Eleições 2018 – Propaganda Eleitoral…

A propaganda eleitoral para as eleições só será permitida a partir de 16 de agosto de 2018, dia seguinte ao prazo final para apresentados dos registros de candidaturas (15 de agosto). A propaganda Leia mais »

Uma eleição com cara de dois turnos…

A primeira rodada de pesquisas produzida pelo Ipespe para este Jornal aponta uma eleição em dois turnos na disputa pelo governo estadual. Os números indicam empate técnico entre Paulo Câmara e Armando Leia mais »

Governador institui Programa de Apoio para as Comunidades Terapêuticas do Estado…

O governador Paulo Câmara assinou, nesta quinta-feira (16), no Palácio do Campo das Princesas, o decreto Nº 46.404, que cria o “Programa de Apoio às Comunidades Terapêuticas de Pernambuco”, visando qualificar e Leia mais »

Sociedade dos Criadores de Limoeiro anuncia programação da Exposição de Animais…

No período de 29 de agosto a 02 de setembro, a Sociedade dos Criadores de Limoeiro (SCL) realizará a 40ª Exposição Regional de Animais e 10ª Festa do Agronegócio. O parque Dr. Leia mais »

Nova diretoria da União dos Vereadores do Brasil-PE, tomou posse nessa quinta…

A diretoria da União dos Vereadores do Brasil, seccional Pernambuco, tomou posse na manhã desta quinta (16). A solenidade aconteceu no auditório Senador Nilo Coelho na Assembleia Legislativa de Pernambuco, e contou Leia mais »

Category Archives: Economia

Brasil é o país que tem uma das contas de luz mais cara do mundo…

Mesmo com o pacote de 2012 para reduzir o custo da eletricidade, o Brasil ainda tem a 11.ª tarifa mais elevada do mundo, mostra levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O valor é 8,8% superior à média de uma lista de 28 países selecionados pela entidade, que mantém uma espécie de “custômetro” da energia, permanentemente atualizado. Antes das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff, o Brasil estava na quarta posição

A tributação responde por boa parte do problema. Segundo a entidade, impostos e contribuições federais e estaduais, mais os encargos setoriais, que são taxas específicas cobradas junto com a conta, respondem por 36,6% da tarifa. Questionado, o Ministério de Minas e Energia não respondeu.

Existe uma explicação para o aumento do peso tributário nas contas de luz. “O consumidor de energia elétrica não tem para onde correr”, resume o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. Todo mundo consome e os tributos são “insonegáveis”.

Como consequência, os governos federal e estaduais pesam a mão na hora de cobrar impostos do setor, de forma que hoje as empresas suportam uma carga desproporcional à sua fatia na economia. Pelos cálculos do Acende Brasil, o setor elétrico responde por 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Ao mesmo tempo, é responsável por 5,2% do PIS-Cofins e por 8,7% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Desconto. Se esses dois tributos fossem cortados pela metade, as tarifas poderiam ter uma redução de 10%, estima Sales. Porém, as possibilidades de isso ocorrer são mínimas.

Há forte resistência dos Estados em abrir mão do ICMS que recolhem na conta de luz. Entre outras coisas, a arrecadação sobre a eletricidade, ao lado das contas de telefone e de combustível, sustenta as receitas estaduais e, em alguns casos, dá fôlego à prática da chamada guerra fiscal. A discussão sobre redução do ICMS estadual, que ganhou algum alento no ano passado, agora se encontra parada no Congresso Nacional.

Do lado federal, tampouco há perspectiva de redução do PIS-Cofins. Pelo contrário, a área técnica do Ministério da Fazenda propôs uma total reforma desses tributos, considerados extremamente complexos, mas a discussão parou por causa do impacto que a mudança teria na arrecadação.

A simplificação traria perdas, algo difícil de acomodar num momento em que o governo considera até cortar investimentos para melhorar o resultado de suas contas.

Aumento. O que está no horizonte, ao contrário de uma redução, é o aumento dos encargos setoriais. O pacote de redução da energia elétrica aumentou a lista de itens a serem bancados com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), cuja arrecadação é insuficiente para fazer frente às obrigações.

No ano passado, as fontes de receita do CDE geraram R$ 1,9 bilhão. As despesas, por sua vez, atingiram R$ 16,8 bilhões. O Tesouro Nacional precisou injetar recursos para fechar a conta. Para este ano, as estimativas apontam para R$ 18 bilhões em gastos.

A CDE cobre, entre outras coisas, o custo de funcionamento das usinas térmicas, que têm energia cara e foram acionadas por mais tempo do que o esperado por causa da falta de chuvas.

A discussão do momento entre os Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia é quanto ficará a conta das térmicas e quem a pagará: se o consumidor, na conta, ou se o contribuinte, por meio de tributos para ajudar o Tesouro a equilibrar as despesas.

Além desse aumento da CDE, existem no Congresso propostas de novas despesas a serem bancadas pelos encargos. O Acende Brasil detectou pelo menos sete projetos de lei criando novos programas, como conceder tarifas subsidiadas para entidades filantrópicas, para agricultores e empreendedores no Polígono das Secas, para usuários de balão de oxigênio e para a aquicultura. (Estadão)

Pernambuco tem maior queda no emprego industrial em 2013…

Pernambuco liderou a queda no emprego industrial ao longo de 2013.  No Estado, o declínio chegou a 6,4%, contra uma redução de 1,1% em nível nacional, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No exercício anterior, o emprego industrial em Pernambuco já havia encolhido 2,7%. A taxa é resultado do baixo crescimento da produção industrial pernambucana, que no ano passado cresceu apenas 0,7%.

As maiores quedas no nível de emprego industrial foram registradas junto aos setores de borrachas e plásticos (-21,3%), alimentos e bebidas (-10,5%), têxtil (-10,5%) e papel e gráfica (-7,5%). Pernambuco também teve a maior redução no número de horas pagas, com uma retração de 6,5%, contra 1,3% em nível nacional.

A queda no nível do emprego industrial pelo segundo ano consecutivo, vai de encontro aos anos de 2010 e 2011, quando o Estado registrou crescimento significativo dos postos de trabalho no setor, com 6,1% e 4,8%. (BR247/PE)

Famílias da Região Nordeste são as que mais devem no cartão …

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontam que a região Nordeste é a que possui mais famílias com dívidas no cartão de crédito: 81,7% contra 76,4% de média nacional.

Carnês e crédito pessoal vêm em seguida com 11,5% e 4,2% da preferência, respectivamente.

Falta de educação

Para o professor e consultor de economia e finanças, Ângelo Guerreiro Costa, esse quadro é reflexo da desvantagem econômica e da falta de educação financeira da população da região nordeste.

Ele alerta que o consumidor deve ter cuidado com os juros dos cartões de crédito, que, com taxas mensais que variam de 13% a 15%, podem chegar, no acumulado do ano, a 200% de juros.

Outras opções, como o crédito pessoal e o crédito consignado cobram juros, em média, de 60% e 50% ao ano, respectivamente.

“Se eu preciso comprar uma geladeira e posso parcelá-la em dez vezes sem juros no cartão, não tem problema. Mas se eu tenho um furo no meu orçamento e preciso dar conta de várias despesas, jamais deveria financiar isso no cartão de crédito”, aconselha.

Costa afirma que os problemas com o cartão de crédito geralmente têm origem no descontrole orçamentário, o que poderia ser resolvido com uma simples planilha.

A secretária Rísia Magalhães costuma fazer compras com o cartão de crédito, meio que lhe é habitual há quinze anos. Ela estima que 20% da sua renda mensal é consumida com o pagamento da fatura.

Rísia vê no “dinheiro de plástico” um facilitador na aquisição de bens. Mas ela conta que fica de olho na planilha para não exceder a capacidade de comprometimento.  “Quando vejo que o orçamento está ficando apertado, deixo de fazer outra coisa, como uma atividade de lazer, para equilibrar as despesas”, diz.

Inadimplência cai

O endividamento das famílias cresceu na região nordeste em 2013, passando de 58,9% em 2012 para 65,8% no ano seguinte. Esse índice é superior a média nacional em 2013, de 62,5%.  (A Tarde)

Brasileiro terá menos tempo para declarar o IR neste ano…

Em 2014, os brasileiros terão menos tempo para declarar o Imposto de Renda por conta do Carnaval. Como o 1º de março cairá no sábado da folia, a Receita Federal decidiu colocar em segundo plano o início das entregas das declarações para o dia 05 (Quarta-feira de Cinzas) a tarde ou para o dia 06 (quinta-feira) pela manhã.

Apesar do “atraso” para o início da entrega o prazo final não foi alterado e segue sendo às 23h59 do dia 30 de abril. Com isso, ao invés de 61 dias os contribuintes terão 56 ou 57 dias para entregar as declarações. (SRF)

Calor aumenta consumo de energia no país…

O consumo de energia no país bateu dois recordes seguidos nesta semana, na terça (21) e na quarta-feira (22), informa boletim divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 

De acordo com o documento, às 15h21 da terça, o consumo de energia no país atingiu 81.591 MW (megawatts), superando o recorde anterior, registrado no último dia 10 de janeiro, de 79.962.

Na quarta (22), às 15h30, a chamada demanda instantânea por energia no Brasil chegou a 82.306 MW, registrando a segunda quebra de recorde em dois dias.

No relatório, o ONS aponta que a causa da alta no consumo de energia pelos brasileiros é o calor que atinge principalmente as capitais das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para Porto Alegre e Rio de Janeiro. (G1)

 

BC estima preços estáveis para gasolina, gás e telefonia fixa neste ano…

Os preços da gasolina, do botijão de gás e da telefonia fixa devem ficar estáveis, este ano, enquanto a tarifa residencial de eletricidade deve subir 7,5%, de acordo com estimativas do Banco Central (BC), divulgadas na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

A projeção do BC para o conjunto dos preços administrados por contrato e monitorados, em 2014, foi mantida em 4,5%, mesmo valor estimado em novembro. Para 2015, a estimativa é a mesma: 4,5%.

No último dia 15, o Copom anunciou aumento da taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 10,5% ao ano, para tentar conter a alta da inflação.

Quando o Copom  aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. O BC tem que perseguir uma meta de inflação que é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. (Agência Brasil)

 

Crescem as vendas de materiais de construção em 2013…

O faturamento com as vendas de materiais de construção no mercado interno cresceu 3% em 2013, na comparação com o ano anterior, segundo levantamento divulgado hoje (21) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O resultado de dezembro, no entanto, apresentou queda de 6,1% em relação ao mesmo período de 2012. Na comparação com novembro, o recuo é ainda maior, com variação negativa de 16,1%.

As vendas no ano passado ficaram abaixo da previsão feita pela entidade, que apontava perspectiva de crescimento de 4%. A Abramat esperava uma recuperação do setor no último mês do ano, mas o movimento foi inverso. O resultado ruim de dezembro reverteu a tendência de elevação que era observada desde a metade do primeiro semestre.

Para este ano, a estimativa é de um acréscimo de 4,5% nas vendas. De acordo com a associação, essa previsão tem como parâmetros a manutenção e a ampliação dos estímulos do governo federal ao consumo no varejo, a recuperação “mais vigorosa” do segmento imobiliário e a aceleração das obras de infraestrutura.

Em relação aos itens básicos, o faturamento apresentou crescimento de 1,2% no ano passado, na comparação com 2012. Em dezembro, por outro lado, houve queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O nível de emprego nas indústrias de materiais básicos caiu 2% no último mês de 2013.

O faturamento com as vendas dos materiais de acabamento também teve variação positiva em 2013, com 6,2% de acréscimo em relação ao ano anterior. O resultado de dezembro, no entanto, foi negativo, com taxa de -1,1% ante igual período de 2012. O nível de emprego nesse segmento cresceu 3,1% na comparação anual. (Agência Brasil)

Desigualdade Social: 1% da população concentra metade da riqueza mundial …

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Metade da riqueza do mundo está nas mãos de apenas 1% da população mundial. Dados divulgados hoje pela ong Oxfam revelam o tamanho da disparidade social no planeta e num processo que ganhou força desde 2008, quando a crise mundial afetou em especial as classes médias.

A desigualdade social é considerada como tão profunda hoje que começa a assustar até os organizadores do Fórum Econômico Mundial de Davos, considerados como os arautos do capitalismo. Um informe preparado pela entidade que nesta quarta-feira começa seu encontro na estação de esqui na Suíça revela que as disparidades sociais são riscos reais para a estabilidade internacional. Entre os riscos para o mundo, Davos aponta que a disparidade é o maior deles.

Mas é o estudo da Oxfam que traz os dados mais reveladores. 85 fortunas mundiais acumulam a mesma riqueza que 3,5 bilhões de pessoas. Ou seja, metade da humanidade. Na prática, 1% das pessoas controlam 50% do PIB do planeta. O documentos será apresentado aos magnatas do mundo em Davos, muitos dos quais são até hoje apontados como os responsáveis por ter incentivado um cenário de irresponsabilidade financeira.

Desta vez, serão confrontados com números claros. Nos EUA, 95% do crescimento gerado após a crise de 2008 ficou nas mãos de 1% da população.

Na Europa, as dez pessoas mais ricas do Velho Continente mantém fortunas equivalentes a todos os pacotes de resgate dados aos países da região entre 2008 e 2010, cerca de 200 bilhões de euros. (Estadão)

Estados e municipios deixam de receber 23 bilhões de reais…

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que a desoneração do IPI resultou em perda de R$ 23,5 bilhões para Estados e municípios entre 2009 e 2014, informa a repórter Alexa Salomão. A perda ocorreu por meio da redução de repasses aos dois fundos criados para compartilhar o IPI. O Fundo de Participação dos Estados, que recebe 21,5% do imposto, ficou com 12,4 bilhões a menos que o previsto.

Já o fundo dos municípios, que fica com 23,6% da arrecadação, teve retração estimada em R$ 11,1 bilhões. “Só a saúde perdeu R$ 4 bilhões”, diz Paulo Ziulkoski, presidente da CNM. Adotada para levar os brasileiros às compras e combater uma eventual retração da economia, a desoneração do IPI para bens como automóveis e eletrodomésticos foi prolongada para aquecer a indústria e promover o crescimento do País, mas não houve essa reação.(O Estado de S.Paulo)

Problemas…

Bens da TelexFree não serão suficientes para ressarcir divulgadores, diz MP…

Os divulgadores da TelexFree que aguardam o desbloqueio do dinheiro da empresa pela Justiça brasileira poderão ter uma surpresa amarga ao fim da jornada de mais de seis meses de silêncio: o valor encontrado e apreendido pode não ser suficiente para ressarcir todas as pessoas que investiram na empresa.

Investigada por formação de pirâmide financeira, a TelexFree teve 660 milhões de reais em bens e dinheiro retidos, após determinação do Tribunal de Justiça do Acre, em junho do ano passado. Mas, segundo a promotora do Ministério Público do Acre, Alessandra Garcia Marques, que investiga o caso, os cerca de 1,3 milhão de divulgadores (como são chamados os revendedores da empresa) podem receber apenas um valor simbólico. Isso porque, caso o ressarcimento seja igualitário, renderá cerca de 500 reais por pessoa. “A empresa alega que 200 milhões de reais são suficientes para ressarcir, mas nunca provou isso”, disse a promotora em entrevista.

Para entrar na TelexFree, cada divulgador pagava uma taxa de adesão de cerca de 100 reais e precisava comprar pacotes de contas de telefonia via internet — o mais barato estava em torno de 600 reais. Quanto mais pacotes eram adquiridos, maiores as chances de o divulgador ver seu dinheiro duplicar (ou triplicar) em poucos meses.

Alessandra afirmou ainda que não recebeu qualquer pedido da TelexFree para colocar fim ao caso. O MP propôs à empresa um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o objetivo de tentar encerrar o caso e usar o valor bloqueado para devolver aos divulgadores. Contudo, a TelexFree, por meio de seu diretor Carlos Costa, se negou a assinar o documento.

Sub-rogação — A promotora informou que a única proposta feita pela TelexFree foi a de sub-rogação, que consiste na permissão para que outra empresa assuma os débitos da companhia cujos bens estão bloqueados. Tal mecanismo, caso fosse aceito, permitiria que a TelexFree retomasse suas atividades, livre de qualquer dívida judicial. “Mas não posso aceitar essa proposta porque eles poderiam simplesmente passar (as dívidas) para uma empresa estrangeira e os divulgadores teriam ainda mais dificuldade para serem ressarcidos”, afirma.

Investigação — A operação da TelexFree no Brasil foi bloqueada em junho do ano passado, após uma força-tarefa de Ministérios Públicos apurar irregularidades em inúmeras empresas que praticam o chamado “marketing multinível”, que consiste na remuneração dos vendedores com base não só na venda direta de produtos, mas também na quantidade de novos vendedores que conseguem trazer para a empresa. No caso da TelexFree, os vendedores são chamados de divulgadores.

A empresa alega que comercializa, tanto no Brasil como no exterior, um sistema de telefonia via internet, de tecnologia Voip (Voice Over Internet Protocol). O problema detectado pelo Ministério Público é que a maior parte da receita da empresa não é proveniente da venda de produtos, e sim do fato de os “divulgadores” investirem dinheiro no negócio sem ao menos vender qualquer tipo de plano Voip. Ao longo de 2013, a Veja conversou com diversos divulgadores que sequer haviam usado o sistema Voip. Seu trabalho consistia em investir na empresa e passar o dia postando mensagens em sites da internet e redes sociais chamando novas pessoas para aderir à TelexFree. “O dinheiro dos novos entrantes era direcionado para pagar o lucro dos que entraram primeiro, daí o nome de pirâmide. Esse tipo de negócio é insustentável no longo prazo”, explicou o procurador Hélio Telho, do MP de Goiás. (Veja)

 

É preciso mudar tudo…

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Confirmados pelo próprio governo, números divulgados pela turma do “Impostômetro” revelam que o cidadão comum paga 46% de tudo o que recebe, por ano. Quer dizer, trabalha de janeiro ao final de julho para o poder público, seja nacional, estadual ou municipal. Claro que as grandes empresas encontram artifícios para escapar, da mesma forma como os especuladores e demais integrantes da quadrilha há décadas empenhada em burlar o fisco e a nação.

 Se ao menos esse dinheiro arrecadado servisse para minorar as agruras dos menos favorecidos ou contribuir para o aprimoramento social, político e econômico, ainda valeria aceitar o sacrifício. O problema é que o governo ainda precisa fazer mágicas para equilibrar suas contas. Ou dizer que equilibra.

Chocou todo mundo o furo da revista “Isto É”, do fim de semana, denunciando a mais nova tramóia daqueles que pensam deter o poder, mas iludem-se porque representam apenas o papel de bobos. A Caixa Econômica Federal, para fugir do vermelho, apropriou-se indebitamente de 719 milhões de reais das contas de cadernetas de poupança de pessoas que trocaram de endereço, esqueceram seu CPF ou digitaram errado seus dados pessoais. Haverá, também, entre eles, aqueles que já morreram, esqueceram suas economias e até dão de ombros para suas poupanças.

O resultado é que quando a denúncia estourou, a Caixa jogou a culpa no Banco Central e em mil outros artifícios tão a gosto das confusas instituições econômicas que nos regem. A presidente Dilma precisou acionar os decibéis de sua indignação, mas o mal já tinha sido praticado: mais um capítulo na novela dos malfeitos verificados na administração pública.

Cada vez mais, torna-se necessário mudar tudo. Até aqueles que se aproveitam dos recursos nacionais para enriquecer ou manter-se nas boas graças de quantos pensam estar governando o país. (Carlos Chagas)

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