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Category Archives: Política

Júnior de Dezim esclarece sua saída da chapa para a eleição da Câmara Municipal de João Alfredo…

Vereador Júnior de Dezim (PSD)

A propósito da matéria publicada neste blog acerca da movimentação em torno da eleição para a renovação da mesa diretora da Câmara Municipal de João Alfredo, biênio 2019/2020, o vereador Júnior de Dezim (PSD) informa que retirou o seu nome da cabeça da chapa inscrita no dia 6 de novembro passado em virtude de propiciar uma possível vantagem do seu substituto Keinho (PP), caso a votação termine empatada.

Pela Lei Orgânica Municipal, em caso de empate, será considerado vencedor o vereador mais idoso entre os disputantes. Neste caso, Keinho levaria vantagem em relação ao oponente Oim (PSB). “Se o vereador Erivaldo Vieira tivesse continuado em minha chapa, venceríamos o pleito tranquilamente. Mas como ele, por motivos particulares que eu respeito, resolveu retirar o seu nome, tive que me reunir com o restante do grupo visando encontrar a melhor alternativa, que, no caso, foi a minha substituição pelo companheiro Keinho (PP) e a inclusão da vereadora Joanna Amélia (PSB) no lugar do vereador Erivaldo na 1ª secretaria. Com humildade tomei esta atitude visando o melhor para a nossa chapa, e reafirmo o meu total apoio ao vereador Keinho e o restante dos companheiros”, pontuou Júnior de Dezim.

Eleição

A eleição para a renovação da Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Alfredo será realizada a partir das 9 horas da próxima quarta-feira (21), com duas chapas na concorrência, encabeçadas pelos vereadores Oim (PSB) e Keinho (PP). O detalhe é que ambas as chapas são compostas por vereadores da oposição e da situação à atual prefeita Maria Sebastiana (PSD). Só que o futuro presidente da CMJA, biênio 2019/2020, eleito na próxima quarta-feira, será de um dos grupos de oposição à atual mandatária municipal. 

Diogo Prado tem recurso negado e perde cadeira de vereador em Carpina…

O vereador carpinense Diogo Prado (PSC) teve recurso negado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) na manhã dessa quarta (14). O parlamentar, que teve o mandato cassado pelo TRE por infidelidade partidária, apresentou solicitação para continuar no cargo enquanto recorria da decisão. A Corte Eleitoral negou o pedido de forma unânime. Com isso, o parlamentar ficará fora do cargo enquanto recorre ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O pedido de cassação foi apresentado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), alegando que o vereador teria se desfilado antes do prazo regular. Diogo Prado foi o vereador mais votado em 2016, quando disputou o cargo pelo PCdoB. No primeiro semestre deste ano, ele saiu do partido e ingressou no Partido Social Cristão (PSC) para disputar uma cadeira de deputado estadual, ficando na suplência. Ele será substituído pelo suplente Marcinho do Pastel (PCdoB). A posse acontecerá na próxima segunda (19), às 10h, em solenidade na Câmara de Vereadores. (Blog do Agreste/Imagem | Divulgação)

Gleide Ângelo x Janaína Paschoal. Estudo compara desempenhos das urnas…

Gleide Ângelo

Um recorte do levantamento realizado pelo professor Maurício Romão, Ph.D em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostrou que o desempenho das urnas da deputada estadual eleita, Gleide Ângelo (PSB), quase conquista a melhor performance eleitoral entre os parlamentares estaduais do Brasil proporcionalmente.

Para considerar o critério da proporcionalidade, Maurício Romão levou em consideração o percentual de cada votação individual em relação ao total de votos válidos do pleito. “É o método apropriado de comparar votações, seja ao longo do tempo, seja entre estados numa mesma eleição. Ao longo do tempo porque de uma eleição para outra as variáveis demográficas (tamanho da população, faixa etária, etc.) e eleitorais (eleitorado, abstenção, votos nulos, etc.) se modificam. De um estado para outro numa mesma eleição porque suas populações e eleitorados são diferentes”, diz seu estudo.

Portanto, a delegada Gleide Ângelo, que obteve 412.636 votos, o equivalente a 9,15% dos votos válidos, tornou-se a mais bem votada da história no Estado. Quando comparada a perfomance da pernambucana à deputada estadual eleita por São Paulo, Janaína Paschoal (PSL), que teve 2.060.786 votos, obteve 9,88% dos votos válidos da eleição paulista, sendo considerada a mais bem votada do Brasil em todos os tempos, nominal e proporcionalmente.

Para desbancar Janaína, Gleide Ângelo necessitaria atingir marca dos 446 mil votos, ou seja, ela teria 33.364 votos a mais. 

Porém, vale continuar destacando o surpreendente desempenho de Gleide Ângelo em Pernambuco, que desbancou o deputado Cleiton Collins (PP), em 2014, com os 216.874 votos, ou 4,71% dos votos válidos (desbancando João Coelho que, em 1986, tivera 77.924 votos, na época, 4,31% dos votos válidos).

Janaína Paschoal

(Jairo Lima/Folha de Pernambuco)

 

Fôlego de gato: Renan rumo à presidência do Senado…

As idas e vindas da equipe de Jair Bolsonaro (PSL) acabaram fortalecendo o lobby em torno da candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência do Senado.

A articulação extrapolou as fileiras de seu partido e ganhou adesões de veteranos do PSD e do PSDB, por exemplo, além de nomes do Judiciário.

O favoritismo cresce à medida que as oscilações do grupo bolsonarista ampliam a sensação de que a próxima gestão será instável. Renan agora é vendido como o “anteparo de crises”. (Painel)

Câmara Municipal: OIM x KEINHO na disputa em João Alfredo…

O prazo para as inscrições de chapas para concorrerem à eleição para a renovação da Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Alfredo, biênio 2019/2020, foi encerrado às 13h desta terça-feira (13). O pleito está previsto para as 9h do dia 21 do corrente mês (quarta-feira), no Plenário Vereador Antônio Guilhermino dos Santos da CMJA. 

Houve considerável mudança no cenário anteriormente divulgado, pois os vereadores Júnior Dezim (PSD) e Erivaldo Vieira (PSB) desistiram de disputar o pleito pela chapa até então registrada, como presidente e 1º secretário, respectivamente. Mas a movimentação não parou por aí.

Vereador Oim (PSB)

Indiferente às defecções no grupo que estava inscrito, o vereador Oim (PSB) efetuou o registro de uma chapa encabeçada por ele (presidente) e os vereadores Adriano Santos (PSD) – 1º vice presidente, Alexandre Mendes (PTB) – 2º vice presidente, David Santos (PSD) – 1º secretário e Leide da Melancia (PSD)- 2ª secretária

Vereador Keinho (PP)

Já se aproximava o esgotamento do prazo regimental para inscrições, quando outra chapa foi inscrita em substituição à primeira, composta pelos vereadores Keinho (PP) – presidente, André Xavier (PSD) – 1º vice presidente, Jozivan Guedes (PP) – 2º vice presidente, Joanna Amélia (PSB) – 1ª secretária e Walque Dutra (PSD) – 2º secretário.  

Sendo uma peleja que tem a participação de apenas 13 eleitores, praticamente 1 voto será decisivo para a eleição do comandante do Poder Legislativo joãoalfredense, no biênio 2019/2020. Ambas as chapas cantam vitória, sendo que o vereador Keinho por ser mais idoso do que o vereador Oim leva a vantagem caso haja um empate. Desta forma, o corre corre em busca deste valioso voto é intenso.  (fotos arquivo)

Debate eleitoral ficou muito aquém do que o País precisa…

Acabamos de sair de uma eleição presidencial sem que os temas que afetam diretamente a vida do povo tenham sido discutidos com a profundidade que se esperava. Perdeu-se muito tempo com a mudança no Estatuto do Desarmamento, a redução da maioridade penal e se a democracia estaria ou não em jogo com a vitória de Jair Bolsonaro. Mas não se teve o cuidado de explicar didaticamente à população a necessidade da reforma previdenciária, da reforma tributária e de um novo acordo federativo que tire os estados e municípios da situação de penúria em que se encontram. Essa crise vai desembocar nas costas do contribuinte, que será chamado a pagar as contas do Rio Grande do Sul, do Rio Grande do Norte, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, para citar apenas esses quatro que se encontram quebrados do ponto de vista fiscal. Ou alguém admite que a União vai ficar assistindo, passivamente, três dos quatro mais importantes estados do país ficarem sem ter condições sequer de pagar a folha dos seus servidores? Fala-se que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende reunir-se em Brasília hoje com todos os 27 governadores para discutir a dívida dos seus estados, que já foi renegociada em 2016 pelo governo Dilma Rousseff. Mas pelo menos os do Nordeste não pretendem comparecer por enxergar caráter “político” no encontro, e não “institucional-administrativo”. O fato é que vamos começar 2019 com mais da metade dos governadores extrapolando o limite de gastos com a folha de pessoal e sem saber quando e se receberão ajuda para superação desse problema. (Inaldo Sampaio)

Bolsonaro joga a joga toalha: Previdência só em 2019…

Reuters

O presidente eleito Jair Bolsonaro reconheceu que dificilmente a reforma da Previdência será aprovada neste ano, após conversar nesta segunda-feira com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na última sexta-feira (9), em transmissão pelo Facebook, o presidente eleito Bolsonaro havia “detonado” com a articulação de Guedes para a reforma, dizendo ser “absurdo” aumentar a contribuição previdenciária dos servidores públicos.O  que é um dos pontos principais da reforma defendida por seus assessores;

Técnicos do Congresso haviam enviado a Michel Temer sugestão com o objetivo de aumentar a alíquota de contribuição de servidores para até 22% e mudança na regra de cálculo dos benefícios do INSS que exige 40 anos para ter acesso ao valor máximo da aposentadoria.

Paulo Guedes tem dito que a reforma da Previdência é chave para o sucesso do governo Bilsonaro.

Bolsonaro vai nesta semana no número de ministérios…

Ainda segundo Onyx Lorenzoni, o presidente eleito pretende avançar nesta semana na definição do número de ministérios e nos nomes dos futuros ministros.

Além de Onyx, outros cinco ministros já foram anunciados:

  • Paulo Guedes (Economia);

  • Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública);

  • Augusto Heleno (Segurança Institucional);

  • Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia);

  • Tereza Cristina (Agricultura).

  • Atualmente existem 29 ministérios, mas Bolsonaro já informou que pretende ter no máximo” 15 pastas a partir do ano que vem.

Democratas tem sua menor representação na Câmara Federal …

Sucedâneo da Aliança Renovadora Nacional, o Democratas já foi PFL e PDS, e foi responsável por um grande protagonismo na política estadual e nacional até a década de 2000, porém desde a chegada do PT à presidência da República que viu sua relevância diminuir de forma significativa. Nas eleições deste ano, mesmo dispondo de uma estrutura significativa, por ocupar espaços no governo Michel Temer, e atrair filiados para a sua bancada em Brasília, chegando a mais de 40 deputados, novamente o partido teve um resultado aquém das expectativas, elegendo apenas 29 deputados federais.

Em Pernambuco, no ano de 1986, já na eleição que marcou a redemocratização, o partido era PDS e elegeu 11 deputados federais naquela ocasião, porém, três décadas depois, a legenda emplacou apenas um deputado federal, o ex-ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, e três deputados estaduais, muito pouco para quem já teve governadores representativos em Pernambuco como Joaquim Francisco, Marco Maciel, Gustavo Krause e Roberto Magalhães.

O partido em Pernambuco sofreu baixas importantes ao longo do tempo, como a saída de Inocêncio Oliveira que foi para o PR, Augusto Coutinho que foi para o Solidariedade e André de Paula que assumiu o comando do PSD. Além do mais, expoentes do partido faleceram ou saíram da vida pública como José Mendonça, Marco Maciel, Roberto Magalhães, Joaquim Francisco, José Jorge e Gustavo Krause.

Para o futuro, o partido precisará passar por uma reoxigenação, pois em 2016 pela primeira vez na história, o Democratas não elegeu sequer um vereador no Recife. Fernando Filho na condição de principal detentor de mandato no partido a nível estadual, deverá atuar junto ao presidente da sigla e prefeito de Salvador, ACM Neto, e ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ações efetivas que possam reestruturar o partido em Pernambuco e um dia volte a viver algo parecido com os tempos áureos da legenda, que já foi o principal partido do estado. (Edmar Lyra)

Moro verá se ministros merecerão ou não demissão…

O Globo

Com carta branca para combater a corrupção, o juiz federal Sergio Moro afirmou na noite deste domingo, em entrevista ao “Fantástico”, que, provavelmente, atuará como conselheiro do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para decidir pela demissão ou não de outros integrantes do primeiro escalão, acusados de irregularidades. Moro ressaltou que, caso a denúncia seja consistente, o ministro será demitido.Parte superior do formulário O magistrado advertiu que a exoneração não dependerá, por exemplo, da transformação do acusado em réu. O critério, explicou, será o embasamento dos fatos que pesam sobre os colegas.

— Se a denúncia for consistente, sim (será demitido). Eu defendo que, em caso de corrupção, se analise as provas e se faça um juízo de consistência, porque também existem acusações infundadas, pessoas têm direito de defesa. Mas é possível analisar desde logo a robustez das provas e emitir um juízo de valor. Não é preciso esperar as cortes de Justiça proferirem o julgamento.

Moro admitiu que “algum outro conselheiro” também pode auxiliar Bolsonaro. Salientou, porém, que uma das premissas da decisão de participar do governo é não deixar que casos de corrupção comprometam sua biografia.

— Provavelmente (vou aconselhar). Ou algum outro conselheiro. O que me foi assegurado e é uma condição… não é bem uma condição, não fui estabelecer condições. Mas eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a minha biografia, o meu histórico — afirmou o juiz, que esteve até o final de outubro à frente da Operação Lava-Jato.

João Campos vai ser secretário de Paulo Câmara…

O cenário de um governo Bolsonaro (PSL) que entra em contraste com o governo socialista de Paulo Câmara (PSB) pode pesar no fato da escolha de João Campos, eleito deputado federal, permanecer em Pernambuco assumindo uma secretaria no governo Câmara e ficando distante das brigas e desentendimentos que devem ocorrer nestes primeiros dois anos em Brasílias, como a aprovação de projetos que são considerados impopulares.

“Não vale a pena em um momento como este que vive o Brasil, o PSB mandar para uma luta conturbada como deve ser estes dois primeiros anos em Brasília a figura de João Campos (PSB), filho de Eduardo Campos que em 2014 teve um papel importante no cenário nacional pode ser gastar munição à toa”.

Avaliam setores estratégicos da política pernambucana bem como pessoas próximas ao PSB que o melhor seria mesmo que fosse um outro e que João Campos pavimentasse aqui sua candidatura à prefeito do Recife. “O cenário é de instabilidade e de muitas dúvidas e mandar João ir para votar algumas pautas consideradas impopulares pode ser visto de dois fatores pela sociedade recifense onde o eleitorado de Bolsonaro é mais forte seria um erro” admitem.

O PSB nacional já se posicionou como oposição ao governo federal de Jair Bolsonaro e acreditam que preservar João Campos estaria preservando tanto um provável prefeiturável recifense bem como o governador Paulo Câmara que precisa do apoio do governo federal para a realização de convênios e obras em parceria. (Silvinho Silva)

Oposição precisará passar o bastão a partir de 2019…

Desde a vitória de Eduardo Campos em 2006 que o PSB conquistou quatro eleições estaduais consecutivas, e ainda atingiu duas vitórias seguidas na disputa pela prefeitura do Recife, que é o principal espaço de poder no estado depois do Palácio do Campo das Princesas. Na disputa de 2006 o DEM foi derrotado por Eduardo, na de 2010 o mesmo grupo, formado por MDB, PSDB, DEM e PPS, liderado por Jarbas Vasconcelos, foi igualmente derrotado. Posteriormente, em duas ocasiões Armando Monteiro representou a oposição e acabou derrotado por Paulo Câmara, nesta última sendo apoiado por DEM, PRB, PSDB, PTB, Podemos e PSC.

A derrota de Armando Monteiro e de seus dois senadores, obriga a oposição, que elegeu apenas sete deputados estaduais e seis federais em seus chapões, a passar o bastão para nomes que sobreviveram ao processo eleitoral de 2018. O senador Fernando Bezerra Coelho ainda tem mandato até 2023 e pela liturgia do cargo, ele é o nome natural para liderar o grupo que foi derrotado no último dia 7 de outubro, porém ele não é o único a ter essa incumbência, pelo menos três nomes possuem envergadura para o posto, que são o ex-ministro de Minas e Energia e deputado federal reeleito Fernando Filho, o deputado federal eleito Silvio Costa Filho, que foi com maestria líder da oposição nos últimos quatro anos, e o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira.

Além destes quatro nomes, pela posição adotada pelo governador Paulo Câmara, de apoiar Fernando Haddad, é absolutamente natural que algum nome ligado ao presidente eleito Jair Bolsonaro exerça este protagonismo. Dificilmente, além do deputado federal eleito Luciano Bivar, haverá algum político profissional com esta incumbência. Talvez algum empresário ou militar destacado ligado ao presidente seja um nome natural para disputar a prefeitura do Recife em 2020 com o apoio do presidente.

No cenário colocado, 2020 será um divisor de águas para a oposição, que comanda Jaboatão dos Guararapes, Caruaru e Petrolina, pois se houver a manutenção destas três cidades e a conquista da capital após oito anos de Geraldo Julio, a oposição voltará a ter algum tipo de chance de governar Pernambuco, mas uma coisa está latente, os derrotados deste ano na disputa majoritária não ofertam mais nenhuma condição de liderar o grupo oposicionista nas próximas eleições, havendo uma passagem de bastão para novos políticos e sobretudo aqueles que nunca sofreram derrotas majoritárias. (Edmar Lyra)

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