Monthly Archives: julho 2010

Filosofando sobre a vida

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Uma frase vista em um filme me chamou a atenção. A VIDA É COMO UM LEQUE QUE O TEMPO FECHA. Observando a trajetória do ser humano, verificamos que esse leque fecha diferentemente. Para os seres primitivos o leque fechava entre os 25 e 30 anos. Na idade média o leque fechava aos 40 ou 50 anos. A descoberta da penicilina fez com que o leque fechasse aos 60 anos. Saneamento, boa alimentação , exercícios físicos aumentou esse leque para cerca de 70 anos.

Blog do Maurílio

Começa amanhã o Censo 2010

Rio Claro

Os 8.514.876,599 km² de território brasileiro são um desafio a mais para a realização do Censo 2010. Além de comportarem climas e vegetações os mais diversos, podem abrigar brasileiros em locais de difícil acesso e demandam do IBGE um grande planejamento logístico para a transmissão dos dados deste que é o primeiro Censo totalmente informatizado do país. Saiba como as informações que cada um prestará ao recenseador chegarão até o instituto.

Há mais de três anos, o IBGE se prepara para receber as informações prestadas pela população, seja através das entrevistas realizadas pelos 191.972 recenseadores, que visitarão todos os 58 milhões de domicílios brasileiros, seja por meio da Internet.

Quando o morador responder ao recenseador de forma presencial, vai ver que ele anotará seus dados em um dos 220 mil aparelhos PDA (coletor eletrônico de dados) que serão utilizados no Censo 2010. As informações fornecidas serão criptografadas para garantir a segurança e confidencialidade dos dados.

Após realizar as entrevistas nos domicílios, cada recenseador levará o PDA até um dos 7.000 postos de coleta para transmitir os dados – essa operação deve ocorrer pelo menos uma vez por semana. Chegando ao posto, o recenseador conecta seu aparelho em um notebook instalado no local, por meio de um cabo USB, e transmite as informações. O responsável pelo posto de coleta, após receber as informações coletadas por vários recenseadores, reúne esses dados e os transmite ao Sistema Central de Processamento do IBGE. A previsão é que eles enviem esses dados diariamente. A transmissão será pela Internet e, dependendo do local, poderá utilizar conexão de banda larga; modens 2G/3G; ou até mesmo satélites, por meio de antenas fixas ou móveis: tudo de maneira criptografada.

O IBGE estima receber de 300 a 400 mil pacotes de informações, em cinco locais: Salvador (receberá os dados dos postos de coleta da Bahia), Belo Horizonte (para os de Minas Gerais), São Paulo (para os de São Paulo), Porto Alegre (para os postos do Rio Grande do Sul) e no Rio de Janeiro (que receberá os dados dos postos de coleta das outras 23 unidades da federação, além dos questionários respondidos pela Internet).

Coisas da infância…

Chaves 2

_ Assistir religiosamente Chaves e Chapolin na hora do almoço.

_ Poder ficar o dia todo largado no sofá assistindo tv sem ser chamado de vagabundo.

_ Morrer de medo de ser levado pelo homem do saco.

_ Ir ao banheiro e gritar: “Mãe, acabei!”

_ Achar que o Super Nintendo é videogame mais avançado que existe.

Super Nintendo

_ Assistir Os Trapalhões com o elenco completo ou no máximo ainda com o Mussum.

_ Lembrar da novela “A Próxima Vítima” toda vez que ver um Opala preto na rua.

_ Deixar sua mãe escolher suas roupas sem ter medo de ser zoado pelos amigos.

ENTREVISTA – Para analista, mudança na campanha de Serra mostra falta de rumo.

Almeida

Diretor do Instituto Análise e doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), Alberto Carlos de Almeida (acima, na foto)) se tornou um dos mais requisitados especialistas brasileiros em análises de pesquisas desde que seus livros “A Cabeça do Brasileiro” e “A Cabeça do Eleitor” se tornaram best sellers. Em entrevista ao Boca de Urna, Almeida disse que a mudança de tom na campanha do candidato do PSDB, José Serra, com acirramento das críticas às ligações do PT com o MST, os narcoguerrilheiros das Farc, na Colômbia. e o regime bolivariano do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, mostra falta de rumo na estratégia tucana. Para Almeida, os ataques, feitos com o propósito de despertar inquietação nos eleitores com relação à capacidade de Dilma de domar os setores mais à esquerda do PT,  apenas facilitarão a estratégia governista de mostrar a candidata petista como a continuidade do governo Lula.

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Boca de Urna – Com as críticas às ligações do PT com as Farc, com o bolivarianismo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e o MST, a campanha de José Serra parece ter partido para um acirramento ideológico à direita. Essa mudança de tom pode dar certo do ponto de vista eleitoral?

Alberto Carlos de Almeida – Acho que não. O maior porém dessa estratégia é dar munição à campanha da Dilma e ao PT para mostrar que o Serra é contra o governo Lula. Há três semanas, Serra e a campanha tem feito um somatório de críticas. Não só às Farcs, mas também à construção de Belo Monte, às obras de Copa.  Para mim, isso mostra falta de rumo porque o Serra começou a campanha, dizendo que daria continuidade ao governo Lula, com o slogan “O Brasil pode mais”. No começo da campanha, a Dilma disse que o Serra agia que nem biruta de aeroporto. No final das contas,  ele está meio sem rumo mesmo. O Serra está fazendo o equivalente ao que o Lula fez em 1994 ao criticar o Plano Real.  O Lula disse que o Plano Real era o Plano Cruzado dos ricos. Quando falou aquilo, ele ajudou o Fernando Henrique. Agora é a mesma coisa. Como há uma aprovação avassaladora do governo Lula, quando mais você o critica, mais você ajuda o governo. Do ponto de vista estratégico, a campanha do Serra, no fundo, está ajudando a campanha do governo.

Boca de Urna – O Serra começou a campanha com uma estratégia de não fazer críticas ao governo Lula. Por que houve essa guinada?

Almeida – A campanha é muito difícil para o Serra por conta da elevada aprovação do governo. Em 2002, quando ele disputou pela primeira vez a Presidência, ele foi candidato do governo, mas queria se afastar do governo FHC, que era impopular. Agora, ele é um candidato de oposição que, teoricamente, para ter sucesso, teria de se aproximar do governo, numa estratégia semelhante à adotada pelo Sebastián Piñera (político de direita, que foi eleito presidente do Chile em janeiro deste ano), que se colocou como continuidade do governo da ex-presidente Michelle Bachelet (socialista). Lá, o Piñera usou grandes símbolos, como a duplicação da licença maternidade, para mostrar essa continuidade. Essa inflexão da campanha do Serra mostra um conservadorismo. É uma campanha que não vai ousar. Ousar seria se aproximar em termos simbólicos do governo. Na pré-campanha, houve uma espécie de carta de intenções de fazer uma campanha próxima do governo, mas essa intenção não está sendo realizada nessa fase atual da campanha, em que o bicho pega. Imagino que deve ter havido muitos debates internos na campanha tucana sobre o posicionamento do candidato. Deve ter vencido a tese de que não adianta tentar mudar o posicionamento, porque o campo governista já está dominado pela Dilma.

Luz das Nações !

Luz das Nações

Marina Silva cumpre agenda em Recife

Marina 2A candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, chegou ao Recife no início da noite de sexta-feira (30) para cumprir agenda de campanha na cidade. Sua chegada era prevista para mais cedo, mas as chuvas que caíram no município de Natal, onde ela estava, atrasaram sua viagem e ela cancelou os compromissos marcados, segundo o pe360graus.com.

Na noite de sexta-feira ela cumpriu compromisso no restaurante Leite, onde jantou com empresário.  Para a manhã de hoje está prevista uma visita à Escola Popular de Direito Constitucional, na Rua São Pedro, no Coque. Ainda no Coque ela inaugura a Casa de Marina e depois segue para a gravação de entrevista em uma rádio da cidade. À tarde Marina Silva viaja para São Paulo.
Sobre sua campanha, Marina informou que ela vai ser pautada na ética e não vai admitir ofensas pessoais. Ela também disse que acredita que será possível reverter as pesquisas e espera disputar o segundo turno.

Magno Martins

Eduardo Campos lidera pesquisa para governo de PE, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (30) sobre a intenção de voto para o governo de Pernambuco mostra o candidato Eduardo Campos (PSB) na frente, seguido por Jarbas Vasconcelos (PMDB). A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. Os resultados da pesquisa estimulada são:

CANDIDATO INTENÇÕES

Eduardo Campos (PSB)

60%

Jarbas Vasconcelos (PMDB)

24%

Anselmo Campelo (PRTB)

1%

Edilson Silva (PSOL)

1%

Jair Pedro (PSTU)

0%

Roberto Numeriano (PCB)

0%

Sérgio Xavier (PV)

0%

Branco/ Nulo

5%

Indecisos

8%

Ibope mostra Dilma com 39% e Serra com 34% na corrida pela Presidência

Pesquisa

A candidata Dilma Rousseff (PT) lidera com cinco pontos percentuais à frente de José Serra (PSDB), segundo pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta (30) pela TV Globo. De acordo com a pesquisa, Dilma tem 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV), 7%.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 174 municípios de segunda (26) a quinta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter entre 37% e 41%; José Serra, entre 32% e 36%; e Marina Silva, entre 5% e 9%.

Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% agora. Serra tinha 37%, passou a 32%, depois foi para 36% e agora para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, foi a 8% e agora voltou para 7%.

A saúde dos brasileiros piorou

Saúde

Nos últimos quatro anos, a renda média do brasileiro cresceu, mas o dinheiro extra não trouxe mais saúde. O Brasil está mais gordo e sedentário. Abusa mais de álcool. Come menos feijão, frutas e hortaliças. Está mais sujeito à hipertensão e ao diabetes. Esse é o retrato de uma pesquisa anual feita pelo Ministério da Saúde desde 2006, com 54 mil moradores de todas as capitais. Agora  ÉPOCA publica com exclusividade os resultados colhidos em 2009.

O levantamento Vigitel capta o estilo de vida da população por meio de extensas entrevistas feitas por telefone. Não traduz o que acontece em todos os cantos do país, mas dá uma boa ideia do comportamento de quem vive nas capitais e tem renda suficiente para ter em casa uma linha telefônica fixa. O trabalho é baseado na metodologia adotada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos. É uma das mais importantes ferramentas dos governos para monitorar fatores de risco de doenças crônicas e orientar os gastos com medicamentos. O Vigitel ajuda a prever as bombas que vão estourar nos hospitais nos próximos anos, consumindo vidas e comprometendo o orçamento do sistema de saúde. Pelo que a pesquisa vem mostrando nos últimos anos, o Estado brasileiro pode se preparar para o pior. Em várias áreas.

“Os dados mais alarmantes são os índices de sobrepeso e obesidade”, diz Deborah Carvalho Malta, coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde. Entre os entrevistados do sexo masculino, 51% têm excesso de peso (em 2006, eram 47%). Nas mulheres, o índice é de 42% (em 2006, era de 38%). O Brasil está caminhando rapidamente para a situação de países como os Estados Unidos, onde 60% da população tem sobrepeso. “Não acredito que vamos derrubar esses índices. Se conseguirmos estabilizá-los, já será uma vitória”, diz Deborah. Entre as mulheres, ficou claro que o excesso de peso é mais comum entre as mais pobres. No estrato de menor escolaridade (zero a oito anos de estudo), 50% das mulheres têm sobrepeso. Na faixa mais culta (12 anos de estudo ou mais), o índice é de 31%. No sexo masculino, a situação é diferente: a barriga independe da escolaridade.

ÉPOCA

Mais rigor com IPVA atrasado

IPVAMotoristas em atraso com o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) devem se preparar para ficar em dia. Frustrada com uma alta considerada pequena da arrecadação do IPVA, em 2010, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) vai apertar os contribuintes.

A partir de setembro, enviará mais de 30 mil cartas de cobrança, um total ainda não fechado, porém estimado em mais de R$ 20 milhões. Quem não pagar em até 30 dias após o recebimento das correspondências será cobrado em dobro e vai para a dívida ativa do Estado.

O envio dessas cartas é normal e ocorre anualmente. Mas há muitas mudanças desta vez. O gerente do segmento de Veículos da Sefaz, Júlio Lóssio, comenta que os números estão muito acima da média de outros anos.
“Antes, a Fazenda só enviava as cartas para quem tinha 3, 4, 5 anos de imposto atrasado. Para se ter uma ideia, normalmente são enviadas de 6 mil a 8 mil cartas por ano. Vamos estender esse número para mais de 30 mil. Será o ano da cobrança do IPVA”, avisa Júlio Lóssio.

Jornal do Commercio
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