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Governo anuncia R$ 406 milhões para escolas em tempo integral…

O presidente Michel Temer e o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciaram ontem (17) a liberação de R$ 406 milhões para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. O Leia mais »

Levantamento aponta honestidade como fator prioritário para 72% dos eleitores…

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Retiro de Carnaval – João Alfredo…

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Category Archives: Economia

Contribuinte pode atualizar CPF pela internet a partir desta segunda-feira…

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A partir de hoje(16), o contribuinte poderá atualizar o CPF pela internet. A Receita Federal oferecerá, no site do órgão, um formulário eletrônico que permite a alteração instantânea de dados como nome, endereço, telefone e título de eleitor. Segundo a Receita, o serviço estará disponível 24 horas por dia e poderá ser usado tanto por brasileiros como por estrangeiros residentes no Brasil, independentemente da idade.

O órgão estima que 191 milhões de contribuintes serão beneficiados pela ferramenta. O novo serviço será gratuito. Atualmente, o contribuinte que deseja atualizar o CPF precisa ir a uma unidade dos Correios, da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil e deve pagar R$ 7 de tarifa de serviço.

Continua…

Teto do seguro-desemprego passa a ser de R$ 1.643,72…

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O valor máximo do seguro-desemprego pago ao trabalhador que ganhava mais de R$ 2.417,29 teve aumento de R$ 101,48 na parcela, passando de R$ 1.542,24, em 2016, para R$ 1.643,72 este ano. O novo valor entrou em vigor na última quarta-feira. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o cálculo anual do seguro-desemprego considera a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que em 2016 teve alta de 6,58%. O benefício pode ser pago de três a cinco  parcelas.

O trabalhador tem o valor do benefício definido com base em uma tabela com três faixas salariais. A primeira é de quem ganha até R$ 1.450,23. Nesse caso, o salário médio é multiplicado por 0,8 para obter o valor do benefício, que vai variar entre o salário-mínimo deste ano, fixado em R$ 937, e R$ 1.160,18. A segunda faixa é composta por quem recebia entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29 – o que exceder R$ 1.450,24 será multiplicado por 0,5 e o resultado será somado a R$1.160,18. A última faixa, para quem ganhava mais de R$ 2.417,29, terá o benefício mais alto, de R$1.643,72.

O seguro-desemprego é pago a todos os trabalhadores demitidos sem justa causa, pescadores artesanais em período de defeso, trabalhadores resgatados em condições análogas às de escravidão e profissionais com contrato de trabalho suspenso. (waldineypassos)

Itaú reduz 0,06 ponto percentual nos juros de suas linhas de crédito…

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Depois do Bradesco, Banco do Brasil e Santander, o Itaú Unibanco informou sexta-feira que também vai baixar os juros em suas principais linhas crédito. O banco informou que, após a redução da taxa Selic de 13,75% ao ano para 13%, na última quarta -feira pelo Comitê de Política Monetária (Copom), vai aplicar uma redução de 0,06 ponto percentual na taxa de juro mensal em empréstimos a pessoas físicas e empresas.

Nas linhas para pessoa física, haverá redução no cheque especial, crédito pessoal e cartão de crédito. Para empresas, o Itaú também reduzirá as taxas para as micro e pequenas empresas, e repassará a queda da Selic para as linhas de capital de giro, contas garantidas e cheques especial.

“Desta forma, o banco reforça seu comprometimento com a retomada do crescimento econômico do país”, diz nota do Itaú. (Época Negócios)

Brasil encerra 2016 com um em cada três consumidores com nome sujo…

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O Brasil encerrou 2016 com 58,3 milhões de pessoas com nome sujo, embora a inadimplência tenha desacelerado no ano passado, segundo levantamento do birô de crédito SPC Brasil e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) divulgado recentemente.

O dado significa que um em cada três consumidores brasileiros terminou o ano inscrito no cadastro de negativados, aumento de 700 mil casos, mas desaceleração em relação a 2015, quando a alta foi de 2,5 milhões de pessoas com nome sujo.

O aumento de negativados ocorreu em um contexto de desemprego em patamares históricos, atingindo 12,1 milhões de pessoas em novembro, e inflação de 6,29% no ano, pouco abaixo do teto da meta, que é 6,5%.

Esses fatores contribuíram para achatar a renda dos consumidores, que se viram com dificuldades para pagar as contas em meio à recessão que afeta o país.

Continua…

Receita libera consulta a lote residual do Imposto de Renda….

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Desde as 9 horas de ontem (9), está disponível para consulta o lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física. Ele contempla restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2016, informou a Receita Federal.

O crédito bancário para 177.539 contribuintes será realizado no dia 16 deste mês, totalizando R$ 370 milhões. Desse total, R$ 6,768 milhões serão destinados a contribuintes idosos (21.130) e com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (2.232). A correção pela taxa Selic do valor a ser restituído varia de 9,92% (para restituições referentes a 2016) e 91,49% (para as de 2008).Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, pelo serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

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Primeiro FPM do ano será creditado terça (10) com 14,34% de aumento…

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa aos gestores que será creditado na terça-feira, 10 de janeiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 1.º decêndio do mês de janeiro de 2017. O montante previsto será de R$ 2.369.090.905,86, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

De acordo com a série histórica do FPM, esse 1.º decêndio de janeiro de 2017 quando comparado com o valor do primeiro decêndio de janeiro de 2016, houve crescimento de 14,34% em termos nominais, ou seja, comparando os valores sem considerar os efeitos da inflação. Quando se considera o valor real dos repasses, levando em conta as consequências da inflação, o decêndio apresenta crescimento de 9,27%. (CNM)

Indústria acumula queda de mais de 7% de janeiro a novembro…

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A Produção Industrial Brasileira chegou a novembro último com queda acumulada de 7,1% nos onze meses de 2016. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Brasil (PIM-PF), divulgada ontem (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados do penúltimo mês do ano. No entanto, em novembro do ano passado a produção industrial nacional cresceu 0,2% em relação a outubro, mês em que a indústria também fechou em queda 1,2%.

No confronto com igual mês do ano anterior (2015), série sem ajuste sazonal, o total da indústria apontou queda de 1,1% em novembro de 2016, neste caso a 33ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação, mas a menos intensa desde o resultado de março de 2014: -0,4%.

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Inflação para famílias com até 2,5 salários mínimos fecha em 6,22% no ano passado…

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O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2016 com uma taxa de 6,22%. A taxa é inferior aos 11,52% de 2015, segundo dados divulgados ontem (5) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O IPC-C1 ficou, no entanto, acima dos 6,18% registrados pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda.

Entre os grupos de despesas analisados pelo IPC-C1, as maiores taxas de inflação de 2016 vieram de despesas diversas (11,21%), saúde e cuidados pessoais (9,73%) e educação, leitura e recreação (8,88%).

Os alimentos tiveram inflação de 7,1% e os transportes, de 7,8%. As menores taxas foram observadas em habitação (2,9%), comunicação (3,1%) e vestuário (3,59%). (Agência Brasil)

Vendas de veículos novos caem 20,29% em 2016…

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As vendas de veículos novos caíram 20,29% em 2016 em comparação com 2015. Segundo balanço divulgado ontem (4) pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacadas 3,17 milhões de unidades ao longo do ano passado, contra 3,98 milhões de 2015.

Em dezembro último, a queda nas vendas ficou em 19,42% em relação ao mesmo mês de 2015, com a comercialização de 298,9 mil veículos. O resultado representa, no entanto, um crescimento de 14,32% sobre novembro, quando as vendas ficaram em 261,4 mil unidades. Os ônibus e caminhões foram o setor com maior retração ao longo do ano passado. Foram vendidos em 2016 13,6 mil ônibus, 32,92% menos do que em 2015, e 50,2 mil caminhões, queda de 29,92% em relação ao ano anterior.

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Novo salário mínimo começa a valer este domingo Novo valor é de R$ 937…

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A partir deste domingo (1º), começa a valer o novo salário mínimo de 937. O novo valor – era de R$ 880 – foi anunciado na última quinta-feira (29).

Segundo o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, o reajuste significa um aumento de R$ 38,6 bilhões da massa salarial em 2017. Esse valor representa 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB) e, segundo o governo, terá “efeitos positivos na retomada do consumo e do crescimento econômico ao longo do ano”.

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Conta de luz continua com bandeira verde em janeiro…

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As contas de luz continuarão sem cobrança adicional em janeiro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as faturas de energia terão a bandeira verde no próximo mês, assim como já ocorreu em dezembro.

Conforme relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), a condição hidrológica está mais favorável, o que determinou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário (CVU) abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/Mwh). Quando o preço ultrapassa esse valor, é acionada a bandeira amarela.

Entre abril e outubro de 2016, vigorou a bandeira verde. Em novembro, a piora nas condições hidrológicas, principalmente em razão da seca no Nordeste, levou ao acionamento da bandeira amarela, que acrescenta R$ 1,50 a mais nas contas para cada 100 kWh consumidos. Em dezembro, foi retomada a bandeira verde.
Em março deste ano, também vigorou a bandeira amarela. Antes disso, durante todo o ano passado e em janeiro e fevereiro, vigorou a “bandeira vermelha”, que adiciona entre R$ 3,00 e R$ 4,50 a cada 100 kWh consumidos, dependendo da quantidade de termelétricas necessárias para suprir o País. O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pela Aneel.

Antes das bandeiras, as variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados em até doze meses, no reajuste tarifário anual da distribuidora – o que aumentava os índices de reajuste. Com o sistema, as bandeiras não interferem nos itens passíveis de repasse tarifário. (Fonte: Estadão)

Um ano marcado pela busca do emprego…

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Em 2016, mais e mais brasileiros experimentaram a condição de desempregado. O número de pessoas sem trabalho nunca foi tão alto – eram 12,1 milhões até novembro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E a busca por uma vaga tornou-se uma verdadeira maratona. Milhões de pessoas passaram o ano inteiro, em vão, atrás de um emprego. 

Apesar de os índices de desemprego terem crescido, os problemas no mercado de trabalho não são novidade. Caso se confirme a previsão do mercado financeiro, expressa no Relatório Focus, divulgado na segunda-feira, 26, de queda de 3,5% do Produto Interno Bruto de 2016, serão dois anos de resultados negativos consecutivos e um acúmulo de 7,29% de perdas. 

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, os dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) são apenas um reflexo do movimento da retração econômica. “Em um ano, a população ocupada caiu 1,9 milhão, em torno de 2,1%. Mas essa é uma comparação com 2015, que já tinha um nível de ocupação baixo”.

A crise foi tão agressiva que desconfigurou até mesmo o movimento sazonal, ou seja, nem vagas temporárias, típicas do fim de ano, apareceram. “Em outubro de 2013, período anterior à crise econômica, o total de desocupados era de 5,6 milhões a menos do que agora”, observa Azeredo.

Continua…

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