem de confiança de Renata Campos e de Paulo Câmara.

Neste quadro, partidos representativos como PP de Eduardo da Fonte, PR de Sebastião Oliveira e PSC de André Ferreira seriam preteridos da Frente Popular, o que poderia permitir que todos três trilhem um novo caminho. Em se confirmando a saída deles, também poderia haver uma debandada  em relação ao Solidariedade, que está com Paulo Câmara mas há uma forte relação de Augusto Coutinho com Mendonça Filho que são cunhados. A chegada do PT poderia ser um pretexto para que o Solidariedade marche com Armando Monteiro. Nos bastidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco, já há quem aposte que André Ferreira estará no palanque de Armando Monteiro para ser candidato a senador.

Esses movimentos de quatro partidos da Frente Popular, em se confirmando, podem dar uma nova roupagem ao processo eleitoral, pois já há quem diga que um novo governo por si só seria bom para todos os partidos que ameaçam debandar, uma vez que o valor deles para Armando Monteiro é muito maior do que num segundo governo de Paulo Câmara.

Se o Palácio achava que retirando a candidatura de Marília Arraes ao atrair o PT estava resolvendo seus problemas, mal sabia que eles estavam apenas começando, porque se não tiver jogo de cintura, Paulo Câmara poderá perder de um vez só Augusto Coutinho, Sebastião Oliveira, Eduardo da Fonte, Anderson Ferreira, André Ferreira e Guilherme Uchoa, que juntos possuem o poder de definir a eleição aonde estiverem.(por  Edmar Lyra)

Marília lança críticas a Paulo Câmara, nas vésperas do ato em defesa da sua candidatura…

Na véspera do ato em defesa da candidatura presidencial do ex-presidente Lula e da sua postulação a governadora pelo PT, a vereadora do Recife, Marília Arraes, aumentou o tom contra o governador Paulo Câmara (PSB). Enquanto o socialista trabalha para viabilizar o ingresso dos petistas na sua chapa majoritária, a parlamentar acusou o gestor de ser “fraco politicamente para conduzir o PSB para uma aliança como essa”.

Em um vídeo, reproduzido na internet, Marília criticou a aproximação entre o PSB e o PT, que pode minar seus planos eleitorais. Para ela, o governador “não é forte o suficiente, pelo contrário, é muito fraco para conduzir o PSB para uma aliança como essa”, colocou a vereadora.

A plenária em apoio à pré-candidatura da petista, programada para este domingo (20), será realizada no Clube Internacional do Recife. O evento , que terá início às 10h, contará com a participação de personalidades como o ator, diretor, produtor, autor e militante político Sérgio Mamberti. Também participarão lideranças sindicais (rurais e urbanas), parlamentares, dirigentes partidários (PT), militantes e representantes de entidades ligadas às áreas de Saúde, Educação, Cultura, Direitos Humanos, entre outros.(Blog da Folha)

Petista diz que Marília também usa o partido …

Com o quadro se afunilando para o desfecho das candidaturas ao governo de Pernambuco, e a dúvida quanto ao destino do PT na eleição, muita gente faz conjecturas considerando o histórico do partido e a situação envolvendo Marília Arraes, que tomou uma dimensão eleitoral e política que poderá ser determinante para saber quem será o vitorioso nas eleições deste ano pelo Palácio do Campo das Princesas.

Um petista em reserva, ao avaliar a tese de que Humberto Costa teria usado Marília Arraes para atrair a aliança com o PSB, faz algumas ponderações que contrapõem esta tese. A primeira delas é que em 2014 quando rompeu com Eduardo Campos somente porque o ex-governador negou legenda para sua candidatura a federal, Marília Arraes aproximou-se de Armando Monteiro, subindo em seu palanque e chegando a cogitar filiar-se ao PTB. Mas a situação não para por aí.

Este mesmo petista lembra que Marília Arraes ficou calada quando Eduardo Campos aliou-se a Jarbas Vasconcelos em 2012. Naquela época, ela silenciou para a aliança entre Jarbas e Eduardo e foi candidata na coligação liderada por Geraldo Julio. Portanto, a aliança com Jarbas que ela combateu em 2014 já havia sido feita dois anos antes, o que ele considera oportunismo eleitoral.

Na avaliação dele, Marília Arraes teve uma experiência no executivo que foi completamente desastrosa, quando foi secretária de Juventude do Recife e não deixou saudades na sua curtíssima passagem pela pasta. Ele questiona, que se Marília foi incapaz de ser secretária municipal de uma pasta irrelevante, como teria condições de governar Pernambuco?

Por fim, ele lembra que na conta nacional, que é onde realmente será decidido o destino do PT, o senador Humberto Costa é muito mais relevante do que Marília, uma vez que tem três décadas de militância no partido e hoje é considerado um dos expoentes da legenda. Isso, consequentemente, dá a Humberto a prevalência para ser novamente candidato a senador em vez de Marília a governadora. Ele encerra a sua avaliação afirmando que Marília está sendo oportunista querendo surfar na popularidade de Lula em Pernambuco, e coloca seus projetos pessoais a frente de toda a história do partido, tendo sido inclusive a grande responsável pela saída de João Paulo do PT. “Sem Lula e sem a força do PT, Marília seria a mesma vereadora pouco relevante e sem projetos, como sempre foi”, encerra. (Edmar Lyra)

PSDB ainda pode ocupar vaga do Senado, mas vai esticar prazo…

Blog da Folha

Com o anúncio da chapa das oposições previsto para o dia 28, as próximas definições do grupo estão concentradas no deputado federal Bruno Araújo. Presidente estadual do PSDB, dará a palavra final sobre a forma como o tucanato estará representado na majoritária – se no Senado ou na vice. Entre os tucanos, no entanto, admite-se que atrair André Ferreira para disputar a Casa Alta seria agregar um partido a mais ao bloco, o que é visto com bons olhos. Nos cálculos que embasam os estudos, avalia-se que, caso se desenhe uma eleição dura, a lógica seria que cada lado da disputa fizesse um senador. Faz-se ainda uma conta de que Bruno Araújo e Mendonça Filho são dois nomes do Estado atuantes na Câmara Federal e lançar os dois no jogo poderia ser uma aposta alta demais.

No caso de Mendonça, entram na matemática eleitoral dos aliados, o recall que ele tem de eleições para governador do Estado e prefeito do Recife e um dado, segundo o qual, para o Senado, não vale a tese da renovação. “Tem que ser sênior”, realça um integrante das oposições sobre o perfil esperado pelo eleitorado. Há uma tendência de que o PSDB indique a vice, mas eventual fato novo no processo pode fazer a sigla refluir e decidir ocupar a vaga do Senado. O dirigente do PSDB ainda abrirá debate interno sobre o tema. Trabalha com todas as alternativas, como os nomes dos ex-governadores João Lyra e Joaquim Francisco, além do ex-prefeito Elias Gomes, do deputado Betinho Gomes, da deputada Terezinha Nunes, além do vereador André Régis e do ex-deputado Guilherme Coelho, cujas chances, segundo tucanos, são “razoáveis”. Bruno conta com prazo e pode chegar ao dia 28 sem ter ainda encerrado o debate no PSDB sobre o assunto, devendo esperar até os 45 minutos do segundo tempo para resolver.

Bolsonaro: fuzis para agricultores; Alckmin, tratores…

Maria Lima – O Globo

Em um duelo para conquistar produtores do Cerrado em uma feira de tecnologia, agricultura familiar e cooperativas do Programa de Assentamento do Distrito Federal, no entorno de Brasília, o pré- candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, prometeu distribuir fuzis para cada produtor rural e, em resposta, o ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB, que chegou minutos depois, disse que, se eleito, em vez de fuzis, distribuirá tratores. Bolsonaro chegou primeiro ao evento, mas foi Alckmin quem mais tempo gastou na visita aos stands e em reuniões com os produtores que hoje têm uma preocupação mais urgente: derrubar a cobrança de valores retroativos do passivo do Funrural, que pode chegar a R$17 bilhões.

— No que depender de mim, o produtor rural vai ter um fuzil em sua propriedade. Isso não é ser radical. Eu seria inconsequente e irresponsável de deixar o homem do campo desarmado e a mercê do MST e outras bandidagens — disse Bolsonaro.

O deputado defendeu a tipificação das ações do MST como terrorismo e prometeu continuar fazendo a reforma agrária para a agricultura familiar, mas informou que não vai tolerar invasões de propriedades para forçar desapropriação. Bolsonaro disse ainda que o agronegócio vive uma crise de segurança e por isso tem uma boa aceitação no setor. Segundo o deputado, o fato de ele ser capitão do Exército também ajuda.

O tucano contestou o adversário:

— O Bolsonaro disse que vai distribuir fuzis. Eu vou distribuir é trator. O que o produtor rural precisa é produzir e, para isso, não precisa de fuzis, mas de tratores — rebateu Alckmin ao chegar na feira.

Sobre alianças para a eleição de outubro, Bolsonaro zombou da formação de um bloco de centro para barrar sua candidatura — DEM, PP, PR, SD entre outros. Mas fez um aceno ao PR.

— Estão se unindo para levar um tiro só. Eles não me procuraram porque sabem que eu não vou conversar no escondidinho, no mato, com eles. Mas se o PR quiser compor comigo, me cedendo o Magno Malta, seria excepcional. Se depender de mim, ele será meu vice a partir de hoje — prometeu.

Sobre a disputa do PSDB com o PDT de Ciro Gomes para atrair os partidos do centro, Bolsonaro disse que está fora dessa disputa e está preparado para vencer todos:

— Estou preparado para entrar em campo e ser campeão. E quem entrar em campo a gente traça — disse, ao ser questionado se se sentia ameaçado por Ciro Gomes, que está herdando parte dos eleitores de Lula.

No final da visita, um grupo de militares fortemente armados pediu para tirar uma foto com Bolsonaro.

— Bora, façam cara de homem. Vamos subir aquela rampa ou não vamos? — disse aos militares do Batalhão Rural.

Alckmin atrasou sua agenda e chegou ao evento, propositalmente, após a saída de Bolsonaro.

— Se eu encontrasse o Alckmin aqui eu lhe desejaria boa sorte e poucos votos —disse Bolsonaro, rindo, ao som de gritos de “nosso presidente”.

Alckmim se reuniu com as lideranças rurais em uma sala e anotou uma a uma as reivindicações do setor: em primeiro lugar o pagamento do retroativo do Funrural e solução fundiária das concessões das terras onde trabalham há 40 anos por cessão do governo do Distrito Federal. Há um impasse entre os produtores, o Incra e o GDF sobre o preço de venda das terras.

— Contem conosco. Esse é o Brasil que dá certo. Precisamos fortalecer o empreendedorismo e o cooperativismo. E acima de tudo dar segurança jurídica — prometeu Alckmin.

Marília Arraes foi usada por Humberto Costa para atrair o PSB…

Na reta final das definições sobre as alianças políticas e o indicativo claro de que o PT rifará a candidatura de Marília Arraes para formalizar a aliança com Paulo Câmara, a situação fica mais clara de que desde o início, o senador Humberto Costa usou a pré-candidatura de Marília Arraes para atrair o PSB e garantir sua segurança eleitoral em 2018.

O senador Humberto Costa imaginava que os problemas pessoais envolvendo Marília e a cúpula do PSB seria uma forma de valorizar o seu passe para ser deputado federal na coligação da Frente Popular, mas não contabilizou que Marília seria um verdadeiro fenômeno nesta fase pré-eleitoral, o que naturalmente aumentaria o passe do PT para a equação eleitoral.

Hoje Humberto já não mais pensa em resolver sua eleição de deputado federal. A “mercadoria” Marília Arraes virou algo tão valioso que poderá representar a sua reeleição para o Senado na chapa de Paulo Câmara. Atrelado a isso, está o plano nacional, onde o PT e o PSB caminham para o entendimento em Minas Gerais e até mesmo na eleição presidencial.

No desfecho que está se desenhando, não há outra saída para o PT que não seja a rifada de Marília Arraes, cujo algoz é um velho conhecido do PT, que em 2012 pelo seu projeto pessoal implodiu João da Costa e acabou sendo implodido. Resta saber se, diferentemente de 2012 quando ficou em terceiro lugar para prefeito do Recife, o plano de Humberto terá um final feliz e ele conseguirá a reeleição para o Senado. (por Edmar Lyra)

Vereadores de Taquaritinga lutam por emancipação de Pão de Açúcar…

Líderes políticos da Dália da Serra, representando a bancada da situação e da oposição de Taquaritinga do Norte, estão cumprindo durante toda essa semana, uma extensa agenda de atividades na Capital Federal. 

Os parlamentares estão unidos, lutando para que a  PLP 137/2015, que dispõe sobre a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios, seja votada durante essa semana, como ressalta o vereador Professor Jurandi, que desde o início une forças nessa luta: “Essa é uma importante luta para o distrito de Pão de Açúcar, portanto, esperamos que possamos voltar para casa com boas notícias para o nosso povo… Sabemos que diante do seu importante crescimento nos últimos anos, o nosso distrito merece o direito de se emancipar”,  declarou o vereador. 

O líder da bancada de oposição, Claudinho de Tonton, esta fazendo parte da comitiva e também fala sobre a importância de somar forças na luta pela emancipação da Dália da Serra: 

“Eu, juntamente com os vereadores Hélio de Novo, Borges, Dé Cumaru e o ex-prefeito Jânio Arruda, estamos aqui somando forças pela emancipação de Pão de Açúcar… Na tarde de ontem, nos reunimos junto com todos os representantes de Taquaritinga, sob a coordenação do Deputado Federal André de Paula, com o líder do partido na casa, Domingos Neto, que reafirmou o compromisso de defender a inclusão do PLP 137/2015 na pauta dessa semana”, declarou o parlamentar. 

Os representantes do Poder Legislativo de Taquaritinga do Norte, ressaltaram ainda que junto com associações e federações do Brasil inteiro, vão continuar trabalhando  de forma insistente para a  aprovação do projeto e para que o presidente Temer  sancione.(Edmar Lyra)

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