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Category Archives: Economia

Crescem as vendas de materiais de construção em 2013…

O faturamento com as vendas de materiais de construção no mercado interno cresceu 3% em 2013, na comparação com o ano anterior, segundo levantamento divulgado hoje (21) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O resultado de dezembro, no entanto, apresentou queda de 6,1% em relação ao mesmo período de 2012. Na comparação com novembro, o recuo é ainda maior, com variação negativa de 16,1%.

As vendas no ano passado ficaram abaixo da previsão feita pela entidade, que apontava perspectiva de crescimento de 4%. A Abramat esperava uma recuperação do setor no último mês do ano, mas o movimento foi inverso. O resultado ruim de dezembro reverteu a tendência de elevação que era observada desde a metade do primeiro semestre.

Para este ano, a estimativa é de um acréscimo de 4,5% nas vendas. De acordo com a associação, essa previsão tem como parâmetros a manutenção e a ampliação dos estímulos do governo federal ao consumo no varejo, a recuperação “mais vigorosa” do segmento imobiliário e a aceleração das obras de infraestrutura.

Em relação aos itens básicos, o faturamento apresentou crescimento de 1,2% no ano passado, na comparação com 2012. Em dezembro, por outro lado, houve queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O nível de emprego nas indústrias de materiais básicos caiu 2% no último mês de 2013.

O faturamento com as vendas dos materiais de acabamento também teve variação positiva em 2013, com 6,2% de acréscimo em relação ao ano anterior. O resultado de dezembro, no entanto, foi negativo, com taxa de -1,1% ante igual período de 2012. O nível de emprego nesse segmento cresceu 3,1% na comparação anual. (Agência Brasil)

Desigualdade Social: 1% da população concentra metade da riqueza mundial …

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Metade da riqueza do mundo está nas mãos de apenas 1% da população mundial. Dados divulgados hoje pela ong Oxfam revelam o tamanho da disparidade social no planeta e num processo que ganhou força desde 2008, quando a crise mundial afetou em especial as classes médias.

A desigualdade social é considerada como tão profunda hoje que começa a assustar até os organizadores do Fórum Econômico Mundial de Davos, considerados como os arautos do capitalismo. Um informe preparado pela entidade que nesta quarta-feira começa seu encontro na estação de esqui na Suíça revela que as disparidades sociais são riscos reais para a estabilidade internacional. Entre os riscos para o mundo, Davos aponta que a disparidade é o maior deles.

Mas é o estudo da Oxfam que traz os dados mais reveladores. 85 fortunas mundiais acumulam a mesma riqueza que 3,5 bilhões de pessoas. Ou seja, metade da humanidade. Na prática, 1% das pessoas controlam 50% do PIB do planeta. O documentos será apresentado aos magnatas do mundo em Davos, muitos dos quais são até hoje apontados como os responsáveis por ter incentivado um cenário de irresponsabilidade financeira.

Desta vez, serão confrontados com números claros. Nos EUA, 95% do crescimento gerado após a crise de 2008 ficou nas mãos de 1% da população.

Na Europa, as dez pessoas mais ricas do Velho Continente mantém fortunas equivalentes a todos os pacotes de resgate dados aos países da região entre 2008 e 2010, cerca de 200 bilhões de euros. (Estadão)

Estados e municipios deixam de receber 23 bilhões de reais…

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que a desoneração do IPI resultou em perda de R$ 23,5 bilhões para Estados e municípios entre 2009 e 2014, informa a repórter Alexa Salomão. A perda ocorreu por meio da redução de repasses aos dois fundos criados para compartilhar o IPI. O Fundo de Participação dos Estados, que recebe 21,5% do imposto, ficou com 12,4 bilhões a menos que o previsto.

Já o fundo dos municípios, que fica com 23,6% da arrecadação, teve retração estimada em R$ 11,1 bilhões. “Só a saúde perdeu R$ 4 bilhões”, diz Paulo Ziulkoski, presidente da CNM. Adotada para levar os brasileiros às compras e combater uma eventual retração da economia, a desoneração do IPI para bens como automóveis e eletrodomésticos foi prolongada para aquecer a indústria e promover o crescimento do País, mas não houve essa reação.(O Estado de S.Paulo)

Problemas…

Bens da TelexFree não serão suficientes para ressarcir divulgadores, diz MP…

Os divulgadores da TelexFree que aguardam o desbloqueio do dinheiro da empresa pela Justiça brasileira poderão ter uma surpresa amarga ao fim da jornada de mais de seis meses de silêncio: o valor encontrado e apreendido pode não ser suficiente para ressarcir todas as pessoas que investiram na empresa.

Investigada por formação de pirâmide financeira, a TelexFree teve 660 milhões de reais em bens e dinheiro retidos, após determinação do Tribunal de Justiça do Acre, em junho do ano passado. Mas, segundo a promotora do Ministério Público do Acre, Alessandra Garcia Marques, que investiga o caso, os cerca de 1,3 milhão de divulgadores (como são chamados os revendedores da empresa) podem receber apenas um valor simbólico. Isso porque, caso o ressarcimento seja igualitário, renderá cerca de 500 reais por pessoa. “A empresa alega que 200 milhões de reais são suficientes para ressarcir, mas nunca provou isso”, disse a promotora em entrevista.

Para entrar na TelexFree, cada divulgador pagava uma taxa de adesão de cerca de 100 reais e precisava comprar pacotes de contas de telefonia via internet — o mais barato estava em torno de 600 reais. Quanto mais pacotes eram adquiridos, maiores as chances de o divulgador ver seu dinheiro duplicar (ou triplicar) em poucos meses.

Alessandra afirmou ainda que não recebeu qualquer pedido da TelexFree para colocar fim ao caso. O MP propôs à empresa um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o objetivo de tentar encerrar o caso e usar o valor bloqueado para devolver aos divulgadores. Contudo, a TelexFree, por meio de seu diretor Carlos Costa, se negou a assinar o documento.

Sub-rogação — A promotora informou que a única proposta feita pela TelexFree foi a de sub-rogação, que consiste na permissão para que outra empresa assuma os débitos da companhia cujos bens estão bloqueados. Tal mecanismo, caso fosse aceito, permitiria que a TelexFree retomasse suas atividades, livre de qualquer dívida judicial. “Mas não posso aceitar essa proposta porque eles poderiam simplesmente passar (as dívidas) para uma empresa estrangeira e os divulgadores teriam ainda mais dificuldade para serem ressarcidos”, afirma.

Investigação — A operação da TelexFree no Brasil foi bloqueada em junho do ano passado, após uma força-tarefa de Ministérios Públicos apurar irregularidades em inúmeras empresas que praticam o chamado “marketing multinível”, que consiste na remuneração dos vendedores com base não só na venda direta de produtos, mas também na quantidade de novos vendedores que conseguem trazer para a empresa. No caso da TelexFree, os vendedores são chamados de divulgadores.

A empresa alega que comercializa, tanto no Brasil como no exterior, um sistema de telefonia via internet, de tecnologia Voip (Voice Over Internet Protocol). O problema detectado pelo Ministério Público é que a maior parte da receita da empresa não é proveniente da venda de produtos, e sim do fato de os “divulgadores” investirem dinheiro no negócio sem ao menos vender qualquer tipo de plano Voip. Ao longo de 2013, a Veja conversou com diversos divulgadores que sequer haviam usado o sistema Voip. Seu trabalho consistia em investir na empresa e passar o dia postando mensagens em sites da internet e redes sociais chamando novas pessoas para aderir à TelexFree. “O dinheiro dos novos entrantes era direcionado para pagar o lucro dos que entraram primeiro, daí o nome de pirâmide. Esse tipo de negócio é insustentável no longo prazo”, explicou o procurador Hélio Telho, do MP de Goiás. (Veja)

 

É preciso mudar tudo…

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Confirmados pelo próprio governo, números divulgados pela turma do “Impostômetro” revelam que o cidadão comum paga 46% de tudo o que recebe, por ano. Quer dizer, trabalha de janeiro ao final de julho para o poder público, seja nacional, estadual ou municipal. Claro que as grandes empresas encontram artifícios para escapar, da mesma forma como os especuladores e demais integrantes da quadrilha há décadas empenhada em burlar o fisco e a nação.

 Se ao menos esse dinheiro arrecadado servisse para minorar as agruras dos menos favorecidos ou contribuir para o aprimoramento social, político e econômico, ainda valeria aceitar o sacrifício. O problema é que o governo ainda precisa fazer mágicas para equilibrar suas contas. Ou dizer que equilibra.

Chocou todo mundo o furo da revista “Isto É”, do fim de semana, denunciando a mais nova tramóia daqueles que pensam deter o poder, mas iludem-se porque representam apenas o papel de bobos. A Caixa Econômica Federal, para fugir do vermelho, apropriou-se indebitamente de 719 milhões de reais das contas de cadernetas de poupança de pessoas que trocaram de endereço, esqueceram seu CPF ou digitaram errado seus dados pessoais. Haverá, também, entre eles, aqueles que já morreram, esqueceram suas economias e até dão de ombros para suas poupanças.

O resultado é que quando a denúncia estourou, a Caixa jogou a culpa no Banco Central e em mil outros artifícios tão a gosto das confusas instituições econômicas que nos regem. A presidente Dilma precisou acionar os decibéis de sua indignação, mas o mal já tinha sido praticado: mais um capítulo na novela dos malfeitos verificados na administração pública.

Cada vez mais, torna-se necessário mudar tudo. Até aqueles que se aproveitam dos recursos nacionais para enriquecer ou manter-se nas boas graças de quantos pensam estar governando o país. (Carlos Chagas)

Telexfree nega responsabilidade sobre cadastramentos a partir do Brasil…

A Telexfreenão tem como impedir que pessoas entrem para o negócio a partir do Brasil, onde as atividades estão suspensas por decisão judicial. A empresa também nega responsabilidade sobre eventuais pagamentos feitos pela empresa aos divulgadores no País.

“Eu não tenho como saber se o seu cadastramento é feito por você aqui ou por você que mora nos Estados Unidos”, afirma Andé Andrade, que representa a Telexfree Internacional, empresa com sede em Boston, no estado americano de Massachusetts.

Acusada de ser uma pirâmide financeira, a Telexfree teve o seu braço brasileiro – a capixaba Ympactus Comercial – bloqueado por uma decisão judicial em 18 de junho de 2013. A medida impede novos cadastros e congela todas as contas da empresa e dos sócios administradores, Carlos Wanzeler e Carlos Costa.

Por determinação da juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco (AC), o site em português www.telexfree.com,  por onde são feito os registros, informa que o ingresso de novas pessoas na “rede Telexfree” estão proibidos. Mas basta mudar para as versões em inglês ou em espanhol para concluir o cadastramento, como o iG mostrou.

“[A Telexfree] não aceita cadastramento de divulgadores no Brasil. Nós somos bem claros em relação a isso”, diz Andrade. “Agora, se você você for no site (…), colocar dados americanos, colocar um cartão que vale nos Estados Unidos, eu não tenho como dizer quem você não é. Não tenho como investigar quem você não é”, afirma.

Continua…

Janeiro mostrando força…

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